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Engenharia Química (Bacharelado)

Estudantes de Engenharia Química apresentam equipamentos desenvolvidos em atividade didática

A noite de quarta-feira, 6, foi especial para os estudantes do sexto semestre do curso de Engenharia Química. Eles foram desafiados na disciplina de OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1 a construírem equipamentos utilizados para a separação de sólidos, foco dos estudos da referida disciplina. Além de demonstrar o equipamento em funcionamento, os estudantes deveriam apresentar o memorial de cálculos e descritivo, bem como todos os testes realizados até se chegar no protótipo final.

Os equipamentos indicados pela professora Joice Oliveira foram: ciclone, fluidizador, filtro e centrífuga. A aplicação específica foi definida por cada grupo. O ciclone foi utilizado para separar ar/farinha de chia e linhaça; o fluidizador para secagem de soja; filtro rotativo a vácuo para tratamento de efluente e a centrifuga para separação de leite (gordura/soro).

Os alunos acolheram de forma muito responsável o desafio e cada um dos grupos relatou a experiência da forma como a vivenciou.

“A experiência de construir o ciclone e vê-lo funcionando depois de muito trabalho, compensou cada segundo de nosso esforço. Toda bagagem de conhecimento agregou em muito em nossa formação, pois aprimora nossa criatividade e tomada de decisões frente à desafios, além da aprendizagem na prática, que é fundamental para nosso aperfeiçoamento enquanto acadêmicos.”

“Foi incrível, pois com dedicação, pesquisas e testes podemos relacionar o teórico aprendido em sala de aula com a prática e também perceber a realidade do engenheiro químico no segmento industrial. Como a centrifuga que é muito utilizada em laboratórios químicos e na indústria de alimentos e bebidas, refinarias de petróleo, produção de fármacos, etc.”

“O desafio foi uma oportunidade de abordar a teoria à prática, no qual capacita-nos a pensar e projetar um equipamento desde a seleção de materiais até a sua montagem, adaptando de acordo com a nossa realidade. Sem dúvidas a apresentação do filtro rotativo a vácuo foi um dos diversos momentos que ficarão marcados na nossa vida acadêmica.”

“Montar este protótipo (fluidizador) nos fez pensar em como por em prática o que aprendemos e nos fez buscar soluções para os problemas que encontramos, que serão as nossas principais atribuições como engenheiros.”

Experiências como esta qualificam a caminhada acadêmica e instigam os estudantes a desenvolver as suas habilidades pessoais e profissionais. 


Curso de Engenharia Química é reconhecido com conceito 4 pelo MEC

 

O curso de Engenharia Química da Unijuí foi reconhecido oficialmente pelo Ministério da Educação (MEC).  A avaliação foi realizada por professores de diferentes locais do país no Campus Ijuí durante dois dias de avaliações, no final de novembro, em que foram analisadas cinco dimensões, entre elas a estrutura e o projeto pedagógico. Além disso, os avaliadores realizaram reuniões com estudantes e professores. Ao final, encaminharam um relatório ao MEC, que resultou no conceito do curso, que foi 4 em uma escala de 1 a 5, o que é considerado muito bom.

“Ficamos muito felizes com mais este ótimo resultado, obtido a partir da avaliação in loco para reconhecimento do curso de Engenharia Química da Unijuí. Entendemos que é o resultado de um trabalho coletivo, iniciado há mais de 5 anos, e que neste momento vem sendo muito bem coordenado pela professora doutora Fernanda da Cunha Pereira. O curso conta com um corpo docente qualificado e comprometido com uma sólida formação profissional na área”, destaca a Vice-Reitora da Unijuí, professora Cristina Pozzobon.

Para a coordenadora do curso, professora Fernanda da Cunha Pereira, o ótimo conceito recebido pelo curso de Engenharia Química é resultado do trabalho realizado desde a implantação do curso. “A Engenharia Química da Unijuí possui laboratórios de excelente qualidade, que oportunizam diversas aulas práticas, professores qualificados, com pós-graduação Strictu Sensu – mestrado e doutorado – e uma matriz curricular que preza pela formação de um profissional qualificado que possa atuar nas mais diversas áreas que competem à Engenharia Química. Além disso, os estudantes têm oportunidade de se inserir em trabalhos de pesquisa e extensão na área do curso, oportunizando a verticalização entre ensino-pesquisa-extensão”, explica a coordenadora do curso.


Estudantes de Engenharia Química participam de palestra sobre mercado de trabalho

Os estudantes do curso de Engenharia Química participaram, na última sexta-feira (17), de palestra sobre o tema Os Desafios do Engenheiro Químico no Mercado Atual - Exigências e Armadilhas.

O palestrante, Engenheiro Químico André Silveira, expôs sua trajetória acadêmica e profissional, abordando os principais desafios enfrentados e aspectos que os acadêmicos devem estar atentos.

                       

Arthur Schreiber, acadêmico do curso de Eng. Química, coloca que “Esse bate-papo ministrado de forma clara e dinâmica, sanou muitas dúvidas que cercam nossa vida de estudante, e ainda gerou ótimos conselhos que contribuirá, sem sobra de dúvida, para construir uma carreira de sucesso.”

A palestra foi também um importante momento para orientar os acadêmicos quanto aos diversos aspectos do mercado de trabalho e como melhor se preparar para atender as exigências. 

“Há algumas características que destacam o candidato que está em busca de uma vaga de estágio e/ou emprego, por isso é importante que se saiba o que o mercado de trabalho espera de um Engenheiro Químico. ”, destaca a acadêmica Camila Goi.

André Silveira é Engenheiro Químico e Administrador de Empresas, atualmente atua como Coordenador do Processo de Secagem de Celulose, na empresa Celulose Riograndense (CMPC), localizada em Guaíba.

A CMPC é uma das principais empresas na área florestal na América Latina e está presente em mais de 50 países nos 5 continentes. Com mais de 25 fábricas, conta com mais de 17 mil colaboradores, fazendo frente em três áreas de atuação: celulose, papel e tissue. 


Estudantes de Engenharia Química participam do Congresso Brasileiro de Química

Estudantes do 8° semestre do curso de Engenharia Química da Unijuí, Arthur Mateus Schreiber, Bárbara Pezzini Moreira, Camila Hammarstrom Goi e Carolina Almeida Bragato, participaram do 57° Congresso Brasileiro de Química (CBQ), na cidade gaúcha de Gramado.

O evento anual promovido pela Associação Brasileira de Química (ABQ) tem como objetivo inserir acadêmicos e profissionais da área nas novidades do universo da química. O tema proposto para esta edição, ‘Megatendências: desafios e oportunidades para o futuro da Química’, apresentou inovações por meio de mostra de trabalhos, palestras internacionais e nacionais e cursos nos quais os acadêmicos puderam agregar conhecimentos importantes para sua formação profissional.

Os alunos Arthur e Camila aproveitaram a participação no evento para expor as atividades desenvolvidas relacionadas ao projeto “Desenvolvimento de Novos Produtos Alimentícios a Base de Carne de Peixe” desenvolvida na Unijuí.

A participação dos estudantes em tais eventos são importantes para troca de conhecimentos com o contato de trabalhos produzidos em outros centros de pesquisa e universidades contribuindo para o crescimento e construção do conhecimento.

 


Turma de Engenharia Química realiza visitas em indústrias

Os alunos do curso de Engenharia Química da UNIJUI realizaram viagem nos dias 22 e 23 de junho com objetivo de conhecer indústrias e empreendimentos de diferentes ramos que abrigam profissionais desta área. O objetivo principal da viagem técnica foi proporcionar ao acadêmico o contato com empresas de importância no cenário nacional e internacional, buscando ampliar a visão da importância do Engenheiro Químico em diversas atividades.

                  

Na oportunidade, os profissionais de cada empresa apresentaram os processos produtivos, equipamentos e demais informações sobre as plantas industriais. Ainda, foi intensamente destacada a atuação do profissional da Engenharia Química na indústria petroquímica, de celulose, mineração de carvão e fertilizantes.  

Além disso, essas ações oportunizam ao aluno ampliar a visão dos processos estudados em sala de aula, unindo a teoria com a prática e incentivando-os na caminhada profissional. 

O grupo visitou as empresas:

BRASKEM, localizada no Pólo Petroquímico de Triunfo, atua no ramo de petroquímica



Celulose Riograndense, localizada em Guaíba, atua no ramo de Celulose e Papel



Copelmi Mineração, localizada em Butiá, tradicional empresa de exploração do Carvão Mineral



Fertilizantes Piratini, localizada em Porto Alegre, empresa do grupo Fertipar que opera na fabricação de fertilizantes minerais



Estudantes de Engenharia Química desenvolvem reatores em disciplina do curso

           

No dia 26 de junho, estudantes do sétimo semestre do curso de Engenharia Química apresentaram o trabalho de avaliação parcial da disciplina de Reatores I. A turma foi dividida em quatro grupos. Eles foram desafiados a construir um reator e desenvolver uma reação, realizando a demonstração do funcionamento do equipamento.

Os objetivos foram exercitar a habilidade do trabalho em equipe, a consolidação da teoria exposta em aula e o desenvolvimento da capacidade do raciocínio rápido para a resolução de problemas e a criatividade.

Cada grupo optou por uma reação diferente, sendo que foram apresentados reatores do tipo CSTR, PFR e em Batelada.

Grupo I: João Carlos Segatto Leite

“O objetivo foi estudar a concepção de projeto, construção e operação de um reator PFR (Plug Flow Reactor)".

Grupo II: Franthiescoli Augusto Barasuol, Vinicius Roberto Fin de Almeida e Fabiana Pieniz Didonet

“Reator CSTR, é um reator de fluxo contínuo e mistura perfeita onde a reação ocorre em estado estacionário. Para elaboração do reator foram utilizadas soluções de hidróxido de sódio (soda) e ácido acetilsalicílico (conhecido por estar presente em medicamentos), a reação que ocorre é de neutralização e pôde ser observada a partir da utilização de indicador natural de repolho roxo, que foi introduzida no reator juntamente com a solução ácida apresentando coloração roxa e após a reação com a base, formando sal e água adquiriu a coloração verde. A conversão obtida no experimento foi de 99,2% a partir de dados experimentais obtidos através de análises titulométricas".

Grupo III: Arthur Mateus Schreiber, Larissa Vilma Lohmann, Bárbara Pezzini Moreira

“O desafio foi criar em escala laboratorial um reator batelada. A reação escolhida foi a produção de biodiesel a partir de óleos vegetais, na qual um triglicerídeo reage com uma cadeia alcoólica na presença de um catalisador, gerando biodiesel e glicerina.  O reator batelada, se caracteriza por atingir altas conversões, o que pode-se comprovar em nossos ensaios com óleo de soja e linhaça".

Grupo IV:  Camila Hammarstrom Goi, Carolina Almeida Bragato, Laura de Castro e Kamille Cristhine Sostmeyer Kirmess

“O reator do tipo batelada é caracterizado por ser um tanque com agitação mecânica, onde os reagentes são introduzidos no reator de uma só vez e a retirada do produto também é realizada de uma única vez. É utilizado para produção em pequena escala, teste de novos processos e fabricação de produtos de alto valor".