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Sessão de cinema marca a volta das atividades da Unijuí em 2018

             

Uma sessão de cinema marcou o início das atividades na Unijuí em 2018. O filme Cromossomo 21, produção dirigida pelo egresso Alex Duarte, foi exibido aos professores e técnicos-administrativos e de apoio, na tarde desta terça-feira, dia 06 de fevereiro, na programação especial de retorno das atividades na Instituição. Os profissionais dos quatro campi da Unijuí estiveram reunidos no Salão de Atos do Campus Ijuí.

Para iniciar o evento, a Reitora da Unijuí, professora Cátia Maria Nehring, fez uma saudação. Ela destacou a importância do ato para o início do semestre, destacando cinco desafios para a Universidade neste ano:

- Qualificar o atendimento;

- Entender como o jovem da atualidade aprende e as necessidades para a formação acadêmica;

- Enfrentar os desafios da educação à distância como uma necessidade dos novos tempos;

- Trabalhar o processo de internacionalização;

- Produzir um novo consenso sobre o impacto das universidades comunitárias na sociedade;

Logo após, o egresso do curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, Alex Duarte, foi convidado ao palco para dividir a experiência do projeto Cromossomo 21 com a Universidade. Ele relatou os objetivos e como foi concebido o filme. “Foi uma satisfação retornar na Unijuí. O filme, hoje, se tornou um projeto, circulamos o Brasil falando sobre inclusão. ”, observa Alex.

Também esteve presente um dos principais atores do filme, Luis Fernando Irgang, também egresso da Unijuí, no curso de administração, que fez um relato de como foi o trabalho. Após as falas, ocorreu a exibição do filme. 

O Filme

Vitória é uma garota como todas como outras. Faz faculdade, toca piano, pratica natação. Uma única diferença é que possui um cromossomo a mais, o que fez com que ela nascesse com síndrome de down. No seu destino, cruza com o sonhador Afonso, um garoto sem síndrome. O envolvimento desperta na menina em uma independência e sexualidade, e na sociedade um questionamento sobre o envolvimento do "casal para os padrões".

                                

Carreira do diretor

Alex Duarte iniciou sua carreira aos 16 anos, com o seu primeiro longa-metragem “O Quinteto”, primeira produção de longa duração assinada por jovens no RS. É graduado em “Publicidade e Propaganda” pela UNIJUÍ e formado em Master Coach, PNL e Coaching pela Internacional School Of Choaching.

Ele já trabalhou como editor no jornal A Notícia, foi professor do curso de cinema pelo Ponto de Cultura ACI, foi diretor de programação da TV Ijuí, além ministrar oficinas de tv e cinema no Canal Futura e Fundação Roberto Marinho.

Soma mais de 50 produções, entre curtas, longas, videoclipes e documentários que foram selecionadas em mais de 10 festivais nacionais e internacionais de cinema e tv. Um deles, “ONG - Unidos para o Amanhã”, foi premiado no 17º Gramado Cine Vídeo, e documentário “Haiti - A Missão de Nossas Vidas”, levou 2 troféus na 18º Gramado Cine Vídeo.

Alex é ativista há oito anos em ONGs não governamentais de inclusão social, ministra palestras em congressos, seminários e eventos relacionados a deficiência e responsabilidade social. É diretor de marketing do Instituto Tânia Zambon, autor da série “Peregrina da Felicidade”, e seu mais recente trabalho o longa Cromossomo 21 chegou nos cinemas em 2017, e venceu em Hollywood como filme destaque do Los Angeles Brazilian Film Festival, melhor filme do Festival Internacional Ficc, no Rio, e melhor filme eleito pelo voto popular no Festival de Cinema da Mulher, no Uruguai. Seu próximo longa, Sim é possível, que conta a história de Tania Zambon chegará nos cinemas em 2020. Alex também representou o Brasil na ONU pelo dia internacional da Síndrome de Down e foi condecorado pela Academia Brasileira de Letras de São Paulo pelos serviços prestados à inclusão no Brasil.


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