A saudade batendo, mas a experiência fantástica! Assim podemos resumir o sentimento de Aline Menezes, acadêmica do Curso de Direito / Campus Três Passos, que realiza intercâmbio na Universidade do Porto, em Portugal. Quer saber mais sobre essa história? Então continue a leitura!
* Na foto, Aline e sua mãe Denise Menezes visitam o Palácio de Buckingham, em Londres.
Estar distante da família, amigos e em um país diferente é uma experiência eu diria diferente, mas muito boa também... Aprender a viver com pessoas de culturas diferentes das suas, compreender um modo de viver diferente daquele que você vive em seu país parece até ser complicado, mas na medida em que vai se adaptando, vai se tornando interessante.
Este intercâmbio, o qual a UNIJUÍ nos proporciona, além de engrandecer nossos estudos, engrandece valores humanos, sociais e culturais. Passada aquela fase de adaptação, onde tudo é novo, diferente, a poeira começa a baixar, e a saudade começa a surgir... Saudades das pessoas que você deixou, da sua casa, das coisas mais simples, como escutar a sua mãe chamar “filha vamos levantar???” longe assim, você dá valores aos pequenos detalhes, que na vida cotidiana, passam despercebidos.
Mas mesmo a saudade batendo, ainda aqui tem aquelas situações, momentos que surpreendem cada vez mais... Aprende-se um novo jeito de viver a vida, você olha para ela (a sua vida) com outros olhos, vê que devemos viver cada instante como se fosse único, pois tudo passa tão depressa, e é preciso aproveitar todos aqueles momentos que, com certeza, serão inesquecíveis.
Aquela frase de Fernando Sabino: “O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis” começa a ter o verdadeiro sentido, e aqui é possível entender muitos porquês...
Já passamos da metade da nossa aventura aqui, está sendo algo maravilhoso, muito bom mesmo, uma experiência para a vida toda...
Já se imaginou em outro país, tendo contato com pessoas diferentes? Que tal Portugal? Essa experiência a acadêmica de Fisioterapia da UNIJUÍ, Fernanda Mohr, está experimentando no Instituto Jean Piaget!
Confira o relato que ela faz da experiência:
Olá Brasil! Estou aqui novamente para contar mais um pouquinho sobre a experiência do intercâmbio, agora sob um ponto de vista já um pouco diferente, mais "maduro" por assim dizer. Pouco mais de três meses se passaram desde que chegamos em Portugal, três meses que foram intensos e marcantes não só a mim, como aos meus outros colegas da Unijuí que embarcaram comigo nesta "aventura".
É claro que agora já não nos sentimos mais como na primeira semana, quando ainda estávamos um pouco assustados e com medo. Nos encontramos agora mais seguros, porém cada dia com um pouquinho mais de saudade...
Na faculdade sempre tive grande apoio por parte dos professores e, principalmente, dos colegas (sentirei a falta deles!), encontrei lá dentro pessoas maravilhosas e diferentes modos de estudar, ver e entender a Fisioterapia. Para além da faculdade, fiz algumas viagens que, ao meu ver, proporcionam ainda mais conhecimento do que o estudo em si!
É inexplicável o que se pode aprender no intercâmbio! Longe de casa, da família e do seu país as dificuldades são muitas e é preciso encará-las de frente. Começa a dar aquela saudade da comodidade do lar, principalmente no Natal e em outras datas festivas, porém, não há dificuldade que se compare com as experiências vividas, o conhecimento adquirido, as amizades conquistadas, entre muitas outras coisas.
Aos próximos intercambistas, desejo que essa experiência seja tão boa quanto está sendo a minha, ou até melhor. Aproveitem tudo o que for possível!
E um Feliz Ano Novo a Todos!
*Na foto, Fernanda com o pai, José Carlos Mohr, que foi visitá-la no mês de dezembro.
Ane Gabriele Poli, aluna do Curso de Enfermagem da Unijuí, realizou viagem de estudos no mês de novembro para conhecer o Sistema de Saúde Americano. Acompanhe o que ela tem para contar...
O início de um sonho
A ida para os Estados Unidos foi parte de um projeto de vida pessoal e profissional, que passa a se concretizar a partir do momento em que hospedei em minha casa, no mês de abril deste ano, duas acadêmicas do curso de enfermagem da Universidade de Anderson (EUA), que participavam do mesmo intercâmbio.
A partir daí, intensifiquei o estudo da língua inglesa e realizei uma prova seletiva, a qual incluía os conhecimentos da área de enfermagem, análise do desempenho (notas) nos componentes curriculares até então desenvolvidos, análise do currículo Lattes e domínio da língua inglesa. Uma vez selecionada, viabilizado o passaporte, visto de entrada..., dia 19 de Novembro chegamos ao Estado de Indiana, onde estivemos nas cidades de Indianápolis, Terre Haute e Anderson, conhecendo o Sistema de Saúde Americano, Hospitais, escolas de enfermagem, Universidades e participando de aulas teóricas e práticas.
Sistema de Saúde Americano Neste período foi possível conhecer o Sistema de Saúde Americano que é essencialmente privado, ou seja, o acesso aos serviços de saúde é possibilitado àqueles que, pagam, de forma direta ou através de um seguro saúde pelos serviços que precisa, ou, de outra forma NÃO EXISTE SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE.
Tecnologia Considerando o uso de tecnologias pesadas (conhecimento, especializações, equipamentos) há que se afirmar que a capacidade de diagnóstico e tratamento de condições de doenças é realmente muito superior àquilo que estamos acostumados a ver no nosso meio.
Nas Universidades visitadas, percebe-se que o uso da tecnologia no ensino, também é parte do cotidiano. As Universidades dispõem aos estudantes laboratórios especializados com “bonecos/robôs” que podem ser programados pelos docentes, nos quais é possível realizar os mais minuciosos procedimentos, que vão desde a ausculta cardíaca e freqüência respiratória, até simular situações de Parada cardorespiratória, insuficiência respiratória... e testar os procedimentos a serem realizados nestas condições.
A experiência Outros pontos de relevância desta viagem foram a oportunidade de conviver em casas de família, conhecer o seu cotidiano, sua cultura, suas tarefas, ir para o trabalho, culinária, enfim e, ainda conhecer diversos pontos turísticos como as 500 milhas de Indianápolis, estádios e jogos de basquete, voleibol, futebol americano, patinação no gelo, museus e outros tantos lugares e monumentos.
Esta viagem foi sim uma possibilidade ímpar que contribui para o meu crescimento pessoal e acadêmico, visto que pude comparar o sistema de saúde dos Estados Unidos com o Brasileiro, perceber o quão é importante nos dias de hoje o uso da tecnologia, e quanto ela auxilia no processo de trabalho. Também foi possível valorizar ainda mais o Sistema de Saúde Brasileiro que, sabemos necessita continuamente de adequações e ampliação, mas que, no entanto, não deixa ninguém desassistido. Também, conheci pessoas diferentes, com culturas diferentes.
A acadêmica do curso de Enfermagem da UNIJUÍ, Ane Gabriele Poli, está participando de um intercâmbio de 15 dias na cidade de Indianápolis, estado de Indiana/EUA.
“O objetivo do intercâmbio é de conhecer o sistema de saúde americano, que é muito diferente do nosso, já que nos Estados Unidos não existe sistema público. Também, pretendo conhecer a cultura americana e aperfeiçoar o inglês”, destaca Ane Gabriele.
Além de Ane, outras sete acadêmicas, do Curso de Enfermagem da PUCRS, participarão do intercâmbio, desenvolvido por meio de convênio entre a UNIJUÍ, PUCRS e a ONG “Companheiros das Américas”.
Através deste convênio, a UNIJUÍ recebeu em abril deste ano um grupo de 10 alunas e uma docente da Universidade de Anderson, Estados Unidos, que vieram conhecer a realidade da saúde no Brasil. Desta vez, são as alunas brasileiras que irão visitar universidades e instituições de saúde, para conhecer o sistema de saúde americano.
Para a professora Rosane Stucky, do Departamento de Ciências da Saúde da UNIJUÍ (DCSa), o Programa de Intercâmbio em Enfermagem é uma grande possibilidade para que os estudantes possam interagir uns com os outros e conhecer uma realidade de saúde distinta do local onde atuam.
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