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Na Prática
Malhando na água
 
12/06/2008 10:14


Dizem que Deus ajuda quem cedo madruga. Os alunos da Educação Física seguiram o ditado a risca e o esforço foi recompensado. O “Projeto Atividades Aquáticas” ganhou destaque na revista da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (Abruc), na edição do mês de abril de 2008 com a matéria “Natação para a Comunidade”.

Quem são os caras? O projeto teve a participação dos alunos do Curso de Educação Física da UNIJUÍ – campus santa rosa, e estagiários do Núcleo de Eventos, Fernando Klöckner e Diane Frölich, sob a coordenação do professor Julio Andreazza. E não foi pouca gente que participou das atividades. Entre dezembro de 2007 e março de 2008 o projeto beneficiou cerca de 200 pessoas.

O que eles fizeram? Quem foi lá viu, gostou e participou. Foram oferecidas aulas de natação e hidroginásticas, três vezes por semana, para crianças e integrantes da terceira idade, além da comunidade em geral, com o objetivo de beneficiar a comunidade, melhorando sua qualidade de vida. E como todo mundo gostou, tanto os alunos quanto a comunidade, por que não continuar o projeto? Pois é, essa é a intenção dos mentores da “coisa”, mas com esse frio todo e sem piscina térmica, não é fácil convencer o pessoal a entrar na água. Então o projeto Atividades Aquáticas deve ter continuidade no próximo verão. Assim todos esperam, alunos e comunidade.


Lá vem o opalão
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03/06/2008 11:30

Alunos da Engenharia Mecânica desenvolvem projeto com veículo cedido pela prefeitura de Panambi

Pesquisa na graduação, sucesso na profissão
 
19/05/2008 10:50




Desenvolver uma bebida láctea a base de soja com a utilização de bactérias probióticas, foi o objetivo de um projeto de pesquisa que, em 2006, iniciou suas análises e experiências no Núcleo de Alimentos da UNIJUÍ – Campus Santa Rosa. O projeto foi a base para o egresso do Curso de Química Industrial de Alimentos, Cristiano Augusto Ballus, ingressar imediatamente em um Mestrado reconhecido no País.
A pesquisa
O projeto que levou o título “Aprimoramento de tecnologias para elaboração de produtos derivados de soja e leite com probióticos”, coordenado pela professora Ângela Fiorentini, do Departamento de Biologia e Química (DBQ), teve o apoio financeiro da Fundação de Amparo a Pesquisa do Rio Grande do Sul (Fapergs). Durante um ano e meio a coordenadora, os professores colaboradores, Vera Maria Klajn (UNIJUÍ) e Márcio Ferraz Cunha (Universidade de Uberlândia), um aluno bolsista e outros quatro voluntários, testaram diferentes bactérias para saber qual proporcionava melhor sabor, textura, aroma e viscosidade a bebida; realizaram análises microbiológicas para contagem de bactérias e análises físico-químicas nos produtos, para determinação do ph, acidez e demais parâmetros de qualidade.
A pesquisa permitiu o desenvolvimento de uma bebida saborosa e nutritiva, utilizando as bactérias probióticas – que agem na fermentação do produto e permanecem vivas até o seu consumo, trazendo benefícios a saúde dos consumidores – mais adequadas e um produto disponível na região em grande quantidade, que é a soja.
Mas em que sentido a pesquisa pode contribuir para o crescimento do aluno? Segundo a professora Ângela, a pesquisa permite uma interação de conhecimentos de diversas áreas. “Na nossa pesquisa integrávamos química, física, biologia e muitos outros conhecimentos”, diz ela. Devido a estes aspectos a participação dos alunos é muito importante e enriquecedora. “Na pesquisa os alunos têm conhecimentos de várias áreas, além disso, tem alunos que tem afinidade maior com uma linha e outros, com outras. Isso enriquece o trabalho”, ressalta. “Para desenvolver um trabalho de pesquisa precisamos ler muito, buscar referencias para nossas pesquisas em trabalhos científicos já realizados. É também uma forma de colocar em prática o que aprendemos em sala de aula”, reforça Cristiano, bolsista do Projeto.
Desafios
“Diferente do que na sala de aula, onde recebemos tudo pronto, na pesquisa enfrentamos muitos problemas e dificuldades, para os quais que precisamos encontrar soluções”, ressalta Cristiano. Na pesquisa muitos testes que foram realizados não deram certo, o que os instigava a procurar novos conhecimentos para resolvê-los. Para encontrar soluções a estes problemas foi fundamental a interação e o contato com pesquisadores e profissionais de outras instituições. Um dos espaços onde esta interação acontece é nos Congressos e eventos da área.
Currículo: da Graduação ao Mestrado
Para os professores e a Universidade, a prática da pesquisa é uma exigência do Ministério de Educação, já para os alunos é a oportunidade de inserir no currículo, ainda mesmo na graduação, uma experiência na área científica. Para Cristiano, essa experiência e o conhecimento adquirido abriram portas para sua inserção, em 1º lugar, na seleção do Mestrado em Ciência de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), São Paulo. “Com a pesquisa estava sempre atualizando conhecimentos com todas as áreas. Por isso, estava afiado para estudar para a prova do mestrado. Muito do que foi pedido na prova aprendi na pesquisa e durante o curso”. O Mestrado em Ciência de Alimentos da Unicamp possui o conceito 7, o mais alto na avaliação do Ministério da Educação.
Participar
Para ser bolsista de pesquisa o acadêmico deve informa-se no seu departamento sobre os projetos em andamento e as vagas disponíveis e inscrever-se para as vagas ofertadas para participar de uma seleção. Os alunos bolsistas recebem um auxilio da entidade financiadora, chamado bolsa de iniciação científica.



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