Tá Ligado
Use o usuário e senha do Unijuí Virtual para escrever comentários.



















 
Tá Ligado
Saci que se preze acredita no Internacional
 
20/08/2008 16:10

Desanimado. Deprimido. Abatido. Revoltado. Chateado.

Sentimentos que nunca combinaram com a torcida colorada, mas que vem contagiando um a um e nos acompanhando nos últimos jogos.

Menos pro Saci!



É um saco ser realista, mas isso tem que mudar!

Vamo lá torcida colorada!

Hoje, contra o Palmeiras, o time precisa voltar a jogar bem, encontrar o futebol e principalmente vencer.

Vencer? É, vencer!

Mas não vão ajudar Eles?

É, pois é, mas o Internacional é clube grande, pô.

Saci que se preze acredita no Internacional.

Saci que se preze acredita na força da torcida.

Saci que se preze acredita no Gigante da Beira-Rio.

Saci que se preze acredita que o Celso Roth voltará a cometer as tradicionais “CelsoRothices”.

Dá-lhe Mengo!

Dá-lhe Cruzeiro!



DÁ-LHE COLORADO!

*Saci Colorado - Representante da Nação Colorada no Tá Ligado

Passaporte carimbado: destino Portugal
 
20/08/2008 14:51

Ele está de malas preparadas com destino a Portugal. Nos planos, além da busca pelo conhecimento acadêmico, está a passagem por estádios de futebol (para conferir a Champions League), visita a outros países e claro, todas as atrações que o velho continente proporciona. João Vitor Mousquer, aluno do curso de Direito da UNIJUÍ, é um dos 9 acadêmicos da Universidade que embarcam para a cidade do Porto. Eles, juntamente com mais dois acadêmicos da UNIJUÍ, formam o mais recente time que, em setembro, inicia o intercâmbio e mostra que cada vez mais a UNIJUÍ está aberta para o mundo. Em entrevista ao Tá Ligado ele conta um pouco mais dos seu ponto de vista sobre essa história.

Tá Ligado - Desde quando pensa em fazer intercâmbio?
João Vitor - Desde o Ensino Médio. Me interessei pelo intercâmbio promovido pela AFS(se não estou equivocado quanto ao nome) mas não houve avanço. Desde os 16 anos tenho interesse em participar de um intercâmbio.

Tá Ligado - Por que a escolha pelo país de destino?
João Vitor - Como a intenção é aproveitar o máximo possível(se possível) do estudo realizado no exterior e sendo o período curto, a princípio 6 meses, um país onde a língua fosse idêntica, ou o mais parecida possível, favorece para que o objetivo seja alcançado. Quando me interessei em fazer um intercâmbio pela Unijui, em uma conversa informal com o Uli, da Secretaria de Assuntos Internacionais, havia duas alternativas, Portugal e Alemanha.

Tá Ligado - Qual foi o papel da UNIJUÍ para possibilitar o intercâmbio?
João Vitor - O papel da Unijui foi fundamental, visto que sem ela a possibilidade de ser um intercambista seria bem reduzida. Pelo menos nesse curto período de tempo. Concorremos "apenas" com colegas da Unijui, sem precisar passar por uma seleção internacional. Caso não houvesse a disposição e o interesse da Unijuí em nos proporcionar essa experiência, provavelmente teríamos que fazer uma seleção específica e, talvez, mais minuciosa por se tratar de uma seleção internacional. A Unijui abriu a porta para realizar esse intercâmbio. Ela, como bem se pos, é a gestora disso. Sem a Unijui talvez não conseguiríamos, ou seria muito mais difícil.A Unijuí já conhece seus alunos, mas a Universidade do Porto não. Ela está nos recebendo, de maneira tão rápida e com pouca burocracia, através do aval da Unijuí.

Tá Ligado - Qual é o grande sonho na Europa?
João Vitor - Aproveitar o máximo. Tanto a faculdade como o conhecimento para a vida. O grande sonho na Europa é uma adaptação fácil para viabilizar um possível mestrado e/ou doutorado. O sonho é abrir portas para uma opção futura, abrangendo o mercado de trabalho como um enriquecimento de vida.

Tá Ligado - Planos para depois do intercâmbio?
João Vitor - Terminar o curso e tentar aproveitar, o mais rápido possível, o conhecimento ou as influências conseguidas neste período na Europa. Mesmo sem ter ido ainda, uma possível volta ao exterior não pode ser descartada.

Tá Ligado - O que você deixa aqui no Brasil?

João Vitor - Deixo meu trabalho, meus colegas de aula e de trabalho, meus pais, minha noiva e meu cachorro.



Tá Ligado – O que essa experiência significa para sua vida?
João Vitor - Essa experiência significa a realização de um sonho. Muito provavelmente, se tudo ocorrer conforme o planejado, a concretização de um sonho. Como é antigo o desejo de morar fora do país, por um período, esse intercâmbio vem me fazer crescer mais, vem mudar algumas coisas, firmar outras tantas. Vem satisfazer uma vontade. A vontade de ser eu mesmo, sem nenhum conceito ou preconceito existente e oriundo de qualquer outra forma senão derivado das minhas reais atitudes. Significa a chance de aprofundar meus interesses no curso que escolhi. Significa ter orgulho desse feito e significa, se bem aproveitada e colhido bons frutos, ter um aprendizado que nada nem ninguém vai poder tirar de mim.

PS Final Tá Ligado - O João será um dos correspondentes Tá Ligado na Europa.

Aluno da UNIJUÍ viaja mais barato
 
19/08/2008 09:48

Vida de estudante nunca foi fácil (alguém ousa duvidar?). Entre tantas dificuldades está a econômica, talvez a principal. Portanto, toda a ajuda nesse sentido é bem-vinda. Foi pensando nisso que a UNIJUÍ, buscando facilitar a vida dos acadêmicos, firmou Convênio de Cooperação com a Viação Ouro e Prata S/A, através do Núcleo de Bolsas e Créditos. O convênio busca ofertar descontos aos estudantes regularmente matriculados na UNIJUÍ, possibilitando aos estudantes transporte pela Empresa, com tarifas acessíveis.

Quais as linhas que recebem desconto?
673 (Santa Maria - Santa Rosa)
1080 (Bagé - Santa Rosa)
1900 (Uruguaiana - Santa Rosa)
5020 (Bagé – Horizontina)

Os estudantes que adquirirem a carteira de Passe Estudantil da Empresa VIAÇÃO OURO E PRATA, até 48 horas antes da partida da viagem, receberão descontos de 20% e de 40%. As poltronas destinadas à promoção são as de número 43 a 50.

Mais informações!

Os alunos interessados em obter a Carteira de Passe Estudantil deverão dirigir-se ao Núcleo de Bolsas e Créditos da UNIJUI com os seguintes documentos: comprovante de matrícula Atualizado; cópia da Carteira de Identidade e CPF; foto 3x4; taxa para confecção da carteira de R$ 3,00.




Vovôs criativos
 
18/08/2008 13:40

Vocês já devem ter lido em colunas anteriores que defendo a idéia de que TODOS somos criativos, capazes de transformar as coisas, ter um olhar diferenciado, saber associar e combinar os elementos que estão disponíveis e disso tudo gerar uma coisa nova... pois bem, e se tudo isso puder ajudar a vida da gente, nas mais simples tarefas, não é fantástico (é fan-tás-ti-co!!!)?

Olha só, há um tempo atrás vi uma reportagem muito legal sobre como precisamos ser criativos em todas as etapas da vida, especialmente quando a idade fica avançada e as tais “simples tarefas”começam a ficar bem mais difíceis... Nessa matéria,exibida no Jornal Nacional no dia 31 de Maio,foram apresentados exemplos de pequenas adaptações que os vovôs e as vovós fazem para melhorar as tarefas diárias. Uma meia de náilon recebe o sabonete e fica pendurada na torneira (assim não cai); uma tira de borracha é colada no cabo dos talheres, dando mais firmeza; uma vassoura recebe um cabo de PVC e ganha a altura e a inclinação necessários para varrer sem se machucar...Pequenas idéias que se mostram de grande valor. Essa é a delícia da criatividade!!!

Não é só o McGyver que pode combinar coisas malucas e gerar bons resultados (para quem não tem muita referência dos anos 80, McGyver era uma agente especial que com um chicle mascado, um fio de cabelo e uma ponta de lápis fazia uma bomba!!!!)... nós temos o poder de transformar o que está ao nosso redor!

Uma semana mcgyveriana para você!!!

PS: e aí, qual foi a sua última boa idéia?

Boa Idéia da semana: Mente sã em corpo são... você já deve ter ouvido essa máxima... então, aproveite a segunda-feira, dia mundial da realização das promessas, e inicie JÁ uma atividade física regular (eu disse regular, não só no Domingo...) e, de preferência, com o acompanhamento de um profissional de Educação Física! Você desopila, oxigena a cabeça, e abre espaço para que as idéias germinem...

* Melissa Gressler - Professora do Curso de Comunicação Social da UNIJUÍ

Costume ruim
 
15/08/2008 10:02

Por que não consigo me acostumar? Me faço essa pergunta às vezes. Aliás, várias vezes. Talvez eu seja uma espécie rara, ou talvez não. Mas não me acostumo a ver nos noticiários de jornais, rádios e emissoras de televisão, que a polícia metralhou, sem pestanejar, um carro com crianças. Muito menos a ver pais matando, maltratando, abandonando seus filhos. Ainda me traz indignação e uma sensação de impotência ver o dinheiro do país desviado em escândalos de corrupção que pipocam por todos os lados e governos. Assim como me dói ouvir a frase de milhões de bocas “isso sempre foi assim”, porque, sinceramente, eu não queria que fosse, e nem acho que não exista outro jeito.

Sempre que penso nisso a velha questão volta a me atormentar. Por que não consigo me acostumar? A resistência da capacidade de indignação da sociedade parece estar esgotada. As tragédias, a violência, a corrupção, precisam ter proporções maiores para causar alguma reação e, mesmo assim, essa reação social é cada vez menor e dura menos. Todos parecem aceitar que realmente é isso, foi e será sempre assim. Quer dizer, todos não. Por que eu não consigo me acostumar. Talvez você também não consiga. Talvez até, se tivermos sorte, muitos não consigam. Mas aí vem outra pergunta: por que sucumbimos e silenciamos a tudo então?



Se a nossa indignação existe, ela parece ser inerte. Como pedras ficamos imóveis esperando as mudanças do mundo ao nosso redor. Até que, pela lei das probabilidades, nós somos diretamente atingidos. Eu que estava ali, parado, sem incomodar ninguém, simplesmente seguindo minha vida pacata.



Quando isso acontece, aí emerge toda a indignação. A morte, a tristeza, a dor, só nos incomoda, nos toca, quando diz respeito a nossa vida diretamente e não a do outro. O nosso pensamento ainda é individual e não coletivo. Queremos sim o melhor, mas para nós, nossa família, nossos amigos, nossa cidade, nosso Estado, nosso país...depois ...bom, depois vem os outros. Claro, incomoda, mas da para se acostumar. Nem todos. Eu ainda não consigo me acostumar. E ainda acho que muitos também não. Sei lá, acho que é costume ser inconformado.

* Douglas Dorneles da Rosa - Jornalista da Coordenadoria de Marketing da UNIJUÍ

<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Próximo > Fim >>

Resultados 61 - 75 de 124