Memória de Ijuí e do noroeste do estado do Rio Grande do Sul

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O Museu disponibiliza a documentação que compõe seus diferentes arquivos, composta pela hemeroteca e biblioteca especializada para ser consultada no local (para empréstimo de obras da biblioteca especializada é necessário possuir cadastro junto à Biblioteca Universitária Mario Osorio Marques da Unijuí). Além de oferecer, com custos para o pesquisador, cópia dos jornais Correio Serrano e Die Serra Post que se encontram microfilmados e digitalizados, o Museu oferece também a reprodução de documentos e fotos em meio digital.

Para obter mais informações sobre pesquisas entre em contato com a equipe do Museu.


Genealogia Arquivo documental Imagem e som Museologia Taxas

Genealogia

Genealogia é o registro da história de nossos ancestrais sob forma de texto ou árvore genealógica da família, com nomes, datas e lugares por onde eles passaram para conhecimento de seus descendentes. Ao estruturar a árvore genealógica de sua família faça uma pesquisa nos documentos de identidade, certidões dos seus pais, tios, avós e bisavós para se descobrir os nomes dos antepassados, quando e onde nasceram, casaram e faleceram, e de onde vieram. A partir daí pode-se programar visitas a cartórios, cemitérios, paróquias e ao museu para levantamento de dados mais antigos.

O Arquivo do Museu Antropológico Diretor Pestana foi constituído a partir de doações, neste sentido você também pode ajudar a complementar ou criar pastas dentro deste arquivo a partir da doação de acervo. Aqui no site do museu você tem acesso às “folhas de rosto”, ou seja, aos índices de cada pasta, podendo solicitar uma pesquisa mais detalhada ou uma imagem digital dos documentos neste link. Acesse a guia "taxas" para contato de solicitações e valores.


Mais sobre genealogia

A consciência de família e de tradição é a raiz da cidadania e da autoestima. O conhecimento da origem da família, sua ligação a uma tradição, a uma cultura, a uma religião é o campo da Genealogia. Esse conhecimento é parte fundamental da estrutura de identidade do Eu e requisito fundamental também para a autenticidade e maturidade da personalidade de cada um.

A pesquisa genealógica é antes de tudo uma busca paciente de documentação. Um dos mais importantes documentos para a genealogia é o registro de casamento. Este registro foi responsabilidade exclusiva da Igreja, enquanto a religião foi oficial, do Estado. No Brasil, esta foi a situação até o século XIX. Após a proclamação da República (1889) passou a existir também o registro civil. Porém, mesmo o registro feito pela Igreja não é assim tão antigo, pois somente após a realização do Concílio Tridentino, que terminou por volta de 1563, os vigários ficaram obrigados a ter livros de registro em suas paróquias. Os arquivos da Igreja Católica, os mais ricos do Brasil, em geral estão nas Cúrias Diocesanas e Arquidiocesanas, ou nas próprias Ordens Religiosas.

Em todas as repartições e cartórios existe a seção de Arquivo. No entanto, com o passar dos anos, os documentos são enviados, obedecidos alguns critérios, para os Arquivos Municipais e Estaduais e para o Arquivo Nacional. Existem também arquivos na Marinha, no Exército e em outras repartições que retêm por muito tempo os seus acervos, antes de encaminhá-los ao Arquivo Nacional. A leitura da documentação antiga é uma tarefa um tanto difícil para o iniciante, mas que vai, após algum esforço, tornando-se cada vez mais fácil. Existem umas poucas regras que facilitam muito a leitura dos documentos mais difíceis. É imprescindível também conhecer de antemão as formas de abreviatura comuns em cada época. Sofrem abreviatura não somente palavras comuns muito repetidas nos textos oficiais, como também os nomes mais comuns das pessoas. Existem livros inteiramente dedicados a este problema. Alguns nomes e sobrenomes passaram a existir a partir de abreviaturas como, por exemplo, "Roiz", abreviatura de Rodrigues; Brites, abreviatura de Beatriz; Alves, provável abreviatura de Alvarez, etc.


Confira a lista completa

0.3.01 A
0.3.02 B
0.3.03 C
0.3.04 D
0.3.05 E
0.3.06 F
0.3.07 G
0.3.08 H
0.3.09 I
0.3.10 J
0.3.11 K
0.3.12 L
0.3.13 M
0.3.14 N
0.3.15 O
0.3.16 P
0.3.17 Q
0.3.18 R
0.3.19 S
0.3.20 T
0.3.21 U
0.3.22 V
0.3.23 W
0.3.24 X
0.3.26 Z
0.3.27 DOCUMENTOS
0.3.28 GENEALOGIA GERAL
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Arquivo documental

O Museu Antropológico Diretor Pestana tem seu objetivo centrado na preservação da história/memória do município de Ijuí. Para cumprir tal objetivo preserva tanto documentos museais como textuais, bibliográficos e iconográficos, os quais resgatam aspectos significativos da história do município.

O acervo da Divisão de Documentação do Museu Antropológico Diretor Pestana vem sendo constituído ao longo das últimas quatro décadas e abriga documentação de natureza pública e privada relacionada ao município de Ijuí e subsidiariamente da região noroeste do Rio Grande do Sul. Em seu conjunto documental encontra-se registrada e preservada parcela significativa da memória regional, o que o torna referência para estudantes, pesquisadores e estudiosos da cultura e da história de Ijuí e região. Complementa esta documentação a hemeroteca, constituída por 40 títulos, relacionados à cidade de Ijuí, Estado do Rio Grande do Sul e Brasil, considerados de cunho histórico e de grande relevância para a história da cidade, em sua maior parte, proveniente de Ijuí e região.

Esta documentação está classificada nos seguintes arquivos: Ijuí, Regional, Sindicalismo, Cooperativismo, Kaingang, Guarani e Xetá e FIDENE, totalizando 975,41 metros lineares de documentos. É organizada em arquivos e coleções de importância fundamental para a história ijuiense.

Arquivo Ijuí

Destina-se à guarda, registro e conservação da documentação referente às atividades dos diversos setores do município de Ijuí. Sua sistemática de organização tem por base a classificação da documentação por assunto e o arranjo da mesma pelo órgão responsável pela produção.

Deste arquivo faz parte a documentação relativa à administração pública, com destaque ao município de Ijuí; documentação de 489 famílias; 107 casas comerciais e 79 indústrias; empresas ligadas à agropecuária; prestação de serviços; meios de comunicação e transporte; educação e cultura; organizações civis como: entidades benemerentes, classistas, culturais, esportivas, recreativas, estudantis, comunitárias; política e partidos políticos; religião e saúde.

Destaques do Arquivo Ijuí

Históricos familiares, árvores genealógicas, documentos como certidões de batismo, casamento, nascimento e óbito, passaportes e outros documentos de famílias ijuienses, desde que originais, podem ser doadas por qualquer cidadão para inclusão neste item. Organizado em pastas por sobrenome paterno. Fundo Documental Comissão de Terras e Colonização do Arquivo Ijuí – 378 documentos, datados de 1877 a 1912, anteriores à emancipação do município de Ijuí, documentos usados para pesquisas de cunho histórico e socioculturais da Colônia Ijuhy e fonte única de comprovação de registro de lotes urbanos e rurais. Microfilmados e digitalizados.

Fundo Documental Cartório Eleitoral de Ijuí – 26.780 processos eleitorais das décadas de 1950, 1960 e 1970, documentos usados para complementação de processos de aposentadoria de cidadãos ijuienses e pesquisas genealógicas. O Índice alfabético por sobrenome está disponível – datilografado - na Sala de Pesquisa. Fundo Documental Prefeitura Municipal de Ijuí – 96.626 documentos da Administração Pública Municipal custodiados pelo MADP, sendo 1.054 relatórios de atividades da Intendência Municipal e de Secretarias (de 1912 a 1981), 15.593 telegramas expedidos e recebidos (de 1912 a 1982) e 63.839 correspondências expedidas e recebidas (de 1911 a 1973). O índice dos documentos está disponível – datilografado - na Sala de Pesquisa.

Arquivo Cooperativismo

O Arquivo Cooperativismo é constituído de documentos sobre o movimento cooperativista e a coleta inicial de documentos foi iniciada em 1985. Estão preservados documentos de 82 cooperativas localizadas no Estado do Rio Grande do Sul. Veja o índice alfabético por cooperativa.


Arquivo Regional

O Arquivo Regional foi iniciado na década de 80. Estão preservados documentos de 280 municípios gaúchos. A classificação dos documentos e fotografias é de acordo com o código numérico estipulado pelo IBGE para cada município na data de sua emancipação. Veja o índice alfabético por município.


Arquivo Kaingang/Guarani e Xetá

A documentação desse arquivo relaciona-se aos três grupos indígenas mencionados no título, com destaque para o Guarani e o Kaingang. A proposição de organização do arquivo é da antropóloga Ligia Teresinha Lopes Simonian, quando professora da instituição e desenvolvendo o projeto “Índios e Brancos no Rio Grande do Sul”. O núcleo inicial da documentação se constituiu com o material existente no Museu, acrescido de publicações e documentos advindos de diferentes instituições do país, em sua grande maioria, constituídas por fotocópias. A classificação é por grupo étnico e tipo de documento.

Arquivo Sindicalismo

O Arquivo Sindicalismo tem por objetivo preservar a documentação referente a Entidades Sindicais, definidas segundo a Comissão Nacional de Classificação (CONCLA) em função da natureza jurídica como sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais, de trabalhadores ou patronais. Sua organização foi iniciada no ano de 1985, devido à Exposição Comemorativa aos 50 Anos do Sindicalismo em Ijuí. Neste mesmo ano o professor do Departamento de Ciências Sociais, Hilário Barbian, proferiu palestras sobre A História do Sindicalismo Operário Brasileiro e Ijuiense a um público de 567 pessoas, entre os quais professores, estudantes e operários.

A documentação referente às entidades de fiscalização do exercício profissional e às associações profissionais ou de classe estão arquivadas no Arquivo de Ijuí, na classe Organizações Civis.

Veja o índice alfabético por sindicato/entidades sindicais.

Arquivo Fidene

Preserva a documentação da Fundação de Integração, Desenvolvimento e Educação do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – FIDENE, desde a instalação da FAFI, em 1957, a constituição da FIDENE em 1969, o reconhecimento da UNIJUI em 1985, a regionalização desta, em 1993. A partir de 1994, com a implantação do Projeto Sistema de Arquivos da Fidene foi adotada a classificação funcional em todos os arquivos correntes (em cada órgão/setor da instituição).





Hemeroteca

O objetivo da Hemeroteca do MADP é preservar dos jornais produzidos no município de Ijuí, os de cunho histórico e político, que apresentem temáticas relacionadas a índios e patrimônio histórico-cultural.

A política de guarda de jornais foi redefinida no ano de 2003 pelo Conselho de Direção do Museu e aprovada pelo Conselho Diretor da Mantenedora - foram doados aos respectivos municípios produtores dos mesmos, 1530 volumes referentes a 68 títulos de jornais. Até esta data eram arquivados 92 títulos de jornais.

O Projeto Preservação da Memória Jornalística de Ijuí, patrocinado pelo Departamento Municipal de Energia Elétrica de Ijuí (DEMEI) por meio da Lei de Incentivo à Cultura do RS (LIC) no ano de 2004, proporcionou que os dois jornais (Correio Serrano e o Die Serra Post), mais importantes e de maior volume documental da hemeroteca, fossem novamente disponibilizados à pesquisa, pois seu estado de conservação estava extremamente deteriorado.

Foram microfilmadas e digitalizadas as coleções dos jornais Correio Serrano, de 1917 a 1988 e Die Serra Post, de 1919 a 1984, totalizando 102 mil páginas, as quais estão disponíveis para acesso em banco de dados local (LINK PARA TAXAS) – digitalizadas e por meio de leitura em microfilmes.

Confira neste link os 40 títulos disponíveis a pesquisa.



Pesquisa no arquivo fotográfico

Abaixo, os índices temáticos e de sobrenome do acervo estão disponíveis para consulta. A pesquisa também pode ser feita através da ferramenta de busca. Orientação de uso dos índices: ao localizar as informações desejadas na tabela, anote o código relativo ao (s) documento (s) para uso no atendimento à solicitação de pesquisa por e-mail (Exemplo: Cascata das Andorinhas, Rio Potiribu AI 0.1 FO 0001-2; 35).


Acessar Índices Temáticos


A seguir, os acervos em destaque:


Arquivo FIDENE

O Arquivo Fidene, de responsabilidade da DIS reúne suportes dos gêneros audiovisuais, iconográficos e sonoros, que representam a história institucional desde 1957, principalmente através dos materiais fotográficos e entrevistas. Os instrumentos de pesquisa ainda não estão disponíveis na internet, porém o atendimento à pesquisa desse acervo pode ser feito no local (sala de pesquisa no MADP) ou por e-mail. O arquivo fotográfico possui mais de 41.000 documentos organizados e descritos, incluindo fotografias de processo analógico e digital, tanto coloridas como monocromáticas (preto e branco), sendo a maioria das imagens digitais registradas em catálogo eletrônico desde 2009, não disponíveis na internet. As fotografias descritas anteriormente estão registradas em fichas manuais, incluindo índices de sobrenome e temático. O acervo possui arranjo temático desde 1982, estabelecido na execução do projeto “Estudo da Formação Fotográfica de Ijuí”, em conjunto com a FUNARTE. Os documentos audiovisuais e sonoros estão parcialmente organizados e sua grande maioria está apenas ordenada cronologicamente, com índices para pesquisa. A gestão arquivística, que visa a classificação na origem de produção institucional, ainda está em elaboração.





Arquivo Ijuí

Conjunto formado por diferentes proveniências da comunidade ijuiense, que como o Arquivo FIDENE, também reúne diferentes gêneros documentais dotados de imagem e ou som, incluindo o musical. Dentre os materiais em destaque estão as fotografias, com mais de 5.000 documentos iconográficos em cores e monocromáticos (preto e branco) desde o início do século XX, rolos de filmes e fitas magnéticas com entrevistas, a discoteca, constituída por quase 3.000 discos de vinil e um pequeno acervo de notação musical, principalmente partituras. Os índices temáticos e de sobrenome das fotografias estão disponíveis nessa página e o atendimento à pesquisa dos demais acervos pode ser feita no local (sala de pesquisa no MADP) ou por e-mail. O arquivo fotográfico possui arranjo temático desde 1982, estabelecido na execução do projeto “Estudo da Formação Fotográfica de Ijuí”, em conjunto com a FUNARTE. Os documentos audiovisuais e sonoros estão parcialmente organizados e sua grande maioria está apenas ordenada cronologicamente, com índices para pesquisa. Também veja aqui o índice.


Coleção Família Beck

Acervo fotográfico proveniente da família Beck, cujas atividades foram iniciadas por Carlos Germano Beck, imigrante alemão estabelecido em Cruz Alta e posteriormente em Ijuí, instalando seu primeiro estúdio em 1908. Carlos, que ensinou o ofício à família, também contou com auxílio dos seus seis filhos homens, que se tornaram fotógrafos. O conjunto preservado no MADP possui mais de 7.500 imagens, cuja aquisição inicial ocorreu em 1982, com a compra de uma parte do conjunto de negativos de vidro. Mais tarde o fotógrafo Alfredo Beck (1912-2003), um dos filhos, consciente da importância de preservar seu trabalho, também doou parte dos seus originais. Os índices temáticos das fotografias estão disponíveis nessa página e o atendimento à pesquisa pode ser feito no local (sala de pesquisa no MADP) ou por e-mail. O arquivo fotográfico possui arranjo temático desde 1982, estabelecido na execução do projeto “Estudo da Formação Fotográfica de Ijuí”, em conjunto com a FUNARTE. Também veja aqui o índice.





Coleção Eduardo Jaunsem

Acervo fotográfico produzido por Eduardo Jaunsem (1896-1997), nascido na Letônia, fotógrafo e agricultor que imigrou ao Brasil, estabelecendo-se na Linha 11 Leste em 1914, região próxima a Ijuí. Sua obra enriquece a história regional, por seu olhar artístico e pelo registro de paisagens do cotidiano rural, onde viveu. Os documentos chegam a 5.500 imagens, conjunto custodiado pelo MADP desde 1978, inicialmente com a doação de 2.636 negativos de vidro. Os índices temáticos das fotografias estão disponíveis nessa página e o atendimento à pesquisa pode ser feito no local (sala de pesquisa no MADP) ou por e-mail. O arquivo fotográfico possui arranjo temático desde 1982, estabelecido na execução do projeto “Estudo da Formação Fotográfica de Ijuí”, em conjunto com a FUNARTE. Também veja aqui o índice.





Coleção Jornal da Manhã

Acervo fotográfico com mais de 100.000 imagens, tanto coloridas como monocromáticas (preto e branco), em negativos flexíveis e positivos em papel. Os documentos foram adquiridos em 25 de abril de 2000, representando a memória fotojornalística de Ijuí entre 1980 e 2000. Os autores são os fotógrafos Eurides Martins (Pancho), com imagens até 1990 e posteriormente, de Elimar Martins (Panchinho). Do total, cerca de 4.000 fotografias foram descritas para pesquisa, mas um grande volume do acervo ainda se encontra em tratamento, a ser higienizado, acondicionado e descrito. Os índices temáticos das fotografias organizadas estão disponíveis nessa página e o atendimento à pesquisa pode ser feito no local (sala de pesquisa no MADP) ou por e-mail. O arquivo fotográfico possui arranjo temático desde 1982, estabelecido na execução do projeto “Estudo da Formação Fotográfica de Ijuí”, em conjunto com a FUNARTE. Também veja aqui o índice.





Coleção Ildo Weich

Acervo fotográfico composto por positivos em papel e negativos flexíveis, ainda em processo de tratamento. Natural de Palmeiras das Missões (RS), Ildo Weich começou a fotografar com 15 anos, sendo autor da bela fotografia da neve de 1965, registrada na Estação Ferroviária de Ijuí. Seu primeiro estúdio ficava no Cine América, que foi destruído por um raio, fato que o fez instalar outro, próximo à escola Ruizinho, o “Foto Cisne”. Weich também foi reconhecido por seu pioneirismo no processo fotográfico em cores. O acervo não possui instrumentos de pesquisa.





Arquivo Cooperativismo

Acervo fotográfico formado por documentos de diferentes proveniências sobre as cooperativas da região Noroeste do Estado, do período entre 1950 e meados de 1970. O acervo possui 40 fotografias referentes à Cooperativa Agropecuária & Industrial (COTRIJUÍ), inicialmente Cooperativa Regional Tritícola Serrana Ltda, digitalizadas para acesso e descritas em catálogo eletrônico, sem arranjo, apenas ordenadas por sequência de registro (número tombo).


Arquivo Sindicalismo

Acervo fotográfico de diferentes proveniências que representem as entidades sindicais, por sua natureza jurídica, conforme a Comissão Nacional de Classificação – CONLCA: sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais, de trabalhadores ou patronais. O acervo contém 207 fotografias em papel, que abrangem o período entre décadas de 1920 e 1980, a maioria de 1970 e 1980. Os documentos estão descritos em fichas catalográficas manuais, sem arranjo estabelecido, apenas ordenados por sequência de registro (número tombo) e por enquanto, não possui índices de busca.





Arquivo Regional

Acervo fotográfico que representa a memória dos municípios ou cidades da região noroeste do Rio Grande Sul, exceto Ijuí. O acervo contém 1570 fotografias. Os documentos estão descritos em fichas catalográficas manuais, sem índices para busca. O arranjo para organização foi estabelecido conforme o código de classificação dos municípios, de uso do IBGE, cuja tabela de classificação por áreas territoriais é elaborada pela Comissão Nacional de Classificação – CONLCA (que monitora, define normas de utilização e padronização das classificações estatísticas nacionais).





Arquivo Indígena

Acervo fotográfico constituído com o objetivo de retratar o cotidiano de diversas tribos indígenas da região e do Brasil. O acervo contém aproximadamente 200 fotografias, que estão descritas em fichas manuais e uma pequena parcela em catálogo eletrônico, sem arranjo estabelecido, apenas ordenados por sequência de registro (número tombo) e por enquanto, não possui índices de busca.







Divisão de Museologia

A divisão de museologia tem o objetivo de acondicionar, conservar, documentar e expor os objetos doados ao MADP. Além de tais competências, possui o compromisso de preservar a memória dos acervos museológicos e o dever de ressignifica – los, para que assumam sua função museal.

Tal divisão é responsável pela manutenção da exposição de longa duração assim como, em conjunto com a equipe do Museu, os Departamentos da UNIJUI e os curadores, a incumbência de realizar a pesquisa, elaboração e montagem das exposições temporárias. Exposições estas que contam com atividades complementares de cunho educativo.
Atualmente possui cerca de 30.000 acervos, divididos em quatro seções: Antropologia, Arqueologia, Numismática e Filatelia e Artes Visuais.

Seção Arqueologia

Composta por material referente ao índio Pré-Missioneiro proveniente de pesquisas arqueológicas realizadas, na Região, principalmente, no período de 1967 a 1973 e acrescida pela coleta avulsa. Tais pesquisas localizaram cerca de 134 sítios arqueológicos, cujos estudos contribuíram para a seriação e datação da cerâmica no Rio Grande do Sul, pelo Instituto Anchietano de Pesquisas da UNISINOS.

No ano de 2000, em convênio com a Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência, FATEC, de Santa Maria, foi realizado um inventário da Coleção Arqueológica do MADP a fim de determinar o número de peças e assim cumprir determinação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Através de tal inventário, reconheceu-se que o Museu dispõe de cerca de 24.217 (vinte e quatro mil, duzentas e dezessete) peças arqueológicas. O acervo arqueológico encontra-se hoje, em sua maioria, armazenado em Reserva Técnica, distanciados dos objetos que compõem as demais seções e acondicionado em caixas devidamente identificadas. É válido citar que algumas peças, atualmente, compõem a exposição de longa duração, e que os acervos desta seção são instrumentos em pedra, cerâmica e osso.

Seção Antropologia

Tal seção tem como objetivo pesquisar e salvaguardar o acervo que se refere ao cidadão de Ijui e Região.

Este acervo esta subdividido em três grupos: Índio, Missões e Povoamento, de acordo com a primeira utilização do objeto, e comporta material referente aos Índios desde o período missioneiro até os dias atuais, à colonização, imigração, grupos étnicos, história, religião e cultura regional.

O acervo antropológico é o maior contribuinte da exposição de longa duração do MADP, no entanto esta em sua maioria acondicionado em Reserva Técnica de acordo com suas tipologias de uso e seção de tombamento.
Atualmente o acervo antropológico esta em processo de levantamento de informações e conferência de documentação museológica, assim como higienização, digitalização e re-acondicionamento.



























Seção Artes Visuais

Esta seção tem o objetivo de reconhecer, registrar, pesquisar e apresentar a comunidade de Ijui e Região os documentos e objetos produzidos com fins estéticos e artísticos, assim como os artefatos que demonstram a criatividade e que integram as artes gráficas e plásticas.
A coleção é composta por telas, quadros, pequenas instalações, esculturas e demais representações materiais. Esta acondicionada em Reserva Técnica e passará, assim como a Seção Antropologia, por um novo levantamento.

Seção Numismática e Filatelia

Composta por moedas, cédulas, medalhas e selos cunhados no Brasil ou proveniente de outros países. Tal seção passará por um processo de documentação e identificação das peças, e por este motivo não esta aberta à pesquisa.

Taxas

  • Pesquisas solicitadas por e-mail: R$20,00.
  • Documentos/fotografias digitalizadas e gravadas em CD ou remetidas por e-mail:
    • Até 5 imagens: R$15,00
    • De 6 a 10 imagens: R$25,00
    • Acima de 11 imagens: R$ 25,00 mais R$ 2,00 adicionais por imagem.

Envie suas dúvidas ou solicitação de pesquisa para madppesquisa@unijui.edu.br