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Escolas de educação Infantil de Ijuí visitam os laboratórios de Zoologia e de Botânica da UNIJUÍ

Os laboratórios de Zoologia e de Botânica da Unijuí receberam a visita de crianças da educação infantil e da pré-escola da rede municipal de Ijuí.  As crianças, acompanhadas de seus professores, foram recebidas por estudantes dos cursos de Ciências Biológicas, Licenciatura e Bacharelado, e pela técnica de laboratório Tamires Ferrazza, sob orientação da professora Vidica Bianchi.

Muito curiosas e interessadas pelas borboletas, depois de várias pesquisas, as crianças da E.M.I. Dalva de Almeida Weinmann vieram esclarecer dúvidas sobre o ciclo de vida das borboletas, o porquê das cores e como se alimentam. Para acompanhar e ver todas as fases da metamorfose da borboleta, levaram, do laboratório para a escola, uma lagartinha que irá se transformar em uma borboleta.

As crianças do pré-1 da E.M.F. Davi Canabarro, encontraram um inseto na sala de aula que parecia uma joaninha, porém sobre a vigilância do professor, concluíram que o inseto era, na verdade, uma “patriota”. Novas dúvidas surgiram e perguntas como: “Picam as pessoas?”, “O que eles comem?”, “Porque eles tem pintinhas?”, “Onde eles ficam no inverno?”, foram esclarecidas durante a visita.

As crianças do Pré-2, também da escola E.M.F. Davi Canabarro, surpreenderam-se, na pracinha, com um louva-a-deus.  Segundo os professores, o desespero para descobrir se era um animal "venenoso" movimentou o início de muitas pesquisas, descobertas e novas dúvidas surgiram. Quando chegaram ao laboratório, as crianças já sabiam que o louva-a-deus não era venenoso, mas estavam ansiosas para descobrir: “Louva-a-deus tem ouvido?”, “É verdade que fica na barriga dele?” “Como o louva-a-deus respira?”, “Onde ele mora?”, “Verdade que ele se camufla?”.

No laboratório de Botânica, tiveram a oportunidade de observar grande variedade de flores e sementes, oriundas de coleções confeccionadas pelos professores e acadêmicos, durante atividades de ensino e pesquisa.

“É impressionante o interesse das crianças pelos insetos e outros animais. Todos os semestres somos solicitados, pelas escolas, para esclarecer questões relativas a estes organismos”, relata a professora Vidica. “Nos sentimos honrados em poder participar destes momentos peculiares na formação das crianças. Suas curiosidades refletem o início da alfabetização científica, por isso precisamos tratar e responder com responsabilidade”, continua a professora.

Através da sensibilidade dos professores em perceber o interesse dos alunos, destaca-se a função da pesquisa no processo de ensino e de aprendizagem. Além disso, potencializa a escola pública e demonstra a qualificada formação e comprometimento dos educadores da Educação Básica na busca da formação plena do ser humano, viabilizando possibilidades através da vasta visão da sociedade, ambiente e dos fenômenos.

O Curso de Ciências Biológicas conta com diversos laboratórios, os quais possuem variadas coleções de plantas e animais, além de professores e acadêmicos disposto a interagir com a comunidade. A interação entre universidade e escola torna-se essencial, pois, além de atender as demandas das escolas, também possibilita aos acadêmicos do curso vivenciar diferentes momentos de ensino e de aprendizagem, fundamentais para a sua formação.

 

 

 

 

 

 


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