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Biomedicina (Bacharelado)

Biomedicina na Unijuí: formação com competência técnica e inovação tecnológica

O curso de Biomedicina da Unijuí prepara profissionais para atuar na prevenção e promoção da saúde, por meio de diagnóstico laboratorial e pesquisa científica com ênfase na habilitação em patologia clínica. A formação ainda permite a atuação na área de biomedicina estética, imaginologia, banco de sangue, citologia oncótica, bromatologia, análise microbiológica de alimentos, pesquisa científica ou saúde pública. 

De acordo com a coordenadora do curso, professora Bruna Comparsi, a formação na Unijuí ainda oferece aos seus estudantes a experiência em outras áreas por meio do estágio curricular opcional ou formações especializadas. “A nova formação curricular da formação do biomédico Unijuí é baseada em um modelo por competências. As ementas agora não apontam o que será ensinado, mas sim o que você deverá saber ao concluir cada disciplina, além de que todo procedimento que um biomédico deve saber será possível aprender, treinar e aperfeiçoar através dos estágios que ocorrem nos laboratórios da Universidade”, explica.

Um dos principais diferenciais para o estudante de Biomedicina da Unijuí é a oportunidade de atuar junto ao Laboratório de Análises Clínicas - Unilab. “Ele mantém as atividades integradas ao ensino, à pesquisa e à extensão, atuando também, paralelamente, na prestação de serviços à comunidade de Ijuí e região. Só neste ano, já foram atendidos mais de 40 municípios e em 2020 foram realizados mais de 35 mil exames”, comenta a coordenadora. O Unilab realiza exames laboratoriais que vão dos mais simples aos mais complexos, contando com um espaço totalmente qualificado e com alta tecnologia para a formação dos profissionais. 

Os estudantes, ao longo de sua formação, também contam com a disciplina de Projeto Integrador em que os estudantes são desafiados a desenvolver soluções para problemas reais da sociedade, os quais encontrarão ao atuarem no mercado de trabalho. “Isso quer dizer que desde o primeiro semestre o estudante terá uma experiência aplicada à prática, articulando os conhecimentos adquiridos nas disciplinas ao mundo do trabalho. Mesmo em situações desconhecidas, os estudantes serão capazes de levantar hipóteses e localizar os conhecimentos e conceitos que mais se encaixam, aplicá-los e desenvolver soluções para problemas reais da profissão do biomédico”, conclui. 

Para saber mais sobre o curso de Biomedicina da Unijuí acesse o link


Professoras da Unijuí são nomeadas delegadas no Conselho Regional de Biomedicina

A coordenadora do curso de Biomedicina da Unijuí, Bruna Comparsi, e a professora Emanuele Kerber Viera foram nomeadas, na última sexta-feira, dia 21 de maio, delegadas do Conselho Regional de Biomedicina da 5ª Região, delegacia de Ijuí e Santo Ângelo, respectivamente. O ato aconteceu no Miniauditório 3 da Universidade e contou com a presença do presidente da entidade, doutor Renato Minozzo, e da vice-reitora de Graduação, professora Fabiana Fachinetto.

“Delegados são pessoas que estimamos bastante, que têm passagem pelos conselheiros e que representam as suas regiões”, destacou o presidente, lembrando que o Conselho representa mais de quatro mil profissionais no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

Bruna comentou que é uma honra receber a nomeação que cria a delegacia da comarca de Ijuí, especialmente neste ano, em que o profissional biomédico tem se destacado e que a Unijuí forma a sua primeira turma. “Neste ano também reformulamos o currículo do curso, para implantação da Graduação Mais, que é focada no desenvolvimento de habilidades e competências. Um currículo que fortalece a associação entre a teoria e a prática. Saímos do modelo de aulas expositivas para entrar no compromisso com o saber fazer e saber ser”, afirmou.

O Laboratório de Análises Clínicas (Unilab) também ganhou ainda mais destaque com a realização de mais de 24 mil testes pelo modelo RT-qPCR para detecção da covid-19, aos mais de 40 municípios de abrangência do Consórcio Intermunicipal de Saúde (Cisa). “Temos estudantes do 1º ao 7º semestre atuando no enfrentamento à covid-19, engajados na comunidade”, reforçou Bruna.

Pela terceira vez nomeada delegada, a professora Emanuele Viera falou sobre a importância da inserção do profissional, especialmente neste momento de pandemia. “Lembrando que, quando colocamos um profissional no mercado, a Universidade também se destaca”, afirmou.


Leucemia linfóide crônica é tema da Jornada de Biomedicina

Na noite de quinta-feira, dia 20 de maio, o curso de Biomedicina da Unijuí realizou a sua jornada dentro da programação do 8º Congresso Internacional em Saúde. O evento teve como tema “O laboratório no diagnóstico da leucemia linfóide crônica”, com o mestre Paulo Merísio e mediação do professor da Unijuí, doutor Matias Nunes Frizzo.  

Em sua fala, o palestrante abordou os diagnósticos dos achados laboratoriais que compõem a linfóide crônica e o progresso da doença. Em sua fala, ele explica que a LLC é uma neoplasia maligna de linfócitos B maduros, que se origina na medula óssea, caracterizada por um aumento progressivo de linfócitos funcionalmente incompetentes. Ele deu destaque à fisiopatologia da leucemia da linfóide crônica de células hematopoése anormal, que resulta em anemia, neutropenia, trombocitopenia e diminuição da produção de imunoglobulina.

 “O paciente pode ter a infiltração secundária da medula óssea, quando se tem muito acúmulo de linfócito velho na circulação. Você pode fazer um acúmulo de células linfóides na medula óssea e, aí sim, começar a ter uma gravidade maior, mas a grande maioria dos pacientes da linfóide crônica são pacientes assintomáticos”.

Paulo também destaca em sua apresentação os critérios mínimos para o diagnóstico de LLC. Segundo as informações trazidas por ele: linfocitose (>5.000) é sustentada por um período mínimo de quatro semanas; imunofenotipagem com marcadores específicos - se o diagnóstico não é estabelecido por citometria de fluxo poderá ter de se fazer uma biópsia de um gânglio; linfáticos e se a contagem de linfócitos for maior de 30% não é necessário avaliação da medula óssea, no caso da leucemia de linfóide crônica.

Após a apresentação, Matias abriu para perguntas para aqueles que acompanhavam o bate-papo pelo canal do Youtube da Unijuí e aproveitou a oportunidade para destacar  os pilares que nos sustentam quanto pessoa e quanto professor. “O primeiro é que precisamos despertar em nossos estudantes a necessidade de educação continuada. O aluno sai da graduação e precisa estar constantemente em busca de conhecimento, o que ficou evidente na fala do professor Paulo. Estamos evoluindo no nosso conhecimento. É importante nos aprofundar na área do dia a dia”.

Na sequência da programação da Jornada de Biomedicina, aconteceu a palestra “Diagnóstico das anemias ou novos parâmetros da automação na série vermelha”, com o doutor Marcus Fleury da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Por Usina de Ideias


Atuação do biomédico durante a pandemia foi destaque em webinar

O curso de Biomedicina da Unijuí promoveu nesta quarta-feira, dia 12 de maio, um “Bate-papo com o Conselho Regional de Biomedicina da 5ª Região”. Transmitido pelo canal da Unijuí no Youtube, o webinar apresentou a importância da atuação do profissional biomédico durante a pandemia de covid-19.

O curso de Biomedicina da Unijuí vem mantendo uma inserção importante na comunidade durante este período, por meio da implantação de novas tecnologias e do Laboratório de Análises Clínicas (Unilab), que passou a realizar testes pelo método RT-qPCR para detecção da covid-19. Neste mês, chegamos a cerca de 20 mil análises e laudos emitidos, para mais de 30 municípios conveniados ao Consórcio Intermunicipal de Saúde (Cisa)”, explicou a coordenadora do curso de Biomedicina, professora Bruna Comparsi, lembrando que os estudantes, desde o 1º semestre, passaram a se envolver neste trabalho.

O crescimento do curso de Biomedicina neste período foi atestado pelo professor doutor Renato Minozzo, presidente do Conselho Regional de Biomedicina da 5ª Região e conselheiro titular do Conselho Federal de Biomedicina (CFBM). O convidado abordou o tema “A Biomedicina e o biomédico: antes, durante e após a pandemia”. “Acredito que mais de 70% dos exames realizados para detecção da covid são realizados por biomédicos”, disse, lembrando que atualmente há uma grande demanda por profissionais habilitados em Biologia Molecular e Análises Clínicas. “O biomédico tem tudo a ver com a pandemia: ele trabalha na pesquisa básica e avançada, procura descobrir novos medicamentos, vacinas e também novos tipos de vírus e bactérias. Hoje o Brasil forma profissionais para o mundo”, afirmou.

De acordo com o professor, de 1990 a 2002, havia apenas um biomédico e um laboratório no sul do Brasil. Hoje, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, são 5 mil biomédicos formados, 51 cursos e 1.720 empresas.

O evento também contou com a participação do professor doutor Tiago Santos Carvalho, presidente da Associação Sul-Brasileira de Biomedicina (ASBBM), vice-presidente do CRBM5, perito criminal do Instituto Geral de Perícias do Estado (IGP/RS) e titular do CFBM.

Confira o webinar na íntegra:


Experiências memoráveis: estudante vivencia profissão desde o primeiro semestre por meio da extensão

Quando ainda era vestibulanda, Isadora Sulzbacher Ourique prometeu que, se entrasse na Unijuí, faria valer a pena. O que de fato aconteceu: aprovada no curso de Biomedicina no Vestibular de Verão, no novo modelo de cursos da Graduação Mais, a jovem iniciou as aulas no primeiro semestre deste ano. Participou de uma seleção para o Projeto de Extensão Educação em Saúde e foi aprovada como bolsista.

“Tive o prazer de ser selecionada junto com outros cinco colegas da área da saúde, formando, assim, uma equipe multidisciplinar. Minha bolsa tem duração de um ano e admito que, até agora, não caiu a ficha. Me candidatei para ser bolsista ou voluntária e sei que muitos começam pelo voluntariado. Mas, aqui estou, como bolsista no primeiro projeto”, conta a acadêmica, que afirma querer dar o melhor de si e contribuir ao máximo com a pesquisa e a divulgação científica.

Até agora, Isadora participou de oficinas e diversas reuniões. “Por não ser da cidade de Ijuí, não pude desenvolver atividades presenciais ainda. De longe, coordenei a elaboração de cartazes sobre a imunização contra a influenza para Estratégias de Saúde da Família (ESFs) e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Ijuí. Também trabalho na publicação de conteúdos em nossa página no Instagram”, completa a estudante, que já teve dois resumos aprovados, pela extensão, para o Congresso Internacional em Saúde e um para o congresso que acontecerá na Univates.

A jovem acredita que não poderia ter começado melhor a graduação. A experiência, segundo ela, tem contribuído com a sua evolução em diversos pontos. “Meus colegas mais experientes, tanto em projetos quanto na graduação, sempre estão dispostos a ajudar. Todas as professoras envolvidas também são prestativas e dedicadas ao máximo com nossos planos e ações. Me sinto muito mais confiante para escrever trabalhos, sugerir ideias, falar em reuniões e, principalmente, para dar continuidade à pesquisa”, comenta.

Para Isadora, a área da saúde desde muito cedo foi sua paixão. Ela se deu conta de que queria cursar Biomedicina quando viu que era uma área em crescimento e onde poderia trabalhar com a pesquisa e a divulgação científica. “Meu futuro está alguns degraus acima do que vivo e, por isso, não posso dar total certeza do que pretendo. Mas sei que a docência e a pesquisa ativa estarão, de uma forma ou de outra, presentes durante toda minha vida profissional”, diz.


Curso de Biomedicina terá webinar nesta terça-feira

Nesta terça-feira, dia 11 de maio, o curso de Biomedicina da Unijuí promove um webinar com o tema “Cortisol: da Pesquisa Científica ao Laboratório Clínico”.

O evento, que acontece das 18h às 19h10, terá como convidada a professora doutora Karina Kirsten e como mediador o professor doutor Jonatas Zeni Klafke. A transmissão ocorre pelo Google Meet.