Arte e Cidadania: Talento para fazer a Diferença

     Para Augusto Rodrigues, criador das Escolinhas de Arte Brasil, o educador precisava ter um comportamento aberto, livre com a criança; uma relação em que a comunicação existisse através do fazer e não do que pudéssemos dar como tarefa ou como ensinamento, mas através do fazer e do reconhecimento da importância do que era feito pela criança e da observação do que ela produzia. De estimulá-la a trabalhar sobre ela mesma, sobre o resultado último, desviando-a, portanto, da competição e desmontando a ideia de que ali estavam para serem artistas.

    As memórias e legado de Augusto Rodrigues impregnam a filosofia da EFA.  O percurso criativo como o exprimir do potencial de cada um e a reconhecer que todos possuem habilidades, com isso surgem os projetos e as ações inovadoras que impulsionam e fortalecem a marca EFA. É um processo pelo qual os estudantes passam das atividades mecanizadas da arte como cópia e reprodução fiel e estereotipada da imagem, de uma música, de um texto, de uma dança para um processo inventivo, criativo, expressivo  mergulhando no universo artístico: conhecendo referências e explorando materiais como base para produzir nas diferentes linguagens.   Estimular o potencial criador de crianças e jovens enriquece o desenvolvimento deles como sujeitos e cidadãos.