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Volta às aulas presenciais: uma reflexão necessária


Nesta semana algumas cidades gaúchas tiveram um retorno às aulas presenciais em instituições particulares. Isto porque Decreto publicado pelo governo do estado no último sábado (5) permite retorno presencial em cidades que estão em bandeira laranja ou amarela no modelo de distanciamento controlado. Na Rede pública ainda não ocorreu esse retorno presencial.

Desde que se começou a discutir essa possibilidade de mudanças muitas questões têm sido debatidas: como fazer este retorno? é a hora de voltar? é seguro para os profissionais, para os alunos e para as famílias? Os pais, receosos, como vão gerenciar este momento? Como fica a questão da aprendizagem na pandemia? Entre muitos outros pontos que foram debatidos no Rizoma desta quinta-feira, na Unijuí FM.

Confira na íntegra

Os convidados desta edição foram: a presidente da FIDENE e Reitora da Unijuí, professora Cátia Nehring, o secretário de educação de Ijuí, Eleandro Lizot, o coordenador regional de educação Cláudio da Cruz de Souza e o diretor do Colégio Evangélico Augusto Pestana, o CEAP, professor Gustavo Malschitzky. Também teremos diversas contribuições por meio de depoimentos que nos foram enviados, que vão ajudar na maior e melhor compreensão deste tema tão complexo!


Rizoma discute sobre o papel da arte em benefício da saúde

A linguagem é uma característica intrínseca da humanidade. Nos definimos e buscamos sentido para  nossa atuação no mundo a partir dela, desde a arte rupestre, gravada em paredes de cavernas há milhares de anos, com cenas do cotidiano, a natureza e o mundo que circundava aquelas pessoas. A medida que o tempo foi passando, a linguagem e as formas de expressão humanas também evoluíram, se sofisticaram e hoje possuímos o Teatro, a Música, a Literatura, as Artes Plásticas, o Cinema e muito mais. 

Mas, para além dessa necessidade de expressão, a arte também é importante para a nossa saúde. Uma grande prova disso estamos inclusive verificando nesta pandemia, por meio de lives de grupos e artistas das mais variadas áreas, com grande destaque para a música, que ajudaram a suportar muitos dos momentos críticos em que estivemos metidos em 2020. Vale evocar até aquele velho clichê: a arte é um alimento para a nossa “alma”! Muito além da pandemia, precisamos reconhecer mais o valor da arte para a nossa vida. O Rizoma desta semana vai discutiu essas questões no debate “Arte em Benefício da Saúde”!

 Confira na íntegra:

Os convidados da edição foram:

- Alessandra Giovanella, artista visual e arte-educadora, Mestra em Educação, atualmente é Educadora Social, com ênfase em atividades de Arte Educação no CAPS AD III Amanhecer Canoas/RS e Professora da Rede Municipal de Porto Alegre.

- Helena Sala, Licenciada em Música pela Universidade Federal de Santa Maria e Mestre em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, regente do Coral Unijuí.

- Fabio Novelo, ator e diretor de Teatro, pesquisador de técnicas circenses, atualmente dirigindo a Cia. Cadagy, grupo cultural da Unijuí.


“Ódio, intolerância e preconceito: a redescoberta do Brasil” é tema do Rizoma

No dia 13 de agosto, uma manhã de quinta-feira como esta, o Museu Antropológico Diretor Pestana realizaria, com estudantes de escolas, uma discussão com a temática "Povos indígenas e colonialidade: entre velamento e reminiscências", e foi impedido devido a um ataque de ódio coordenado. Um grupo invadiu a sala de debate virtual e passou a promover discursos odiosos direcionados a temática e também a reproduzir em áudio e vídeo alguns absurdos. O evento foi cancelado e a Instituição registrou Boletim de Ocorrência, além de publicar uma nota à comunidade

Como programa de uma Rádio Educativa, parte integrante de uma instituição comunitária com mais de 60 anos de história, o Rizoma é comprometido com os Direitos Humanos e com as vozes que muitas vezes são silenciadas neste Brasil desigual. Por isso esta semana, no programa temático, vamos debater “Ódio, intolerância, preconceito: a redescoberta do Brasil”. Esse país que a cada dia se mostra menos cordial, caricato de si mesmo, repleto de ódio, preconceito, intolerância, de absurdos e de ignorâncias. Mas que também tem muita gente que batalha e luta por uma nação digna e melhor!!!

Foram convidados representantes de povos indígenas que ajudaram a entender que Brasil é esse. Também trataram sobre as suas identidades, lutas e buscas por Direitos. Participaram desta discussão Jozileia Daniza Kaingang, antropóloga, consultora da ONU MULHERES que atua na Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e Mauro Cipriano, mestrando em Direitos Humanos pela Unijuí. Confira na íntegra:

 


Discussão sobre paradoxos da pandemia marca o retorno do Rizoma

Nesta quinta-feira, dia 13 de agosto, o Rizoma retomou as discussões temáticas, após uma breve pausa nas últimas semanas. O tema debatido nesta semana foi “Paradoxos desta pandemia: a normalidade numa realidade anormal”, que trouxe os convidados: Ana Menezes, médica e epidemiologista, integrante da coordenação do Epicovid19 pela UFPEL. A professora Evelise Berlezi, professora da Unijuí, que coordena este mesmo estudo aqui na Universidade. E o professor Thiago Heck, também envolvido com este importante e estudo, coordenador do Mestrado em Atenção Integral à Saúde da Unijuí.

Confira na íntegra:

Resumo do tema: 

O mundo está desde o início do ano enfrentando a pandemia de coronavírus. No Brasil, infelizmente já passamos dos 100 mil mortos oficialmente, isso sem contar a subnotificação, mantendo-se há mais de um mês uma média diária de mais de mil no país. Enquanto os números continuam a crescer, já tivemos a volta do futebol, por exemplo, além da revisão e relaxamento de muitas regras que visavam efetivar um distanciamento social. E ainda tem a grave crise econômica e o ano político\eleitoral no meio deste furacão.

São muitos os Paradoxos desta pandemia, tema do Rizoma temático desta semana, que está de volta após uma breve pausa nas últimas semanas. A discussão girou em torno a normalidade numa realidade anormal: em ponto da pandemia estamos? o que apontam as pesquisas e estudos, como a EPICOVID, iniciativa do Governo Estadual, encabeçada pela Universidade federal de Pelotas, com a participação da Unijuí? Também sobre o que pode e DEVE ser feito daqui para a frente, tendo em vista essa “normalização”, com muitas ressalvas, do problema. 


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