Destaques do Comunic@

Durante esta semana, os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Unijuí realizam Semana Acadêmica com o objetivo integrar os estudantes e professores dos cursos, promover a troca de experiências e conhecimento entre profissionais atuantes no mercado e estudantes de cada área da Comunicação. A primeira noite de evento, realizada na segunda-feira, dia 21, contou com a presença do egresso do curso de Publicidade e Propaganda da Unijuí, Rafael Meinecke, que falou sobre Planejamento e Gestão em Mídias Sociais. A palestra teve como mediadora a coordenadora dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda Rúbia Schwanke.                           Segundo Rafael uma boa gestão de mídias sociais inicia com a migração da empresa para a mídia correta. No entanto, para que isso aconteça, é necessário que a empresa conheça seu público e onde ele está. “Construir relacionamentos fortes e significativos é um grande benefício oferecido pelas mídias sociais, mas isso só se dá a partir de uma gestão qualificada das mídias realizada pelo profissional (ou profissionais) de social media”, destaca. A programação teve continuidade na noite desta terça-feira, com a palestra sobre “Jornalismo e as novas narrativas: o caso Mídias Ninja”, realizada pela jornalista Eloisa Klein, também egressa da Universidade, atualmente professora na Unipampa, em São Borja. Já a terceira noite, na quarta-feira, 23 de agosto, será de oficinas com o “Workshop: Criação de marca e portfólios”, com Tiago Oliveira, designer e diretor de criação na empresa GH Branding e Gustavo Hansel, designer, empreendedor e CEO da Gh Branding e ainda “Mesa Redonda: Jornalismo Esportivo no Interior”, com a jornalista Maria Angélica Varaschini, o jornalista Thomás Silvestre e o radialista Alex Frantz. O dia 24 de agosto, quinta-feira, será uma noite comemorativa aos 20 anos da Agência Experimental Usina de Ideias, com apresentação do vídeo institucional produzido pelos alunos, bem como uma palestra sobre “Vinte anos de Usina de Ideias: desafio e importância do exercício da Comunicação Integrada”, com Aline de Mattos, publicitária na Coopermil e “Mesa redonda com egressos e ex-estagiários da Agência Experimental Usina de Ideias”. E, encerrando a semana, na sexta-feira, 25 de agosto, acontece a premiação dos trabalhos vencedores do Festicom.


Durante esta semana, os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Unijuí realizam Semana Acadêmica com o objetivo integrar os estudantes e professores dos cursos, promover a troca de experiências e conhecimento entre profissionais atuantes no mercado e estudantes de cada área da Comunicação. A primeira noite de evento, realizada na segunda-feira, dia 21, contou com a presença do egresso do curso de Publicidade e Propaganda da Unijuí, Rafael Meinecke, que falou sobre Planejamento e Gestão em Mídias Sociais. A palestra teve como mediadora a coordenadora dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda Rúbia Schwanke.                           Segundo Rafael uma boa gestão de mídias sociais inicia com a migração da empresa para a mídia correta. No entanto, para que isso aconteça, é necessário que a empresa conheça seu público e onde ele está. “Construir relacionamentos fortes e significativos é um grande benefício oferecido pelas mídias sociais, mas isso só se dá a partir de uma gestão qualificada das mídias realizada pelo profissional (ou profissionais) de social media”, destaca. A programação teve continuidade na noite desta terça-feira, com a palestra sobre “Jornalismo e as novas narrativas: o caso Mídias Ninja”, realizada pela jornalista Eloisa Klein, também egressa da Universidade, atualmente professora na Unipampa, em São Borja. Já a terceira noite, na quarta-feira, 23 de agosto, será de oficinas com o “Workshop: Criação de marca e portfólios”, com Tiago Oliveira, designer e diretor de criação na empresa GH Branding e Gustavo Hansel, designer, empreendedor e CEO da Gh Branding e ainda “Mesa Redonda: Jornalismo Esportivo no Interior”, com a jornalista Maria Angélica Varaschini, o jornalista Thomás Silvestre e o radialista Alex Frantz. O dia 24 de agosto, quinta-feira, será uma noite comemorativa aos 20 anos da Agência Experimental Usina de Ideias, com apresentação do vídeo institucional produzido pelos alunos, bem como uma palestra sobre “Vinte anos de Usina de Ideias: desafio e importância do exercício da Comunicação Integrada”, com Aline de Mattos, publicitária na Coopermil e “Mesa redonda com egressos e ex-estagiários da Agência Experimental Usina de Ideias”. E, encerrando a semana, na sexta-feira, 25 de agosto, acontece a premiação dos trabalhos vencedores do Festicom.


Instrumento de gestão prevê remuneração para quem cumpre além das normas exigidas por lei                 O Brasil vive hoje momentos de crise legislativa, institucional e ambiental apontando para o retrocesso de boa parte das leis ambientais, para o enfraquecimento das instituições estatais e para a falta de efetividade dos instrumentos de gestão ambiental. Frente a este cenário, a UNIJUÍ e Rádio UNIJUÍ FM promovem nesta quinta-feira, 24 de agosto, palestra que tem como tema o Pagamento por Serviços Ambientais, instrumento econômico de tutela ambiental que tem como objetivo induzir bons comportamentos. O promotor de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul e coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Dr. Daniel Martini, explica que o Estado, enquanto Poder Público, realiza a proteção do meio ambiente através de instrumentos chamados de comando e controle, isto é, lei e pena. Porém, ao se tornar ineficaz no cumprimento das leis e na aplicação das penalidades, o Estado passa a trabalhar com os chamados instrumentos econômicos de tutela ambiental. “O Estado passa a premiar aqueles comportamentos que são socialmente benéficos e desejados em prol do meio ambiente”, explica o promotor, que é um dos palestrantes da noite. Na prática, se um proprietário rural opta por manter em pé uma floresta que podia suprimir para silvicultura ou plantio de soja, por exemplo, o que resulta na manutenção dos serviços ecossistêmicos, oxigênio, reprodução de animais, água de melhor qualidade, entre outros fatores, pode ser aplicado a ele o instrumento ambiental em questão, conforme explica Martini. “Ele pode vir a ser beneficiário de uma remuneração por esse serviço ambiental que ele presta a toda coletividade. Essa é a logica do instrumento econômico, do pagamento por serviços ambientais e são essas questões que quero provocar à comunidade para discutir”, convida. Além do Dr. Daniel Martini, também aborda a mesma temática a professora do DCVida/Unijuí e presidente da Aipan, Francesca Werner Ferreira. Na mesma noite serão realizados relatos de projetos com a temática ambiental em que participam a Unijuí, Unimed Noroeste RS, Medianeira Transporte e a ONG Bandeirantes do Verde. Será no Salão de Atos, a partir das 19h.  Ouça a entrevista na íntegra com o Dr. Daniel Martini sobre o tema: Relatos de projetos: 1) Unijuí: A coleta seletiva nos espaços institucionais. Com: João Lucas Pereira dos Santos, graduado em Ciências Contábeis, pós-graduado em Contabilidade Gerencial, com MBA em Gestão Financeira, Controladoria e


Na correria do dia a dia não prestamos atenção às diversidades a nossa volta. Vivemos no caos da rotina e poucas vezes paramos para pensar no que a nossa cidade nos proporciona, contribuindo para o nosso bem-estar. O projeto de Pesquisa “Direito à Cidade Sustentável”, coordenado pela professora Elenise Felzke Schonardie, tem como principal objetivo investigar as funções da cidade para a efetivação dos Direitos Humanos.  De acordo com a coordenadora, o projeto já está no final. A pesquisa é basicamente teórica e a coleta de dados se dá em fontes indiretas. Para chegar aos resultados, a pesquisa abordou, primeiramente, em materiais, os aspectos teóricos sobre a cidade: como se deu a sua formação, teorias a respeito e o que é o direito à cidade hoje, no contexto brasileiro. “A partir desses dados procuramos olhar o local, pensando de que maneira as pessoas podem perceber a cidade, não como algo cansativo e tumultuado, mas sim como um local onde desenvolvem suas vidas buscando nele uma melhor qualidade de vida sem pensar em uma mudança territorial”, destaca.                        O acesso à moradia é uma das funções da cidade. Então, em um segundo momento, a pesquisa focou neste ponto. “Escolhemos a faixa de financiamento do programa Nacional “Minha Casa, Minha Vida”, prevista para a população economicamente carente”.  Os pesquisadores procuraram informações junto à Secretaria Municipal de Habitação e também na Agência Financiadora Federal, para saber quantos projetos foram desenvolvidos para esse público e quantas pessoas puderam ser alocadas, ou estão em vias de alocação, dentro do território de Ijuí. “Acredito que podemos ter dados surpreendentes a respeito dessa questão. Se existir esse déficit habitacional na região, ele foi suprido ou não? Ainda falta moradia para a população de baixa renda? Precisamos ainda desenvolver infraestrutura urbana nos bairros da cidade?”, questiona a professora. Após finalização do texto conclusivo da pesquisa, será feita sua publicação, porém, segundo Elenise, algumas constatações parciais já podem ser apontadas. Existe uma quantidade muito grande de indivíduos no meio urbano, não só em grandes cidades, mas também nas cidades de porte médio, como Ijuí.  “Observamos uma acentuação nos últimos tempos da migração campo – cidade, e de municípios pequenos para cidades de porte médio ou regiões metropolitanas” frisa a professora. Conforme ela, acredita-se que essa busca pelo espaço urbano se dá, em um primeiro momento, pela falta de condições de sobrevivência no campo. Visto que, na


Teve início nesta segunda-feira, no Salão de Atos Argemiro Jacob Brum, no Campus Ijuí, o I Seminário Debatendo Direitos Humanos na Terra das Culturas Diversificadas. O evento também marcou a Aula Inaugural do curso para o segundo semestre. Serão duas noites destinadas a tratar das seguintes temáticas: "Violência(s) e criminalidade: reflexões sobre o papel (e as demandas) da educação" e "Saúde pública e iniciativa privada: é possível conciliar?". Participaram de painel na noite de abertura, nesta segunda-feira, dia 21, Jocelaine Aguiar (Delegada de Polícia), Silvia Amaral (Assistente Social), Marlise Bortoluzzi (Promotora de Justiça) e Fernanda Matter, que fez um relato sobre o cárcere. A mediação ficou a cargo do Professor André Copetti Santos, Pós-doutor em Direito pela Unisinos.                           “É necessário discutir tais temáticas numa perspectiva local. O debate teórico, embora importantíssimo, muitas vezes faz com que a percepção em torno dos direitos humanos se situe num plano muito abstrato, de modo que as pessoas ignoram o fato de que as atitudes mais elementares da vida passam pelo reconhecimento de direitos humanos”, salientou Pâmela Copetti Ghisleni, membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB/Ijuí e aluna do Curso de Mestrado em Direitos Humanos da UNIJUÍ.  O Coletivo Feminista “Sou Minha” esteve arrecadando itens de higiene pessoal a serem destinados para a ala feminina da Penitenciária Modulada de Ijuí. Na terça-feira, dia 22, a professora Janaína Machado Sturza (Pós-doutora em Direito pela UNISINOS) conduzirá a abordagem, juntamente com Carla Schöffel Lizot (Defensora Pública), Liane Beatriz Righi (Doutora em Saúde Coletiva da Unicamp) e Maria Cristina Lucion (Advogada e Mestre em Direito). 


A inclusão requer um processo de aprendizado e adaptação por parte de toda a sociedade. Há ainda um longo caminho a ser percorrido para permitir que todos possam viver com igualdade, levando em conta as diferenças que constituem a vivência de cada um. Na Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, vamos abordar, em uma série de reportagens, um aspecto em especial referente à inclusão: o acesso à educação e ao mercado de trabalho. Fomos em busca de histórias e de informações para entender como é a Universidade para quem não consegue enxergar, falar, caminhar ou escutar.                   "Vocês usam as pernas para se locomover, eu uso a cadeira de rodas, essa é a única diferença entre nós", disse Laura Mensch Pereira, para os colegas de trabalho que lotavam o auditório para assistir à palestra “A inclusão na Universidade: Experiências e práticas”. Laura é egressa do curso de Ciências Biológicas da Unijuí e atualmente atua como técnica-administrativa na Universidade. Em sua fala, ela explicou que utiliza a cadeira de rodas devido à uma doença chamada osteogenese imperfeita, que causa deficiência na produção de colágeno do tipo 1 (principal constituinte dos ossos), gerando quadros graves de osteoporose. Ela também contou sobre as adaptações necessárias para que possa ser o mais independente possível na sua rotina e as adaptações necessárias quando era estudante: “Foram adaptadas as bancadas dos laboratórios”, exemplificou.  Fernanda Santos, estudante de Psicologia, que trabalha no Núcleo de Acompanhamento e Acessibilidade Institucional (NAAI) da Unijuí, falou logo em seguida. Fernanda nasceu sem o sentido da visão. Em sua fala, mais de uma vez, abordou a questão do tratamento diferenciado que muitas vezes recebe: “A maioria das pessoas trata um cego levando em conta as diferenças e não precisamos de tratamento diferente, sinto que alguns sentem até medo de conversar e isso não é necessário”, destacou. Ela diz entender que ainda há muito o que fazer pela inclusão e que é preciso ter paciência até que o mundo se adapte. Por outro lado, ressaltou que há sempre alguém disposto a ajudá-la: “fico poucos minutos na parada após descer do ônibus no campus, porque logo vem alguém me auxiliar”.  Com o auxílio da intérprete, Cristian Rafael de Paula, que é surdo, também se manifestou durante a palestra. Ele é estudante de Design, trabalha na Biblioteca Universitária Mario Osorio Marques e é também professor no curso de Libras da Unijuí.


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