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Júlia e a pedagogia com crianças autistas em tempos de isolamento social

Tudo o que aprendem em sala de aula, nossos estudantes colocam em prática ainda durante a graduação. O aprendizado é levado da Unijuí para a comunidade e transforma os universitários e também a sociedade. Na série “Aprendi na Unijuí” você vai conhecer o trabalho da estudante do curso de Pedagogia da Unijuí, Júlia Herter Schneider, sobre a pedagogia com crianças autistas em tempos de isolamento social. Confira: 

A pandemia da covid-19, além de desafiar nossos estudantes a aprender de forma online, também fez com que pensassem o fazer de suas futuras profissões a partir dessa nova situação. Na disciplina de Didática e Pedagogia, ministrada pela professora Eulália Marin, por exemplo, a estudante Júlia Herter Schneider desenvolveu um trabalho a partir de reflexões e questionamentos acerca da didática pedagógica em uma perspectiva educacional para pessoas com deficiência em tempos de pandemia. 

“Para realizar o trabalho foram feitas entrevistas e pesquisas teóricas com professores da educação básica de Ijuí. O objetivo principal foi compreender quais são os desafios e as estratégias que os professores da educação básica estão usando com seus alunos deficientes durante a pandemia do novo coronavírus”, explica a estudante.

Júlia acredita trabalhos assim contribuem para que a sociedade reflita sobre o processo de empatia na educação inclusiva. “Também contribui significativamente em minha formação enquanto futura pedagoga, para que consiga analisar, refletir e inovar em minha didática pedagógica, assim como para estar preparada para atender a todos os tipos de alunos, independente de sua cultura, raça, condição social e ou deficiência”, afirma.



Vanderluza e o trabalho com idosos durante o isolamento social

Tudo o que aprendem em sala de aula, nossos estudantes colocam em prática ainda durante a graduação. O aprendizado é levado da Unijuí para a comunidade e transforma os universitários e também a sociedade. Na série “Aprendi na Unijuí” você vai conhecer o trabalho da estudante do curso de Pedagogia da Unijuí, Vanderluza Soares, sobre idosos durante o isolamento social. Confira:

 

A pandemia exigiu distamento. O abraço e o toque precisaram ser deixados de lado, mas isso não significa que o afeto diminuiu. Pensando em como essa situação afeta os idosos, a estudante do curso de Pedagogia da Unijuí, Vanderluza Soares, realizou um trabalho muito especial junto aos idosos da Sabeve. Confira o relato:

Esse trabalho com os idosos em tempos de isolamento social é elaborado pela equipe de multiprofissionais da qual faço parte, atendendo a área de recreação. Nosso trabalho se constitui de acordo com recomendações do Ministério Público e da Vigilância Sanitária. Os profissionais da saúde elaboram estratégias de proteção ao contágio pelo novo coronavírus e nós multiprofissionais planejamos e apresentamos planos de trabalho seguindo as recomendações de distanciamento e higienização. Cuidamos o ambiente nos quais acontecem os encontros e redobramos a atenção a possíveis sintomas.

Muitos idosos necessitam conviver socialmente e em tempos de pandemia sabemos que a falta desse convívio pode trazer consequências graves e uma delas é a depressão. Neste período de pandemia construí um plano que atendesse de alguma forma as necessidades do idosos. Criamos uma rotina e, com esta, atividades de lazer com: músicas, jogos (os idosos gostam muito de jogar bingo, dominó...), dinâmicas, leituras, temos o dia do cinema, uma vez por mês fazemos uma receita, temos um dia para trabalhos manuais, e um projeto com o tema “a arte das palavras na melhor idade” - os idosos são convidados a fazer poesias e conseguimos resultados emocionantes. Para um bom trabalho em tempos de isolamento a pesquisa está sendo fundamental. Procuro saber toda a semana o que outros lares estão fazendo para que os idosos possam ter dias agradáveis, com sua saúde mental preservada.

Tenho tido apoio dos meus professores nesses anos todos e sempre que surge alguma dúvida peço ajuda a eles. Como desenvolvemos um trabalho em equipe, não tomamos decisões sozinhos. Todos os dias conversamos sobre as atividades a serem propostas, as quais têm como objetivo principal respeitar a identidade dos idosos, a individualidade, as suas capacidades físicas e mentais. E uma observação bastante importante nesse momento: respeito a religiosidade de cada morador.

Com isso, acredito que ao cuidarmos bem dos idosos, estamos cuidando da nossa história. E esta é uma das contribuições para a sociedade, proteger e cuidar bem de quem tanto fez por nós. Igualmente importante é aprender com essa geração que certamente tem muito a nos ensinar. Enquanto futura Pedagoga tenho a oportunidade de atuar na área da educação não formal, todos os dias aprendemos juntos e essa é uma das possibilidades desta área. Tenho conseguido aproveitar todas as disciplinas, de cada uma surge uma nova ideia de trabalho, de cada estudo um novo jeito de olhar para as práticas e melhor atender essa faixa etária, a qual chamamos carinhosamente e fazemos tudo para ser a melhor idade.

 


Francis e a educação infantil em tempos de pandemia

Tudo o que aprendem em sala de aula, nossos estudantes colocam em prática ainda durante a graduação. O aprendizado é levado da Unijuí para a comunidade e transforma os universitários e também a sociedade. Na série “Aprendi na Unijuí” você vai conhecer o trabalho da estudante do curso de Pedagogia da Unijuí, Francis Mendonça, analisando a “Educação Infantil em Tempos de Pandemia”. Confira:

 

A pandemia do novo coronavírus mudou a vida das pessoas neste ano de 2020. As rotinas foram transformadas. Veio o distanciamento social e com ele a suspensão das aulas em todos os níveis de ensino, para evitar aglomerações. A aula online foi uma alternativa para que o ano letivo não fosse perdido. No entanto, para a educação infantil, o desafio se mostrou ainda maior. Como trabalhar com as crianças a distância? Essa foi uma resposta buscada no curso de Pedagogia da Unijuí, pela estudante Francis Mendonça. Confira o relato:

O trabalho “Educação Infantil em tempos de pandemia” foi desenvolvido na disciplina de “Estágio: Docência e Currículo na Educação Infantil”, todas as estudantes da turma foram desafiadas a investigar essa questão. Eu trabalhei a partir do resultado obtido como resposta das vivências enviadas aos pais das crianças da escola de educação infantil na qual eu fiz meu estágio, vivências que eram enviadas pela professora da turma. 

O objetivo principal era refletir sobre as concepções de desenvolvimento infantil em espaços escolares e quais as possibilidades de organização de uma proposta pedagógica sustentada nas relações, nas interações e em práticas educativas intencionalmente voltadas para suas experiências cotidianas e seus processos de aprendizagem no espaço coletivo. No entanto, devido à pandemia, esse objetivo teve que se adaptar a esse novo cenário, e assim fazer o acompanhamento a distância.

Considerando a necessidade de manter vivo o desenvolvimento integral das crianças, as famílias tiveram que se envolver muito mais, então isso contribuiu para que essa aproximação fosse qualificada, instrumentalizando pedagogicamente as famílias com vivências endereçadas às crianças. E para minha formação isso contribuiu para rever as diversas formas de como dar aula, até mesmo estando longe da escola.

 


Ian e o projeto de sinalização do Parque da Pedreira

Tudo o que aprendem em sala de aula, nossos estudantes colocam em prática ainda durante a graduação. O aprendizado é levado da Unijuí para a comunidade e transforma os universitários e também a sociedade. Para começar, a série “Aprendi na Unijuí” mostra o projeto do estudante do curso de Design Ian Amaral, que fez o projeto de sinalização do Parque da Pedreira em Ijuí.

 

O Parque da Pedreira é um espaço de lazer muito aguardado pela comunidade ijuiense. Em volta do lago do local foram construídos quiosques e bancos, para que a população possa aproveitar a área verde após a pandemia. Ainda em 2019, com as obras em andamento, chegou até o estudante de Design, Ian Amaral, a proposta de criar a sinalização do espaço. Confira o relato:

A demanda surgiu em 2019, quando eu estava fazendo a matéria de Projeto de Sinalização. Para a avaliação final do semestre nós deveríamos criar uma proposta de sinalização para algum local de livre escolha. A professora Fabiane Grossmann trouxe a sugestão do Parque da Pedreira, pois a prefeitura havia entrado em contato com a Universidade, comentando que havia a demanda da sinalização. Com isso, eu decidi criar minha proposta para o Parque, pois após fazer uma visita às obras, fiquei encantado com o local.

Durante minha primeira visita ao Parque pude perceber que o local passa um sentimento de simplicidade e aconchego, utilizando-se de materiais rústicos na sua construção, como pilares feitos de troncos de eucalipto e decks de tábuas de madeira. Com isso, percebi que a sinalização do Parque deveria se destacar para que sua função de guiar o público visitante se cumprisse, porém ao mesmo tempo as placas deveriam estar em harmonia com o ambiente. A partir disso, optei por um visual rústico, semelhante às placas feitas a mão, constituídas de troncos de árvore com pranchas penduradas por correntes, por exemplo.

O layout das placas já está finalizado e foi enviado à empresa que cuidará da instalação. Acredito que durante as próximas semanas serão instaladas no Parque. Está sendo incrível fazer essa produção, pois normalmente durante algumas matérias do Curso nós apenas chegamos até a fase de apresentação da proposta, então poder participar da implementação de um projeto, que no futuro será disponibilizado ao grande público, está me trazendo um grande aprendizado, tanto agora durante a implementação, lidando com imprevistos e alterações do projeto, como também após a inauguração do Parque, recebendo o feedback do público que fará uso da sinalização.

 Estou cursando o 10° semestre de Design. Durante o Curso, me apaixonei pela área do design gráfico, principalmente identidade visual, interface, e, durante a elaboração deste projeto, sinalização também. Certamente desejo seguir carreira nessas áreas e desejo poder trabalhar em mais projetos como este no futuro. Confira o projeto completo aqui.


Colabore com a pesquisa que está mapeando o avanço da covid-19 no Estado


A Unijuí está aplicando, em Ijuí, os testes da pesquisa que está mapeando o avanço da covid-19 no Estado. Para que este estudo avance e auxilie no enfrentamento desta nova doença, o Programa de Mestrado em Atenção Integral à Saúde, precisa de voluntários, estudantes ou profissionais já formados em uma Graduação. São estes voluntários que vão de casa em casa realizar a pesquisa.

Uma nova etapa da pesquisa vai ser realizada no último fim de semana deste mês de julho, quando serão visitados mais 500 domicílios em Ijuí. O voluntário, que precisa estar cursando uma Graduação ou já ser formado, passará por treinamento e teste rápido antes de ir a campo coletar os dados para o estudo. Acesse o formulário e se inscreva.


Pequenos hábitos podem melhorar o seu rendimento nas aulas online


Como consequência do isolamento social gerado pela Covid-19, muitos alunos, de diferentes níveis de ensino, estão assistindo aulas online até que sejam retomadas as aulas em sala de aula.  Para melhorar a interação entre estudantes e professores, reunimos algumas dicas que serão úteis para qualificar o aprendizados e melhorar o rendimento dos estudantes. 

O grupo de pesquisa “Mongaba: educação, linguagens e tecnologias” vinculado a CNPq e liderado pela professora da Unijuí, Fabiana Diniz, desenvolveu, com base em estudos, algumas orientações com o intuito de auxiliar e facilitar o aprendizado online dos estudantes nos diferentes níveis de ensino. 

A professora Fabiana Diniz destaca que importantes aspectos devem ser levados em consideração para o sucesso das aulas neste formato. Um dos aspectos destacados é a importância dos estudantes conseguirem perceber o que foi pauta daquela aula e até que ponto conseguiram avançar naquele assunto. 

Caso existam dúvidas sobre o conteúdo, atividades ou planejamentos, a dica é para que o aluno manifeste sua dúvida ao professor, seja oralmente na aula, seja posteriormente, por escrito ou em um outro contato para evitar ficar com dúvidas.

A timidez pode atrapalhar nas interações virtuais e para isso existem plataformas como, por exemplo, o Google Meet, que possui uma ferramenta de chat que pode ser usado pelo aluno ao longo da aula online, pois organiza a interação com o professor sem necessariamente interromper a aula.

A professora Fabiana Diniz, ressalta a importância do aluno não encarar as aulas online como vídeo-aulas planejadas.  “É importante que o aluno, ao acessar esses materiais, perceba que não são vídeo-aulas editadas e planejadas como aquelas tantas que são disponibilizadas nas redes, mas que são um repositório muito qualificado e eficaz de revisar conteúdos, agendamentos e outras explicações feitas pelo docente em interação com a turma online”, afirma a professora. 

Além disso, Fabiana destaca os métodos de aprendizagem para aqueles alunos que enfrentam problemas de conexão com a internet.  “Muitos locais possuem problemas de sinal, o que dificulta o acesso efetivo do aluno por muito tempo em uma aula online. Por isso é que muitos docentes têm conseguido disponibilizar aulas gravadas e conteúdos nas mais diferentes formas: whatsapp, redes sociais, e-mail, gravações em CD-ROM enviados aos alunos, e até mesmo a impressão e envio de materiais quando necessário“, conclui. 

O ambiente online pode gerar grande produtividade nas aulas, mas para isso, é necessário que os estudantes tenham persistência, organização do tempo (rever o cronograma e as atividades), ambiente específico para estudo e concentração, comunicação e interação (com professores e colegas, considerando o meio acadêmico), contato com colegas, professores e equipe técnica da Universidade para qualificar suas habilidades tecnológicas, assim como as de escrita e a autonomia.

Professores da rede básica de ensino podem entrar em contato por meio do e-mail fabiana.k@unijui.edu.br para saber mais sobre o estudo e o grupo de pesquisa, e como ele pode auxiliar a educação nesse período de isolamento social. 

A Unijuí oferece formas de auxiliar professores da rede de educação na qualificação do ensino. Até o dia 11 de maio, estão abertas as inscrições para o curso de qualificação profissional Tecnologias Educacionais Colaborativas. Neste link tem mais informações sobre a oferta.








 
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