Destaques do Comunic@

                A Unijuí recebeu, nesta quinta-feira, a aprovação, pelo MEC, do Doutorado em Direito. Com esta aprovação, a Universidade passa a ofertar seu quarto curso de Doutorado, além dos seis cursos de Mestrado. Na área jurídica a Instituição possui, também, o Mestrado em Direitos Humanos. “Já temos historicamente o curso de Graduação, desde 1985, com uma grande trajetória e formação de profissionais de toda a região. Uma trajetória muito importante, e que agora vai poder completar a verticalização do ensino na área jurídica, com formação da graduação ao Doutorado. Isso é um grande diferencial da Unijuí, é uma inovação para a área na região”, avalia o coordenador do Programa, professor Gilmar Bedin. São objetivos do Programa, a geração e a consolidação da pesquisa e da produção científica, por meio da formação de pesquisadores, de docentes e de outros profissionais qualificados para atuação no Direito e em áreas afins, tendo como referência metodológica a interdisciplinaridade, e como temática fundamental, a questão do reconhecimento, institucionalização, crítica, proteção e efetivação dos direitos humanos na sociedade complexa. Dessa forma, duas linhas de pesquisa são desenvolvidas pelo Programa: Fundamentos e Concretização dos Direitos Humanos: problema da fundamentação dos direitos humanos. Historicidade e universalidade dos direitos humanos. Estado, cidadania e direitos fundamentais. Estado, políticas públicas e inclusão social no Brasil. Diversidade cultural, minorias e reconhecimento. Corpo, identidade e direitos humanos. Vulnerabilidade social, violência e cidadania. Biopolítica, biopoder e direitos humanos. História, memória e direitos humanos. Estado, políticas públicas e direito à saúde. Bioética e dignidade humana. Democracia, Direitos Humanos e Desenvolvimento: estado de direito, direitos humanos e equidade. Sociedade da informação, direitos humanos e democracia. Meio Ambiente, sustentabilidade e desenvolvimento. Sociedade de consumo, proteção ambiental e cidadania. Espaços urbanos, direitos humanos e inclusão social. Direitos humanos, novas tecnologias e resiliências sociojurídicas. Educação em Direitos Humanos, democracia e cidadania. Novos direitos, novas ordens jurídicas e transnacionalização. Direitos humanos, paz e guerra O Programa possui, ainda, ampla colaboração internacional com instituições de vários países, entre eles Alemanha, Itália, Chile, Argentina, Portugal, entre outros. Em breve será publicado, no Portal da Unijuí, um edital para o processo seletivo de ingresso de ao curso.


                A Unijuí recebeu, nesta quinta-feira, a aprovação, pelo MEC, do Doutorado em Direito. Com esta aprovação, a Universidade passa a ofertar seu quarto curso de Doutorado, além dos seis cursos de Mestrado. Na área jurídica a Instituição possui, também, o Mestrado em Direitos Humanos. “Já temos historicamente o curso de Graduação, desde 1985, com uma grande trajetória e formação de profissionais de toda a região. Uma trajetória muito importante, e que agora vai poder completar a verticalização do ensino na área jurídica, com formação da graduação ao Doutorado. Isso é um grande diferencial da Unijuí, é uma inovação para a área na região”, avalia o coordenador do Programa, professor Gilmar Bedin. São objetivos do Programa, a geração e a consolidação da pesquisa e da produção científica, por meio da formação de pesquisadores, de docentes e de outros profissionais qualificados para atuação no Direito e em áreas afins, tendo como referência metodológica a interdisciplinaridade, e como temática fundamental, a questão do reconhecimento, institucionalização, crítica, proteção e efetivação dos direitos humanos na sociedade complexa. Dessa forma, duas linhas de pesquisa são desenvolvidas pelo Programa: Fundamentos e Concretização dos Direitos Humanos: problema da fundamentação dos direitos humanos. Historicidade e universalidade dos direitos humanos. Estado, cidadania e direitos fundamentais. Estado, políticas públicas e inclusão social no Brasil. Diversidade cultural, minorias e reconhecimento. Corpo, identidade e direitos humanos. Vulnerabilidade social, violência e cidadania. Biopolítica, biopoder e direitos humanos. História, memória e direitos humanos. Estado, políticas públicas e direito à saúde. Bioética e dignidade humana. Democracia, Direitos Humanos e Desenvolvimento: estado de direito, direitos humanos e equidade. Sociedade da informação, direitos humanos e democracia. Meio Ambiente, sustentabilidade e desenvolvimento. Sociedade de consumo, proteção ambiental e cidadania. Espaços urbanos, direitos humanos e inclusão social. Direitos humanos, novas tecnologias e resiliências sociojurídicas. Educação em Direitos Humanos, democracia e cidadania. Novos direitos, novas ordens jurídicas e transnacionalização. Direitos humanos, paz e guerra O Programa possui, ainda, ampla colaboração internacional com instituições de vários países, entre eles Alemanha, Itália, Chile, Argentina, Portugal, entre outros. Em breve será publicado, no Portal da Unijuí, um edital para o processo seletivo de ingresso de ao curso.


                    Nesta sexta-feira, dia 07, pesquisadores dos Departamentos de Ciências da Vida (DCVida) e de Estudos Agrários (Deag) da Unijuí apresentaram os resultados do projeto de pesquisa “Desenvolvimento de alimentos sem glúten a partir de grãos cultivados na região Noroeste do RS”. A atividade ocorreu durante o Seminário e Dia de Campo - Produção de Chia, Quinoa e Trigo Sarraceno, no IRDER/UNIJUÍ. Segundo o professor José Antônio González (DEAG), um dos professores pesquisadores do projeto, o Dia de Campo mostrou as novas espécies de grande potencial para sistemas agrícolas da região. “Tratamos de duas grandes perspectivas no evento. A primeira, sobre a qualidade destes alimentos para a alimentação humana. No segundo momento, os processos agronômicos de produção, principalmente tratando sobre o viés da sustentabilidade, produção orgânica”, observa. O projeto de pesquisa tem como objetivo estudar a substituição de farinhas convencionais por outras matérias-primas, como chia, quinoa e trigo sarraceno, na elaboração de alimentos sem glúten, como massas e snacks extrusados. De acordo com o Coordenador do Projeto, professor Raul Vicenzi, esses grãos, conhecidos como pseudocereais, podem ser utilizados na substituição da farinha de trigo na elaboração de alimentos glúten free, enriquecendo os mesmos com proteínas, gorduras insaturadas e compostos bioativos, os quais favorecem a saúde, contribuindo para o bom funcionamento do organismo e reduzindo o risco de determinadas doenças. O projeto de pesquisa é apoiado pela Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado do Rio Grande do Sul (SDECT) e conta também com a participação da Sociedade Educacional Três de Maio (SETREM) e Instituto Federal Farroupilha – Campus Santo Augusto (IFF). Alimentos glúten-free Segundo os integrantes do Projeto, a produção de alimentos sem glúten vem ganhando importância nos últimos anos, em função do grande número de pessoas que sofrem da doença celíaca, alérgicos ao glúten, ou que por opção preferem se alimentar de dietas isentas de glúten. Estima-se que, atualmente, cerca de 2% da população é celíaca, mais 3% de pessoas que optam por retirar o glúten da dieta e 15% da população que sofre de sensibilidade não celíaca. O glúten é uma proteína que faz parte da composição química normal de certos cereais como trigo, cevada, centeio, triticale e possivelmente a aveia e sua substituição na elaboração de alimentos. É um grande desafio tecnológico para as indústrias de alimentos, devido ao papel que ele representa no processamento dos produtos, conferindo uma textura agradável, e assim é um ingrediente


A Reitoria da Unijuí esteve cumprindo agendas na manhã de hoje, dia 07, em Santa Rosa, na Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa (Fumssar) e para a Comissão Central da Feira Nacional da Soja (Fenasoja). Na oportunidade estiveram presentes nas visitas a Reitora da Unijuí, professora Cátia Maria Nehring, a Vice-Reitora de Graduação, professora Cristina Eliza Pozzobon, o Pró-Reitor do Campus Santa Rosa, professor Ariosto Sparemberger e a professora do curso de Educação Física, Moane Marchesan Krug. A agenda de trabalho com a Fumssar objetivou estreitar a relação e a parceria existente a partir dos Programas de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Residência em Medicina de Família e Comunidade, para além de um novo projeto para 2019, focado nos cursos de Educação Física e Fisioterapia envolvendo práticas integradas. Na pauta também esteve a implantação do curso de Medicina a partir da retomada de convênios já estabelecidos. O encontro que envolveu a Comissão Central da Fenasoja, representada pelo Presidente, Elias Dallalba e o Coordenador Geral, Cléo Antônio Rockenbach, teve como pauta a definição de ações que envolverão a Unijuí durante toda a programação da feira em 2020. Para isso, a Universidade, a partir destas definições, iniciará as ações desse projeto ainda em 2019.


Família que pesquisa unida, permanece unida. Daiane Bender e Lorena Wüst, mãe e filha, chegaram no Museu Antropológico Diretor Pestana com o objetivo de montar a árvore genealógica sobre a sua família realizando pesquisas na Genealogia, uma subclasse do Arquivo Ijuí preservado pelo MADP. Neste dia 08 de dezembro é comemorado o dia da família, conheça a trajetória de mãe e filha para desvendar a história de um bisavô solteirão, quieto e tímido. Leia o relato de Lorena Wüst: “Fazer pesquisas de uma geração inteira não é nada fácil. Imagina, então, de várias gerações, cada uma mais antiga que a outra. Esse é o árduo trabalho para se montar uma árvore genealógica. Seguir as pistas, supor teorias e buscar as provas de onde moravam, o que faziam, porque se mudavam tanto, onde cada um dos filhos foi morar e constituir sua própria família... e assim por diante. Por exemplo: só descobri o registro de nascimento do meu bisavô na Suíça porque uma das primas mais velhas da minha mãe que lembrava dele deixou escapar que ele era um "solteirão quieto e tímido quando veio para cá". Essa informação comportamental poderia ser insignificante para ela, mas para nós foi o que juntou todos os pontos da história. Até então procurávamos o nascimento dele no Brasil, porque sabíamos que a família veio inteira (mãe, pai e todos os filhos nascidos na Alemanha) por volta de 1880. E o casal não tinha nenhum filho com o nome de Gottfried, logo, ele teria nascido no Brasil. Achamos seu registro de casamento com minha bisavó em 1916. Ela tinha 20 anos e ele não apresentou documento algum. Quando essa prima da minha mãe disse isso percebemos que a família toda veio e o deixou para trás, porque ele simplesmente já era adulto. Era muito mais velho que minha bisavó, deveriam ter uns 20 anos de diferença de idade. Não era normal naquela época casamentos assim, de homens "quarentões" com mocinhas que ainda eram menores de idade, por isso, tínhamos descartado essa possibilidade e procurávamos incansavelmente o nascimento dele no Brasil nos anos de 1890 em diante, pois fazia mais sentido. Descobrir essa peculiaridade de comportamento nos fez imaginá-lo como se o conhecêssemos. Tentamos imaginar que ele tinha um modo diferente de pensar, de ver o mundo, as coisas, de sentir, de se expressar e que decidiu ficar sozinho na Alemanha quando toda a família partiu e só decidiu


“Num piscar de Luzes, Energia e Vida”. Este foi o tema da apresentação que marcou os festejos natalinos da EFA em 2018. A Noite Natalina da EFA foi realizada na terça-feira, dia 04, no Salão de Atos Argemiro Jacob Brum. O evento, que envolveu toda a comunidade escolar, contou as apresentações marcaram dos projetos de Dança, a Orquestra Estudantil e também do projeto Baú da Leitura. A noite foi repleta de encantamento e magia, uma exaltação da vida e das coisas boas. As famílias puderam assistir ao espetáculo e, ao final, participaram de uma integração com coquetel. Confira algumas imagens do evento:  


1

Baixe o aplicativo Unijuí FM

Fale conosco

Ícone Whatsapp 55 99131 5487
Ícone Skype radio@unijui.edu.br