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Estudantes do 1º ano Ensino Médio da EFA produzem HQs digitais

Com o surgimento das novas mídias digitais e a criação de ferramentas de produção de HQs (Histórias em Quadrinhos) nasceram as chamadas webcomics, cuja publicação é veiculada exclusivamente pela Internet, modificando as formas de produção, as possibilidades de operação das linguagens verbal e não verbal, bem como as relações entre o autor e o leitor. Essa facilidade, proporcionada pelas ferramentas digitais, fez com que os alunos da turma 211 da EFA, na disciplina de Português, produzissem seus quadrinhos, ainda que alguns deles não possuíssem habilidades ou experiência com esse gênero de texto. Segundo o professor Leandro Renner de Moura, ao produzir suas HQs em aplicativos, como o “Comic Strip It”, eles tiveram a oportunidade de mobilizar as suas capacidades linguísticas, pensar contextos, criar personagens e falas, com fotografias, imagens e efeitos, alcançando o objetivo estético e discursivo dessa modalidade textual.

O professor explica, ainda, que a técnica artística empregada nas HQs não é algo recente. Os homens primitivos já utilizavam a arte sequencial nas relações sociais arquitetadas pela linguagem. Pesquisadores descobriram que o ato de rabiscar as paredes das cavernas não era uma brincadeira, mas uma necessidade vital de relevância educativa e histórica: os mais experientes precisavam ensinar aos mais novos sobre a caça e sobre os perigos que a selva oferecia, por exemplo. Ainda que tenha sido realizada com o uso de instrumentos rústicos, esse tipo de arte cumpria seu propósito comunicativo, revelando-nos que o letramento visual é tão antigo quanto às necessidades enunciativas do homem. Com a popularização da internet e de outras tecnologias, essas histórias em blocos receberam novos recursos e muito mais espaço para serem publicadas. O conteúdo, agora digital, ganhou interação com o usuário, movimento, cores, contextos, e até sons – algo impossível nos modelos tradicionais, estes, ainda, preferidos de alguns alunos da turma, os quais optaram em construir os seus próprios desenhos.

Como usar os apps

Você pode fazer suas próprias histórias em quadrinhos usando apenas seu celular ou tablet. Conheça os aplicativos Comic Strip it! e Strip Designer, que permitem que você exercite sua criatividade e produza HQs (mesmo que nunca tenha feito uma na vida).

O tablet é ótimo para brincar com esses apps, já que a tela maior dá mais liberdade de criação, mas nada impede que você os use no celular.

Se o seu aparelho é um Android, a melhor opção é o Comic Strip It!, que tem uma versão gratuita e uma paga, que é mais profissional. A diferença é o maior número de efeitos que podem ser aplicados nas imagens na versão paga. Mesmo na versão gratuita, dá para se divertir bastante criando tirinhas ou storyboards com imagens do banco do app ou com fotos que você tira diretamente com o dispositivo móvel. É bem simples incluir os balõezinhos de diálogo, e tudo é facilmente compartilhado nas redes sociais.


Nono ano realiza pesquisa sobre o novo comportamento social em tempos de pandemia

“Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia”,  com esta citação  do escritor russo Liev Tolstói autor das  obras clássicas Guerra e Paz e Anna Karenina, a professora Rosana Silva Barros, ilustra a importância da  investigação realizada pela turma C91, nono ano da EFA, na disciplina de Pesquisa. Segundo ela, as transformações sociais só poderão efetivamente ocorrer quando houver consciência do que vivemos em nosso entorno. Conhecer o meio social onde se está inserido e o comportamento das pessoas com as quais se relaciona, possibilita construir relações de empatia e melhor convivência, enfatiza.

Para tal, a professora orientou os alunos a realizarem uma Pesquisa Descritiva, cuja intenção é de  “estudar, registrar, analisar e interpretar um problema de pesquisa sem a interferência do investigador no resultado.”  A ideia é buscar, através das entrevistas realizadas, o sentimento dos entrevistados. Pela pesquisa Descritiva, tem-se uma naturalidade própria capaz de fornecer dados e, com isso, perceber mudanças, preferências e, também do quanto há subjetividade nos grupos sociais.

Orientados a elaborar uma entrevista sobre o atual momento e de que maneira as pessoas estão se comportando, os estudantes  escolheram seu público alvo e coletaram respostas às questões sobre  o assunto. A ideia foi abranger um número sintetizado de sujeitos, a fim de se obter resultados instantâneos. A, seguir, com as respostas às perguntas, os alunos escreveram um relato apreciativo das entrevistas, vindo a fazer uma leitura de pontos, convergentes, divergentes e novas configurações. Por último, cada um /a  construiu gráficos, os quais representam uma sociedade se constituindo com outras  rotinas.

Segundo a professora Rosana, a próxima etapa agora é realizar novamente as enquetes, com fins comparativos.

Algumas das pesquisas podem ser acessadas em: https://drive.google.com/drive/folders/1QsPA4T9nxwOZdx6SWRfVcffD8jq3Vpe-?usp=sharing

 


Meteorologia, Tecnologia e a Sociedade em estudo na EFA

 A turma C61, recebeu na manhã de hoje, 24/06, um convidado especial para a aula de Ciências, trata-se do Meteorologista Dr. Daniel Caetano dos Santos, que atua como servidor da meteorologia da UFSM.

 A convite da professora Mariana Trevisan, ele conversou com os estudantes sobre a importância do profissional de Meteorologia, o que ele faz, os equipamentos que usa e como as informações obtidas por eles são importantes para o nosso dia a dia, bem como a previsão do tempo, alertas de tempestades, mudanças climáticas e desenvolvimento tecnológico.

Segundo a professora Mariana, esta fala vem de encontro ao estudo que a turma está realizando sobre o ar e a atmosfera, como ela influencia e permite a vida dos seres no nosso planeta. Dentro desse assunto fazemos várias abordagens sobre o nosso dia a dia e como os fenômenos naturais podem facilitar ou dificultar alguns processos como: de que forma a altitude influencia em jogos de futebol? e como os pneus do carro sem a devida calibração podem gastar mais combustível?... Dessa maneira o aluno compreende que faz parte do ambiente e é de sua responsabilidade entender e cuidar para preservar!

Segundo a orientadora pedagógica, Eduarda Burckardt que acompanhou a atividade, a possibilidade de receber profissionais de outras instituições nas nossas aulas é  magnífico. É importante nesse nosso formato de aulas online potencializar a aprendizagem dos alunos de diferentes maneiras. A aula foi dinâmica e os alunos fizeram muitas relações com os conceitos já estudados! 


Na EFA o sexto ano usa aplicativo para estudar as variações Linguísticas no Brasil

A língua não é uma entidade imutável, homogênea, que paira por sobre os falantes. Pelo contrário, todas as línguas vivas mudam com o decorrer do tempo e o processo em si nunca para. Ou seja, a mudança linguística é universal, contínua, e dinâmica, embora apresente certas regularidades. Segundo o professor Leandro Moura, essa é a concepção utilizada nas aulas de Português da turma C61 da EFA, que passa pelo estudo das Variações Linguísticas no Brasil. Este conteúdo, previsto para o 6º ano do ensino fundamental, traz consigo o desafio de compreender a língua materna a partir de suas variedades, cultural, geográfica, histórica e estilística. 

Através do aplicativo localingual.com foi possível que os estudantes vivenciassem a forma como o português é falado nas diferentes regiões do país, através de um mapa interativo que fornece gravações feitas por falantes nativos. 

Para a diretora da Escola, professora Maria do Carmo Pilissão, as aulas online tem gerado bons frutos até então, segundo ela é gratificante ver novas ferramentas e metodologias serem usadas no dia a dia, facilitando a aprendizagem e tornando o conteúdo cada vez mais atrativo para os estudantes.


Aula Pet - Estudantes do sétimo ano da EFA debatem sobre a importância do cuidado aos animais

A aula de Português da turma C71 da EFA, na segunda feira 08/06, iniciou com a sala cheia de convidados especiais. Lá estavam: o Theo (Caetano), a Branca (Gabrielli Monteiro),  o Luke (João Lacorth), o Floquinho ( Bruno), o Toby (Gabriel), a Cacau (Júlia),  a Bombom (Arthur Hartmann), a Lilica ( Milena), o Max (João Feller), o Vince (Nícolas), a Capivara (Renan), a Luna (Ana), a Cacau (Gustavo), a Pou (Bianca), o Flocos (Rafaela), a Smile (Bernardo), o Thor (Joana), a Kuki (Pedro), a Chica (Cristiano Ronaldo), o Pingo (Arthur Copetti), o Luki (Eduardo), o Ted (Eduarda), a Cacau (Samantha), a Lua (Gabrieli Santana), Sandy (Luis Felipe)

Toda esta galera PET foi apresentada à turma, através de seus tutores. São bichinhos de estimação que fazem a vida dos meninos e das meninas do sétimo ano muito mais alegre, cheia de traquinagens, diversão e muito amor.

Há pelo menos quatro encontros, as aulas de PORTUGUÊS, têm trazido a discussão sobre o cuidado com a vida e, especialmente a vida animal. Leituras informativas inseridas em notícias e reportagens revelaram algumas tristes realidades de descuido para com animais de pequeno porte, nos conta Rosana Barros, responsável por este projeto. Ela destaca que esta organização didática tomou uma proporção maior do que a esperada, pois os/as alunos/as se envolveram emocionalmente com o tema.

Os estudantes, bastante compenetrados, leem os materiais propostos e, a partir destes textos, realizam debates, em específico, sobre como conscientizar a população para não haver maus tratos a seres tão indefesos quanto gatos, cachorros, coelhos, tartarugas, calopsitas e vários outros. Impressiona, segundo Rosana, a maturidade com a qual demonstram sua indignação por quem é capaz de maltratar a vida, principalmente indefesa.  Todos têm muito evidente que este é um crime. Além disso, buscam conhecer o trabalho de ONGs e de como é possível colaborar para que a comunidade PET tenha acesso a um lar e cuidados com alimentação, carinho e todo o aporte veterinário.

A escolha por este tema veio porque, a cada aula online, sempre apareciam os bichanos na tela, causando um alvoroço bom, conta a professora. Bastava iniciar o meet que, a qualquer momento da aula desfilavam, entre as crianças, gatos, cachorros, até um coelho e uma calopsita, daí a ideia em trazê-los para a sala de aula efetivamente e inserir as aprendizagens específicas do componente curricular aos interesses comuns. Fiquei muito impressionada ao questionar sobre quantos teriam um animal de estimação em casa e obter cem por cento de resposta afirmativa, como poderia desperdiçar este dado?, informa a professora, revelando-se animada.

Nesta semana, ao apresentarem seus estimados amiguinhos, cada um/uma usou e extrapolou de adjetivos e advérbios que construíram descrições recheadas de caracterizações e que demonstraram a importância destas vidas às famílias dos alunos da turma C71 da EFA. Na sequência, haverá produção textual de gêneros variados, incluindo-se notícias amplas, reportagens, crônicas e narrativas fantásticas, bem como escrita de uma redação sob o tema AMIGOS OU CONEXÕES? Proposto pelo Jornal da Manhã. Além disso, os estudantes organizaram seu “MURALNIMAL”, onde serão expostas fotos registrando momentos do dia a dia entre os pré-adolescentes, seus amigos PET e sua convivência familiar, nas suas residências.