
Marisa Monte está se preparando para lançar seu nono disco em estúdio, intitulado Coleção, no próximo dia 29, através do selo Universal Music.
Como forma de divulgar o trabalho, a cantora já disponibilizou em todas as plataformas digitais sua nova faixa, “Nu com minha Música”, composta por Caetano Veloso. A canção, originalmente gravada para o projeto “Red Hot Rio + 2”, de 2011, conta com participações de Rodrigo Amarante (voz e bateria) e Devendra Banhart (voz e guitarra). É possível escutar o resultado da parceria ao final desta publicação.
Servindo como um verdadeiro baú de memórias afetivas e musicais da artista, Coleção traz 13 músicas com colaborações para trilhas sonoras, duetos e gravações ao vivo nunca antes comercializadas. Segundo Marisa, esses registros são fundamentais em sua trajetória e influenciaram toda sua carreira solo.
"Essas gravações e as parcerias que elas proporcionaram foram fundamentais na minha trajetória e influenciaram toda a minha produção solo. São canções que me orgulham muito, que estou assinando embaixo novamente".
Em tempo, vale ressaltar que o álbum foi produzido, gravado e mixado por Mario Caldato Jr no MCJ Studio, em Los Angeles, e tem gravações adicionais e edição assinadas por Dadi e Daniel Carvalho.
https://open.spotify.com/embed/album/2gu8QpDY1wLRH8zxrgJ6uN
Fonte: Tenho mais discos que amigos
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Marujo Cogumelo
A banda catarinense Marujo Cogumelo lançou recentemente seu terceiro trabalho, intitulado Hiato. A banda já está há 8 anos na estrada e o trabalho foi lançado de forma totalmente independente. O álbum contem 9 faixas, todas gravadas no estúdio Click Audio Works, em Curitiba (PR).
Huey
A Huey é uma banda instrumental de São Paulo que mistura influências do metal e do stoner rock. Há algum tempo o grupo lançou o single “Adeus Flor Morta“, que foi gravado durante o Converse Rubber Tracks 2015, no estúdio Family Mob.
O lançamento digital, feito pela Sinewave, inclui download gratuito da faixa, capa e um promo vídeo com cenas que foram captadas durante as sessões de gravação em estúdio. Em breve, o single estará disponível em formato físico, em vinil 7’’.
Elefante Branco
A banda Elefante Branco trabalha com uma sonoridade que remete ao rock dos anos 80, com arranjos grandiosos e letras repletas de metáforas, transitando pelo protesto e o romantismo.
O grupo lançou recentemente dois videoclipes de faixas que estão presentes no EP mais recente do grupo: Chega. As músicas escolhidas foram “Insuportável Mundo Novo” e “Chafariz de Sangue“.
Lattere
Após o lançamento do álbum Referencial a banda de hardcore Coerência, de Goiânia, anunciou a mudança de nome para Lattere. O novo nome tem a intenção de trazer uma evolução para a banda, que mudou de integrantes nos últimos tempos e nesta nova fase mantém os músicos que gravaram o último disco.
Junto com a mudança de nome veio um novo single: “Travessia (Entre Linhas e Códigos)“, que faz parte de um EP que a banda vai lançar no final de abril.
Astralplane
A banda Astralplane é de Salvador (BA) e é fortemente influenciada por bandas de rock psicodélico e progressivo dos anos 70. O grupo faz experimentações dos mais variados gêneros do rock com uma pitada de nostalgia e psicodelia em suas canções.
Seu primeiro álbum é intitulado Pales Tantral, com 7 músicas inéditas.
Bazic
O trio Bazic é de três lugares distintos de Santa Catarina: Jaraguá do Sul, Joinville e Corupá. O grupo trabalha com um estilo voltado para o rock alternativo e recentemente lançou um EP intitulado Stupid Genius.
Fonte: Tenho mais discos que amigos

Surpreendendo uma boa parcela de fãs, o Animal Collective demonstrou que a criatividade não acabou após o lançamento de Paiting With, em fevereiro. A banda mostrou ao público duas novas músicas: Gnip Gnop e Hounds of Bairro.
As duas canções não entraram no último disco do grupo, mas mesmo assim viram a luz do dia e já podem ser ouvidas através do Spotify.
“Gnip Gnop” e “Hounds of Bairro”: novidades do Animal Collective
Apesar de terem sido lançadas juntas, as duas novas músicas se diferenciam em alguns pontos. Claro, nunca esperaríamos duas canções semelhantes, mas a sensação é que ambas se enveredam em caminhos diferentes.
Gnip Gnop, por exemplo, parece ter mais cara de “festival”; dá pra imaginar o grupo cantando a faixa enquanto uma plateia admira o som em meio a um por do sol de algum festival por aí.
Já Hounds of Bairro funciona bem para aquele dia mais animado em casa, quando você não tem nada para fazer e decide se divertir, de alguma forma, com seus amigos.
Ainda que diferentes, as duas músicas conseguem se segurar em uma mesma proposta criativa, e seguem ainda aquela mesma linha sonora que já estamos acostumados, e que foi sucesso em Paiting With.
Os destaques continuam para os sons sintéticos misturados com os vocais mezzo orgânicos, mezzo artificiais. É como se experimentássemos uma grande sinestesia onde sons se transformam em cores e deixam tudo cada vez mais coloridos.
Sobre “Paiting With”
Paiting With foi lançado em fevereiro e trouxe uma proposta curiosa: 12 músicas com causa e inspiração pela arte (cubismo, dadaísmo e a maneira distorcida que esses artistas enxergam o mundo) e pela experiência humana.
A banda começou a trabalhar no novo álbum no começo de 2015, com o objetivo de criar músicas realmente pequenas. No lançamento, outra curiosidade: o disco chegou às lojas com três capas diferentes, cada uma trazendo pinturas dos membros do grupo, feitas por Brian DeGraw.
Fonte: A Gambiarra

Lei Di Dai talvez não seja um nome muito conhecido para a grande maioria das pessoas, mas eis o que você precisa saber: ela é um dos maiores nomes do estilo Dancehall no Brasil. A origem da musicalidade vem da Jamaica, mas a artista brasileira ainda insere elementos da Black Music às suas composições.
Completando dez anos de carreira, Lei Di Dai lança mais um disco na sua história musical, pela RedBull Station. O novo álbum se chama #quemtemfétavivo, e mescla alguns elementos importantes, musicalmente falando. Tão importantes que grandes nomes do mainstream já passam a usar.
Alguns desses nomes que também inseriram elementos do Dancehall em suas músicas são Justin Bieber, com a sua viciante Sorry; mais recentemente, Rihanna e seu Work; além de Diplo e Skrillex, aquela dupla responsável por mesclar ritmos de vários lugares diferentes.
Por aqui, Lei Di Dai continua trilhando seu caminho, e nos concedeu uma breve entrevista onde falou muito sobre o futuro do Dancehall no Brasil, a receptividade e representatividade do ritmo, além das suas referências e influências. Então aproveite a leitura enquanto ouve, na íntegra, o novo trabalho da cantora:
Lei Di Dai: uma mulher que sabe o que faz
Eu tive a oportunidade de conhecer Lei Di Dai há cerca de um ano, enquanto cobria o Festival Vaca Amarela. Lembro que na época cheguei a tempo de pegar metade de seu show. Lembro também que a energia era contagiante. O estilo é um grande passo para gerar esta energia, mas a artista também merece muito crédito aqui.
O show, repleto de dançarinos experts em hip hop, é daqueles que realmente não deixam ninguém parado, mesmo quem nunca teve contato com o Dancehall. No final do show, eu tive que procurar Lei Di Dai para parabenizá-la. E o que era para ser um simples elogio, acabou se tornando uma conversa deliciosamente longa sobre música, cultura e representatividade.
A carreira de Lei Di Dai começou basicamente em 1999, quando ela se apresentava como cantora, compositora e DJ, além de fazer parte da banda Camarão na Brasa. Mas foi em 2005 que tudo começou a mudar: ela resolveu assumir o nome pelo qual é conhecida hoje e de quebra apareceu na Rolling Stone Brasil no ano seguinte, quando foi coroada pela revista como a Rainha do Dancehall Ragga Brasileiro.
Seu primeiro disco, Alpha & Omega, foi o mais vendido do gênero no país, em 2008. Já no ano seguinte, foi indicada a um VMA, fez shows pela Europa e também representou o Brasil na mixtape do South Rakkas Crew de Los Angeles.
Lei Di Dai é simples e tem a alegria nos olhos. De fala fácil, contava detalhes da sua carreira e de tudo o que lhe influenciava, bem como seu estilo de vida e a sua experiência cantando em festivais alternativos.
Conte-nos um pouco mais da sua escolha pelo seu estilo musical e da própria história do estilo.
Cresci ouvindo reggae em casa, fui uma adolescente nos anos 90, e frequentava muitos bailes, e na hora do Dancehall Raggamuffin, eu ficava louca e sempre dizia: quero ser cantora de raggamuffin. Em 99 comecei a cantar na banda “Camarão na Brasa” fazendo som sem rótulos pela noite de SP, que durou até 2004. Em 2005 decidi seguir carreira solo assumindo o dancehall por completo; em 2006 fiz muitos shows e sai na revista Rolling stone: “Lei Di Dai a rainha do Dancehall brasileiro”, assumi esse posto e não parei mais de trabalhar lancei três albuns e sigo feliz . O estilo é a uma vertente do reggae criado no final dos anos 70 e ganhou notoriedade nos anos 80. A cultura Dj & microfone jamaicana inspirou e inspira o Hip Hop e a música eletrônica mundial.
Como você vê a abertura e aceitação do mercado e dos festivais em relação ao estilo?
O mercado musical está aceitando que existe essa vertente, porém ainda só vendem em lojas especializadas ou via web. Em relação ao estilo, eu participei de diversos festivais, ao longo da minha carreira, com diferentes estilos músicas, essa interação fortalece meu trabalho como uma artista independente, tenho um selo musical chamado “rainha da lata” e o sound system “Gueto pro gueto sistema de som”, e sentimos que os shows são a melhor vitrine pra vender os nossos produtos.
O estilo ainda é pouco difundido por todo o Brasil, mas está crescendo de forma firme e sustentável. Como você imagina o futuro do Dancehall por aqui?
O estillo no brasil é bem conhecido mais na linguagem black music, desde dos anos 80 é divulgado no brasil assim, conhecemos Shaggy o mista “Lova lova”, Sean Paul, Mad Lion, Ninja Man, vários sons que embalam as pistas das festas blacks, hip hop faz muito tempo. E esse ano o Bummmm do work work work da Rihana, Sorry do Bieber produzido por Skrillex, o Diplo “Major Lazer”, Beyonce, Snoop Dog, todos esses artistas e produtores, estão na onda dancehall. O futuro é agora!!!! o dancehall tá invadindo e influenciando muitos artista e no brasil cada dia tem mais sound system tocando e fazendo festas do estilo.
O Dancehall vem da Jamaica. Como você vê a representatividade dessa junção de culturas? O mercado respeita o estilo ou ainda tem muito a melhorar?
O estilo jamaicano influencia diversas vertentes, e a cultura continua firme e forte! seria muito mais fácil pra minha trajetória musical, dizer que canto black music ou rap, mais fui corajosa de desde do principio em assumir a vertente jamaicana e seus elementos e construir uma carreira solo de 10 anos, sendo pioneira no estilo. Tenho certeza que ainda vai melhorar e muito o mercado musical, mais graças a Jah! vivo e faço meu trabalho com muito respeito e amor ao Dancehall.
Quais são suas influências musicais?
Sou completamente entregue a musica jamaicana, mais também tenho a influência do jazz, soul, funk, samba. Amo Nina Simone, Jovelina Perola Negra, Elza Soares, Sister Carol, Lady Saw, Patra, Barrigton Levy.
Que artistas você tem ouvido ultimamente?
Garnet Silk, Capleton, Buju Banton, Sizzla, Beenie Man, Yellow Man, Patra, Barrigton Levy e as modernidades atuais da musica eletrônica, com influência jamaicana.
Informações sobre shows e venda de discos podem ser obtidas no Facebook oficial da cantora
Fonte: A Gambiarra

O Deftones irá lançar seu novo disco de estúdio, Gore, no próximo dia 08 de Abril, sexta-feira.
Uma nova música do álbum chamada “Hearts/Wires” foi disponibilizada no programa de Daniel P Carter na BBC Radio 1 e você pode ouvir logo abaixo; a música começa na marca de 2:36.
Fonte: Tenho mais discos que amigos

O Direto do Forno deste fim de semana vem com muita novidade na cena da música nacional e internacional. Começando o programa, tem Carlinhos Brown com mais uma novidade, o álbum ARTEFIREACCUA - Incinerando Inferno. Na sequência, a cidade de São Paulo é o cenário do mundo interior de César Lacerda, no clipe de Olhos; e João Perreka e os Alambiques revelam seu novo EP, o Vida em Cena.
O segundo bloco traz o pessoal da Goo Goo Dolls, que estão para lançar mais um álbum e disponibilizaram um gostinho do que vai rolar com o single Over and Over; a banda canadense Magic!, com o single Lay You Down Easy; e um dueto de Kanye West com a célebre Rihanna para o novo álbum do rapper The Life of Pablo.
Também tem, no terceiro bloco, Eric Clapton com seu novo single Can't Let You Do It; o filho de Paul McCartney, James McCartney, com a canção Unicorn; e Joe Bonamassa com seu mais novo álbum Blues of Desperation.
O Direto do Forno encerra com um pouco de Simple Plan, que acaba de anunciar oficialmente o single Singing in the Rain; a britânica Birdy, com o novo álbum Beautiful Lies - que está dando o que falar; e Jota Quest, que prepara um EP só com remixes para a música Blecaute, sucesso no Youtube e nas rádios de todo o Brasil.
Você não pode perder o Direto do Forno! É todo sábado, às 17h, com reprise nos domingos, às 18h!
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