
Glenn Frey, guitarrista, tecladista, vocalista e um dos membros fundadores da lendária banda The Eagles, morreu aos 67 anos de idade.
A banda atualizou seu site oficial com uma mensagem que dava conta da morte de Frey e disse que ele “lutou uma batalha corajosa nas últimas semanas mas, infelizmente, sucumbiu a complicações devido a Artrite Reumatoide, Colite Ulcerosa Aguda e Pneumonia.”
No Eagles, vários dos integrantes compartilharam os vocais durante a carreira, e Glenn Frey foi o responsável pelas vozes em canções como “Tequila Sunrise”, “Take It Easy”, “Peaceful Easy Feeling” e mais.
Longe dos Eagles, ele produziu e gravou o hit “The Heat Is On”, do filme Um Tira da Pesada, “You Belong In The City”, de Miami Vice e “Flip City”, de Ghostbusters II.
Sua família ainda completou:
A família Frey gostaria de agradecer a todos que se juntaram a Glenn nessa luta e torceram e rezaram por sua recuperação.
As palavras não podem descrever nossa tristeza, nem o nosso amor e respeito por tudo que ele nos deu, sua família, a comunidade da música e milhões de fãs pelo mundo.
Que descanse em paz.
Após a saída do Eagles, Glenn Frey lançou cinco discos de estúdio, e o último deles, After Hours, saiu em 2012. O trabalho foi inspirado em nomes como Brian Wilson e é considerado diferente do resto de sua discografia.
Fonte: Tenho mais discos que amigos

Os paulistanos do Dinamite Club divulgaram nesta sexta-feira (15 de Janeiro) seu novo EP “Do Começo Não Dá Pra Enxergar o Fim”. O trabalho apresenta três músicas inéditas e foi disponibilizado para audição online em diversos serviços de streaming. Um vinil de sete polegadas será lançado em Abril, em uma parceria entre a gravadora Hearts Bleed Blue e a Spider Merch.
O compacto foi gravado em São Paulo por André Maini, guitarrista do Strike, e teve produção, mixagem e masterização de Gab Scatolin (Cueio Limão, Feijão com Arroz). Você também pode ouvir o material na íntegra, acompanhado de uma entrevista com o vocalista Bruno Peras, no site oficial da HBB.
Fonte: Tenho mais discos que amigos

O cantor, produtor, compositor, DJ, rapper, multi-instrumentista (ufa) Mayer Hawthorne está de volta com um novo single. Com tantas funções, não é a toa que o artista foi indicado ao Grammy. E se depender de sua nova música, ele pode continuar seguindo essa trilha.
Na última quinta-feira, dia 14 de janeiro, Mayer lançou a faixa Cosmic Love, e é tudo aquilo que você poderia querer e esperar do artista. E é ainda um pouco mais. A faixa estará presente no próximo disco de estúdio de Mayer.
A nova canção é sublime e comovente, e ela foi produzida por Mayer com a colaboração de Benny Sings. Ela é a primeira faixa de seu novo disco e serve como uma amostra do que está por vir e do que podemos esperar das novas músicas. Seu novo disco, ainda sem nome, será lançado na primavera norte-americana, em algum dia entre os meses de março e junho.
Este será o quarto disco de estudo do artista a ser lançado, e sucessor do muito bem recebido Where Does This Door Go?, que chegou ao mundo em 2013. Mesmo que não tenha dado uma data específica, já é certo que haverá um novo disco do artista no primeiro semestre deste ano.
Com a nova música, o soul de Mayer fica em evidência, e é impossível não se deixar levar pela batida leve e tranquila de Cosmic Love. Mesmo com quase três anos sem lançar nada novo, Mayer não ficou parado, e logo tratou de trabalhar em outros projetos e em novas parcerias.
No começo do ano passado, Mayer lançou seu álbum colaborativo com o duo Tuxedo em parceria com o produtor Jake One. O artista já é relativamente conhecido no país, já que em 2013 ele desembarcou por aqui para promover seu então disco lançado, Where Does This Door Go?.
Ouça abaixo o amor cósmico de Mayer Hawthorne.
Fonte: A Gambiarra

Soulwax não é um nome novo na cena da música eletrônica. Composta por David Dewaele, Stephen Dewaele e Stefaan Van Leuven, a banda de rock alternativo e eletrônico surgiu na Bélgica.
Eles primeiro foram notados com o lançamento do disco de estúdio Much Against Everyone’s Advice, o segundo da carreira da banda. Desde o começo até hoje, o Soulwax acumula seis discos de estúdio, sendo que o último foi lançado em 2007, intitulado Most Of The Remixes.
Além de criar seu próprio som, os caras da banda ainda reservam um bom tempo de suas vidas para produzir covers e versões de músicas de grandes artistas, e isso com toda certeza ajuda a impulsionar ainda mais o nome do Soulwax na indústria da música.
Os veteranos do rock eletrônico, conforme eles são conhecidos, sempre conseguem colocar sua própria marca dentro das músicas de outros artistas. Aqui n’A Gambiarra mesmo nós já falamos sobre duas músicas que a banda retrabalhou.
Primeiro foi a vez deles esticarem o já incrível single Let It Happen, dos australianos do Tame Impala. A música ficou em pouco mais de 9 minutos de duração e ficou cheia de ranhuras, criando um som ainda mais hipnótico e sinuoso. Depois falamos sobre o remix que eles fizeram de Huarache Lights, do Hot Chip. É muito comum que, vez ou outra, a banda acabe ficando um pouco longe dos holofotes, mas isso vem em função de um projeto paralelo que os irmãos Dewaele possuem.
Anteriormente conhecidos como The Fucking Dewaele Brothers/The Flying Dewaele Brothers, o projeto é conhecido na cena eletrônica e bastante conceituado, sendo referência do gênero. Eles acumulam um grande número de remixes que já foram apresentados em diversos festivais.
No entanto. eles possuem apenas uma compilação oficial lançada e ela veio em 2002 com o nome de As Heard on Radio Soulwax Pt. 2. Radio Soulwax é um projeto atual que consiste em um site que faz um mix contínuo durante o dia todo, caso você deixe o player rodando. Ele conta com mixes de 24 horas com visuais similares aos usados nos sets ao vivo do 2manydjs.
Além disso, o projeto conta ainda com músicas de diferentes décadas. Depois que eles concluírem esse projeto, os irmãos garantiram que iriam começar a trabalhar no próximo álbum de estúdio.
Fonte: A Gambiarra

Em setembro do ano passado, a banda de rock Letuce – formada por Letícia Novaes e Lucas Vasconcellos – lançou seu mais novo disco de estúdio, chamado Estilhaça, cheio de sons instrumentais em músicas que formam uma viagem em nossas mentes, com riffs densos e linhas sonoras jamais feitas antes na carreira da banda.
Em termos de letras, as músicas nos levam em uma variedade grande de sentimentos, sensações, com composições ainda mais coesas. Uma das grandes faixas do disco é Muralha da China, que recentemente ganhou um clipe.
Se sonoramente a banda já tinha nos surpreendido positivamente, foi na construção do visual que a Letuce encantou ainda mais. A direção do vídeo ficou por conta de Elisa Riemer e ela nos impressiona pela capacidade de transformar um som experimental em imagem e viagem.
Elisa utiliza técnicas de animação antigas justamente para criar um efeito vintage, mesma técnica que foi aplicada à capa do disco Estilhaça. E se você está familiarizado com alguma obra cinematográfica de Georges Méliès, vai se identificar imediatamente com o clipe de Muralha da China.
A estética é bastante parecida com o filme La Voyage Dans La Lune, ou, em português, Viagem à Lua. O vídeo possui essa característica sonhadora que os filmes de Méliès contêm, e para facilitar ainda mais a assimilação das duas realidades, confira o filme abaixo (que é bem curtinho, uma característica dos filmes da época). Vale lembrar que Viagem à Lua – e a obra de Méliès – foi ainda mais popularizada com o filme A Invenção de Hugo Cabret.
Retornando ao clipe, ele contém elementos que sintetizam perfeitamente a energia do novo disco da banda, que trata de assuntos como relacionamentos (para quem não sabe, Letícia e Lucas eram casados, mas mesmo após a separação decidiram continuar com o projeto), nostalgia, astrologia, além de reflexões existenciais e muito feminismo.
Fonte: A Gambiarra

O ano passado trouxe a surpresa do lançamento de uma nova faixa do Yuck, chamada Hold Me Closer. Acontece que este é o primeiro single do próximo álbum de estúdio dos roqueiros do Reino Unido, intitulado Stranger Things.
Na última terça-feira, 12 de janeiro, a banda apresentou mais uma das 11 faixas do novo disco. Hearts In Motion é uma canção sobre como lidamos com relacionamentos e serve como outra prévia do que a banda está preparando para o próximo álbum.
A nova música mostra a banda extremamente confortável com seu som pop de garagem cheio de ganchos. Guitarras ajudam a banda a construir uma queda ligeiramente abatida, mas estimulam a experiência de manter uma perspectiva positiva, mesmo quando seu coração se parte.
De acordo com o vocalista, Max Bloom, a faixa reflete sobre como as pessoas lidam com seus relacionamentos, seus altos e baixos, e tudo mais que está diretamente ligado a eles.
"Estamos todos flutuando pelo espaço em cima de uma enorme rocha, então qual o ponto de manter um relacionamento? Todos eles estão fadados ao desastre, ou são as únicas coisas às quais deveríamos nos agarrar nesse mundo? Quem sabe!"
Em seus últimos sete anos de existência, os ingleses lançaram músicas divertidas e inventivas que faziam inúmeras referências aos contextos do rock. O novo disco de estúdio da banda chega três anos depois do lançamento do bem recebido Glow & Behold.
Hearts in Motion é uma das faixas mais grudentas da carreira da banda e sintetiza os melhores atributos do Yuck, envolvendo letras, vocais e sonoridade impecáveis para seu gênero e proposta. Stranger Things será lançado no dia 26 de fevereiro e contém 11 faixas novas, incluindo as duas já lançadas.
Confira a lista de faixas abaixo.
Fonte: A Gambiarra
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