Desde o último domingo, 6 de Dezembro, diversos artistas se uniram aos estudantes contrários à proposta de “reorganização” escolar do Governo do Estado de São Paulo e participaram da Virada Ocupação. O evento, organizado pela ONG Minha Sampa contou com shows em algumas escolas ocupadas da cidade durante dois dias. Entre eles, a cantora Pitty se apresentou na Escola Estadual Gavião Peixoto, em Perus, nesta segunda, 7. O Titã Paulo Miklos se uniu à baiana para cantar a música “Polícia”, um clássico dos Titãs que protesta contra a violência policial que, nesse caso, serviu para ilustrar o tratamento que os alunos têm recebido. A dupla também cantou “Flores”, do Titãs. Além de Pitty e Miklos, a Virada das Ocupações contou com a participação de nomes como Maria Gadú, Karina Bhur, Lucas Silveira (Fresno), Criolo, Emicida, Rael da Rima, Leo Cavalcanti, Metá Metá, Cachorro Grande, Tulipa Ruiz, Tiago Iorc, Vespas Mandarinas, entre outros. Para acompanhar as novidades sobre as ocupações acesse a página Não Feche Minha Escola, clicando aqui. Assista a um trecho de “Polícia” clicando aqui e à performance de “Flores” na íntegra logo abaixo. Fonte: TMDQA |
Quando os Beatles encerraram a sua carreira em 1970, seus fãs obviamente ficaram bastante chateados com a perda do grupo, que lançava novos discos com uma periodicidade praticamente impossível de se imaginar nos dias de hoje. Acontece que, pelo menos quem gostava do trabalho de Paul McCartney no grupo, não pôde reclamar: entre 1970 e 1973 o cara lançou nada mais, nada menos, do que 5 discos de estúdio. Um deles é Band On The Run, lançado em 07 de Dezembro de 1973 com o projeto Wings, e tido por muitos como o melhor trabalho relacionado aos Beatles junto com Plastic Ono Band, de John Lennon.
GravaçãoPaul McCartney queria gravar o disco em um lugar “exótico”, e para isso viajou até Lagos, na Nigéria, para registrar seu novo álbum nos estúdios da EMI. Acontece que pouco antes da viagem, dois integrantes do Wings deixaram a banda e Paul acabou embarcando para o país por conta própria. Ao seu lado estavam apenas a sua esposa, Linda McCartney, que gravou teclados e vocais, e Denny Laine, integrante do Wings e do Moody Blues. Como resultado, Paul ficou responsável pelo vocal, guitarra, violão, piano, teclado, percussão e bateria. Enquanto isso, Denny também tocou percussão, teclado e baixos, violão e guitarras. McCartney alugou casas próximas ao aeroporto e o estúdio, de qualidade ruim, ficava a uma hora do local. Mesmo assim, o músico decidiu seguir em frente com as gravações por lá. ProblemasOs equipamentos do estúdio não foram os únicos problemas enfrentados por Paul McCartney enquanto ele estava na Nigéria. Um dia ele e Linda, sua esposa, saíram sozinhos à noite e foram assaltados. Os ladrões, que estavam armados com facas, levaram todos os pertences do casal, bem como fitas demo e uma sacola com letras de músicas da banda. Em outra ocasião, Paul McCartney estava gravando vocais quando ficou sem ar, e foi levado para fora do estúdio por sua equipe. O calor de fora só piorou a situação e Paul acabou desmaiando, para desespero de Linda, que achou que ele estava tendo um ataque cardíaco. Na verdade o problema era pulmonar, devido ao excesso de cigarro. Por fim, a banda entrou em rota de colisão com a lenda local Fela Kuti, que acusou McCartney e sua equipe de “roubarem” música do país para o novo trabalho. O músico teria ido até o estúdio para confrontar o ex Beatle, que tocou músicas do álbum para ele e disse que ele não tinha nenhuma influência da música africana. Foram seis semanas de gravações na Nigéria e o álbum foi finalizado em Londres. CapaA capa do disco é uma história à parte. A foto foi clicada em Osterley Park, West London e traz os três músicos que gravaram o disco, Paul, Linda e Denny, além de outras personalidades, todas vestidas como prisioneiros. Estão na capa o ator Christopher Lee, o apresentador e jornalista Michael Parkinson, o ator e comediante Kenny Lynch, o também ator James Coburn, o político Clement Freud e o lutador John Conteh. Fazendo ligação com o título do disco, que traduz para algo como “banda em fuga”, a capa mostra todos eles fugindo e sendo pegos como em filmes policiais. RecepçãoO disco foi bem recebido quando foi lançado, mas o sucesso comercial se deu de forma moderada, e aumentou com o tempo. Band On The Run foi um daqueles discos que aumentou seu status à medida que as pessoas assimilaram melhor as faixas do trabalho e o tempo foi passando. Como prêmios importantes, vieram o Grammy de “Melhor Performance Vocal Pop por uma Dupla ou Banda” e o título de “Álbum do Ano” pela Rolling Stone em 1974. O disco também foi indicado a “Álbum do Ano” no Grammy de 1975 mas perdeu para Stevie Wonder, de Stevie Wonder. Boa parte do sucesso “tardio” aconteceu porque a faixa título da banda só foi lançada como o terceiro single do álbum, em Abril de 1974. Com diversas partes distintas e uma construção muito interessante, ela chamou a atenção do público para o álbum. Band On The Run foi lançado em 05 de Dezembro de 1973 nos Estados Unidos e 07 de Dezembro do mesmo ano no Reino Unido, há 42 anos. Celebre ouvindo uma das obras primas de Paul McCartney bem alto! Fonte: TMDQA |
Lançado na última segunda, o EP digital "Muito Prazer em Conhecer", do Dingo Bells, apresenta "Anéis de Saturno", "Funcionário do Mês", "Fugiu do Dia" e "Eu Vim Passear" com mixagens alternativas, que destacam alguns instrumentos e abrem mais espaço para as harmonias vocais do trio de Porto Alegre. Fonte: Rock Gaúcho |
E tem lançamento da banda britânica Coldplay! Head Full of Dreams é o sétimo trabalho de estúdio lançado pela banda e chega repleto de música boa. E falando em bom, a cantora Amy Lee, vocalista da banda Evanescence, fez um cover belíssimo da música Going to California do Led Zeppelin. Dá o play e confere o programa na íntegra. |
O vocalista e líder do The Strokes, Julian Casablancas, colaborou recentemente com a vocalista do Savages, Jehnny Beth, para juntos gravarem um cover para a faixa Boy/Girl, de Sort Sol, com colaboração de Lydia Lunch. O anúncio da parceria foi feito pelo próprio Casablancas, que apresenta o duo fazendo sua versão do hit de 1983 original da banda de punk dinamarquesa Sort Sol com a artista de New Wave norte-americana Lydia Lunch. Acaba que o resultado é mais que positivo e a música em dueto é um ótimo presente para os fãs do The Strokes e do Savages, servindo ainda como uma homenagem ao single original. Jehnny Beth disse que realmente fez muito sentido quando ela ouviu pela primeira vez, ressaltando que essa é a canção perfeita para os dois artistas. Para comparar o resultado final, confira a versão original no vídeo abaixo: Fonte: A Gambiarra |
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