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A UNIJUÍ FM recebeu a visita do GICAI, Grupo de Incentivo ao Cuidado com Animais de Ijuí, para falar sobre a situação dos animais abandonados e em emergência de Ijuí. "Nossas ações são mais focadas à questão do Poder Público", explica Alexandre Reichert, que compartilhou a visão da ONG a respeito dos serviços públicos, infraestrutura e castrações. Ele também deu sugestões ao Poder Público para que a legislação seja cumprida, castrações sejam feitas e para a melhoria dos serviços em relação aos animais e citou as bandeiras e projetos que o GICAI vem trabalhando.
Para ouvir a entrevista na íntegra, dá o play:

Previsto para o próximo dia 20, livro é resultado de conversas de Jupiter Apple, morto em dezembro de 2015, com o músico Juli Manzi
Quando a lenda se torna fato, imprime-se a lenda. A sentença está em O homem que matou o facínora (1962), faroeste clássico de John Ford, mas bem poderia referir-se a A odisseia – Memórias e devaneios de Jupiter Apple.
Com previsão de lançamento para o dia 20, o livro é resultado de conversas que o músico Juli Manzi manteve com Jupiter Apple, ou Maçã, alter ego de Flávio Basso, entre julho de 2014 e agosto de 2015. Quatro meses depois, em 21 de dezembro, o menino que queria tocar como o beatle George morreria vítima de falência múltipla dos órgãos.
Em pouco mais de 150 páginas de narração em primeira pessoa, Jupiter vai da maternidade às clínicas de reabilitação, divaga sobre suas bandas (as seminais TNT e Cascavelletes) e projetos individuais, se autoelogia horrores e filosofa sobre a vida e a morte. Tudo pincelado por fartas doses de sexo – em uma quantidade e diversidade que fariam a lenda do pornô Rocco Siffredi desejar nunca ter pisado em um set.
Claro que, como em um legítimo bate-papo, o fluxo de informação é constante, caótico, repleto de digressões e personagens e carente de cronologia – coisa que o próprio Jupiter admite lá pelas tantas:
– O Juli (Manzi) é fantástico, ele organiza o que eu digo, porque eu falo tudo fora de ordem, o que é um grande problema, mas ele transforma em soluções. Sou excêntrico, assumo, e não tem nada de errado, tá tudo certo, por sinal, graças a isso o público gosta de mim.
Em suas histórias, como também era usual, Jupiter não distingue ficção de realidade. Em alguns momentos, a fantasia chega a ser tocante (Mick Jagger e Keith Richards o teriam visitado quando bebê), em outros revela-se mais sombria (aos 13 anos, ganhou um abraço do demônio sob a escrivaninha do quarto). De uma forma ou de outra, o objetivo é o de aumentar o mito e dar um brilho extra a situações prosaicas, como uma simples caminhada pela praia.
A odisseia, portanto, acaba sendo mais uma homenagem ao personagem que foi Jupiter Apple do que um documento com tratamento jornalístico, uma biografia de fato. É uma leitura rápida, que revela um pouco do intrigante universo interno de Jupiter – universo que se torna um tanto agridoce nos trechos finais, quando os problemas com o álcool estavam avançados e o músico descobriu uma nova espiritualidade, incluindo aí tentativas de se tornar judeu e ir para Jerusalém rezar no Muro das Lamentações.
Ao final, o livro deve divertir e até arrancar algumas lágrimas de saudade de quem teve a oportunidade de conviver com a figura, mas pode ser desafiador para quem busca alguma lógica – afinal, estamos falando de Jupiter, o Apple, o Maçã. Uma lenda que vai ser sempre maior do que o fato.
A ODISSEIA – MEMÓRIAS E DEVANEIOS DE JUPITER APPLE
De Jupiter Apple com Juli Manzi
Memória, Azougue Editorial, 154 páginas, R$ 44.
TRECHO – JUPITER E O DISCO VOADOR
"Eu tava bem distraído, com uma água mineral com gás na mão, pensando na vida, nas novas canções, no single e no filme que tava fazendo, quando me dei conta de que o barquinho não era um barquinho, era um óvni. Ele começou a subir e eu tive a minha primeira sensação de abdução da vida. Passou por cima da minha cabeça e mandou alguma coisa, que não sei bem o que era, mas comecei a ficar muito tonto. Fiquei desesperado, porque sou muito cagão, como Pat Garret and Billy the Kid, mas também sou tataraneto do bravo cavaleiro romano Cecílio Basso, governador da Síria. De todo modo, saí correndo pela praia pra não ser abduzido. Eu sabia que, se entrasse naquela nave, não sairia mais, e não sou como Raul Seixas, que queria entrar numa espaçonave. Tinha quilômetros de praia pela frente até chegar na casa barroca, e eu tive que agregar todas as minhas forças pra tentar voltar. Me abriguei num crepe 24h e comprei mais duas ou três águas minerais com gás. Eram umas três ou quatro da madrugada, e o pessoal do crepe foi muito simpático, mas não falei nada com eles sobre o óvni. Tomei horrores d¿água e fiquei olhando pro céu, quando percebi que a barra tinha limpado, voltei pra casa barroca. Essa casa era duma amiga, uma black girl que transava comigo e com meu editor. Foram bons momentos, mas havia alguma turbulência. Cheguei em casa, me tranquei e era isso."
Preste atenção
Outro livro a respeito de Jupiter Apple está em vias de se tornar realidade. Essência interior – A efervescente vida & obra de Flavio Basso, dos jornalistas Cristiano Bastos e Pedro Brandt, deve ser lançado ainda este ano pela Artes & Ofícios Editora. A ideia é celebrar o legado de Jupiter, investindo em pormenores da criação e alguns de seus trabalhos emblemáticos, como A sétima efervescência (1996), Plastic soda (1999) e Uma tarde na fruteira (2008).
Por: Gustavo Brigatti
Foto: Rafael Avancini / Divulgação
Fonte: Zero Hora

Depois de algum tempo aparecendo em shows e festivais por todo o Brasil divulgando seu disco de estreia, o Carne Doce prepara agora seu novo momento: o segundo álbum do grupo goiano, Princesa.
O álbum está prestes a ser lançado, tendo inclusive a faixa Artemísia divulgada dias atrás. Na reta final da produção do novo trabalho, o Carne Doce agora divulga a arte do disco, bem como mais uma canção: Amiga.
Na nova faixa, a vocalista Salma Jô tece comentários e elogios à sua própria solidão, a tal amiga que o título da música deixa explícito. Essa ideia de brincar com sentimentos, deixá-los firmes nas músicas, é uma das marcas registradas da banda.
A melodia é leve e envolvente, criando um oposto curioso entre as notas melódicas envolventes e o contraposto da solidão que é algo pertencente a todos nós, em algum momento de nossas vidas.
Se juntarmos Amiga à Artemísia, teremos ainda uma leve ideia do tom de Princesa: uma atmosfera mais introspectiva e reflexiva. Se Amiga fala de solidão,Artemísia versa sobre o debate em relação ao aborto.
Além das reflexões, o novo disco deve então chegar com um pouco de viés político e social, com a ideia de levantar bandeiras e questionar alguns pontos firmes e de debates calorosos. Vamos esperar para ver.
Ouça amiga abaixo:
Princesa deve ser lançado nas próximas semanas de agosto e englobará o fortalecimento do Carne Doce no cenário musical brasileiro. Salma, Marcloys Aquino, João Victor Santana, Ricardo Machado e Anderson Maia têm toda força e potencial para isso.
O primeiro single já teve clipe apresentado ao público. O vídeo de Artemísia teve direção de Bruno Alves, com produção de Muto; e foi gravado em um antigo túnel (datado de 1918) na cidade de Campinas, em São Paulo. Veja a capa do novo disco abaixo, criada por Beatriz Perini; e clique aqui para rever o clipe de Artemísia.
Fonte: A Gambiarra

Peça "O Casamento Suspeitoso" será apresentada na Unijuí, em agosto.
Imagine uma família de fazendeiros que recebe a visita de uma família da capital e fica prestes a cair no “Golpe do Baú’’. O enredo é do Espetáculo Teatral “O Casamento Suspeitoso’’, que será apresentado pelo Grupo de Teatro da Unijuí. O final dessa história pode ser conferido no dia 14 de agosto, no Salão de Atos da Unijuí, às 19h30.
O espetáculo é uma adaptação da obra de Ariano Suassuna feita por Alberto Rodrigues, que leva o mesmo nome. A peça, do autor pernambucano Ariano Suassuna, o mesmo de O Auto da Compadecida, acontece originalmente no nordeste brasileiro, mas foi toda adaptada para o universo gaúcho, com figurinos, cenário, trilha sonora e expressões características que fazem de “O Casamento Suspeitoso” uma comédia irreverente e muito dinâmica.
A comédia irreverente e dinâmica tem duração de uma hora e se destina a todos os públicos. O ingresso é 1 quilo de alimento não perecível e/ou item de higiene, que serão destinados a entidades filantrópicas.
Os ingressos estão disponíveis na Coordenadoria de Marketing da Unijuí. Mais informações pelo telefone 3332-0692.
Fonte: Comunic@
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Antes mesmo das competições terem início, a UNIJUÍ FM deu o pontapé inicial para os Jogos Olímpicos do Rio 2016. Com informações e curiosidades, o professor do curso de Educação Física da UNIJUÍ, Robson Borges, fala sobre os detalhes envolvendo cada modalidade que será praticada nos jogos.
Os programetes estão indo ao ar três vezes ao dia, no período em que estarão ocorrendo as Olimpíadas do Rio. As 7h40, 16h05 e 21h10.
Confere só uma palhinha do que está indo ao ar:
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