
Depois de algum tempo aparecendo em shows e festivais por todo o Brasil divulgando seu disco de estreia, o Carne Doce prepara agora seu novo momento: o segundo álbum do grupo goiano, Princesa.
O álbum está prestes a ser lançado, tendo inclusive a faixa Artemísia divulgada dias atrás. Na reta final da produção do novo trabalho, o Carne Doce agora divulga a arte do disco, bem como mais uma canção: Amiga.
Na nova faixa, a vocalista Salma Jô tece comentários e elogios à sua própria solidão, a tal amiga que o título da música deixa explícito. Essa ideia de brincar com sentimentos, deixá-los firmes nas músicas, é uma das marcas registradas da banda.
A melodia é leve e envolvente, criando um oposto curioso entre as notas melódicas envolventes e o contraposto da solidão que é algo pertencente a todos nós, em algum momento de nossas vidas.
Se juntarmos Amiga à Artemísia, teremos ainda uma leve ideia do tom de Princesa: uma atmosfera mais introspectiva e reflexiva. Se Amiga fala de solidão,Artemísia versa sobre o debate em relação ao aborto.
Além das reflexões, o novo disco deve então chegar com um pouco de viés político e social, com a ideia de levantar bandeiras e questionar alguns pontos firmes e de debates calorosos. Vamos esperar para ver.
Ouça amiga abaixo:
Princesa deve ser lançado nas próximas semanas de agosto e englobará o fortalecimento do Carne Doce no cenário musical brasileiro. Salma, Marcloys Aquino, João Victor Santana, Ricardo Machado e Anderson Maia têm toda força e potencial para isso.
O primeiro single já teve clipe apresentado ao público. O vídeo de Artemísia teve direção de Bruno Alves, com produção de Muto; e foi gravado em um antigo túnel (datado de 1918) na cidade de Campinas, em São Paulo. Veja a capa do novo disco abaixo, criada por Beatriz Perini; e clique aqui para rever o clipe de Artemísia.
Fonte: A Gambiarra

Peça "O Casamento Suspeitoso" será apresentada na Unijuí, em agosto.
Imagine uma família de fazendeiros que recebe a visita de uma família da capital e fica prestes a cair no “Golpe do Baú’’. O enredo é do Espetáculo Teatral “O Casamento Suspeitoso’’, que será apresentado pelo Grupo de Teatro da Unijuí. O final dessa história pode ser conferido no dia 14 de agosto, no Salão de Atos da Unijuí, às 19h30.
O espetáculo é uma adaptação da obra de Ariano Suassuna feita por Alberto Rodrigues, que leva o mesmo nome. A peça, do autor pernambucano Ariano Suassuna, o mesmo de O Auto da Compadecida, acontece originalmente no nordeste brasileiro, mas foi toda adaptada para o universo gaúcho, com figurinos, cenário, trilha sonora e expressões características que fazem de “O Casamento Suspeitoso” uma comédia irreverente e muito dinâmica.
A comédia irreverente e dinâmica tem duração de uma hora e se destina a todos os públicos. O ingresso é 1 quilo de alimento não perecível e/ou item de higiene, que serão destinados a entidades filantrópicas.
Os ingressos estão disponíveis na Coordenadoria de Marketing da Unijuí. Mais informações pelo telefone 3332-0692.
Fonte: Comunic@
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Antes mesmo das competições terem início, a UNIJUÍ FM deu o pontapé inicial para os Jogos Olímpicos do Rio 2016. Com informações e curiosidades, o professor do curso de Educação Física da UNIJUÍ, Robson Borges, fala sobre os detalhes envolvendo cada modalidade que será praticada nos jogos.
Os programetes estão indo ao ar três vezes ao dia, no período em que estarão ocorrendo as Olimpíadas do Rio. As 7h40, 16h05 e 21h10.
Confere só uma palhinha do que está indo ao ar:
O assunto de hoje do Toque Literário com o professor do DHE da UNIJUÍ, Ricardo do Amaral, é a poesia de João Cabral de Melo Neto, chamado de engenheiro da poesia, e o poema “Tecendo a Manhã”. A relevância da obra do autor é vista através da quantidade de dissertações de mestrado e teses de doutorado, que analisam sua poética. O poema “Tecendo a Manhã” possui 120 palavras, sendo que sete delas é o vocabulário ‘galo’. Ficou curioso? Ouve o Toque Literário desta quinta-feira às 9h30 e às 14h30! 106.9 ou www.radio.unijui.edu.br. |
A Expo-Ijuí foi o tema do debate semanal do “O que está pegando”, promovido pelos estudantes e professores do curso de Ciências Econômicas da UNIJUÍ, que aconteceu nesta terça-feira, na Associação Comercial de Iijuí. O presidente da edição 2016, empresário Jalmar Martel, destacou que uma feira se apresenta como uma grande oportunidade de mostrar num único lugar todo o potencial de um Estado, nação, região ou município. “As feiras vivem de novidade, você não pode fazer aquilo que tu fez ano passado no ano seguinte. E todos os esforços, do Poder Público, UETI e ACI, tem que estar voltados para beneficiar o visitante e o expositor, se não for para isso aí, a feira pode não ter sucesso”, afirmou. Entre os assuntos abordados, o presidente Jalmar Martel citou outras feiras gaúchas, a cultura e a gastronomia como pontos altos da Expo-Ijuí, a gestão colaborativa da feira e a exigência de um projeto cultural bastante avançado para a Fenadi, que envolve mais de 200 apresentações em todos os setores. A satisfação dos visitantes e expositores nas últimas edições da Expo-Ijuí foi o tema explanado pelo professor Mestre em Administração, Ivo Ney Kuhn. Desde 2004 ele coordena as pesquisas, que são realizadas diretamente com os visitantes e expositores em todos os turnos e dias de feira. “A ideia é avaliar a satisfação dos expositores e visitantes, fortalecer o vinculo com o mundo empresarial, fomentar a integração entre escola e empresa e construir conhecimento na área do marketing de lugares”, explica, lembrando que algumas coisas apontadas nas pesquisas foram trabalhadas para melhor atender ao público, como o horário de funcionamento da feira, levantamento do pé direito dos prédios, serviços bancários, entre outros. Também compôs a mesa o professor da UNIJUÍ, doutor em Administração, Romualdo Kohler, que falou sobre os efeitos de eventos na economia local, a partir de três elementos que afetam o desenvolvimento de atividades: efeitos diretos, como o faturamento da própria feira; efeitos indiretos, que se dao ao longo da cadeia de bens e serviços, como a movimentação de hotéis, restaurantes, postos de combustíveis e algumas dimensões no comércio e serviços locais; e efeitos induzidos, que seria a renda gerada pelos efeitos diretos e indiretos que vão levar as pessoas a fazer atividades futuras que desencadeiam no desenvolvimento da economia local. O professor destacou os pontos negativos da feira, como os gargalos de contração da economia local, e os pontos positivos. “Pontos negativos seriam aqueles de vazamento de renda, expositores externos que levam o faturamento para fora, trabalhadores que não pertencem a economia local, shows com artistas não locais e residentes que gastam na feira e vao deixar de gastar no comercio local a curto e médio prazo. Mas temos principalmente pontos positivos na base monetária local, já que a Expo-Ijuí/Fenadi atrai um público de vários regiões, é um evento catalizador de recursos externos para o município. A feira tem um potencial de agregação de valor no local, turistas, visitantes, expositores e trabalhadores que vem gastar seus recursos aqui além dos gastos de manutenção”, explica o professor, afirmando que a feira também proporciona qualidade de vida e entretenimento à população e a exposição do município à mídia que permite no futuro retornos potenciais. Dá o play para ouvir “O que está pegando” na íntegra:
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