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Ludoteca realiza programação especial para comemorar o “Dia das Crianças”

A Ludoteca recebe constantemente escolas da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental de Santa Rosa e região, para vivenciarem momentos especiais. Durante essa semana várias escolas estão participando de uma intensa programação organizada para comemorar o Dia das Crianças, na UNIJUÍ Campus Santa Rosa.

O objetivo é proporcionar as crianças um momento de ludicidade, em um espaço diferente que não seja a sala de aula e celebrar o Dia das Crianças.

Na oportunidade estão sendo realizadas atividades de contação de história, circuito de brincadeiras como: chute ao gol, perna de pau, chinelão e cama elástica. Além de danças, piquenique e pintura de rosto.

Para a ludotecária e estudante do curso de Pedagogia da UNIJUÍ, Lisiane Catieli Mazzurana, “realizar as atividades com as crianças está sendo maravilhoso, pois elas vão além da minha expectativa, contam junto a história, conseguem interagir em todas as atividades e a melhor parte é quando pintam o rosto porque ficam realizadas.  Estou adorando, é muito bom ter crianças na UNIJUÍ”, finaliza.

A programação iniciou na sexta-feira, dia 06, e segue amanhã nos turnos da manhã e tarde, finalizando as atividades da semana do Dia das Crianças. O curso de Educação Física também teve participações nas ações desenvolvidas com as crianças.


Projeto Mediação Escolar promove Oficina de Robótica

Os alunos do 7º ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental Timbaúva, em Santa Rosa, estão participando do Projeto “Mediação Escolar”, organizado pelo curso de Direito da UNIJUÍ.

Na oportunidade foi realizada uma “Oficina de Robótica Educacional”, na manhã de hoje, dia 09, na UNIJUÍ Campus Santa Rosa, ministrada pelos professores, Mauro Fonseca Rodrigues e Ciro Reckziegel, com o acompanhamento dos extensionistas do curso de Direito.

 

As atividades desenvolvidas compreenderam a identificação e aproximação dos estudantes com sistemas computacionais, hardware e software. Foram realizadas tarefas de comunicação, sinalização e modificação de sistemas básicos de robótica educacional.

De acordo com o professor Mauro, através da plataforma de desenvolvimento Arduino, eles puderam interagir com o sistema, criando um programa de computador (software) e verificando seus efeitos práticos (hardware), no LED do kit Arduino. “Os alunos passam a perceber que mesmo com seus conhecimentos limitados, eles podem realizar experiências práticas com resultados efetivos. Aplica-se, nesse caso, a prática antes da teoria onde a realização do experimento gera a curiosidade exploratória para entender como aconteceu. Posteriormente, passa-se a modificar o experimento para ampliar a gama de conhecimento a respeito do assunto”, destacou.

A atividade integra um conjunto de ações que serão realizadas com os alunos até o final do ano, foi desenvolvida pelas professoras do curso de Direito, Fernanda Serrer, Francieli Formentini e pela estudante e bolsista do projeto de extensão "Conflitos Sociais e Direitos Humanos: Alternativas Adequadas de Tratamento e Resolução", Juliana Hermann.


Escuta: Projeto de Extensão busca atender demandas das escolas da rede estadual

Os esforços para agregar qualidade à educação desde a formação básica é função da universidade, que tem como um de seus objetivos mobilizar número significativo de docentes das licenciaturas, gestores e professores de escolas da Educação Básica e demais membros da comunidade escolar. Mas como “dar voz” aos envolvidos nesse processo?
             
                  
 
O projeto de extensão “Escola, Currículo e Conhecimento: práticas pedagógicas integradas e integradoras” pertence ao programa “Educação e formação de professores” e trabalha diretamente com os professores da rede Estadual de ensino e indiretamente com todos os alunos pertencentes a três escolas que são parceiras no projeto: Escola Estadual de Ensino Fundamental Osvaldo Aranha, Instituto Estadual de Educação Básica Guilherme Clemente Kohler e a Escola Estadual Emil Glitz.
 
Segundo a coordenadora do projeto, Julieta Ida Dallepiane, estas escolas, em função dos seus interesses e necessidades de formação, assessoria e trabalho em conjunto, planejam ações integradas com os extensionistas do projeto. “Tudo que se faz na comunidade escolar tem a ver com a formação que realizamos dentro da universidade nos cursos de licenciatura, a extensão e a pesquisa alimentam o ensino. Portanto, é do nosso interesse trabalhar conjuntamente com estas instituições, já que formamos os professores que irão atuar na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio”, frisa.
 
Desde o ano de 2015, a parceria com as escolas foi oficializada na Coordenadoria Regional de Educação. Os educandários participam de seminários e também de atividades realizadas na universidade, com temáticas relacionadas ao ensinar e aprender e na formação de professores nas áreas de conhecimento, referidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação e Diretrizes Curriculares Nacionais: Alfabetização, Ciências Humanas e Sociais, Ciências da Natureza, Matemática, Linguagens e Gestão Escolar. “Procuramos conciliar que é importante que esses professores estudem, planejem, qualifiquem-se, para ter auxílio no desenvolvimento de conceitos e conteúdos trabalhados com seus alunos, aliando às necessidades que cada escola demanda”.
 
Formação
 
As formações com os professores são realizadas a partir da escuta e assim são organizados planejamentos com cada escola. “Não impomos o que elas têm que fazer, mas sim oportunizamos o espaço de debate e estudo. Esse é o nosso objetivo maior com relação aos professores, porque as necessidades são diferentes de cada escola. Atendemos o que realmente precisa, mas com uma continuidade”. Os encontros de formação ocorrem nas escolas, universidade e comunidade.
 
Na universidade os encontros de planejamento e formação ocorrem sistematicamente junto a um grupo de pesquisa. “O projeto contribui para a formação dos estudantes para além das salas de aula. Essa possibilidade de os bolsistas viverem situações em instituições totalmente diferentes da sala de aula, e buscarem referenciais junto aos professores é uma riqueza imensa”, ressalta.
 
Conforme Julieta, nas escolas públicas existem dificuldades quando se trata da participação de todos os professores. “O trabalho em mais de uma escola, as trocas de professores, dentre outros, é um desafio para a articulação de grupos. Acreditamos que todos os alunos são capazes de aprenderem, cada um no seu tempo e é papel do professor, com a nossa assessoria, construir todas as possibilidades e entendimentos para que isto ocorra”.
 
Os participantes do projeto escrevem e publicam em eventos científicos o processo e os resultados obtidos durante as realizações dos trabalhos, nos debates, estudos na forma de resumos expandidos, artigos, capítulos de livros. “A formação é contínua, tem seus avanços, seus recuos. Precisamos trabalhar gradativamente e sistematicamente, porque os resultados não são imediatos e na educação é assim, precisamos ter paciência pedagógica e ir avançando, e isso está acontecendo”, salienta Julieta.
 
Escola Estadual de Ensino fundamental Osvaldo Aranha
 
Nos anos anteriores foram realizados trabalhos na área de alfabetização com todos os professores e também com os alunos que têm dificuldade de aprendizagem. “Desenvolvemos um trabalho com os alunos separadamente em turno inverso e tivemos resultados muito positivos. Assim, tem-se o que dizer aos pais de positivo e não apenas que o aluno não consegue aprender. Em todas as ações realizadas no Osvaldo Aranha, por exemplo, modificamos a forma de trazer os pais para a escola, os professores e equipe diretiva têm se empenhado no atendimento das famílias”.
 
Segundo Julieta, em 2017 a Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (Seduc), via 36ª Coordenadoria Regional de Educação, propôs a construção de uma proposta de alfabetização inovadora. “O Projeto está em construção, já ocorreram algumas reuniões entre os parceiros, estudos, escritas e organização de ações”, conta.
 
De acordo com o Plano Nacional de Educação 2014-2024 e Bases Curriculares Nacionais, a alfabetização inicial ocorre até o final do segundo ano do Ensino Fundamental, com todos os alunos iniciando aos quatro anos de idade na Educação Infantil. “Este é o grande desafio proposto e o Projeto de Extensão “Escola, Currículo e Conhecimento” precisa ter a continuidade nos próximos anos”.
 
Instituto Estadual de Educação Básica Guilherme Clemente Kohler
 
O projeto desenvolveu ações em conjunto com a Escola na construção do Projeto Político-Pedagógico (PPP). No Ensino Médio, modalidade Normal, que atua com a formação de professores, as ações têm continuidade com planejamento coletivo e seminários junto com o curso de Pedagogia da Unijuí, conjuntamente com estágios.
 
Escola Estadual Emil Glitz
 
A escola está reconstruindo a sua proposta curricular e solicitaram apoio dos professores extensionistas, das áreas de conhecimento do projeto de extensão, para debater com os professores os conceitos fundamentais a serem trabalhados desde os anos iniciais até o Ensino Médio. “Nossa intenção é contribuir junto à escola e professores nesta reconstrução com continuidade entre cada etapa e entre as áreas oportunizando um trabalho interdisciplinar”.
 
A 36ª Coordenadoria Regional de Educação propôs um projeto de exposições de curtas construídos pelo público escolar para todas as escolas estaduais. “Na escola Osvaldo Aranha e na Emil Glitz, com a colaboração de professores e bolsistas, estamos contribuindo com  um projeto de assessoria na construção de curtas para a compreensão da elaboração de roteiros”.
 
       

Projeto leva estudantes para trabalhar o cuidado integral à saúde na comunidade

Cultivar hábitos saudáveis nos fazem viver melhor. E alguns deles são determinantes, pois contribuem para a prevenção de doenças, são eles: a alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos.

                 

Com o objetivo de levar conhecimento e trocar experiências com a comunidade, o projeto de Extensão “Cuidado Integral à Saúde”, do Departamento de Ciências da Vida da Unijuí (DCVida),coordenado pela professora Marilei Uecker Pletsch, com a colaboração dos professores Arlete Roman, Maristela Busnello e Márcio Strassburger, desenvolve ações no município de Ijuí, relacionadas com as estratégias de educação e promoção da saúde, além da prevenção de doenças e agravos. 

Segundo a professora Arlete Regina Roman, o projeto visa estimular o diálogo de estudantes dos cursos do DCVida na rede básica de atenção à saúde, proporcionando um laboratório de vivências práticas sobre a atuação multiprofissional e interdisciplinar para a produção da saúde, contribuindo com a resolutividade dos problemas demandados para a Unidade de Saúde. 

“Os estudantes estão inseridos na rede de atenção à saúde do município, percebendo as potencialidades e fragilidades dos serviços, e, principalmente, como atuar de forma resolutiva e integral para a produção de saúde”, observa. 

Entre as atividades desenvolvidas está o grupo de caminhada. Segundo as professoras, inicialmente a atividade era apenas semanal e, com o passar do tempo, os profissionais de saúde, Agentes Comunitárias de Saúde, enfermeiras, técnicas de enfermagem, começaram a participar e se envolver mais sistematicamente, ampliando as ações. “Assim, as atividades passaram a ocorrer em três dias da semana, nas segundas, quartas e sextas-feiras, com a responsabilidade de condução pelas bolsistas do projeto, durante todo o ano, inclusive nos períodos não letivos”, conta a professora Arlete. 

Conforme Marilei, no grupo de caminhada é onde a extensão tem a maior inserção, acompanhando as atividades há dois anos. “Nos estágios, os alunos da graduação podem usufruir daquilo que a extensão já tem. As bolsistas não estão lá para fazer um preparo físico das participantes, porque isso é papel do educador físico, o que elas desenvolvem é uma atividade de entretenimento, fazendo com que cada uma se movimente dentro dos seus limites e isso é algo que qualquer profissional de saúde pode fazer”, complementa.  

 

Além da caminhada, outras ações são realizadas pelo grupo de extensão, como por exemplo a “sala de espera”, iniciada em 2014. Semanalmente são realizadas, na sala de espera da ESF 7 e a ESF 8 do Centro Social Urbano, debates sobre temas relacionados à saúde. 

Já foram discutidas a importância da vacinação contra influenza, alongamentos e atividade física, uso das plantas medicinais, uso racional de sal e açúcar, alimentação na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, dicas de como se cuidar no inverno, e sobre os malefícios do cigarro. O grupo participa também de eventos e congressos, e executa atividades dentro da própria universidade. 

Confira outras ações propostas pelo projeto: 

  • Grupo de primavera: O grupo Primavera se reúne quinzenalmente, na sede do bairro Industrial, tendo entre seus objetivos a convivência entre as participantes. Proporciona ainda momentos de discussão e aprendizagem como auto cuidado, artesanato entre outros. 
  • Criação e desenvolvimento de um círculo de cuidadores: A atividade foi desenvolvida pelo projeto em conjunto com profissionais das ESF do CSU. O círculo era voltado para cuidadores que necessitavam principalmente de um lugar para falar sobre usas angustias, privações, dificuldades e alegrias. Este grupo teve início em meados de setembro, quinzenalmente nas quintas-feiras das 15:30 ás 16:30 na sala dos agentes de saúde da UBS do CSU até dezembro de 2015 

O projeto trabalha com um viés em práticas na educação em saúde, que são executadas com os agentes comunitários na própria unidade, entre outras inserções nos municípios vizinhos. “Já desenvolvemos atividades com o grupo de diabéticos de Augusto Pestana, Ajuricaba, Pejuçara e também falamos sobre plantas medicinais”, conta Marilei. 

As extensionistas envolvidas na proposta pretendem continuar cumprindo as demandas e trabalhar com a integralidade do projeto, ampliando o número de participantes, tanto de alunos, quanto da comunidade. “Manter as atividades que realizamos e dão resultados é importantíssimo. Gastamos muita energia em querer fazer algo diferente, mas devemos consolidar o que existe, tornando isso uma ferramenta mais aprofundada”, ressalta Arlete. 

Uma das próximas ações programadas do projeto é formar grupos de combates ao tabagismo no Campus. “O Ministério da Saúde dispõe uma formação para trabalhar com essa questão e nós fizemos uma capacitação com o SESMT. Serão ações para trabalhadores, alunos e dependentes, porque sabemos que um dos maiores comportamentos modificáveis em termos de hábitos de vida é o tabagismo”, finaliza. 


Escritório Modelo da UNIJUÍ realiza atividades jurídicas no Bairro Cruzeiro do Sul


 

No dia 24 de agosto os estagiários do Escritório Modelo do campus Santa Rosa realizaram atendimento ao público, na sede do Bairro Cruzeiro do Sul, na cidade de Santa Rosa.

A atividade, realizada sob a supervisão da professora Francieli Formentini, professora do Núcleo de Prática Jurídica e coordenadora do curso de Direito do campus Santa Rosa, integra um conjunto de ações que estão sendo desenvolvidas pelo curso em parceria com a Superintendência Geral de Governança do Município de Santa Rosa e com o Projeto Municipal “Aproxima”, que visa o estreitamento das relações entre os bairros e vilas da cidade com a gestão municipal, capacitando agentes comunitários como lideranças locais.

Os estudantes efetuaram diversos atendimentos prestando consultoria jurídica nas mais diferentes áreas do direito. Também foram prestados esclarecimentos de questões jurídicas aos membros da associação do bairro, além de agendamentos para atendimentos junto ao local sede do Núcleo de Prática Jurídica.

A professora Fernanda Serrer, que conjuntamente com a coordenação do curso, vem buscando promover ações de aproximação entre o Núcleo de Prática e a comunidade local, ressalta a importância das atividades: “A participação de nossos estagiários junto às atividades do projeto municipal Aproxima é de extrema relevância para a Universidade, para o acadêmico e para a comunidade santarosense, pois concretiza o ideal da cidadania permitindo o acesso à justiça para segmentos sociais vulnerabilizados e ou excluídos, integra a Universidade com a comunidade local e permite ao acadêmico concluinte do curso novas experiências reais envolvendo o exercício profissional”, finaliza Fernanda.

O próximo atendimento do Escritório Modelo, ocorrerá no mês de setembro, na Vila Sete de Setembro, em data ainda a ser confirmada.


Projeto de Mediação é realizado na Escola Timbaúva

 

No dia 07 de agosto foi realizada a oficina "Conversando a gente se entende", na Escola Estadual de Ensino Fundamental Timbaúva, localizada no Bairro Timbaúva, em Santa Rosa, com os alunos do 7º ano.

A atividade integra um conjunto de ações que serão realizadas com os alunos até o final do ano, foi desenvolvida pelas professoras do curso de Direito, Fernanda Serrer, Francieli Formentini e pela estudante e bolsista do projeto de extensão "Conflitos Sociais e Direitos Humanos: Alternativas Adequadas de Tratamento e Resolução", Juliana Hermann.

A proposta de trabalho tem como objetivo criar mecanismos para mostrar aos jovens que eles são capazes de exercer a sua cidadania, bem como realizar a gestão dos conflitos a partir do diálogo. Além disso, promover atividades visando o desenvolvimento de habilidades voltadas à uma comunicação ativa, capaz de fomentar a geração de ações, práticas e projetos voltados à concretização dos direitos.

A coordenadora do Curso de Direito, professora Francieli, destaca que o projeto de extensão tem como um dos seus objetivos realizar atividades capazes de despertar um novo olhar sobre a gestão dos conflitos, possibilitando que os jovens assumam uma postura reflexiva e exerçam seu direito de decisão na construção de soluções, tornando-se protagonistas.


Projeto busca alternativas para solucionar conflitos

Muitos conflitos ou desentendimentos entre as pessoas acabam parando na justiça. Na maioria das vezes a solução dada pelo Judiciário não satisfaz ambas as partes envolvidas. Você já pensou em um caminho diferente para resolver este tipo de problema?

O Projeto de Extensão “Conflitos Sociais e Direitos Humanos: alternativas adequadas de tratamento e resolução” busca meios alternativos para solucionar os conflitos de maneira mais rápida que o Poder Judiciário, construindo diálogo entre as partes para que saiam satisfeitas com o acordo.

Coordenado pela professora Fabiana Fachinetto, o projeto é desenvolvido nas cidades de Ijuí, Três Passos e Santa Rosa, e conta com a colaboração dos professores Tobias Damião Corrêa, Fernanda Serrer, Francieli Formentini e Eliete Vanessa Schneider.

Em Ijuí e Três Passos as atividades do projeto são desencadeadas no Balcão de Consumidor, onde são realizados atendimentos aos consumidores que possuem problemas com telefonia, saúde, vício de produto e serviços, endividamento, entre outros problemas. O Balcão surgiu de uma parceria entre Unijuí, Ministério Público Estadual e Poder Público, por meio de convênio.

                   

Segundo Fabiana, entre as soluções possíveis estão o estabelecimento de diálogo diretamente com o fornecedor envolvido na demanda, ao qual é dada a oportunidade de prestar os esclarecimentos necessários e a composição para solução do problema. “Os consumidores vêm até nós e nossos bolsistas, estudantes do curso de Direito da Unijuí, que realizam o atendimento. Imediatamente se faz o contato com o fornecedor por telefone, narrando o problema e buscando sua solução. Em 80% dos casos a gente consegue resolver”, relata.

Conforme a professora, para os casos que não conseguem ser solucionados desta forma, é marcada uma audiência de tentativa de conciliação. “Convidamos o lojista a comparecer, e muitas vezes o resultado é positivo. Entretanto, esgotadas essas possibilidades, é fornecido ao consumidor uma declaração com a descrição de todo o atendimento e providências tomadas na busca da solução do problema, e, com esse documento, ele tem a alternativa de buscar o Judiciário, como o Juizado Especial Cível, para tentar judicialmente a resolução”. 

                             

Para atendimento no Balcão não são observados critérios de renda, porém, é necessário que o consumidor titular do produto ou serviço objeto da reclamação faça pessoalmente, ou mediante procurador e apresente documentos pessoais, nota fiscal, faturas, contratos e demais documentos que demonstrem a relação de consumo, além de números de protocolo (em caso de telefonia) e a tentativa frustrada de resolução do problema diretamente com o fornecedor. 

“O projeto é muito importante para fazer da extensão uma forma de qualificar o ensino, porque os bolsistas estão envolvidos em situações em que podem praticar o que aprendem na teoria em sala de aula. Também temos o estágio obrigatório no Balcão do Consumidor, em que os estudantes prestam atendimento, ajuízam processos junto ao Poder Judiciário, enfim, fazem a prática real da advocacia”, complementa a coordenadora. 

   
                  

"Superendividamento" do consumidor também é preocupação do Projeto

Desde o ano passado está sendo desenvolvida uma atividade com o intuito do Balcão auxiliar os consumidores superendividados, seja devido à crise, desemprego, ou porque consomem além da sua própria receita. Em maio, foi realizada, na Praça da República, uma ação voltada à educação financeira: os integrantes do projeto distribuíram folders para a comunidade. “Depois disso, muitos consumidores vieram até nós”, enfatiza Fabiana. 

No Balcão, o atendimento para estes casos acontece por meio de audiências marcadas com todos os credores conjuntamente, para que entendam a situação do consumidor e compreendam que seu caso não é único. “Realizamos uma audiência muito boa relacionada a essa situação e resolvermos montar um trabalho para o Salão do Conhecimento sobre o fato”, frisa.

Já no campus de Três Passos, ocorreu, também no mês de maio, o I Seminário de Direito do Consumidor, que contou com a presença de palestrantes sobre a temática.

Em Santa Rosa, foco é nos conflitos familiares

Em Santa Rosa o projeto apresenta um viés diferente, com enfoque nos conflitos decorrentes das relações familiares, através de um convênio instituído com o Tribunal de Justiça e Defensoria Pública.  Os atendimentos acontecem no Escritório Modelo.

Segundo Fabiana, os casos são encaminhados pelo Judiciário ao projeto, sendo que, inicialmente, o bolsista realiza uma conversa com a pessoa envolvida para tomar conhecimento do tipo de conflito vivenciado por ele, e para explicar como funciona o método da mediação. Existindo interesse por parte do usuário, se dá prosseguimento ao procedimento contatando a outra parte envolvida no conflito (autor, réu e advogado). “A oportunidade da mediação ocorre quando o processo judicial já está instaurado, porém, é um meio alternativo para tentar resolver o problema sem o juiz dar uma sentença que provavelmente vai contentar um e o outro não”.

Caso não haja um acordo, o processo volta para o Fórum e é dado a ele o seguimento normal. “Estes processos são complexos porque são pessoas que estão em um momento de raiva, que lidam não só com dinheiro, mas também com o sentimento”, enfatiza.

Confira o número de atendimentos realizados em 2017, envolvendo conflitos entre famílias e vizinhos.

                        


Consultores do Programa Redes de Cooperação participam de formação em Ijuí

Durante esta semana, é realizado, em Ijuí, formação do Programa Redes de Cooperação. Com atividades até a próxima sexta-feira no Hotel Vera Cruz, a programação engloba diversos conteúdos e metodologias de trabalho para capacitar os consultores que vão atuar no Programa na região noroeste do Estado.

Alguns dos conteúdos que estão sendo trabalhados nas atividades giram em torno de modelos de associativismo, cooperação, formação de redes de cooperação, aspectos jurídicos, gestão e inovação, entre outros temas. A formação, em nível estadual, foi organizada pela Agência de Inovação e Tecnologia da Unijuí (AGIT), sendo que, a maioria dos conteúdos desta semana, ficam a cargo do gerente, Luís Juliani.

             

De acordo com Érbio Assis Webster Andretto, Coordenador do Projeto Extensão Produtiva e Inovação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do RS, presente na formação, o Programa vem para fortalecer a economia regional. “Hoje existe o concorrer. O que antes eram concorrentes no mesmo seguimento, hoje podem ser parceiros e buscar poder de barganha para negociações, para fortalecimento do seu setor, da busca de soluções em conjunto”, avalia.

Na tarde de segunda-feira, no primeiro dia de atividades, o gerente da Coordenadoria de Marketing da Unijuí, Giancarlo Dari Bottega, realizou uma apresentação da estrutura e atuação da Unijuí aos participantes do encontro.

Sobre o programa na Unijuí

O Programa Redes de Cooperação é uma iniciativa do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT/RS), que visa promover o fortalecimento de micro, pequenas e médias empresas, fomentando a cooperação entre empresas do mesmo segmento e características semelhantes, fornecendo suporte técnico para a formação, consolidação e desenvolvimento de Redes de Cooperação. O resultado imediato é a ampliação da capacidade competitiva das empresas e o fortalecimento do desenvolvimento local e regional.

Na Unijuí ele é executado por meio de convênio com a Fundação pela Agência de Inovação e Tecnologia da Universidade (AGIT), que executa o projeto contratando consultores, disponibilizando equipe técnica e contribuindo com contrapartida estrutural ao projeto. O novo convênio do Programa Redes de Cooperação entre SDECT/RS e a Fidene/Unijuí, assinado em 2016, para execução a partir de maio/2017, disponibilizou um montante de R$ 336.480,00 para o atendimento de empresas do Corede Noroeste Colonial.

O novo convênio definiu como meta, além da formação de três novas Redes, o acompanhamento de 15 em desenvolvimento; a adição de 20 empresas àquelas existentes, por meio do trabalho de expansão e execução de 200 horas de cursos específicos, bem como a realização de uma pesquisa de avaliação de resultados em até 15 Redes em desenvolvimento e/ou estruturadas. Durante a execução dos convênios do Programa Redes de Cooperação - desde a sua primeira edição em 2000 -, a Fidene/Unijuí constituiu mais de 70 Redes, envolvendo mais de 1,3 mil empresas, nas regiões Alto Jacuí, Fronteira Noroeste, Missões, Planalto Médio e Noroeste Colonial.


Grupo de Extensão Rural visita propriedade leiteira

A equipe de Extensão Rural da UNIJUÍ realizou visita técnica, na quinta-feira, dia 25 de maio, a uma propriedade rural do interior do município de Ijuí que pratica principalmente a atividade leiteira. A visita ocorreu pelo projeto “ O DEAg da Unijuí na Rede Leite”, e contou com o apoio da EMATER de Ijuí, através do Engenheiro Agrônomo Douglas Iske.

Os bolsistas também foram acompanhados pelas professoras Luciane R. Viana e Angélica de O. Henriques, e pelo Engenheiro Agrônomo da Extensão Rural do Departamento de Estudos Agrários da UNIJUÍ, Felipe E. Oliveski.


Projeto de Extensão Física para Todos desenvolve oficinas de robótica com Escolas

O Projeto de Extensão Física para Todos, há duas décadas, vem promovendo a popularização e difusão da ciência através de exposições interativas de experimentos de Física. Com o propósito de qualificar ainda mais as ações do projeto, a equipe promove, nos meses de Maio e Junho, a atividade “Oficina de Robótica”, no Laboratório de Física da Sede Acadêmica. Para a realização do projeto foi aprovado recurso via edital nacional do Programa de Extensão Universitária (Proext), do ano de 2015, do Ministério da Educação (MEC).

              

Estão participando da oficina cerca de 90 alunos e 7 professores da rede pública de ensino, das escolas E.E.E.M. Ruy Barbosa, I.E.E. Guilherme Clemente Köehler,  E.E.E.M Antônio Padilha, E.T.E 25 de Julho, E.E.E.M São Geraldo, E,E.E. Médio Otávio Caruso Brochado da Rocha, Instituto Municipal de Ensino Assis Brasil. Os alunos da EFA também integram as atividades.

A oficina foi estruturada com as etapas de Desafio/Problema, Investigação e Montagem. Conforme a equipe do projeto, é na etapa de Investigação que se verifica o que os alunos já sabem para a construção dos protótipos e assim poder adequar o nível de complexidade do diálogo entre os participantes e a equipe do projeto.

Para integrar o conjunto de materiais interativos da exposição estão sendo selecionados os melhores protótipos, conforme critérios que envolvem conhecimentos de áreas exatas como variação de ângulo, elevação vertical e horizontal de carga, simetria, entre outros conhecimentos que envolvem a mecânica, eletrônica e programação.