Nono ano realiza pesquisa sobre o novo comportamento social em tempos de pandemia

“Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia”,  com esta citação  do escritor russo Liev Tolstói autor das  obras clássicas Guerra e Paz e Anna Karenina, a professora Rosana Silva Barros, ilustra a importância da  investigação realizada pela turma C91, nono ano da EFA, na disciplina de Pesquisa. Segundo ela, as transformações sociais só poderão efetivamente ocorrer quando houver consciência do que vivemos em nosso entorno. Conhecer o meio social onde se está inserido e o comportamento das pessoas com as quais se relaciona, possibilita construir relações de empatia e melhor convivência, enfatiza.

Para tal, a professora orientou os alunos a realizarem uma Pesquisa Descritiva, cuja intenção é de  “estudar, registrar, analisar e interpretar um problema de pesquisa sem a interferência do investigador no resultado.”  A ideia é buscar, através das entrevistas realizadas, o sentimento dos entrevistados. Pela pesquisa Descritiva, tem-se uma naturalidade própria capaz de fornecer dados e, com isso, perceber mudanças, preferências e, também do quanto há subjetividade nos grupos sociais.

Orientados a elaborar uma entrevista sobre o atual momento e de que maneira as pessoas estão se comportando, os estudantes  escolheram seu público alvo e coletaram respostas às questões sobre  o assunto. A ideia foi abranger um número sintetizado de sujeitos, a fim de se obter resultados instantâneos. A, seguir, com as respostas às perguntas, os alunos escreveram um relato apreciativo das entrevistas, vindo a fazer uma leitura de pontos, convergentes, divergentes e novas configurações. Por último, cada um /a  construiu gráficos, os quais representam uma sociedade se constituindo com outras  rotinas.

Segundo a professora Rosana, a próxima etapa agora é realizar novamente as enquetes, com fins comparativos.

Algumas das pesquisas podem ser acessadas em: https://drive.google.com/drive/folders/1QsPA4T9nxwOZdx6SWRfVcffD8jq3Vpe-?usp=sharing