Crônica B51: Estudar na EFA: uma brincadeira séria

Oi, tudo bem? Nós somos a turma B51 e vamos narrar momentos engraçados vividos na EFA. Vamos contar porque damos muitas risadas e porque é tão bom estudar nesta escola: aprendemos, brincamos, viajamos, estudamos, exploramos, descobrimos, nos divertimos e as vezes até brigamos por motivos bobos. Mas mesmo assim, com algumas briguinhas bobas ser EFA é “espetaculíssimo” e “maravilindo”! Ser EFA são tantas coisas boas que nem conseguimos descrever.

               Sendo a EFA um lugar de estudos, pensamos que basicamente vivemos a vida para estudar, poxa! E... depois de adulto queremos voltar a ser crianças, porque a vida de criança é maravilhosa. Adulto complica a vida! A melhor parte de ser criança é estudar nesta escola maravilhosa, nela há muitas pessoas que nos ajudam a crescer em conhecimento, ensinando conteúdos e valores para vida. Porém, não estamos aqui para falar de matemática e de outras matérias, mas sim para contar os momentos que nos fizeram rir.

               No início do ano leitivo de 2020 tivemos uma festa de carnaval, a  Any conta que chorou de tanto rir quando a professora fez trenzinho e aquela “danada”,  correu muito rápido.  Há tantas situações felizes e engraçadas para compartilhar. Nosso colega Henry, nos lembrou da viagem de estudos de 2019, ele contou a seguinte situação: “Era noite e estávamos retornando da viagem, o ônibus estava praticamente todo escuro, havia poucas luzes ligadas e estas eram de cor azul. Henry e alguns colegas levantaram do banco  e começaram a dançar como “doidos” o que chamaram de “A dança da mucréia doida”.

               Vejam bem, ser estudante na EFA é também ser criativo para dar nomes as danças que inventamos, é chorar de rir por algo simples, mas que nos alegra pelo fato de poder viver tudo isso e nos desenvolver ativamente de forma orientada, interessada e séria. Sim, séria também! Porque quando é necessário temos conversas bem importantes com nosso professores e professoras.  Mas aqui queremos mesmo é seguir contanto situações engraçadas, quer saber mais sobre isso? Então siga lendo!

Adoramos festas e em uma delas, a mãe do Cassius Clainton comprou uma caixa de picolé de abacaxi para dividir com os colegas e surpreendentemente quando Cassius Clainton, Henry e Zé das Pitangas abriram a caixa de isopor onde estavam os picolés, pasmem!!!! Eles estavam todos derretidos. Adeus picolés de abacaxi! Pensem no nossa tristeza, ficamos sem picolés naquele dia! Mas acabamos improvisando um delicioso suco bem doce de abacaxi, porque somos muito espertos!

Histórias engraçadas com animais? Temos! Robotink diz ter achado engraçado o dia em que descobriram a familia de lagartos. Deram nomes a cada um dos lagartos e lembra que um dos lagartos se chamava Bob Marley,  isso aconteceu em 2019. Sabina também lembra dos lagartos, conta que em um dos recreios apareceu os tais  lagartos e algumas pessoas da turma saíram correndo de medo e outras ficaram correndo atrás do lagarto. Meus pesâmes Bob Marley e Tuga!

Viagens de estudos? Sim, com certeza! Todos os anos temos viagens de estudos e adoramos sair para passear e para aprender. Nestas viagens acontecem situações bem divertidas e que nos fazer rir toda vez que contamos a alguém. Jõao Hamburgão conta que estavam tomando banho em uma sanga e apreceu um sapo, alguns colegas começaram a correr para fugir do sapo. Jõao Hamburgão estava de chinelo porque haviam pedras e não queria machucar seus pés, afirma que acabou perdendo um dos chinelos e rindo diz que até hoje guarda o chinelo que sobrou. 

E também tem histórias com aranhas, Alan Walker lembra que no 2º Ano do  E.F fizeram uma viagem para o Jardim das Esculturas, quando chegaram no topo da escultura mais alta (quase numa montanha), estavam se organizando para tirar uma foto, neste momento uma tarântula saiu de um buraco e quase o picou e, então, todos os colegas ficaram tentando matar a aranha. A profe ficou com medo e afastou todos nós de lá. Em seguida, tiramos mais uma foto e todos saíram de lá correndo. Sina relata a mesma história e afirma que “todo ano temos uma viagem de estudos, então em 2017 nós tínhamos ido ao Jardim das Esculturas, fizemos uma trilha, e durante toda a trilha tinham várias esculturas, paramos para tirar foto na maior escultura do jardim, então tinha um buraco no apoio da escultura, só que o nosso colega Alan Walker  não havia descido do apoio e quando ele pulou saiu uma aranha muito grande, tipo a que a Billie Eilish colocou na boca dela.

Darth Abacaxi lembra mais uma históra envolvendo aranhas, conta que estavam na pracinha nova, quando de repente, do nada, apareceu uma Tarântula, ficou parada aparentemente calma pensando: “essa aranha com certeza vai virar um monstro espacial e acabar com o planeta, mas já tô acostumada a ver aranhas por aqui, não deve ser nada”. Foi o maior escândalo, até outras turmas vieram ver o que estava acontecendo, alguns saíram correndo ou subiram para o ponto mais alto, já outros pegaram um galho e ficaram cutucando a pobre da Tarântula, nem sei o que aconteceu depois disso pois tinha acabado o recreio. Pobre aranha, só queria brincar na pracinha.

Catarina conta que no ano de 2019  foram fazer um passeio na  casa da colega Any e tiveram que passar pôr umas vacas e os meninos de repente ficaram com cara de quem viu fantasma só por que as vacas estavam fazendo muuuuu. Mas há quem diga que as meninas também ficaram com cara de assustadas, afinal todo cuidado é pouco quando estamos dividindo o espaço com animais. Todos ficaram muuuuuuito assustados!

Para Star Kitty o momento engraçado foi quando estavam no 3º Ano do E.F, foi na noite artística, “nosso tema foi sobre o sistema solar, o tecido da nossa roupa era muito ruim e antes da apresentação já começou a rasgar. Na hora de dançar nós não podiamos fazer movimentos muito amplos, senão iriamos ficar sem roupa no palco”.  Bom, pelo menos não nos desgastamos muito...

Rerri Poti lembra que era um dia lindo, estava no 1º Ano do E.F. e seus pais falaram que aquele era o dia da fantasia na escola, mas ele não acreditou e não vestiu fantasia antes de sair de casa. “Fomos para escola e quando cheguei na sala de aula vi que todos estavam de fantasias. Então minha mãe perguntou se eu queria vestir uma fantasia, respondi que sim, porém não sabia que teria que me trocar dentro do carro! Mas fiz mesmo assim e quando estava dentro do carro me trocando, passou um tio e ele acabou me vendo sem camisa”. Eu morri de vergonha!

Beatrice  achou inusitado o fato de um colega subir em uma árvore para assistir a aula on-line que tivemos durante o período de quarentena em 2020. Então,... a sombra da figueira ou literalmente em cima dela também se aprende. Mas prestem atenção nessa história, o que foi aquela fantasia do professor de Educação Física? Estava perfeita, o próprio Chapeleiro Maluco, ele incorporou mesmo o personagem. Sofya diz que estava muito engraçado, o chapéu, a peruca, a maquiagem...  foi mesmo uma aula divetida! É o que podemos chamar de uma brincadeira séria, concordam?

E vocês sabem que quando a gente é forte não é qualquer tombo que nos derruba, esse foi o caso do Vitor Júnior que deslizou pelas escadas da EFA e sem pestanejar disse: “Tô bem"!. Será que estava mesmo? Bem,... isso não importa, temos que manter a postura sempre, não é mesmo?! Mas seguindo nossa prosa e, antes de chegar numa história de Natal, o Artur conta aos risos que: “na sala de aula todo mundo estava escutando a professora falar sobre uma matéria quando um colega fez um som de “pum” com a boca e toda a turma começou a rir bastante”. Entendem o que é rir bastante? Pois... foi mais do que isso que está pensado, com certeza! Está bem... talvez não tenha sido com a boca!

E quando chega o Natal tudo fica tão lindo! Luzes na cidade e em nossos corações, tudo com cor de esperança e de renovação. As celebrações na EFA são mágicas, numa delas, Joalin e os seus colegas estavam esperando para entrar e fazer uma apresentação, antes de entrar no palco a professora falou que ligaria aos pais informando quem ficou de recuperação. “Ficamos nervosos e depois que nos apresentamos eu fui perguntar para os meus pais se eles haviam recebido alguma ligação e eles disseram que não. Fiquei tão aliviada que dormi tão bem naquela noite”. Não ficando em recuperação, o alívio foi recuperado!

Logo após as celebrações de Natal é muito comum as atividades escolares serem encerradas e a esperada férias passa a ser realidade. São momentos de fechar ciclos e, tão logo, o novo ano inícia, novos ciclos vem com ele. Assim, também encerramos nossa homenagem aos 52 Anos da EFA, querendo viver mais histórias engraçadas, e compor a cada dia, a cada aula, a cada nova experiência esta brincadeira séria que é ser EFA. A EFA está em nós, assim como nós estamos na EFA, não pode haver um sem o outro e esta relação nos faz feliz. Por isso, desejamos seguir contanto histórias, sabe por quê? Porque uma história puxa a outra, que puxa outra, outra... outra...outra...