O dia 07 de abril, marcado como o Dia de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, foi vivenciado com intensas reflexões no Centro de Educação Básica Francisco de Assis (EFA). Através de uma programação que envolveu desde os Anos Iniciais até o Ensino Médio, a instituição reafirmou seu papel na construção de um ambiente escolar seguro, pautado pela empatia e pelo diálogo.
Pela manhã, encaminhados pela orientação pedagógica, os estudantes dos Anos Finais e Ensino Médio receberam a advogada e mestranda em Direitos Humanos, Talita Rosa, para um diálogo essencial sobre as implicações jurídicas e sociais da violência escolar. O encontro utilizou o cinema como ferramenta pedagógica por meio da exibição do curta-metragem “Reprovados: a brincadeira continua sem graça”. A obra serviu de base para problematizar práticas cotidianas que ferem a dignidade humana, transformando a sessão em um espaço de escuta e construção coletiva de sentidos.
Essa ação integra o projeto “Cinema e Direitos Humanos”, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) da Unijuí. A iniciativa fortalece a integração entre escola e universidade, utilizando a extensão como um instrumento direto de transformação social. Para Talita, o encontro foi extremamente enriquecedor: "Os estudantes demonstraram-se atentos, participativos e abertos à reflexão, reforçando que o diálogo é o melhor caminho para ambientes mais respeitosos", destacou.
Conscientização desde a infância
Dando continuidade às atividades no turno da tarde, as turmas dos Anos Iniciais participaram de uma palestra educativa conduzida pela orientadora pedagógica Maiara Krupp Brendler. Com uma abordagem lúdica e acessível, a atividade buscou plantar as sementes da empatia e do respeito mútuo desde cedo, preparando as crianças para identificarem e combaterem comportamentos excludentes.
A realização dessas atividades em uma data tão simbólica reforça o compromisso contínuo da EFA com a formação integral de seus sujeitos. Ao unir cultura, direito e pedagogia, a escola demonstra que o combate ao bullying não se faz apenas com regras, mas com a promoção ativa da dignidade em todos os espaços de convivência.
Empatia se aprende cedo. Respeito se vive sempre.









