A banda californiana de punk rock Green Day está preparando o lançamento do documentário "Heart Like A Hand Grenade", que mostrará o processo de composição e gravação de seu mais famoso álbum, "American Idiot", lançado em setembro de 2004. O filme foi gravado e dirigido entre 2003 e 2004, por John Roecker, que passou nove meses com o trio. Em 2009, chegou a ter exibição única para 400 pessoas em Hollywood. Não se sabe se nesses 6 anos houveram alterações na versão final, atrasada por questões contratuais. A previsão é de que o longa comece a ser exibido em cinemas americanos no dia 15 de outubro.
Na última segunda-feira, 21 de setembro, um trailer oficial foi divulgado através do site da Rolling Stone, e você pode conferir clicando aqui. Para mais informações, acesse greenday.com/heartlikeahandgrenade.
Fonte: Bota Pra Tocar |
O músico e compositor paulista Arnaldo Antunes lançou na última sexta-feira, 18 de setembro, seu novo álbum de inéditas, intitulado "Já é", e disponibilizou o trabalho completo para audição gratuita. Com 15 faixas em sua tracklist, o registro contou com produção de Kassin e traz participação especial de Marisa Monte. Entre as faixas, Arnaldo conta com músicos como Carlinhos Brown, Davi Moraes, Marcelo Jeneci, Dadi Carvalho (Novos Baianos), Jaques Morelenbaum, Pedro Sá, Domenico Lancellotti, Cezar Mendes, Stephane San Juan e Zé Miguel Wisnik.
Sucessor de "Disco", lançado em 2013, esse é o décimo sétimo álbum solo de estúdio do artista. O trabalho saiu pela Rosa Celeste Empreendimentos Artísticos, sob licença da Sony Music, e se encontra disponível para compra digital através do iTunes.
Ouça abaixo "Já é" na íntegra:
Fonte: Bota Pra Tocar |
Dona de uma voz doce e tratando de temas cotidianos com composições inspiradas, Sara Alves Braga, ou melhor, Sara Não Tem Nome, se expressa de maneira muito espirituosa e com uma autencidade sem esforço, características contemporâneas que a colocam como uma artista a se acompanhar de perto os próximos passos. A jovem mineira está a poucos dias de estrear seu primeiro álbum, Ômega III, com músicas que vem compondo desde os 15 anos. A juventude de seu trabalho é refletida em ambas as faixas carregadas em intensidade e questionamentos lançadas pelo Red Bull Station, onde o disco foi gravado no começo deste ano. O talento que veio cedo não se limitou à música como forma de expressão: em seu site, a artista divulga fotografias, videoartes, ilustrações e outras obras que compõem uma imagem bastante completa da arte de Sara. Da curiosidade gerada pelo nome, encontramos com grata surpresa uma artista que propõe um olhar reflexivo e maduro sobre uma fase complicada, mas sem deixar de ser palatável, ponto de vista que pode lhe dar bom espaço entre o público da mesma idade e além. Fonte: Monkeybuzz |
Gudicarmas é uma banda que dialoga com as nossas raízes e faz carinho na base da nossa formação musical. Não importam as suas preferências atuais ou o que você ouvia na sua infância ou adolescência por influência de um amigo ou outro. Consciente ou inconscientemente, todos crescemos afetados por uma mistura louca de ritmos brasileiros e outros emprestados de fora. Esta banda pernambucana consegue trazer tudo isto à tona numa carcaça absurdamente atual. O que salta aos ouvidos neste som é o pulso da música. Mais do que elementos ou estilos específicos que podem ser pincelados em um ou outro som, o poder da sincronia entre voz, instrumentos, letra e a finalização de tudo isso (co-produção assinada por Diogo Guedes e masterização de Bruno Giorgi) é o que fica de cada uma das canções do recém-lançado primeiro disco Dharma. Pegue por exemplo a influência do baião na faixa Eu, Ela e o Mar. É o tipo de informação que se vista antes do play, te condiciona a esperar algo completamente diferente do encontrado. O estilo está lá, mas inserido organicamente no som dos caras (Felipe Sitonio, Mateus Guedes, Otávio Carvalheira, Pedro “Paca” Valença e Rafael Cunha) e fica em segundo plano, deixando lugar para que o vocal potente, as letras inteligentes e bem trabalhadas e a produção bem contemporânea se sobressaiam e se transformem em gingado e personalidade. Ávido, faixa que abre o disco, talvez seja o melhor cartão de visitas. Apresenta bem de leve a mistura de referências que encontraremos no restante do trabalho, mas sem assustar. No lugar, mostra uma maturidade interessante, sem nenhuma cara de primeiro álbum e destaca um tato raro com as palavras, uma melodia empolgante e ainda pra quem gosta de encaixar tudo que ouve em bloquinhos, já os insere ao lado de nomes que adoramos como Rua e Nação Zumbi. Fonte: Monkeybuzz |
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