Acesse o blog e confira as informações do projeto “Ações Sustentáveis nas Escolas: O Rádio como Ferramenta de Educação Ambiental”. Pensando na qualidade de vida e na disseminação de ações em prol do meio ambiente, a Rádio UNIJUÍ FM levou o rádio para a sala de aula através do projeto “Ações Sustentáveis nas Escolas: O Rádio como Ferramenta de Educação Ambiental”. E para registrar o envolvimento de dois mil alunos do Ensino Fundamental de 13 escolas de Ijuí, criou o blog: www.acoessustentaveisnasescolas.blogspot.com.br No endereço estão registradas todas as etapas do projeto que teve início em março, com a visitação e apresentação do projeto à Secretaria Municipal de Educação, Coordenadoria Regional de Educação, E.M.F. Joaquim Nabuco, E.M.F. Dr. Ruy Ramos, E.M.F. Anita Garibaldi, E.M.F. Soares de Barros, IMEAB, Colégio Sagrado Coração de Jesus, Escola Adventista, Centro de Educação Básica Francisco de Assis (EFA), E.E.E.F. Ijuí, E.E.E.F. Rui Barbosa, E.E.E.M. São Geraldo, E.E.E.F. Carlos Zimpel e E.E.E.M. Guilherme Clemente Koehler. Além de usar o rádio como alternativa para contribuir na educação de crianças e jovens, o blog também é uma importante ferramenta para divulgação do projeto, conforme explica a coordenadora pedagógica da UNIJUÍ FM, Carine Da Pieve. “Os alunos ouviam dicas ambientais na rádio e aplicavam no dia a dia com o auxílio dos professores. O encantamento que o rádio proporcionou aos alunos, os locutores chamando as turminhas ao vivo e as contribuições que conseguimos dar às escolas em se tratando de sugestões de atividades foram diferenciais deste projeto”, explica. Todas as etapas do projeto estão registradas no blog: reuniões, semana de audições do rádio, visitas, entrevistas, áudios e fotos. “O projeto investiu em recursos multimídias para auxiliar na promoção da educação do pré ao 9º anos. Registros em vídeo, fotos, gravações de áudio, entradas ao vivo na programação, tudo compilado no blog. A escola é o local mais propício ao desenvolvimento da prática e da conscientização ambiental e o resultado foram alunos com conteúdos ambientais na ponta da língua e que puderam experimentar a comunicação, ouvindo o rádio e falando no microfone”, avalia a coordenadora. Após a audição dos conteúdos ambientais ao vivo na programação da UNIJUÍ FM, os professores coordenaram uma série de atividades: realização de pesquisas e debates com os pais, produção de maquetes com material reciclável retratando ambientes sujos e limpos, produção de cartazes e painéis com informações sobre as temáticas trabalhadas, criação de brinquedos com materiais recicláveis, confecção de personagens lúdicos a partir de materiais recicláveis, produção de aventais, almofadas, saias e porta-lixos para o carro usando como matéria-prima o pano do guarda-chuva, elaboração de receitas sustentáveis com cascas de frutas e alimentos naturais, plantio de árvores no pátio da escola, produção de papel reciclado para a confecção de capas de agenda e cadernos, pintura de telas, construção de hortas, visita a associações de catadores e fábrica de reaproveitamento de vidros para artesanato, entre outras. O projeto foi um dos dez aprovados em seleção pública de 2015 da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Conselho Municipal de Energia e Meio Ambiente. A partir de outubro a UNIJUÍ FM começa a organizar o cronograma de ações para o próximo ano a partir da escolha dos temas ambientais em conjunto com as escolas. |
O Brooklyn foi um ótimo lugar para se viver antes dos hipsters chegarem e encherem o bairro de lojinhas de cervejas e donuts artesanais; isso para citar um pequeno exemplo. E para mostrar todo o impacto que a invasão hipster causou no local, uma série de fotos foi feita com o antes e o depois de alguns pontos conhecidos. A série foi criada pela fotógrafa Kristy Chatelain, e ela nos leva de volta ao passado na série Brooklyn Changing. A invasão hipster no BrooklynA fotógrafa se mudou para o Brooklyn em 2006 e então se apaixonou pelo estilo das ruas e do bairro, Greenpoint. Apesar de ter criado um vínculo com o antigo estilo de vida do local, ela sabia que a mudança estava a caminho e que inevitavelmente ela aconteceria em algum momento. Por isso ela começou a documentar os seus locais favoritos em Greenpoint e o bairro vizinho, Williamsburg, para ver quanto tempo eles iriam durar. Ela costumava vagar pelas ruas com sua câmera registrando fachadas de edifícios e portas de alguns prédios. Muitas das bodegas fechadas acabaram sendo substituídas por lojas de café. Lojas que já foram casas de famílias hoje servem coquetéis a 18 dólares feitos por um barman que usa gelo artesanal. Sempre que ela percebia que um local estava diferente, registrava com sua câmera. Alguns foram totalmente refeitos, isso em questão de meses, sendo outros transformados ao longo dos anos. Houve casos em que ela não conseguiu reconhecer alguns dos locais que ela fotografou. Apesar disso, ela entende a situação. “Eu vejo isso como parte do ciclo de mudanças que é Nova York. É muito triste que os residentes de longa data tenham de assistir seu bairro se tornar irreconhecível.” Por fim, Kristy acabou deixando o bairro. Ela teve um bebê e se mudou para Bay Ridge em 2001, onde os apartamentos são mais espaçosos e acessíveis. Mas ela sente falta do antigo local. “Eu sinto falta da surpresa de encontrar algo inesperado e viver perto de uma zona em constante evolução de expressão artística e de mudança. Eu não me sinto assim em Bay Ridge dirigindo para um shopping. Agora eu nunca encontro nada de interessante nas ruas, a não ser os gramados bem cuidados.” O ensaio completo pode ser visto através deste site. Fonte: A Gambiarra |
Nina, a cinebiografia muito aguardada e bastante atrasada sobre Nina Simone e estrelada por Zoe Saldana no papel principal, chegará aos cinemas norte-americanos em dezembro. Os diretos do filme foram adquiridos pela RLJ Entertainment, de acordo com informações da Entertainment Weekly. “Nina”: homenagem ao íconeEscrito e dirigido por Cynthia Mort, o filme narra as dificuldades de Nina Simone em equilibrar seu ativismo social com sua carreira musical, que inclui ainda 15 indicações ao Grammy e canções lendárias como Feeling Good e My Baby Just Cares For Me. Nina também toca no isolamento que a cantora sentiu ao morar sozinha na França, onde ela conheceu seu assistente Clifton Henderson, vivido por David Oyelowo. Robert L. Johnson, presidente da RLJE mostrou todo seu entusiasmo com o filme biográfico e sua ligação com a icônica cantora. "Eu tive o privilégio especial no início de minha carreira de trabalhar com Nina Simone enquanto coordenava uma performance para o ex-delegado Walter E. Fauntroy e sabendo em primeira mão de sua grande contribuição para a alma e emoção no movimento dos direitos civis. Sua história e legado serão disponibilizados através de várias plataformas de mídia nos próximos meses." AtrasosNina tem sofrido inúmeros atrasos nos últimos anos. A cantora e atriz Mary J. Blige previamente tinha assinado contrato para estrelar como a cantora em 2010, mas os conflitos entre agentes forçou um atraso. Saldana foi trazida para o projeto em 2012, mas enfrentou sérias críticas em função de sua inexperiência e falta de semelhança. A atriz respondeu às críticas. "O que me mantém focada e que me impede de ficar estressada de ser ferida pelos comentários é que eu estou fazendo isso para as minhas irmãs, eu estou fazendo isso para os meus irmãos e eu não me importo com quem me diz que eu não sou isto e não sou aquilo. Eu sei quem eu sou, e eu sei o que Nina Simone significa para mim." A diretora Cynthia Mort abriu um processo contra a produtora do filme, Ealing Studios Enterprises Limited, em 2014, alegando que a empresa tinha violado os termos de seu contrato como diretora. A filha de Nina, Lisa Kelly Simone, criticou o filme em uma entrevista, apesar de ter trabalhado no aclamado documentário da Netflix, What Happened, Miss Simone? Fonte: A Gambiarra |
A linguagem de emojis é um retrato do nosso tempo em diversas maneiras, assim como o consumo de música unido à visualidade (não importa apenas o produto audível, mas também a imagem por trás – ou à frente – do som). E isso fica mais evidente no projeto Music Emojis, do artista carioca Bruno Leo Ribeiro. O que ele faz é retratar os músicos através da estética dos emojis e o resultado é, além de conceitual, muito divertido. Ele publica as imagens no Tumblr, tendo começado em 27 de agosto. Sendo assim, é bem capaz que a série tenha muito fôlego pela frente ainda. Veja algumas de suas criações: Fonte: Música Pavê |
O BaianaSystem, de Salvador, conseguiu emplacar a faixa “Playsom” na trilha sonora do game de futebol FIFA 16. Eles serão os únicos brasileiros dentro de um repertório que inclui 45 artistas de todo o mundo. A banda figura na mesma lista que conta com nomes bem conhecidos como Disclosure, Icona Pop e Years & Years. Além disso, várias faixas inéditas estrearão no game. É o caso dos grupos Bastille, Zibra, Tiggs Da Author e Skylar Grey feat. X. Ambassadors. Como bem declarou Steve Schnur, Executivo de Música e Marketing da Electronic Arts em nota à imprensa, “FIFA tem sido a principal vitrine internacional nos games para novos artistas de todos os gêneros. FIFA 16 representa a música globalizada que reflete os fãs que temos ao redor do mundo”. Foi justamente essa constatação que fez brilhar os olhos do vocalista e compositor da faixa, Russo Passapusso, ao receber a notícia na tarde da última quinta (10). “A gente estava querendo, com essa música, desenvolver uma linguagem simples, fácil, e que pudesse ser espalhada e entendida pelas novas gerações, pela criança, pelo pivete das periferias. Aí ficamos pensando que seria perfeito se viesse no videogame”, conta ele. “Não só porque nós jogamos, mas porque o game representa boa parte da minha comunicação com esse público, com meus sobrinhos, com a galera que eu conheço, as crianças que me amarro. É tudo em torno do videogame”. Na perspectiva do Russo, um game com o poderoso alcance do FIFA é o melhor canal para transmitir mensagens de conscientização direcionadas a um público-alvo que é o mesmo do produto. “Eu quero passar para o pivete um lance legal sem precisar falar nem de buceta, nem das novinhas, disso ou daquilo”, cutuca. O vocalista Russo Passapusso em ação. Foto via Facebook. “Não estamos mais nos comunicando com a galera só pelas redes sociais da internet, mas pelo videogame”, diz o compositor. Segundo Russo, quando está jogando online, ele tromba e faz contato com um pessoal que conhece a banda: “Foi aí que eu comecei a entender que isso também é uma rede social”. Outro ponto positivo para o Baiana System é que eles fazem um tipo de música nada caricato para uma banda egressa da Bahia, e mesmo assim, foram selecionados pelos curadores. “Eu enxergo essa escolha como um grande reconhecimento. Eles ouviram nosso som sem preconceitos, sem buscar os paradigmas, os estereótipos da música. Eles não estavam com Chiclete com Banana, nada disso impregnado na cabeça, e é o que geralmente acontece quando se pensa em música da Bahia. Vem toda aquela carga de uma indústria cultural duvidosa, aquele estigma apelativo, caricato”, reflete. Russo conta que pensou muito na métrica e simplicidade das cantigas infantis, que são de apelo universal, na hora de compor a letra e a melodia de “Playsom”. Isso indica que, desde o início, a ideia consistia em alcançar o formato de uma obra plural, de natural absorção. “Quando fomos produzir a música, ao invés de fechar os conceitos em reggae, samba, ou qualquer outra coisa, resolvemos interpretá-la de três formas diferentes, justamente para mostrar que o experimentalismo é o mais importante, e não os estereótipos”, conclui. FIFA 16 será lançado no dia 22 de setembro para PC, PS3, PlayStation 4, Xbox One e Xbox 360. Siga o BaianaSystem nas redes: Facebook | Twitter | YouTube | Instagram |
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