
A banda gaúcha Wannabe Jalva, que tem em seu currículo belíssimos trabalhos em áudio e vídeo, todos em Inglês, agora estreia em nossa língua.
Para celebrar a primeira canção em Português, os caras lançaram “Mareá”, single que tem participação de Curumin e pode ser ouvido no lyric video abaixo.
O vídeo foi dirigido por Berro Motion e Wannabe Jalva, e as partes de Motion/Arte/Finalização/Produção são todas da Berro Motion.
Fonte: Tenho mais discos que amigos
Assim definiu o evento de divulgação científica anual da Unijuí, a Vice-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Universidade, Evelise Berlezi, no debate "O que está pegando" desta semana. Na sétima edição do debate “O que está pegando?!”, realizado nesta terça-feira, o tema foi Salão do Conhecimento. Debateram sobre o tema:Evelise Berlezi, Vice-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão; Ester Hauser e Daniel Cenci, professores do Departamento de Ciências Jurídicas e Sociais. O professor Dilson Trennepohl, do curso de Ciências Econômicas, foi o mediador. No debate, os participantes destacaram a importância do evento, da vida acadêmica e futuro profissional de alunos da graduação, pós-graduação e mestrado. Além da importância para a comunidade, por tratar de assuntos voltados às necessidades da região. A professora Evelise Berlezi definiu o Salão do Conhecimento como sendo "uma sala de aula ampliada", que possibilita o diálogo entre as diferentes áreas: "É um espaço criado para que as áreas se olhem, dialoguem, socializem o que estão produzindo, mas possibilite construir novos saberem e desafiar-se para inovação’’, comenta. Para destacar a conexão de discussões produzidas dentro do Salão do Conhecimento, o professor Daniel Cenci comentou sobre os assuntos de interesse geral serem discutidos dentro da universidade: "É um pensar Global e um agir Local", salientou. Já a professora Ester Hauser, integrante do Comitê de Extensão da Universidade, destacou os espaços produzidos dentro do evento para os trabalhos de extensão que possibilitam interação com o universo da comunidade. "A Unijuí, em toda a sua trajetória histórica, tem um compromisso muito grande com as ações de extensão’’, comenta a professora, que lembra que o Salão do Conhecimento é um espaço importante de divulgação dessas ações. Confira na íntegra o debate
|

Divulgando o seu mais recente disco, Era Domingo, Zeca Baleiro apresentou o clipe animado para a faixa que dá título ao álbum.
A produção abraça uma obra lúdica criada pelo próprio cantor depois de um caso de insônia que lhe acometeu em Fortaleza, no Ceará.
A produção teve roteiro feito pelo Zeca, baseando-se em uma história pensada por ele depois de uma grande crise de insônia. Isso foi o estopim para a criatividade que permitiu que ele fizesse toda a história.
Era Domingo conta de forma lúdica e um pouco fantástica todo o processo criativo da composição, um dos destaques do último álbum lançado por Zeca.
Como resultado, o clipe aposta em três momentos, ou três tempos, como o próprio cantor afirmou em entrevista à Rolling Stone Brasil, que lançou ontem com exclusividade o vídeo da canção.
Estes três tempos contam histórias diferentes baseadas no tempo real, no tempo da memória e no tempo dos sonhos. Zeca explicou melhor cada uma delas:
"Pensamos no roteiro em três tempos. […] O tempo real (a madrugada de insônia), o tempo da memória (em que o nosso herói revive algumas de suas paixões) e o tempo dos sonhos (imagens oníricas, delirantes, surreais). Tudo para contar uma história de amor, solidão e esperança."
A direção de arte do vídeo ficou por conta de Marcos Faria e Danilo Packer. Marcos também falou sobre o processo de concepção do clipe:
"Pesquisamos muita coisa e chegamos à conclusão de que o ideal seria realizar um clipe com técnicas de animação 2D. Brincamos com várias referências cinematográficas e muita imaginação. O néctar deste projeto, além de criar junto a Zeca o roteiro e dar vida a ele, é a total liberdade criativa que tem nos guiado e levado a mundos deliciosos."
Veja o vídeo abaixo:
Fonte: Tenho mais discos que amigos

Sempre ritmo de transformação, a Ceano acaba de lançar seu segundo álbum.
Intitulado Índice, o disco fala sobre a vida comum e medíocre que a modernidade nos oferece disfarçada de felicidade, e a necessidade de liberdade e de explorar o desconhecido, no formato de um “Índice” cujos capítulos, através de uma viagem, podem ser desbravados e revisitados em seu próprio ritmo.
As melodias da banda de Campinas vão do simples ao complexo de acordo com o estado de espírito dos integrantes, assim como o movimento das ondas do mar que inspiraram o nome da banda.
O vocalista, André Vinco, sempre foi apaixonado pelas águas salgadas e suas cores, em especial aquele azul mais clarinho, ciano. Da alusão entre oceano e a cor ciano sabemos o que deu. Além de André Vinco, na guitarra e voz, a Ceano conta com Leonardo Rodrigues no baixo, Otávio Oliveira na guitarra e Arthur Balista na bateria.
O primeiro disco, gravado em casa, sem qualquer pretensão ou cuidado excessivo, é bem diferente do segundo trabalho – Índice – que revela mudanças nos elementos e influências de composição.
“Resolvi dar mais ênfase do que nunca nas letras e nos arranjos de guitarra do disco, progressões de acorde e melodias, já que não tínhamos mais o trompete. Com certeza amadurecemos nesse processo e o que se ouve dessa vez é um disco muito mais coeso e trabalhado”, comenta o vocalista.
Índice foi gravado entre fevereiro e maio deste ano no Cavalo Estúdio, em São Paulo, sob a batuta de Nicolas Csiky (Alaska), que também produziu o disco junto com sua própria banda.
Fonte: Tenho mais discos que amigos

Um dos filmes mais aguardados do ano, Elis – cinebiografia da cantora gaúcha Elis Regina (1945 – 1982) – tem a primeira sessão pública programada para as 19h de hoje no Palácio dos Festivais, em Gramado (RS). O filme de Hugo Prata disputa a 44ª edição do Festival de Cinema de Gramado. A entrada em circuito nacional está prevista para 24 de novembro.
A atriz Andreia Horta vive Elis no longa-metragem, dando vida a uma das personalidades mais controversas da MPB. No teatro, Elis foi interpretada pela atriz e cantora Laila Garin em musical que projetou Garin e que percorreu o Brasil com grande sucesso de público.
No filme de Hugo Prata (diretor da maioria dos DVDs e clipes da cantora Maria Rita, filha de Elis), a Pimentinha é retratada a partir da chegada à cidade do Rio de Janeiro (RJ), em fins de março de 1964. Embora já fosse popular na cidade natal de Porto Alegre (RS), Elis ainda era uma cantora sem expressão nacional e com repertório aquém da voz. Foi no Rio que ela se tornou, a partir de 1965, uma das maiores cantoras do Brasil de todos os tempos.
(Crédito da imagem: Andreia Horta no filme Elis em foto de divulgação)
Fonte: G1
Utilizamos cookies para garantir que será proporcionada a melhor experiência ao usuário enquanto visita o nosso site. Ao navegar pelo site, você autoriza a coleta destes dados e utilizá-los conforme descritos em nossa Política de Privacidade.