A última sexta-feira (03.07), foi movimentada por muita interatividade e inovação no Espaço de Convivência da EFA. Em uma atividade totalmente prática e dinâmica, as turmas C61, C62 e C82 do Ensino Fundamental transformaram o componente curricular de Computação em uma mostra de projetos autorais. O evento promoveu uma rica troca de conhecimentos, onde os jovens puderam apresentar suas criações e interagir com as demais salas da escola que passaram para prestigiar.

Sob a orientação da professora de Computação, Ieda Zimmermann, a iniciativa transformou o ambiente escolar em um verdadeiro laboratório de experimentação, provando que o aprendizado tecnológico se consolida quando gera engajamento e protagonismo.
Para os estudantes das turmas C61 e C62, o desafio uniu robótica criativa e reaproveitamento de materiais. Por meio do projeto Baratinhas da Copa, integraram recursos tecnológicos a materiais caseiros do cotidiano para dar vida a protótipos móveis.
Essa metodologia faz total diferença na formação básica, pois estimula diretamente o raciocínio lógico e a capacidade de solução de problemas. Ao planejar e testar os componentes das "baratinhas", os estudantes aprenderam a expressar suas ideias e a construir soluções originais para desafios mecânicos e de design.
Já os jovens da turma C82 deram um passo além no universo da cultura digital, deixando de ser apenas consumidores de tecnologia para se tornarem desenvolvedores de softwares. Utilizando os Chromebooks da escola e a plataforma de programação Scratch, a turma criou jogos educativos totalmente interativos.
Durante a mostra, os desenvolvedores colocaram seus jogos à disposição dos colegas de outras turmas, coletando feedbacks em tempo real e observando como os usuários interagiam com os comandos e narrativas criadas por eles. A experiência consolidou conceitos de programação de forma lúdica, contextualizada e altamente significativa.
Além de desenvolver competências técnicas, a mostra proporcionou um forte ambiente de pertencimento, onde a construção colaborativa, a criatividade e a autonomia foram incentivadas a cada passo. O trabalho em equipe e a socialização dos projetos reforçaram a autoconfiança de cada estudante envolvido.
Com práticas inovadoras como essa, a EFA demonstra como as diretrizes da BNCC Computação (Base Nacional Comum Curricular) saem do papel e ganham vida. A escola reafirma sua missão educativa de formar estudantes proativos, criativos e plenamente preparados para compreender, utilizar e transformar o mundo real por meio da tecnologia consciente.






