O curso de Medicina da Unijuí está entre os melhores avaliados do país. A constatação está na divulgação dos resultados pelo Ministério da Educação (MEC) da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), que avaliou 351 cursos de Medicina em todo o País. Nesta avaliação, o curso de Medicina da Unijuí alcançou Conceito 3, resultado que posiciona a formação oferecida pela Universidade entre os cursos que atendem aos padrões nacionais de qualidade estabelecidos pelo Ministério da Educação. No ranking de avaliação, o curso de Medicina está entre os cinco melhores cursos entre as universidades privadas do Rio Grande do Sul, e entre os 25% melhores cursos privados de Medicina do Brasil. “O Conceito 3 nos coloca em um patamar de qualidade reconhecido nacionalmente. Em um contexto no qual aproximadamente 32% dos cursos de Medicina ficaram abaixo desse nível de desempenho, esse resultado reafirma a qualidade da formação médica oferecida pela Unijuí”, destaca a vice-reitora de Graduação da Unijuí, professora Bruna Comparsi. O Enamed 2025, conforme a vice-reitora, é um novo patamar de avaliação da formação médica no País. O exame é anual, mais rigoroso e diretamente alinhado às Diretrizes Curriculares Nacionais. “O resultado reforça a segurança acadêmica e regulatória da nossa oferta do curso de Medicina e deve ser entendido como uma linha de base institucional. Ele nos permite identificar fortalezas, aprimorar estratégias pedagógicas e planejar ações concretas para elevar ainda mais o desempenho dos nossos estudantes nos próximos ciclos”, ressalta. A professora Bruna frisa, ainda, que o Enamed passa a ser um instrumento permanente de gestão acadêmica. “A Unijuí o assume como tal, com responsabilidade, transparência e compromisso com a melhoria contínua”, completa. O Enamed, criado em abril de 2025, é a adaptação do Exame Nacional de Avaliação dos Estudantes (Enade) para estudantes concluintes do curso de Medicina, com o objetivo de avaliar a formação médica no Brasil. O exame se tornou obrigatório e o resultado dos estudantes pode ser usado para ingressar no programa de residência médica unificado do MEC, o qual é organizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) por meio do Exame Nacional de Residência (Enare).
O curso de Medicina da Unijuí está entre os melhores avaliados do país. A constatação está na divulgação dos resultados pelo Ministério da Educação (MEC) da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), que avaliou 351 cursos de Medicina em todo o País. Nesta avaliação, o curso de Medicina da Unijuí alcançou Conceito 3, resultado que posiciona a formação oferecida pela Universidade entre os cursos que atendem aos padrões nacionais de qualidade estabelecidos pelo Ministério da Educação. No ranking de avaliação, o curso de Medicina está entre os cinco melhores cursos entre as universidades privadas do Rio Grande do Sul, e entre os 25% melhores cursos privados de Medicina do Brasil. “O Conceito 3 nos coloca em um patamar de qualidade reconhecido nacionalmente. Em um contexto no qual aproximadamente 32% dos cursos de Medicina ficaram abaixo desse nível de desempenho, esse resultado reafirma a qualidade da formação médica oferecida pela Unijuí”, destaca a vice-reitora de Graduação da Unijuí, professora Bruna Comparsi. O Enamed 2025, conforme a vice-reitora, é um novo patamar de avaliação da formação médica no País. O exame é anual, mais rigoroso e diretamente alinhado às Diretrizes Curriculares Nacionais. “O resultado reforça a segurança acadêmica e regulatória da nossa oferta do curso de Medicina e deve ser entendido como uma linha de base institucional. Ele nos permite identificar fortalezas, aprimorar estratégias pedagógicas e planejar ações concretas para elevar ainda mais o desempenho dos nossos estudantes nos próximos ciclos”, ressalta. A professora Bruna frisa, ainda, que o Enamed passa a ser um instrumento permanente de gestão acadêmica. “A Unijuí o assume como tal, com responsabilidade, transparência e compromisso com a melhoria contínua”, completa. O Enamed, criado em abril de 2025, é a adaptação do Exame Nacional de Avaliação dos Estudantes (Enade) para estudantes concluintes do curso de Medicina, com o objetivo de avaliar a formação médica no Brasil. O exame se tornou obrigatório e o resultado dos estudantes pode ser usado para ingressar no programa de residência médica unificado do MEC, o qual é organizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) por meio do Exame Nacional de Residência (Enare).
O Laboratório de Análises Clínicas e Biologia Molecular (Unilab) da Unijuí promove um importante serviço ao município de Ijuí e para toda a região. Ele é um ambiente completo, que realiza exames laboratoriais de análises clínicas, toxicológicas e moleculares e no ano de 2025 atendeu mais de 50 mil pacientes. Conforme detalha a coordenadora do Unilab, a professora Caroline Eickhoff, o último ano foi de muito trabalho, em que muitas estratégias foram colocadas em prática e diversos ajustes foram feitos na rotina para garantir agilidade e mais qualidade na realização do exames. “Tivemos serviços de qualidade, novas tecnologias adquiridas, fizemos treinamentos e cursos de qualificação, além da participação de professores no Congresso da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial, no qual trouxeram atualizações para aplicação na rotina”, comenta. Sobre a participação dos estudantes dos cursos da área de Saúde da Unijuí, a coordenadora ressalta a grande experiência adquirida no Laboratório, pois ele conta com um rol variado de exames, além da vivência dos acadêmicos na rotina do âmbito ambulatorial e hospitalar. “Os estudantes tiveram participação na grande maioria desses mais de 50 mil pacientes atendidos. Puderam, também, ter contato com tecnologias de ponta no âmbito da saúde, experiências em hematologia, imunoquímica, biologia molecular e microbiologia, parasitologia e urinálise/líquidos e fluídos corporais. Além, é claro, da orientação direta e acompanhamento dos professores em todo o período de estágio”, comenta Caroline. Para este ano, o Unilab contará com novidades tecnológicas, com sequenciamento genético, o que possibilitará a análise de exames de alta complexidade, trazendo grandes benefícios para a saúde local e regional. Atualmente, o Unilab conta com duas unidades, sendo uma no campus Ijuí e outra no centro da cidade, para atender toda a comunidade regional. Para mais informações entre em contato com o Laboratório pelo Telefone (55) 3332-0554 – ramal 3216 (Unidade do campus Ijuí) e ramal 3254 (Posto de Coleta localizado no centro da cidade), pelo whatsApp (55) 3332-0554 ou ainda via e-mail unilab@unijui.edu.br.
Após 13 anos de sua proposição, o decreto que regulamenta as Instituições Comunitárias de Educação Superior foi assinado nesta segunda-feira, 19 de janeiro, em Brasília. O ato foi realizado na capital do País, e contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do Ministro da Educação, Camilo Santana. Pelo Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), acompanharam a assinatura o reitor da Unijuí, professor Dieter Rugard Siedenberg, além da reitora da UPF e vice-presidente do Comung, Bernadete Maria Dalmolin, e o reitor da Unisinos, Pe. Sérgio Mariucci. Construída em 2013, a Lei nº 12.881 foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e representou um marco ao definir o perfil das Instituições Comunitárias de Ensino Superior (ICES) e o seu lugar entre o Estado e o mercado. A lei apresenta a definição, qualificação, prerrogativas e finalidades das Instituições Comunitárias. Entre as prerrogativas propostas estão o acesso aos editais de órgãos governamentais de fomento direcionados às instituições públicas; recebimento de recursos orçamentários do poder público para o desenvolvimento de atividades de interesse público, além de tornar as comunitárias alternativas na oferta de serviços públicos nos casos em que não são proporcionados diretamente por entidades públicas estatais. “Depois de mais de uma década de esforços insistentes por parte do Consórcio das Universidades Comunitárias (Comung-RS e Acafe-SC), finalmente o governo federal assinou um decreto regulamentando uma Lei que reconhece e valoriza o papel das Instituições Comunitárias de Ensino Superior. Esta regulamentação é fundamental para que as IES comunitárias tenham acesso a recursos públicos vinculados a editais que, até este momento, eram restritos apenas às instituições públicas”, ressaltou o reitor da Unijuí, professor Dieter Rugard Siedenberg. Conforme o reitor, o trabalho agora é convencer os diversos ministérios e órgãos governamentais a lançarem editais que permitam a participação das comunidades na busca dos recursos Em seu discurso, o Ministro da Educação, Camilo Santana,parabenizou as comunitárias pelo bom resultado no Enamed e pela relevância enquanto papel educacional no ensino superior brasileiro. Segundo ele, as comunitárias fortalecem o tripé ensino, pesquisa e extensão. “Vamos permitir que as instituições tenham acesso a editais de órgãos governamentais de fomento, direcionadas à instituições públicas. Direito de recebimento de recurso orçamentário do poder público para desenvolvimento de atividades de interesse público e possibilidade de ser alternativa na oferta de serviços públicos em casos que não são proporcionados diretamente por entidades públicas estatais”, disse. O ministro também frisou que a parceria de serviços de interesse público
O programa Inglês no Campus alcançou resultados expressivos em 2025. Lançado em novo formato no segundo semestre do último, o programa buscou ampliar horizontes linguísticos e culturais, fortalecer a diversidade, incentivar a fluência em línguas estrangeiras e articular habilidades linguísticas e não linguísticas em diversos contextos. Ao longo de 2025, o Inglês no Campus, vinculado ao Línguas no Campus (LinC), consolidou-se como uma ação estratégica da Unijuí voltada à internacionalização, à formação acadêmica e ao fortalecimento da proficiência em língua inglesa. O programa contou com quase 170 participantes nas atividades, entre estudantes e bolsistas da graduação e da pós-graduação lato/stricto sensu, e público externo. O programa ofertou atividades nas modalidades “Conversation I, II, III” e “EAP – English for Academic Purposes I e II (leitura para fins acadêmicos)”, em formatos presencial e on-line; o Conversation, com foco no desenvolvimento da oralidade, da escuta e da interação em língua inglesa; e, ainda, o EAP (English for Academic Purposes) com foco na identidade acadêmica do Inglês no Campus, ao concentrar-se na leitura, compreensão e discussão de textos científicos, abstracts e gêneros acadêmicos em língua inglesa. A proposta não se configura como curso de idiomas tradicional, mas como uma ação formativa voltada ao letramento acadêmico, ao apoio à produção científica e à inserção dos participantes em práticas reais de pesquisa e internacionalização. “Do total de participantes, 126 estiveram vinculados às turmas on-line e 40 às turmas presenciais, evidenciando o alcance e a flexibilidade da iniciativa, mesmo considerando ajustes decorrentes de remanejamento de turmas ao longo do semestre”, comenta a coordenadora, professora Fabiana Diniz Kurtz. Além das aulas regulares, o semestre contou com atividades avaliativas, simulados, provas finais e uma atividade temática especial de Halloween, desenvolvida com as turmas presenciais do Conversation I, integrando aspectos culturais ao ensino da língua inglesa. Para este ano, a proposta é ampliar o programa. Entre as ações previstas, destaca-se a implantação do EAP nível 3, voltado a estudantes com maior domínio da língua e interesse em aprofundar a leitura crítica de artigos científicos, a produção acadêmica e a participação em contextos internacionais de pesquisa. Outro destaque será o intensivo de férias para os níveis iniciantes (Conversation I e EAP I), previsto para o final de fevereiro de 2026. Também estão previstos a revisão e o aprimoramento dos materiais didáticos, a partir das demandas observadas nas turmas, garantindo maior adequação aos perfis dos participantes, às áreas de conhecimento e às práticas acadêmicas contemporâneas. “As experiências
A egressa do curso de Nutrição da Unijuí, Brenda Franco Alves, realizou um importante trabalho de pesquisa voltada ao uso de Inteligência Artificial por nutricionistas. A pesquisa foi desenvolvida durante o seu Trabalho de Conclusão de Curso no MBA em Digital Business da USP/Esalq e recebeu o título de “Percepção de nutricionistas sobre ética e segurança da informação no uso de inteligência artificial generativa na prática clínica”. Conforme os resultados da pesquisa, os nutricionistas já estão usando a IA no dia a dia. Do total de participantes, 81,82% utilizam ferramentas de IA em suas práticas profissionais. No entanto, esse uso é mais focado em bastidores do que no atendimento direto. Ainda, 58,82% utilizam para produzir materiais educativos, 44,12% usam para criar conteúdo para redes sociais, e apenas 29,41% aplicam a tecnologia como apoio direto em atendimentos clínicos. Os resultados apontaram que a grande vantagem é a eficiência operacional: 87,9% dos profissionais concordam que a IA reduz drasticamente o tempo gasto em tarefas burocráticas e repetitivas, o que permite ao nutricionista focar mais no que realmente importa: a estratégia nutricional e a atenção ao paciente. A pesquisa também evidencia, no entanto, que a adoção ao uso da IA é acompanhada por significativa preocupação com a potencial dependência tecnológica e o impacto na autonomia profissional. A confiança inicial nas ferramentas foi baixa, conforme os dados apurados, e revelou-se o fator mais distintivo entre usuários e não usuários da tecnologia. Os profissionais relatam alto conhecimento sobre a LGPD e o Código de Ética, porém eles reconhecem o despreparo da categoria para os desafios éticos e legais da IA, o que gera uma forte demanda por maior regulamentação. “O uso seguro e ético da IA na área exige equilíbrio entre regulamentação, educação continuada e supervisão humana, assegurando que a tecnologia atue como auxiliar e não como substituta da atuação profissional”, explica a egressa. Segundo Brenda, desenvolver este trabalho foi um caminho de descobertas e conscientização, além de alguma forma juntar os dois universos de estudos dos quais gosta bastante. “Como nutricionista, eu já acompanhava o avanço das redes sociais e da Inteligência Artificial no nosso cotidiano, percebendo a pressão por produtividade e a busca por ferramentas que otimizam o tempo. Mas ao mergulhar na pesquisa e ver que 81,82% dos nutricionistas já utilizam IA em suas rotinas, percebi que não estamos falando de uma tendência futura, mas de uma realidade presente que exige responsabilidade. E que os perigos do seu
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