Desafio Bandas Que Vivem o Rock - Unijuí
Destaques do Comunic@

Três docentes da Unijuí foram contemplados no resultado final da chamada de Bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ), na modalidade C, divulgado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com início previsto para agosto de 2026. Foram aprovados os professores Thiago Gomes Heck, da área de Fisiologia, com o projeto "Efeitos de Herbicidas à Base de Glifosato como Agentes Disruptivos Metabólicos: Um Estudo Translacional"; Fabrícia Carneiro Roos Frantz, da área de Ciência da Computação, com o projeto "Infraestrutura Computacional Descentralizada para Reprodutibilidade de Dados Científicos"; e Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth, da área de Direito, com o projeto "As Equipes Multidisciplinares e a Efetivação de Direitos Humanos na Monitoração Eletrônica no Brasil". As bolsas têm como objetivo reconhecer pesquisadores com produção científica, tecnológica e de inovação de destaque em suas respectivas áreas, incentivar o aumento da produção científica, tecnológica e de inovação de qualidade e apoiar projetos de pesquisa desenvolvidos com rigor metodológico e científico, além de promover outros princípios fundamentais para o avanço da produção do conhecimento. A chamada mantém a nova nomenclatura dos níveis das bolsas, que, desde o ano passado, passaram a ser classificados em três categorias, de A a C, substituindo a antiga classificação em cinco níveis, de A a E, conforme estabelece a Resolução Normativa nº 12/2024 do CNPq. A conquista dos três docentes reforça a qualidade da pesquisa desenvolvida na Unijuí e evidencia o compromisso institucional com a produção de conhecimento científico, tecnológico e de inovação.


Três docentes da Unijuí foram contemplados no resultado final da chamada de Bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ), na modalidade C, divulgado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com início previsto para agosto de 2026. Foram aprovados os professores Thiago Gomes Heck, da área de Fisiologia, com o projeto "Efeitos de Herbicidas à Base de Glifosato como Agentes Disruptivos Metabólicos: Um Estudo Translacional"; Fabrícia Carneiro Roos Frantz, da área de Ciência da Computação, com o projeto "Infraestrutura Computacional Descentralizada para Reprodutibilidade de Dados Científicos"; e Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth, da área de Direito, com o projeto "As Equipes Multidisciplinares e a Efetivação de Direitos Humanos na Monitoração Eletrônica no Brasil". As bolsas têm como objetivo reconhecer pesquisadores com produção científica, tecnológica e de inovação de destaque em suas respectivas áreas, incentivar o aumento da produção científica, tecnológica e de inovação de qualidade e apoiar projetos de pesquisa desenvolvidos com rigor metodológico e científico, além de promover outros princípios fundamentais para o avanço da produção do conhecimento. A chamada mantém a nova nomenclatura dos níveis das bolsas, que, desde o ano passado, passaram a ser classificados em três categorias, de A a C, substituindo a antiga classificação em cinco níveis, de A a E, conforme estabelece a Resolução Normativa nº 12/2024 do CNPq. A conquista dos três docentes reforça a qualidade da pesquisa desenvolvida na Unijuí e evidencia o compromisso institucional com a produção de conhecimento científico, tecnológico e de inovação.


Após três semanas de atividades na Operação Carimbó, realizada no município de Palestina do Pará, a equipe da Unijuí que integrou o Projeto Rondon retornou a Ijuí neste domingo, 26 de julho. O grupo foi formado por dez participantes, com atuação interdisciplinar, entre professores, uma doutoranda, uma mestranda e estudantes de graduação, que desenvolveram oficinas e ações voltadas ao fortalecimento das comunidades locais. Para a doutoranda do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direitos Humanos, Fernanda Viero da Silva, participar da centésima edição do Projeto Rondon foi uma experiência que ultrapassou os limites da formação acadêmica. "O Rondon vai muito além da formação profissional. É uma experiência sobre relações humanas e sobre conhecer outras realidades. Voltamos com uma nova percepção sobre o País, sobre nossa profissão e sobre o nosso papel como seres humanos", destacou Fernanda. Durante a missão, o grupo executou oficinas elaboradas a partir das demandas identificadas previamente no município. As atividades contemplaram temas do Conjunto B, como saúde, gastronomia, educação, empreendedorismo, cooperativismo, direitos humanos, neurodiversidade, saúde mental, planejamento de carreira, recreação infantil e empoderamento feminino, sempre reunindo diferentes áreas do conhecimento para atender a públicos de diversas faixas etárias. Entre as atividades realizadas, os participantes destacaram as oficinas sobre saúde mental e neurodiversidade. Para os acadêmicos Leonardo Dias Schreiber, do curso de Fonoaudiologia, e Érika Gianluppi Villani, do curso de Psicologia, a experiência permitiu colocar em prática conhecimentos adquiridos durante a graduação. "Na universidade aprendemos sobre essas realidades, mas, quando uma pessoa está à sua frente compartilhando sua história, tudo muda. A teoria prepara, mas a prática exige sensibilidade, escuta e acolhimento", relataram os acadêmicos.  Além das ações desenvolvidas, os rondonistas enfrentaram desafios relacionados ao clima, à logística e ao intenso cronograma. Para Fernanda, no entanto, essas dificuldades fazem parte da extensão universitária e são recompensadas pela receptividade da comunidade. "Fomos extremamente bem recebidos. Ensinamos, mas também aprendemos muito, em uma troca muito rica de saberes, de cultura e de experiências. Em poucos dias, as pessoas já nos reconheciam, sabiam nossos nomes e demonstravam o quanto estavam felizes com a nossa presença e em participar das oficinas", complementou. A experiência também deixou marcas na formação dos estudantes. Para a acadêmica de Agronomia, Maria Eduarda Schmidt, os aprendizados adquiridos durante a operação foram muito além do aspecto técnico. "As vivências transformaram profundamente a forma como enxergamos a profissão e as pessoas." Ao falar sobre as próximas edições do Projeto Rondon, Fernanda afirmou que toda


A Unijuí passa a contar com uma nova facilidade para seus estudantes: a Ilha de Impressão. Instalada no hall de entrada do Prédio 60 - Biblioteca Mario Osorio Marques, no campus Ijuí, o espaço foi desenvolvido para atender a comunidade acadêmica e externa, oferecendo um serviço ágil e de alta qualidade para todos que precisam fazer impressões dentro da Universidade.  Para utilizar o serviço e começar a fazer as suas impressões é fácil: vá até o Caixa da Universidade Central de Relacionamento do Estudante (CRE), e adquira o seu cartão pré-pago, que tem custo de R$ 10,00 ou R$ 25,00. Após adquirir, você receberá um código para adicionar créditos à sua conta.  Para ativar os créditos, acesse o Terminal de Impressão ou utilize um celular conectado à rede da Unijuí. Escaneie o QRCode disponível na Ilha de Impressão ou impresso no próprio cartão, em seguida faça login com sua conta institucional sem o uso do @sou.unijui.edu.br. Acesse a opção "Uso do Cartão" e digite o código recebido na compra do cartão. Confirme a operação para que os créditos sejam adicionados à sua conta.  Com os créditos na conta, agora é possível enviar os arquivos para a impressão, o que pode ser feito a partir de duas formas: opção 1: Envio por e-mail para uniprint_color@unijui.edu.br se for colorida, ou uniprint_pb@unijui.edu.br se for preto e branco. Após o envio, faça login no terminal de impressão com sua conta institucional (@sou.unijui.edu.br) e localize o arquivo enviado na lista de trabalhos. Libere a impressão.    A opção 2 é a impressão via Web: acesse a plataforma por meio do QRCode, ou dirija-se até a ilha de impressão para usar o terminal. Faça login utilizando seu usuário institucional (sem o @sou.unijui.edu.br), clique na opção Impressão Web. Faça o upload do arquivo que deseja imprimir.  Acesse a aba Trabalhos de Impressão aguardando liberação e selecione o arquivo enviado e libere a impressão. O custo de impressão ficou definido em R$ 0,40 preto e branco e R$ 2,00 a colorida, por página impressa.   


O curso de Medicina da Unijuí iniciou, na manhã desta segunda-feira, 27 de julho, as atividades do segundo semestre letivo com a recepção aos novos estudantes. No espaço da Unijuí Saúde - Complexo 2, os ingressantes foram acolhidos pela coordenação e pelos professores do curso em um momento de integração que marcou o início da trajetória acadêmica na Universidade. Durante a programação, os estudantes receberam orientações sobre a estrutura do curso, a organização das atividades acadêmicas, as responsabilidades da formação médica e os diferentes espaços que farão parte da rotina universitária ao longo dos próximos seis anos. O coordenador interno do curso de Medicina, professor Jorge Brust, deu as boas-vindas aos acadêmicos e destacou que a graduação exige dedicação, compromisso e participação ativa na vida universitária. "Este é o momento de dedicar-se aos estudos, participar ativamente das aulas e aproveitar toda a estrutura que a Universidade oferece, assim como a experiência do corpo docente", salientou. O professor ressaltou que a formação médica vai muito além da aquisição de conhecimentos técnicos e envolve responsabilidade social e compromisso com as pessoas."Mais do que aprender, é preciso entender o impacto que o médico tem na vida das pessoas e na sociedade. É preciso ser uma boa pessoa para ser um bom médico. Essas duas dimensões não podem ser separadas", destacou. A coordenadora pedagógica do curso de Medicina, professora Heloísa Eickhoff, também deu as boas-vindas aos estudantes e reforçou que a graduação na Unijuí foi planejada para proporcionar experiências práticas desde os primeiros semestres. "A formação médica na Universidade é construída a partir de experiências práticas desde os primeiros semestres, com atividades em laboratórios, unidades básicas de saúde e outros cenários de aprendizagem que aproximam os estudantes da realidade da profissão", afirmou. A professora destacou ainda que a Universidade oferece uma rede de apoio para acompanhar os estudantes durante toda a graduação e incentivou a participação nas diferentes oportunidades proporcionadas pelo curso. "Aproveitem todas as oportunidades que a Universidade oferece, façam boas escolhas, construam uma trajetória de parceria com a turma e dediquem-se à formação", orientou. Além do curso de Medicina, as demais graduações da Unijuí também iniciam as atividades do segundo semestre letivo nesta segunda-feira, 27 de julho, nos campi de Ijuí, Santa Rosa, Três Passos e Panambi. Anterior Próximo


O Museu Antropológico Diretor Pestana (MADP) realiza, de 10 a 16 de agosto, a Semana do Patrimônio no MADP, com o tema: "Valorização da Identidade, Memória Coletiva e Educação Patrimonial". A programação integra as mobilizações do Dia Estadual do Patrimônio Cultural 2026 e reúne exposição, formação para professores, palestra, abertura especial no sábado e entrada gratuita durante toda a semana. A iniciativa propõe uma reflexão sobre o patrimônio cultural como parte viva da experiência social, aproximando o público de temas como memória coletiva, identidade regional, povos originários e educação patrimonial. A programação reforça o papel do Museu como espaço de preservação, pesquisa, mediação e diálogo com a comunidade. Entre os destaques da programação está a abertura da exposição "Fotografia, Observação e Desenho: Povos Indígenas em Foco", no dia 11 de agosto, no Espaço Ijuí Hoje. A mostra reúne desenhos de observação produzidos em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SMED), a partir de atividades educativas voltadas à temática indígena. Também no dia 11, o MADP e a SMED promovem um encontro formativo presencial para professores do 4º e 5º ano do Ensino Fundamental, com início às 18h30. A atividade contará com a palestra "Escovando a História do RS a Contrapelo: do choque do contato à reexistência dos povos originários", que aborda a presença indígena, os processos históricos de contato e as formas de resistência e permanência dos povos originários no Rio Grande do Sul. Para a educadora do MADP, Belair Stefanello, a Semana do Patrimônio representa uma oportunidade de fortalecer o vínculo entre Museu, escola e comunidade. "A educação patrimonial permite que estudantes, professores e visitantes reconheçam o patrimônio como algo próximo, presente nas histórias, nos territórios e nas memórias coletivas. Ao tratar dos povos originários, buscamos ampliar olhares, provocar reflexões e contribuir para uma compreensão mais sensível e crítica da história gaúcha", destaca. No sábado, 15 de agosto, o Museu estará aberto em horário especial, das 10h às 17h, com entrada gratuita. Além da exposição "Fotografia, Observação e Desenho: Povos Indígenas em Foco", o público também poderá visitar a exposição temporária "Povos Originários do Rio Grande do Sul: ancestralidade, contato e resistência". Com a Semana do Patrimônio, o MADP busca fortalecer a relação entre Museu, escola e comunidade, valorizando as práticas de educação patrimonial e promovendo o reconhecimento das diferentes memórias que constituem o território. A programação reafirma o compromisso da instituição com a preservação do patrimônio cultural, a produção de conhecimento e a


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