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Agronomia (Bacharelado)

Agronomia na Unijuí: ampla e moderna estrutura focada na formação prática

Buscando preparar o estudante para o desenvolvimento agrário de maneira sustentável, o curso de Agronomia da Unijuí tem uma formação sólida, focada na capacitação, aprimoramento e desenvolvimento de novas tecnologias que estimulam a atuação crítica, criativa, inovadora e empreendedora a partir dos desafios reais impostos pelo mercado de trabalho. Com cinco anos de duração, o curso na Unijuí disponibiliza uma estrutura qualificada, com vários laboratórios, equipamentos e uma área experimental de ensino, pesquisa e extensão com 236 hectares, a Escola Fazenda da Universidade, o  Instituto Regional de Desenvolvimento Rural (IRDeR).

Com uma oferta em 10 módulos, os estudantes têm a oportunidade de desenvolver competências e habilidades durante o seu processo formativo. Por meio da disciplina de Projeto Integrador e da participação em Projetos de Pesquisa, Extensão e estágios, os acadêmicos são aproximados da prática profissional, sendo desafiados e desenvolver soluções para problemas reais do mercado de trabalho. A formação possibilita ainda uma integração com os cursos de Medicina Veterinária e Ciências Biológicas, o que eleva o compartilhamento de conhecimento.

A coordenadora do curso, professora Angélica Henriques, destaca que além do IRDeR, os estudantes de Agronomia tem à sua disposição a infraestrutura do Laboratório de Solos e Tecido Vegetal, Laboratório de Sementes, Laboratório de Bromatologia e Nutrição Animal, Laboratório de Produção Vegetal, Laboratório de Topografia, Laboratório de Hidráulica, Irrigação e Drenagem, Laboratório de Botânica, Fisiologia Vegetal, Fitopatologia e Fitossanidade, Laboratório de Zoologia e Entomologia, Laboratório de Microbiologia, Laboratório de Tecnologia de Alimentos, entre outros. “Nossos estudantes são formados para atuar em diferentes áreas, nas esferas públicas e privadas, junto a movimentos sociais e organizações não governamentais, cooperativas de produção agropecuária, empresas de produção familiar, empresas de insumos agrícolas, empresas de assistência técnica e extensão rural, órgãos de ensino e pesquisa e como profissionais autônomos”, finaliza.


Aula prática de Toxicologia e Receituários Agronômico foi realizada no IRDeR

              

Na quinta-feira, dia 30 de julho, realizou-se aula prática da disciplina de Toxicologia e Receituário Agronômico, do Curso de Agronomia, ministrada pelo professor Dr. Roberto Carbonera no Instituto Regional de Desenvolvimento Rural – IRDeR. A aula teve como objetivos tratar da tecnologia de aplicação de agrotóxicos, regulagem de pulverização, uso de equipamentos de proteção individual e do manejo fitossanitário realizado no Instituto.

No decorrer da aula, o engenheiro agrônomo responsável pelo IRDeR, César Sartori, relatou como ocorrem os manejos culturais e fitossanitários no Instituto, desde os cuidados na definição dos produtos, a instrução ao operador, até a avaliação da eficiência final dos produtos aplicados. César relata com entusiasmo que o Instituto possuí maquinário e implementos modernos, os quais colaboram com o avanço da tecnologia e da pesquisa.

O diretor do Instituto ressaltou que está buscando ampliar a utilização de produtos biológicos para controle de pragas e doenças para a sustentabilidade do sistema. Destacou que, atualmente, se faz o uso dos mesmos na pesquisa e produção olerícola, que tem apresentado resultados satisfatórios do ponto de vista técnico e econômico.

Ele observa, ainda, que por mais que se busque uma agricultura agroecológica, com redução do uso de insumos, o sistema ainda é dependente do uso de agrotóxicos. Porém, o instituto não abre mão de várias práticas que auxiliam na racionalização do uso dos mesmos, como por exemplo: intensa rotação de cultura e monitoramento constante de pragas e doenças, visando fazer o uso consciente e benéfico dos insumos. Ainda na questão da aplicação de agrotóxicos, ele chamou a atenção sobre a preparação da calda, mistura de produtos e verificação da compatibilidade que em caso de incompatibilidade pode ocasionar danos ao sistema de pulverização e até perda da eficiência do produto a ser aplicado. Ressaltou a importância de conhecer a água que será utilizada para compor a calda, pois o pH da água interfere diretamente na eficiência da aplicação e pode ser facilmente aferido através de um phmetro.

Por fim, porém não menos importante, realizou-se a regulagem do equipamento de pulverização e demonstração do uso correto de EPI’s. César, com o auxílio do técnico administrativo e acadêmico de Agronomia Rafael Dalla Rosa, demonstrou um passo a passo detalhado e muito didático de como realizar a regulagem e aferição do equipamento, que é de grande importância no dia a dia do agricultor que, por muitas vezes, passa despercebido durante a rotina e ocasiona perdas na qualidade da aplicação.

“O IRDer é um espaço de estudo, que proporciona o entendimento fácil da teoria que aprendemos em sala de aula, oportunizando maior fixação de conteúdo e posteriormente um diferencial para o mercado de trabalho”, relata a aluna Iandeyara Nazaroff da Rosa. O estudante do curso de agronomia, Pedro Przybitowicz também deu seu depoimento, frisando que “o IRDeR, por ser um local aberto aos interessados, proporciona oportunidades essenciais na formação do Engenheiro Agrônomo, pois pode-se executar experimentos e atividades que sanam dúvidas e agregam conhecimento para a futura profissão”.

A aula foi realizada respeitando as orientações decorrentes da pandemia, como a leitura da temperatura, distanciamento controlado e uso de álcool gel.