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Unijuí vai realizar Semana Acadêmica Integrada para discutir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

             

Os estudantes dos cursos de Graduação e Pós-Graduação poderão participar, de 08 a 10 de junho, da Semana Acadêmica Integrada Unijuí. Nos três dias de evento serão debatidos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), para propiciar o alinhamento das ações da Universidade, nas suas diversas dimensões, com estes Objetivos da Agenda 2030/ONU.

Em razão da pandemia, o evento vai ocorrer de forma totalmente online e gratuita. As inscrições podem ser realizadas pelo site do evento, a partir desta quinta-feira, dia 28, até o dia 08 de junho.

Na programação, no primeiro dia de evento, dia 08 de junho, a abertura será realizada pela Vice-Reitora de Graduação, Fabiana Fachinetto, e pelo Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Fernando González. Também será realizada palestra com Samanta Datto Salve, analista de Ciências Sociais no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil. No dia 09, segundo dia de Programação, serão discutidos oito dos Objetivos, em salas de conferência online simultâneas e diferentes. E no dia 10, terceiro e último, serão discutidos outros nove objetivos, na mesma sistemática.

Sobre os Objetivos

Segundo a ONU, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, também conhecidos como Objetivos Globais, são um chamado universal para ação contra a pobreza, proteção do planeta e para garantir que todas as pessoas tenham paz e prosperidade.  Esses 17 Objetivos foram construídos com o sucesso dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, incluindo novos temas, como a mudança global do clima, desigualdade econômica, inovação, consumo sustentável, paz e justiça, entre outras prioridades. Os objetivos são interconectados – o sucesso de um ODS envolve o combate a temas que estão associados a outros objetivos.

Os ODS trabalham com o espírito de parceria e pragmatismo para fazermos as escolhas certas para melhorar a qualidade de vida, de forma sustentável, para a atual e futuras gerações. Eles oferecem orientações claras e metas para todos os países adotarem em acordo com suas prioridades e desafios ambientais de todo o planeta. OS ODS são uma agenda inclusiva. Ele combatem as raízes das causas da pobreza e nos unem para fazermos uma mudança positiva para as pessoas e para o planeta. Confira mais detalhes site da ONU.

Este Programa das Nações Unidas também estará em evidência no Salão do Conhecimento 2020, que já está recebendo inscrições e será realizado no mês de outubro. Este ano o tema geral do evento será: “Inteligência Artificial: a nova fronteira da ciência brasileira”, convergente com o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). Saiba mais na página do evento

          

 


Quarta etapa de pesquisa aponta estabilidade no total de infectados por coronavírus no RS

             

Fonte: Governo do Estado.

A pesquisa de prevalência da Covid-19 na população gaúcha mostra que o Rio Grande do Sul vem alcançando bons resultados no enfrentamento da pandemia. Os números da quarta etapa do estudo, divulgados nesta quarta-feira (27/5) pelo governo do Estado e pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) em transmissão ao vivo nas redes sociais, apontam para uma estabilidade no número de pessoas que já foram infectadas pelo novo coronavírus.

“Observamos que a estabilidade apurada pela pesquisa também está nas internações hospitalares. No dia 9 de maio, tínhamos 220 pacientes internados suspeitos ou confirmados para Covid. Ontem, 26 de maio, eram 225. Ou seja, do inicio do mês pra cá, temos praticamente o mesmo numero de pacientes internados. O que confirma o resultado da pesquisa: uma efetiva estabilidade no quadro de contágio no RS”, destacou o governador Eduardo Leite.

Pelos testes aplicados nesta fase, estima-se que seriam 20.226 pessoas já com os anticorpos, o que representa 0,18% da população. Na rodada anterior, as projeções eram de 24.860 pessoas infectadas pelo vírus (0,22% da população).

Conforme o reitor da UFPel e coordenador da pesquisa, Pedro Hallal, a diferença é estatisticamente baixa, indicando estabilidade no contágio do vírus, e está dentro da margem de erro – que indica que o RS pode ter de 8.736 a 39.819 pessoas com anticorpos.

“Não existe a possibilidade de diminuir o percentual de pessoas com anticorpos, o que acontece é que, como estamos lidando com números pequenos, a margem de erro da pesquisa explica essa diferença. Se fosse um problema com a metodologia ou com os testes, não teríamos encontrado os resultados que encontramos no Acre, em São Paulo e em outros lugares do país para onde estamos levando a pesquisa. O que acontece no RS é que a prevalência é tão baixa que pode haver essa variação dentro da margem de erro”, explicou Hallal.

Nesta etapa, concluída na segunda-feira (25/5), novamente foram aplicados 4.500 testes rápidos nas nove cidades escolhidas pelo estudo. Foram oito pessoas que testaram positivo, metade delas em Passo Fundo. O município repete os quatro positivados da etapa anterior e vem apresentando números de casos e mortes elevados nas estatísticas oficiais.

Uruguaiana registrou dois casos positivos e os demais foram em Porto Alegre (1) e Pelotas (1). Nas outras cidades – Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Canoas e Ijuí –, não houve registro de casos positivos. Os nove municípios representam 31% da população do RS. Na terceira etapa, realizada há 15 dias, o estudo identificou 10 testes com resultado positivo.

Os novos dados do estudo de Epidemiologia da Covid-19 no RS (Epicovid19) estimam que haja um infectado a cada 562 gaúchos – na testagem anterior, havia um caso positivo a cada 454 pessoas; na segunda, um a cada 769 e na rodada inicial, um a cada 2 mil.

         

Devido à projeção de que o RS apresenta três vezes mais casos de coronavírus do que o total de notificados, a quarta fase da pesquisa também aponta que teríamos 1.778 infectados reais para cada grupo de 1 milhão de habitantes do RS.

“Os dados desta quarta fase indicam que não há um avanço descontrolado da pandemia no Rio Grande do Sul. Ao contrário, confirmam os resultados das fases anteriores, de que a proporção da população gaúcha já exposta ao vírus é baixo. Mas é importante que a população entenda que esse é um resultado positivo e que indica que estamos tomando decisões corretas no RS, mas não devemos pensar que a epidemia terminou aqui. Precisamos seguir tomando todas as medidas de prevenção”, afirmou Hallal.

Durante a transmissão, o governador e o reitor anunciaram que, concluídas essas quatro etapas inicialmente previstas pela Epicovid19, serão realizadas quatro novas rodadas de testagem – de 13 a 15 junho, de 4 a 6 de julho, de 25 a 27 de julho e de 15 a 17 de agosto. Com previsão de 4,5 mil testes em cada fase, a pesquisa deve atingir um total de 36 mil pessoas nas nove regiões do Estado.

            

Letalidade

A quarta etapa do estudo indica que o grau de letalidade estaria em 3% na relação com os casos confirmados (197/6.559 no dia 26 de maio). Isso significa que, a cada cem pessoas que contraírem o vírus, três morreriam por conta da Covid-19. Na etapa anterior, considerando o número de óbitos diante dos casos notificados, a letalidade estaria em 4% segundo o estudo.

Com base no total de casos estimados no trabalho coordenado pela UFPel, esse percentual tem um comportamento inverso. Considerando as estimativas de 20.226 pessoas já infectadas, o grau de letalidade estaria em 0,97%.

Quando o cálculo leva em consideração o total de casos estimado pela pesquisa de prevalência de duas semanas atrás, (24.860) e o número de óbitos confirmados na oportunidade (105), a estimativa de letalidade estaria em 0,42%.

No resultado apurado na segunda fase de testes, a letalidade era menor: 3,6% levando em conta apenas casos confirmados e de 0,33% quando considerada a estimativa de infectados apontada pela pesquisa na ocasião.

Sintomas mais comuns

Pela segunda vez, pesquisa Epicovid19 divulgou resultados sobre os sintomas mais relatados pelas pessoas que foram confirmadas com anticorpos nas quatro fases. Considerando os casos positivos em todas as fases, agora a tosse é o sintoma mais relatado (presente em 23,1% dos casos), seguido de doar de garganta e diarreia (15,4%). Há 15 dias, os pontos principais pontos de alerta eram dor de garganta (22%), seguido por tosse, diarreia e alterações de olfato/paladar (17%).

Galeria de imagens da aplicação da pesquisa em Ijuí.

A pesquisa

O Epicovid19 é coordenado pelo governo do Rio Grande do Sul e pela UFPel, mobilizando uma rede de 12 universidades federais e privadas: Imed Passo Fundo, Universidade de Caxias do Sul (UCS), Universidade de Passo Fundo (UPF), Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade La Salle (Unilasalle-Canoas) e Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí).

O estudo tem um custo estimado em R$ 1,5 milhão e apoio da Unimed Porto Alegre, do Instituto Cultural Floresta, também da capital gaúcha, e do Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro.

Clique aqui e acesse a quarta fase do Epicovid19.


Programa de Residência em Saúde da Família realiza ações de enfrentamento a Covid-19

              

Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família, uma parceria entre a Unijuí e a Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa (Fumssar), tem como finalidade preparar profissionais para atuarem na área de Atenção Básica e Saúde da Família, orientados pelos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir da realidade de cada região.

Tendo isso em vista, os 22 residentes que integram o curso de Pós-Graduação estão atuando ativamente na linha de frente do combate à Covid-19. Os profissionais realizam ações em seis unidades de saúde do município de Santa Rosa, além de desenvolverem reflexões e produções teóricas sobre o contexto da pandemia.

A professora de Psicologia e tutora da residência, Simoni Antunes, destaca que as atividades possuem como objetivo o protagonismo dos residentes em ações que promovam a saúde coletivamente. “Queremos incentivar intervenções que façam a diferença na singularidade da vida de cada usuário assistido pelo SUS em nosso município”. 

Conheça algumas das atividades realizadas:

Trabalho nas unidades de saúde

Os residentes desenvolvem ações de educação em saúde no acolhimento clínico às demandas que chegam nas unidades de saúde do município, priorizando grupos de risco, gestantes e atendimentos de urgência e emergência. A professora Simoni afirma que o papel desses profissionais nas equipes de saúde e na produção de conhecimento é fundamental, especialmente nesse momento crítico. “As propostas em educação em saúde têm sido implementadas nas consultas que todos, em suas diferentes áreas, seguem realizando à população assistida pelo SUS”. Além disso, os integrantes do Programa de Residência realizam a confecção de materiais informativos aos usuários, para fixação nos serviços de saúde e veiculação em plataformas digitais (InstagramFacebook). 

Participação nas aulas online

Além da prática com o atendimento à comunidade, os residentes estão envolvidos em processos de reflexão teórica nas aulas online, buscando sobre protocolos de segurança e informações que possam interferir nas relações de trabalho de forma ativa e responsável, discutindo sobre o manejo correto de pacientes respiratórios, atualizando-se sobre pesquisas que tratam da Covid-19, pensando elementos para compreender a saúde mental em tempos de pandemia, além de questões sobre autocuidado e cuidado com o outro.

“Também integramos, em diferentes momentos, as aulas online de alguns cursos da Unijuí, como Educação Física e Psicologia, realizando trocas entre os programas de Pós-Graduação e Graduação”, relata o cirurgião-dentista e residente do programa, Maique Rodrigues Vieira.

Teleatendimento Covid-19

Um grupo de residentes está atuando junto ao serviço deteleatendimento a população santa-rosense, para casos relacionados ao coronavírus. O serviço é mais um mecanismo para esclarecer as dúvidas da comunidade e evitar que pessoas com sintomas de Covid-19 precisem se deslocar para receber informações. A iniciativa é uma parceria entre a Fumssar e a Unijuí, lançada em abril, e conta com o apoio de profissionais de diferentes áreas da Saúde, entre eles médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e profissionais de Educação Física.

Ações solidárias e campanha de vacinação

O envolvimento em ações solidárias, como a produção de máscaras para serem distribuídas a população, também compõe o trabalho dos residentes dentro das equipes neste momento. Nos próximos dias, a ideia é colocar em prática o projeto “Doações que movem”, que consiste na confecção e doação de máscaras de tecido à comunidade, visto a obrigatoriedade deste utensílio no município.

Além disso, a professora Simoni salienta a organização e participação dos residentes na Campanha de Vacinação contra a Influenza 2020, que neste ano foi antecipada para auxiliar as equipes na identificação de casos de Covid-19, tendo em vista que as doenças possuem sintomas semelhantes.

Auxílio aos profissionais da Saúde

O residente do Programa, Maique Rodrigues, destaca que o cuidado com os colegas, profissionais da Saúde que atuam no SUS, também vem se desenvolvendo de maneira efetiva. “Realizamos com eles Práticas Alternativas de Saúde, para auxiliar no enfrentamento das tensões diárias que este momento gera, como aplicação de exercícios de relaxamento, meditação e respiração, auriculoterapia, digitopuntura, travesseiros terapêuticos com ervas medicinais, recorrendo à opções não medicamentosas para o enfrentamento da pandemia, atentando também para a saúde mental dos trabalhadores em saúde e oferecendo apoio”, relata.

 


NOTA OFICIAL Fidene/10 Unijuí/Rádio Unijuí FM/Museu/EFA

Em atenção às orientações e Decretos do Governo Federal, Estadual e dos municípios da região de abrangência da Fidene/Unijuí nos últimos dias, com o objetivo de definir ações de contenção da pandemia de Coronavírus, o Comitê Institucional de Prevenção informa medidas a serem adotadas, fica definido o seguinte:

1 - As aulas dos cursos da modalidade Presencial na forma ONLINE na Unijuí estão prorrogadas até o dia 13/06/2020

2 - As aulas da EFA também permanecem de forma ONLINE até o dia 13/06/2020, seguindo as mesmas orientações. Após a normalização e retomada das atividades, um calendário de recuperação será divulgado pela direção da Escola. Orienta-se à comunidade escolar para ficar atenta aos canais oficiais da EFA para informações pontuais.

3. A carga horária das atividades relacionadas às práticas e aos estágios que exigem realização presencial permanecem suspensas, uma vez que estamos aguardando a definição do Governo do Estado do Rio Grande do Sul em relação as regras específicas para o setor da educação, a serem estabelecidas no modelo de Distanciamento Social Controlado. Caso venha a ser autorizada a realização dessas atividades presencialmente, a Unijuí, por suas instâncias competentes, analisará sobre a viabilidade ou não de retorno, levando sempre em consideração a segurança dos estudantes. Para as atividades práticas e estágios em que há adequação para sua realização na forma online, a Unijuí tem adotado essa possibilidade, conforme recomendado pelo Parecer nº 05 do CNE. 

4- A Instituição mantém o atendimento em regime de plantão, por e-mail, telefone, chat e whatsapp nas cidades de Ijuí, Panambi, Três Passos e Santa Rosa, em virtude da continuação das atividades acadêmicas na Modalidade Presencial de forma ONLINE e da manutenção, sem alteração, da Modalidade EaD. Isso significa que a Universidade mantém o funcionamento de suas atividades sem atendimento presencial ao público.

5 - Os estudantes que necessitarem de auxílio para a realização das atividades acadêmicas devem priorizar o contato por meio dos canais online de comunicação, especialmente os e-mails institucionais.

A Fidene/Unijuí entende que vivemos um momento que exige prevenção e cautela. A Instituição está atenta e seguindo todas as medidas de prevenção e orientações definidas pelos decretos federais, estaduais e municipais, visando enfrentar a situação de pandemia. No entanto, entende-se que o papel da Instituição de formar profissionais e educar precisa continuar, por isso a Fidene/Unijuí enxerga este momento também como sendo de aprendizado. Estamos potencializando o uso de plataformas de ensino online, utilizando novos recursos e descobrindo novas formas de ensinar e aprender, reforçando o nosso compromisso com a educação de excelência.

O Comitê Institucional de Prevenção, em caráter permanente, revisará as orientações conforme a evolução da pandemia. Todas as atualizações serão publicadas APENAS pelos canais oficiais da FIDENE/Universidade/EFA/Museu/Rádio UnijuíFM.

 Mais informações e/ou atualizações sobre a COVID-19 podem ser obtidas no link: https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus


Ensino a Distância: mercado busca profissionais que buscam aprimorar habilidades

           

Com um mercado cada vez mais exigente quanto às habilidades e aos conhecimentos dos profissionais, a graduação na modalidade de Ensino a Distância (EaD) torna-se uma opção interessante para quem busca formação superior. Pensados para um período caracterizado pela interação digital e pela rapidez das informações, os cursos da modalidade EaD da Unijuí são elaborados para encaixar na rotina de cada um dos estudantes.

Para Douglas Marques, sócio da Casa Treter, da Nuvoni Indústria de Software e da Hube Criativo, em Santa Rosa, formado em Administração pela Unijuí, o mercado tem buscado profissionais com habilidades e competências. “No atual contexto do mercado, serão as skills (habilidades), devidamente comprovadas, que farão a diferença na hora de se colocar ou reposicionar no mercado”, explica. Por isso, na busca por uma graduação, como no formato EaD, Douglas entende que não importa muito o modelo, mas como o aluno aplica o conhecimento que adquiriu.

Fabiana Haydée Pauser, gerente de Recursos Humanos das Lojas Hoje, também formada em Administração pela Unijuí, percebe que, para um profissional se diferenciar no mercado de trabalho, ele deve estar atento às oportunidades para desenvolver e aprimorar suas competências comportamentais e técnicas. “Hoje, quem não se adaptar, não se atualizar em meio ao acesso facilitado de conhecimento, que reduz distâncias e nos aproxima, está com certeza perdendo grandes oportunidades. O sucesso na busca de conhecimento passa pela atitude em se capacitar, em se desenvolver, seja de forma presencial, seja a distância, ou de forma híbrida, combinando essas duas formas”, afirma.

Assim como Douglas e Fabiana, Vilmar Scheer, diretor administrativo e financeiro do Hospital de Panambi, administrador com formação pela Unijuí, entende que, mesmo que a formação no modelo EaD possa ser uma alternativa para atender a necessidade de continuar evoluindo, é preciso que o acadêmico se empenhe. “Quando bem executada a formação, independentemente da maneira como uma instituição trabalha, o aluno precisa estar em busca de melhorias. Neste sentido, a formação à distância proporciona um modelo para que líderes em sua área de formação,  tragam mudanças significativas em suas organizações ou áreas de atuação no mercado”, conclui.

Últimos dias para inscrições

Para ingressar na próxima turma dos cursos EaD da Unijuí, o prazo se encerra nesta semana, no dia 29 de maio. A Unijuí oferta 15 cursos de graduação a distância nas áreas de gestão e educação. Acesse www.unijui.edu.br/ead e confira datas, possibilidades e benefícios de estudar na Universidade.

Por Manuela Joana Engster, acadêmica de Jornalismo e estagiária da Agência Experimental Usina de Ideias

 


Unijuí vai ofertar bolsas Pibid e de Residência Pedagógica para estudantes de Licenciatura

            

Os estudantes dos cursos de Licenciatura da Unijuí vão poder contar com duas novas oportunidades para complementar a formação na Universidade: o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) e a Residência Pedagógica, ambas vinculadas à Capes, para os campi Ijuí e Santa Rosa. Os dois programas são desenvolvidos em parcerias com as redes públicas de ensino, municipais e estaduais.

O Pibid é um programa da Política Nacional de Formação de Professores do Ministério da Educação (MEC) que visa proporcionar aos discentes dos cursos de licenciatura sua inserção no cotidiano das escolas públicas de educação básica. Para o desenvolvimento dos projetos institucionais de iniciação à docência, o programa concede bolsas aos licenciandos, aos professores das escolas da rede pública de educação básica e aos professores das IES. Segundo o edital aprovado pela Capes, a Unijuí poderá ofertar 48 bolsas para estudantes da Licenciatura e seis bolsas para professores que atuam nas escolas básicas. A seleção ocorrerá por meio de edital, que será divulgado em breve. Neste programa poderá ingressar aquele aluno que tenha concluído menos de 60% da carga horária regimental de curso de Licenciatura que integra o projeto institucional de iniciação à docência.

Já o Programa Residência Pedagógica tem como objetivo desenvolver projetos inovadores, que estimulem a articulação entre teoria e prática nos cursos de Licenciatura, conduzidos em parceria com as redes públicas de educação básica. Neste Programa também serão ofertadas 48 bolsas para estudantes e seis para professores que atuam nas escolas. A seleção também será efetivada por edital. No Programa Residência Pedagógica poderá ingressar aquele estudante que tenha concluído mais de 50% da carga horária regimental de curso.

A Unijuí já possui uma trajetória consolidada na oferta destes dois Programas de Aperfeiçoamento junto à Capes, promovendo a imersão dos estudantes de Graduação nas escolas da região Noroeste.


O QUE MARCAS E EMPRESAS PODEM FAZER EM MEIO À PANDEMIA?

Nilse M. Maldaner - Profa. Curso de Comunicação - Publicidade

A pandemia veio como uma avalanche que tirou a todos da rotina. Mexeu com as pessoas, empresas e marcas, enfim mexeu com a humanidade em todos lugares do planeta. É um momento de grande transformação, que está colocando em cheque muitas ideias e convicções, comportamentos e ações.

E aí somos provocados a pensar sobre o que realmente é relevante e sobre o que podemos fazer? O que as marcas e as empresas podem fazer? Em primeiro lugar, precisamos ter presente que empresas e marcas são feitas por pessoas para pessoas. Na prática, isso significa que temos que pensar em todos os envolvidos, em como podemos nos apoiar e agir colaborativamente. Isso exige mudança, pois estamos habituados a ser individualistas, a querer salvar o “nosso” emprego, a olhar os concorrentes como oponentes e o nosso público como consumidores apenas. Sabemos que Kotler, ao escrever sobre o marketing 3.0, afirmou que o marketing deveria colocar o ser humano no centro do seu fazer, um ser humano pleno, com mente, coração e espírito. Uma pergunta que ele já apontava, hoje é fundamental: Se sua empresa e/ou marca deixar de existir, que falta ela fará ao mundo?

Ao refletirmos sobre essa questão, estamos pensando no propósito da marca, por quê fazemos o que fazemos. Ao mesmo tempo, não podemos paralisar, é preciso agir. O que podemos fazer agora? O momento tem sido de grandes aprendizados, entre eles, muitos têm vindo das inúmeras lives que estão acontecendo com empreendedores que compartilham ações e ideias que estão sendo colocadas em prática. Uma delas que ouvi foi no programa da Startse, onde se falou da necessidade de se refundar o seu negócio, rever seu modelo, pois não voltaremos a ser os mesmos depois dessa pandemia. Assim, mais do nunca, marcas, negócios e comunicação devem estar alinhados.   

As marcas ainda precisam vender, porém não é possível querer vender como antes, comunicar como antes. Elas devem criar novas soluções, entregar valor e relevância. Um exemplo local, foi a Rádio Unijuí FM que abriu espaço gratuitamente para comunicar serviços de atendimento online e delivery de empresas. Uma empresa que entendeu bem esse momento, foi a Pizzaria Sabor da Serra, que além de entregar seu produto, também se oferece para buscar ou levar produtos para idosos e outras pessoas do grupo de risco. Sensibilidade e relevância, muitos pontos e admiração por essa marca e empresa.

O mercado está sofrendo, contudo esse momento vai passar e como em outras crises já vividas, muitas oportunidades surgirão. Esteja atento ao que as pessoas necessitam e valorizam, é hora de ouvir os outros, aprender e se reinventar. O que eu posso fazer através da minha pessoa, marca/comunicação e empresa por um mundo melhor?


Aplicação de testes rápidos da EPICOVID-19 chega ao fim e resultados serão conhecidos na quarta-feira

Os resultados oficiais serão divulgados pelo Governo do Estado e pela Universidade Federal de Pelotas. A Unijuí reforça que não comunica ou comenta casos específicos antes deste anúncio oficial.

              

No fim de semana que passou foi realizada a quarta e última etapa da Pesquisa que está mapeando o avanço do coronavírus no Rio Grande do Sul, denominado EPICOVID-19. Em Ijuí, novamente uma equipe de pesquisa, coordenada pela Unijuí, realizou 500 visitas em domicílios da cidade para a aplicação de testes rápidos e questionário de saúde. Ao todo, foram aplicados 2 mil testes em Ijuí, divididos em quatro rodadas do estudo.

Encomendado pelo Governo do Estado e coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o objetivo foi estimar o percentual de gaúchos infectados pela Covid-19; avaliar a velocidade de expansão da infecção; fornecer indicadores precisos para cálculos da letalidade e determinar o percentual de infecções assintomáticas ou subclínicas. Ele ocorreu em quatro etapas e testou 18 mil pessoas em todo o RS no total.

A estudante do curso de Biomedicina da Unijuí, Laura Portela, foi uma das voluntárias que aplicou os testes na população. “Foi um momento único, embora seja um tema delicado. Marcou muito cada um que foi a campo. Foi muito importante fazer este trabalho para a população. Acho que contribuiu muito para a minha formação na área da saúde também”, avalia.

Para o estudante Alexander Rodrigues de Souza, que cursa Enfermagem, também voluntário, “a pesquisa fez o levantamento de muitas informações importantes para tomar as medidas de combate ao Coronavírus. Foi uma experiência única e bem marcante, pois participar de uma pesquisa deste porte exige muito empenho. Este estudo mostrou a importância da pesquisa na saúde e dos profissionais das diversas áreas”, complementa.

Os professores envolvidos neste estudo pela Unijuí são: Evelise Berlezi, coordenadora, Matias Frizzo, Lígia Franz, Thiago Heck, vinculados ao Mestrado em Atenção Integral à Saúde e Carlos François, do curso de Medicina.

Saiba Mais

Além da UFPel, a pesquisa mobilizou uma rede de 12 universidades federais e privadas: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana), Universidade de Caxias do Sul (UCS), Imed Passo Fundo, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), Universidade de Passo Fundo (UPF) e Universidade La Salle (Unilasalle-Canoas).

O estudo tem um custo estimado em R$ 1,5 milhão e tem o apoio da Unimed Porto Alegre, do Instituto Cultural Floresta, também da capital gaúcha, e do Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro.

 


Teleatendimento Covid-19 de Santa Rosa passa a ser regionalizado

                

Foto: José Carlos Santos da Silva - Assessor de Comunicação da Fumssar

O serviço de Teleatendimento Covid-19, disponível para a comunidade de Santa Rosa desde o mês de abril, agora é ampliado para a região da Fronteira Noroeste, abrangendo 22 municípios da 14ª Coordenadoria Regional de Saúde. Nesta segunda-feira, 25 de maio, ocorreu o lançamento oficial deste atendimento para a região.

O serviço é uma parceria entre a Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa - Fumssar e a Unijuí. A iniciativa tem o objetivo de desafogar o sistema de saúde e evitar que pessoas com sintomas do novo Coronavírus precisem se deslocar para receber informações. A estrutura, que conta com profissionais da área da saúde vinculados à Fumssar e residentes do Programa de Residência Multiprofissional e Médica da Unijuí, está montada no Campus da Universidade, onde os profissionais têm acesso a todos os equipamentos necessários para fazer o atendimento via telefone. Desde que foi lançado, no dia 16 de abril, já foram realizados mais de 200 atendimentos.

A linha telefônica 55 3511 5222 conta com dez canais de atendimento, de segunda a sexta, das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30. O primeiro contato com esses profissionais é para esclarecer dúvidas sobre a doença, sobre sintomas e sobre o comportamento dos pacientes. Caso os multiprofissionais avaliem que o paciente necessita de uma análise aprofundada, podem agendar um atendimento por videochamada com um médico especialista. 

Sobre o lançamento

Participaram do ato, transmitido ao vivo pelo Facebook, o Pró-Reitor do Campus Santa Rosa, Marcos Paulo Scherer, o prefeito de Santa Rosa, Alcides Vicini, o presidente da AmuFron, Vilmar Horbach, o presidente da Fumssar, Délcio Stefan, o gestor de Planejamento da Fumssar, Ademir Rosa, Alcelmo Loureiro, coordenador regional de saúde (14ªCRS).

Confira na íntegra:

            


Projeto de Lei tramita para criar alternativas financeiras às instituições de ensino brasileiras

           

O Plenário do Senado aprovou na quarta-feira (20) o projeto de lei que cria o Certificado de Recebíveis da Educação (CRE), a ser lançado no mercado de capitais por instituições privadas de ensino. O PL 1.886/2020, do senador Jorginho Mello (PL-SC), recebeu parecer favorável do senador Dário Berger (MDB-SC), na forma de um substitutivo, e segue agora para a Câmara dos Deputados. Foram 77 votos favoráveis e nenhum contrário.

Certificado de recebíveis são títulos de crédito emitidos por companhias de securitização, lastreados em pagamento a ser recebido no futuro por uma empresa. Ao vender os títulos, a empresa recebe imediatamente uma parcela do valor a ser pago. No caso das escolas e universidades, os CREs serão lastreados nos contratos de matrículas. O objetivo da medida é possibilitar, ao sistema educacional privado e comunitário, enfrentar a crise econômica decorrente da paralisação das atividades presenciais. Em muitos casos, houve diminuição do pagamento de mensalidades e também cancelamento de cursos nos casos das universidades. Em troca, os investidores ganham uma rentabilidade sobre o dinheiro investido. Entre os certificados de recebíveis já existentes, estão o Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e o Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

Segundo a Reitora da Unijuí, professora Cátia Nehring, “a Universidade está estudando esta possibilidade, que ainda depende de aprovação da Câmara dos Deputados. É uma possibilidade de adiantamento dos contrato realizado pelo estudante com a instituição e esta busca uma securitizadora. É uma possibilidade para instituição garantir os recebíveis. O que precisamos ter clareza é como vai funcionar a cobrança para nossos estudantes, que podem cancelar disciplinas e ainda trancar o curso no transcorrer do semestre.” 

Segundo Dyogo Patriota, assessor jurídico da Associação Brasileira de Universidades Comunitárias, a ABRUC, entidade da qual a Unijuí faz parte, em entrevista para Unijuí FM, a ideia principal do certificado é criar uma alternativa de financiamento fora dos bancos. “Hoje vivemos um cenário de subfinanciamento, ocorrendo desde meados de 2015, com a diminuição das ofertas de novos contratos do FIES, por exemplo. Na prática, vai funcionar da seguinte forma: o estudante fecha um contrato com a instituição de ensino e ela vai ter uma análise de créditos pela securitizadora. Dessa forma, pensando que seja uma instituição do fator e cinco milhões por mês, vai ter uma análise de créditos em que vai poder securitizar até 50% desse valor”, salienta.

Quem também tratou do assunto na Rádio foi José Aguilera, secretário executivo ABRUC, que observou o trabalho das universidades para buscar soluções junto ao Senado Federal e à Câmara do Deputados. “Nasce de um movimento  das reitorias, para que nenhum estudante fosse prejudicado em continuar os estudos por conta deste período de pandemia”, disse. Segundo ele, ainda, ao mesmo tempo, está tramitando o PL1886, que visa instituir um FIES Emergencial. “São possibilidades e oportunidades que os dirigentes e os reitores estão buscando para assegurar que essa permanência estudantil seja possível”, complementa.

Regras

O texto se aplica à instituições que oferecem desde a educação infantil até o ensino superior — neste último caso estão incluídas também as universidades comunitárias, que não têm fins lucrativos. A emissão de títulos estará condicionada à concessão de carência da mensalidade por três meses ao estudante cujo contrato lastreia cada papel.

Os créditos em cada título deverão ficar limitados ao equivalente a 12 meses do contrato assinado entre o estudante e a universidade. O lançamento dos CREs não poderá resultar em prejuízo às políticas de descontos e às bolsas de estudo concedidas pela instituição.

No caso das universidades, o valor dos recebíveis poderá ser antecipado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que poderá antecipar até R$ 30 milhões, por instituição, durante o período da pandemia. Os recursos virão do Programa Emergencial de Suporte a Empregos, instituído pela Medida Provisória 944/2020, que ainda está em análise no Congresso Nacional.

Fonte: Agência Senado e Unijuí FM

 


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