
O coordenador do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito (PPGD) da Unijuí, professor Dr. Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth, representou a Universidade no seminário internacional Direito à Saúde no Mercosul no período transpandêmico: as possíveis comunicações fraternas e a relação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, realizado entre os dias 20 e 22 de julho, na Universidad Blas Pascal, em Córdoba, na Argentina. A atividade reuniu pesquisadores de diferentes instituições para discutir os desafios contemporâneos relacionados ao direito à saúde, aos direitos humanos e às políticas públicas dos países.
Durante a programação, o professor apresentou resultados parciais de uma pesquisa desenvolvida no âmbito da Chamada Universal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que investiga os impactos da monitoração eletrônica sobre a saúde das pessoas submetidas a essa medida. O estudo analisa as repercussões físicas, psicológicas e sociais do uso da tornozeleira eletrônica, bem como seus efeitos sobre a garantia de direitos fundamentais.
O pesquisador abordou a expansão da monitoração eletrônica no sistema penal brasileiro e os desafios que acompanham essa política pública. Embora frequentemente adotada como alternativa ao encarceramento, a medida pode produzir consequências que vão além da fiscalização, afetando as relações familiares e comunitárias, o acesso ao trabalho e aos serviços públicos, a saúde mental e os processos de estigmatização social.
A pesquisa também evidencia a importância da atuação das equipes multidisciplinares nas Centrais de Monitoração Eletrônica. Esses profissionais desempenham papel fundamental no acompanhamento das pessoas monitoradas e na articulação entre a política penal e as redes de saúde, assistência social e garantia de direitos, contribuindo para que o uso da tecnologia esteja alinhado à proteção da dignidade humana.
Conforme o professor, a participação da Unijuí no evento reforça a inserção internacional da Universidade e evidencia o compromisso institucional com a produção de conhecimento de impacto social. "A presença da Unijuí reforça o compromisso com a internacionalização da pesquisa, a formação de redes acadêmicas e a produção de conhecimento socialmente relevante. Também evidencia a contribuição do Programa de Pós-Graduação em Direito para o debate acerca dos impactos das políticas penais sobre a saúde e os direitos fundamentais de grupos submetidos a diferentes formas de controle estatal", destaca.
Além da apresentação da pesquisa, a participação no seminário fortaleceu o intercâmbio acadêmico com pesquisadores de diferentes instituições ibero-americanas, ampliando as possibilidades de cooperação científica e de estudos comparados sobre políticas públicas voltadas à saúde, à justiça e aos direitos humanos. A atividade integrou, ainda, o Primeiro Encontro da Rede Ibero-Americana de Governança Climática Local com Enfoque One Health (IBEAONEH-LOCAL).

Três docentes da Unijuí foram contemplados no resultado final da chamada de Bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ), na modalidade C, divulgado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com início previsto para agosto de 2026.
Foram aprovados os professores Thiago Gomes Heck, da área de Fisiologia, com o projeto "Efeitos de Herbicidas à Base de Glifosato como Agentes Disruptivos Metabólicos: Um Estudo Translacional"; Fabrícia Carneiro Roos Frantz, da área de Ciência da Computação, com o projeto "Infraestrutura Computacional Descentralizada para Reprodutibilidade de Dados Científicos"; e Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth, da área de Direito, com o projeto "As Equipes Multidisciplinares e a Efetivação de Direitos Humanos na Monitoração Eletrônica no Brasil".
As bolsas têm como objetivo reconhecer pesquisadores com produção científica, tecnológica e de inovação de destaque em suas respectivas áreas, incentivar o aumento da produção científica, tecnológica e de inovação de qualidade e apoiar projetos de pesquisa desenvolvidos com rigor metodológico e científico, além de promover outros princípios fundamentais para o avanço da produção do conhecimento.
A chamada mantém a nova nomenclatura dos níveis das bolsas, que, desde o ano passado, passaram a ser classificados em três categorias, de A a C, substituindo a antiga classificação em cinco níveis, de A a E, conforme estabelece a Resolução Normativa nº 12/2024 do CNPq.
A conquista dos três docentes reforça a qualidade da pesquisa desenvolvida na Unijuí e evidencia o compromisso institucional com a produção de conhecimento científico, tecnológico e de inovação.

A Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí promoveu, na terça-feira, 8 de julho, uma formação voltada aos bolsistas de pesquisa da Universidade. A atividade foi realizada na Sala Conceito, localizada no Prédio 18, e integrou a programação do Salão do Conhecimento 2026 e do Ciclo de Formação para Bolsistas de Iniciação Científica da FAPERGS, do CNPq e da Unijuí.
Com foco na formatação de trabalhos acadêmicos, a formação teve como objetivo auxiliar os estudantes na elaboração e qualificação de seus resumos expandidos, contribuindo para a preparação dos trabalhos que serão apresentados durante o Salão do Conhecimento. Ao longo do encontro, os participantes receberam orientações sobre a estrutura, a organização e a adequação às normas para apresentação de trabalhos científicos.
A atividade foi conduzida pelas farmacêuticas e doutorandas do Programa de Pós-Graduação em Atenção Integral à Saúde, Karine Raquel Uhdich Kleibert e Lenara Schalanski Krause, bolsistas Prosuc/Capes e orientandas da professora doutora Christiane de Fátima Colet, que compartilharam conhecimentos e experiências relacionados à produção científica e à escrita acadêmica.
Segundo Karine, iniciativas como essa contribuem para fortalecer a formação de novos pesquisadores. "Participar deste momento foi uma oportunidade valiosa de integração entre a pós-graduação e a iniciação científica, fortalecendo a troca de conhecimentos e contribuindo para a formação de pesquisadores mais preparados para a escrita científica e para o desenvolvimento de uma ciência de qualidade", destacou.
Para Lenara, a atividade representou uma oportunidade de compartilhar experiências com os bolsistas de iniciação científica. "Nós também já fomos bolsistas de iniciação científica e já estivemos no lugar deles. Poder compartilhar essa trajetória e mostrar que o trabalho desenvolvido nesse período pode abrir portas para oportunidades como bolsas de mestrado e doutorado é muito importante”, ressaltou.
A iniciativa reforça o compromisso da Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão com a qualificação dos bolsistas de iniciação científica, oferecendo suporte ao desenvolvimento das pesquisas, fortalecendo a formação acadêmica dos estudantes e incentivando a produção e a divulgação do conhecimento científico na Universidade.

Professores da Unijuí tiveram projetos aprovados no resultado final do Edital 06/2025 - Programa Pesquisador Gaúcho e Fixação de Jovens Doutores. O Programa tem o objetivo de dar apoio financeiro a projetos que contribuam de forma significativa para o avanço científico, tecnológico e de inovação no Estado do Rio Grande do Sul, em qualquer área do conhecimento, bem como promover a fixação de jovens doutores, por meio da concessão de bolsas de pós-doutorado.
Pela Unijuí, cinco projetos na Faixa B (destinada a qualquer pesquisador, independente de possuir ou não bolsa Pq ou DT do CNPq) foram aprovados, enquanto que na Faixa C, destinada para pesquisadores que não possuem bolsa Pq ou DT do CNPq, foram dois projetos aprovados.
De acordo com o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Daniel Knebel Baggio, a Universidade tem cada vez mais participado de editais estaduais e nacionais e ampliando o seu percentual de aprovação dos projetos encaminhados. “Foram sete projetos aprovados, o que em comparação a outras instituições é um percentual bem importante. Destaco o papel da Unijuí, por meio de seus professores da pós-graduação e graduação, que buscam avançar em pesquisas que tem cunho e aplicação aqui na nossa região, o que fortalece a pesquisa e a comunidade acadêmica como um todo”, destaca.
Na Faixa B, os projetos aprovados são:
1 - Traças Digitais: Objetos de aprendizagem gamificados para formação de leitores professores e comunidade, coordenado pelo professor Anderson Amaral de Oliveira;
2 - Sobre eles - perfil diagnóstico e propostas de intervenção: painel de acompanhamento de autores de violência doméstica contra a mulher no sistema prisional do RS, coordenado pela professora Joice Graciele Nielsson;
3 - A qualificação da atuação das equipes multidisciplinares na monitoração eletrônica no Estado do Rio Grande do Sul como condição de possibilidade para a efetividade da medida, coordenado pelo professor Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth
4 - Palavras Reivindicadas diante das Violências: o que podem as comunidades pedagógicas?, coordenado pela professora Maria Simone Vione Schwengber;
5 - Efeitos de Herbicidas à Base de Glifosato como Agentes Disruptivos Metabólicos: Um Estudo Translacional sobre o Impacto nas Vias de Estresse Celular, coordenado pelo professor Thiago Gomes Heck.
Já na Faixa C, os projetos aprovados são:
1 - Valorização de resíduos lignocelulósicos de sorgo sacarino (Sorghum bicolor L.) e milheto rabo-de-raposa (Setaria italica L.) por explosão a vapor para produção de etanol de segunda geração e uso do resíduo sólido como adsorvente de agrotóxicos, o qual é coordenado pela professora Fernanda da Cunha Pereira;
2 - Cidade Memória e Território: o papel do patrimônio urbano de Ijuí/RS na construção do futuro, coordenado pelo professor Tarcísio Dorn de Oliveira.

A Unijuí foi contemplada no edital de chamada pública MCTI/CNPq nº 16/2024, voltado ao Apoio a Projetos Internacionais de Pesquisa Científica, Tecnológica e de Inovação, da CNPq. O resultado final foi divulgado no fim de dezembro de 2024 e vai financiar o projeto "Efeitos de Herbicidas à Base de Glifosato como Agentes Disruptivos Metabólicos: Um Estudo Translacional sobre o Impacto nas Vias de Estresse Celular", proposto pelo Grupo de Pesquisa em Fisiologia da Unijuí (GPeF).
Neste edital, a Universidade foi contemplada com uma bolsa de pós-doutorado e uma de doutorado sanduíche, ambos de 8 meses, para a Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. O total do financiamento aprovado é de R$ 212.000,00, e o coordenador do projeto é o professor Thiago Gomes Heck.
O projeto busca avaliar como a exposição a poluentes ambientais, mesmo em concentrações consideradas aceitáveis por órgãos reguladores, induz estresse oxidativo (EO) e modifica as respostas celulares ao estresse (RCE) mediadas pela expressão de proteínas de choque térmico (HSPs) em diferentes órgãos, agindo, assim, como potencializadores do desenvolvimento de alterações metabólicas. Outro fator é avaliar se a exposição ao glifosato representa um risco disruptivo metabólico.
Atualmente, os herbicidas à base de glifosato são os mais utilizados para o controle de plantas daninhas nas áreas rurais do Brasil e do mundo, contribuindo para a produção de alimentos em larga escala. No entanto, sua ampla utilização tem resultado na contaminação dos ecossistemas, da água potável e dos alimentos.
O projeto contará com a colaboração da professora Julia Matzenbacher dos Santos, da University of Pittsburgh, dos Estados Unidos, e do professor. Vinicius Fernandes Cruzat, da Southern Cross University, da Austrália. As candidatas a bolsas serão as estudantes Diovana Gelati de Batista, Laura Schleder Corrêa (Doutorado Sanduíche no Exterior).
Fazem parte da equipe os pesquisadores da Unijuí Mirna Stela Ludwig, Matias Nunes Frizzo, Pauline Brendler Goettems Fiorin, Vitor Antunes de Oliveira, Caroline Brandão Quines e Airam Teresa Zago Romcy Sausen. Também os pesquisadores Paulo Ivo Homem de Bittencourt Júnior, da UFRGS, Sandra Aparecida Benite Ribeiro, da UFJ e Antônio Azambuja Miragem, da UFRGS e IFFar.

O projeto “Efeitos de Herbicidas à Base de Glifosato como Agentes Disruptivos Metabólicos: Um Estudo Translacional sobre o Impacto nas Vias de Estresse Celular", proposto pelo Grupo de Pesquisa em Fisiologia da Unijuí (GPeF), teve financiamento aprovado para execução no edital para Apoio a Projetos em Rede do Programa Conhecimento Brasil, vinculado ao CNPq.
O programa Conhecimento Brasil é uma das 10 ações prioritárias definidas em 2023 pelo conselho do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e faz parte da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) para o período de 2023 a 2030.
Conforme explica o coordenador do projeto, o professor Thiago Gomes Heck, a proposta busca avaliar se a exposição ao glifosato representa um risco disruptivo metabólico via subprojetos com cultura de células isoladas, bioindicadores ambientais via organismos mais simples como c. elegans (um nematodo), minhocas, peixes, e mais complexos, como roedores de laboratório e de agricultores expostos ocupacionalmente.
"Nosso grupo de pesquisa vem demonstrando que a exposição a poluentes ambientais, mesmo em concentrações consideradas aceitáveis por órgãos reguladores, induz estresse oxidativo (EO) e modifica as respostas celulares ao estresse (RCE) mediadas pela expressão de proteínas de choque térmico (HSPs) em diferentes órgãos, agindo, assim, como potencializadores do desenvolvimento de alterações metabólicas”, explica o professor.
Conforme o docente, entre os agrotóxicos, os herbicidas à base de glifosato são os mais utilizados para o controle de plantas daninhas nas áreas rurais do Brasil e do mundo, contribuindo para a produção de alimentos em larga escala. No entanto, sua ampla utilização tem resultado na contaminação dos ecossistemas, da água potável e dos alimentos. “Portanto, é plausível supor que exposição ao glifosato possa induzir alterações em organismos não-alvo, comprometendo vias de sinalização, interferindo na saúde de seres vivos de diferentes níveis filogenéticos. Investigação que será realizada neste projeto.“
O projeto contará com a colaboração da professora Julia Matzenbacher dos Santos, da University of Pittsburgh, dos Estados Unidos, e do professor. Vinicius Fernandes Cruzat, da Southern Cross University, da Austrália. Os pesquisadores virão para a Unijuí, enquanto que pesquisadores da Universidade vão para o exterior. Também está prevista a compra de equipamentos e reagentes para uso no Laboratório de Ensaios Biológicos da Unijuí. Ao todo, o financiamento é de R$ 459.389,00.
Fazem parte da equipe os pesquisadores Mirna Stela Ludwig, Matias Nunes Frizzo, Pauline Brendler Goettems Fiorin, Vitor Antunes de Oliveira, Caroline Brandão Quines, Rafael Frantz e Fabrícia Roos Frantz. “Essa participação representa a ampla possibilidade de orientação de novos trabalhos de conclusão de diferentes curso de graduação, dissertações de mestrado e teses doutorado neste projeto, tanto na área da saúde via Programa de Pós-Graduação em Atenção Integral à Saúde (PPGAIS) como via Programa de Pós-Graduação em Modelagem Matemática e Computacional (PPGMMC)”, destaca Thiago.
"A parceria entre os dois programas, especialmente entre o GPeF e o Grupo de Pesquisa em Computação Aplicada (GCA), iniciada em 2020, já está gerando uma formação diferenciada, especialmente na proposição de aplicações de inteligência artificial para a saúde, que também serão utilizados neste projeto", complementa o professor.
O projeto contém, ainda, a participação dos pesquisadores Paulo Ivo Homem de Bittencourt Júnior (UFRGS), Sandra Aparecida Benite Ribeiro (UFJ) e Antônio Azambuja Miragem (UFRGS/IFFar).

Nos dias 9 e 10 de dezembro, mestrandos do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade e bolsistas do Projeto de Pesquisa em Plantas Medicinais e Medicamentos da Unijuí (Plamedic), participaram de uma capacitação sobre "Métodos alternativos ao uso de animais para avaliação da segurança de fármacos, medicamentos e cosméticos: artrópodes".
O curso ocorreu no campus Ijuí e foi ministrado pela professora Izabel Almeida Alves, da Universidade Federal da Bahia. Segundo a coordenadora do Plamedic, professora Christiane Colet, o curso contou com atividades teóricas e práticas, sendo importante para o aprimoramento dos métodos utilizados. "Aprendemos sobre diferentes formas de utilização dos artrópodes em pesquisas. Trabalhamos com o tenébrio, fazendo a aplicação de produtos e avaliação da toxicidade e resposta. A ideia do projeto é avaliarmos, com formas alternativas, em especial, a eficácia e a toxicidade de medicamentos e óleos essenciais”, explicou.
Christiane pontua ainda que a parceria entre a Unijuí e a UFBA traz oportunidades de “intercâmbios de pesquisas e de alunos, com perspectivas para ampliar para relações internacionais. Então, abre-se bastante possibilidades", finalizou

O Grupo de Pesquisa em Computação Aplicada (GCA), com apoio do curso de Pós-graduação em Modelagem Matemática e Computacional (PPGMMC), da Unijuí, e dos cursos de graduação em Ciências da Computação e Engenharia de Software, promove, nos dias 10 e 12 de setembro, a 10ª edição do Seminário de Formação Científica e Tecnológica (SFCT).
A proposta do 10º SFCT é de criar um espaço local para debate que possa contribuir positivamente com o trabalho feito pelos estudantes que desenvolvem suas pesquisas nos grupos, especialmente estudantes de graduação e pós-graduação. Neste ano, o evento terá um formato distinto, com a colaboração e apresentações também das pesquisas do Grupo Pesquisa em Automação e Controle (Gaic). Ambos os grupos têm desenvolvido pesquisas na temática de Cidades Inteligentes, que é o tema central desta edição do evento.
Entre as atividades, o seminário receberá o professor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Valdemar Vicente Graciano Neto, o qual irá ministrar duas palestras na temática de Cidades Inteligentes, onde vai destacar seus trabalhos de pesquisa e oportunidades de investigação sobre a temática.
O professor é autor do livro “What Every Engineer Should Know About Smart Cities", que conta com um capítulo escrito pelos professores do GCA, onde apresentam em detalhes o projeto de pesquisa desenvolvido pelo Grupo, em Santa Rosa, em parceria com a prefeitura do município para a construção de uma infraestrutura tecnológica de cidades inteligentes.
O seminário será realizado no Espaço + Inovação, na Sala Ideação, no turno da tarde nos dois dias do evento, das 14h às 17h. O seminário abrirá as comemorações dos 30 anos do Programa de Pós-graduação em Modelagem Matemática e Computacional da Unijuí e será realizado em formato híbrido, aberto e gratuito para todas as pessoas que estiverem interessadas. Para participar, é preciso fazer a inscrição online, dado o limite de vagas, que pode ser feita pelo site do evento: http://gca.unijui.edu.br/events/sfct/Programacao.html. No site também é possível verificar a programação completa do Seminário.

A Unijuí recebeu na última quinta-feira, 22 de agosto, cerca de 40 alunos do 3º ano do Ensino Médio da Escola Técnica Estadual 25 de Julho, de Ijuí, para conhecer os estudos realizados pelo Grupo de Pesquisa em Uso de Medicamentos e Plantas Medicinais da Unijuí (Plamedic).
Durante a visita, os estudantes, que estão tendo o itinerário formativo na área da Saúde, puderam entender um pouco mais sobre a teoria e a prática do pesquisar, conhecendo técnicas analíticas e laboratórios utilizados pelo Plamedic na Universidade.
Segundo a coordenadora do Grupo de Pesquisa em Uso de Medicamentos e Plantas Medicinais da Unijuí, professora Christiane Colet, receber os alunos que ainda estão no Ensino Médio é muito importante, pois desperta o interesse pela pesquisa, além de ser uma excelente oportunidade de socializar o conhecimento gerado dentro da Universidade.
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Instituição teve nove trabalhos previamente aprovados

A Unijuí está entre as 11 universidades que mais submeteram projetos no edital Pesquisador Gaúcho 2023. Foram 12 trabalhos inscritos, sendo que 10 foram aprovados. O programa teve edições anuais até 2014, foi interrompido por 3 anos, e em 2017 o lançamento do edital passou a ser realizado a cada dois anos. Em 2023, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul - Fapergs lançou o maior edital da série histórica, com R$ 25 milhões disponibilizados aos pesquisadores gaúchos.
Esta última edição recebeu um total de 819 propostas de pesquisadores de 35 instituições de ensino e pesquisa do Estado. Um total de 805 propostas foram consideradas elegíveis e passaram para avaliação do mérito e, entre os meses de abril e junho deste ano, os 15 comitês de assessoramento da Fapergs trabalharam no processo de avaliação, aprovando 385 projetos.
“Estar entre as Instituições que mais submeteram projetos mostra como a Unijuí está preocupada e incentivando a pesquisa. Há, inclusive, uma procura constante por parte dos nossos professores dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu em possibilitar que os seus projetos de pesquisa se articulem com as necessidades da comunidade”, destacou o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí, professor Daniel Knebel Baggio.
Foram aprovados os seguintes projetos:
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