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Design (Bacharelado)

Design na Unijuí: excelência na formação com ênfase na prática profissional

Com ênfase na formação de excelência por meio da prática profissional desde início da graduação, o curso de Design da Unijuí prepara os estudantes para atuar no campo do design gráfico e do produto. Com oito semestres, ou seja, quatro anos, a oferta é disponibilizada no campus de Ijuí e possui uma moderna estrutura de laboratórios para realização de atividades práticas, desde a fabricação, modelagem, prototipagem até recursos de computação gráfica. 

Um dos grandes diferenciais da formação é a possibilidade de participar das disciplinas de Projeto Integrador, onde o estudante tem um contato direto com os desafios impostos no mercado de trabalho. Além disso, os estudantes contam com o Escritório de Design, ambiente acadêmico voltado para prática da teoria aprendida em sala de aula. “No curso de Design da Unijuí, o estudante irá aprender fazendo. O curso prepara para projetar, planejar, executar e administrar projetos gráficos e de produto. Nele também há os projetos integradores, onde o estudante vai atuar em projetos envolvendo situações reais da comunidade, vai entrar em contato com diversos clientes e compreender as mais diversas necessidades da região”, explica a coordenadora do curso de Design, Diane Meri Weiller Johann. 

O profissional de Design formado pela Unijuí é capacitado para atuar em escritórios de design, de arquitetura de interiores, também no ramo da indústria, desenvolvendo projetos de produtos mobiliários, embalagens primárias e secundárias, objetos, equipamentos e ferramentas, além de agências de propaganda, birôs, indústrias gráficas e editoras. 

Com qualificado corpo docente, o curso de Design da Unijuí estimula ainda o envolvimento dos estudantes em atividades interdisciplinares por meio da participação em atividades de pesquisa e extensão, além de estreitar os laços da formação com o mercado de trabalho por meio dos estágios dentro e fora da instituição.

Para saber mais sobre o curso de Design da Unijuí acesse o link.

Por Susan Pereira, acadêmica do curso de Jornalismo.


Era Vitoriana inspira trabalho de conclusão no curso de Design

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da recém-formada no curso de Design da Unijuí,  Lurdes Fátima Burdzinski, está relacionado à sua identificação com o mundo da moda. Inspirada na Era Vitoriana, ela decidiu pesquisar o vestuário e a moda e apresentar uma coleção de lingerie. Intitulada “Desenvolvimento de Coleção de Lingerie inspirada na Era Vitoriana para o aumento da autoestima e empoderamento feminino”, a pesquisa foi orientada pela professora  Diane Meri Weiller Johann. 

Segundo Lurdes, o universo da lingerie é amplo e possui um mercado diferenciado, dirigido a um público feminino cada vez mais exigente em qualidade, conforto e exclusividade. “O trabalho surgiu com a finalidade de evidenciar a importância do design na criação de uma coleção independente, abordando os fundamentos imprescindíveis para a construção de uma lingerie funcional, dotada de beleza estética e capaz de atender a um público feminino exigente. O destaque da pesquisa se volta à confecção de lingeries que respeitam os mais diversos tipos de corpos, incluindo tamanhos plus size, contribuindo com o aumento da autoestima e empoderamento feminino”, explica Lurdes.

A proposta do projeto é apresentar uma coleção de lingeries confortáveis, românticas e sensuais, trazendo atenção aos detalhes que compunham o figurino das roupas das rainhas, com o intuito de oferecer uma experiência de beleza e conforto para as mulheres contemporâneas, capaz de despertar a autoestima, resgatando a sensualidade da mulher urbana, através de um projeto eficiente. A fábrica de lingeries Maria Klein, empresa localizada em Santo Augusto, e as modelos, também designers, Carla Mafalda e Yasmim Zangelorami, deram forma ao projeto e compartilharam conhecimento na área da costura e modelagem.

“As peças possuem uma versatilidade que, combinadas com outras ou entre si, podem ser usadas como roupas para sair, num movimento slow fashion (moda lenta) e a roupa inside out (roupa de baixo usada por cima). A ideia é repensar como vemos o universo feminino, conscientizar que existem novas formas de incentivar a mulher a explorar a sua beleza real e verdadeira e conscientizar o mundo de que a moda, atualmente, busca alternativas de consumo mais lento, trabalhando em favor do meio ambiente, construindo moda com propósito, versatilidade, valorização da mão de obra e cultura regional, assim como uma forte aliada para o empoderamento feminino”, ressalta.

A pesquisa tem um caráter qualitativo, uma vez que propõe a resolução de problemas pontuais, com a apresentação de uma proposta, em formato de coleção, levando em conta o conforto e a funcionalidade pensadas efetivamente para contribuir e demonstrar a capacidade da lingerie de elevar a autoestima da mulher.

“Quando o projeto de coleção de lingerie começou a ganhar forma, aspectos que entendo como fundamentais em qualquer produto ou serviço já se faziam presentes: propósito, respeito, coerência e legitimidade. A pesquisa revela que a mulher busca encontrar na moda a sua essência, originalidade e inclusão. Das diversas categorias da lingerie, a pesquisa aponta resultados positivos, contrários à vulgaridade,  para a moda de deixar corpetes à mostra, sobrepondo com um blazer, por exemplo. Assim, é possível entender a tendência das empresas da indústria da moda de roupa íntima em produzir peças para o dia a dia, primando por lingeries bonitas, utilizando materiais mais sofisticados, confortáveis e interessantes, sem, contudo, deixar de lado o luxo que expressa a mulher contemporânea”, explicou. 

Para além Design de Moda, Lurdes conta que também tem seu interesse no Design de Interiores, área pela qual a criatividade e a capacidade de planejamento de espaços são transformadoras.  “Com o fim do curso, o ponto de partida é a criação da minha marca e, neste sentido,  a atuação como designer na área da moda é uma das possibilidades que está em desenvolvimento. O trabalho de conclusão foi fundamental para despertar esse interesse que já era latente, sobre moda com propósito, com mão de obra local, fortalecendo a cultura regional”, afirma.

Por Evelin Ramos, bolsista de Popularização da Ciência da Unijuí


Home office inspira criações no curso de Design da Unijuí

A pandemia de covid-19, que levou muitas pessoas a trabalharem em home office, inspirou produções na disciplina de Projeto Mobiliário e Ambiente, do curso de Design da Unijuí.

Tendo como plano de fundo este novo cenário, os acadêmicos foram desafiados a pensar em mobiliários para uso residencial, a partir do conceito ‘faça você mesmo’ - ou DIY (Do It Yourself, em inglês). “A ideia era que os alunos pudessem considerar possibilidades como a multifuncionalidade, a modularidade, o cuidado com a montagem e a desmontagem, além de ter a preocupação com a sustentabilidade”, explicou o professor José Paulo Medeiros da Silva.

O conceito de DIY, como explica o docente, surgiu em 1912, nos Estados Unidos, mais como um método de manutenção ou melhoria das residências, onde buscava-se utilizar materiais e ferramentas disponíveis aos moradores. “O conceito começou a se popularizar, principalmente, a partir da década de 1950, com o cenário punk, underground, e ainda na década de 1970, com a popularização dos ideais anticonsumismo e anticapitalismo. E esse conceito chegou aos anos 2000, com o crescimento da internet e com a disseminação de práticas relacionadas à redução de custos, produção manual e importância da sustentabilidade. Hoje, isso é utilizado como um diferencial competitivo, que agrega valor a produtos e marcas”, explicou o professor, lembrando que inúmeras empresas trabalham com essa temática e oferecem produtos a partir destes referenciais. “Há comunidades online que compartilham estes conhecimentos e incentivam que as pessoas desenvolvam estas propostas a partir daquilo que possuem em suas casas.”

Projetos e maquetes foram produzidos pelos estudantes e avaliados pelo designer de produto Wagner Barcelos Moreira, pós-graduado em Gestão de Design e com atuação, há 17 anos, na elaboração de projetos, produção e montagem final de móveis sob medida na cidade de Santa Maria.


Atividade desafia acadêmicos de Design a criar embalagens de papel 100% naturais

A disciplina de Projetos de Embalagem do curso de Design da Unijuí propôs aos seus acadêmicos a realização de uma prototipagem de embalagens de papel. Para a atividade, foi convidada a egressa do curso, Jéssica Cavallini, que auxiliou na produção e avaliação do produto final.

O trabalho teve um cliente fictício, a marca “Bomb” de suplementos alimentares. O conceito buscava demonstrar a procedência 100% natural, enfatizar o ganho físico, demonstrar na embalagem os conceitos da marca e produto, ser identificável e legível para todos. Os acadêmicos se dividiram em grupos e apresentaram propostas de diferentes tipos de embalagens de papel, seguindo o briefing  passado pela designer. 

Segundo a coordenadora do curso, Diane Johann, a atividade é extremamente importante para a formação acadêmica dos estudantes. “Sempre trabalhamos com a produção de diferentes tipos de embalagens durante a disciplina. Nesta atividade, tivemos o auxílio de uma de nossas egressas, que passou o briefing para os acadêmicos a partir da demanda de um cliente fictício. É como se fosse um trabalho para um cliente real, pois os acadêmicos precisaram encontrar uma solução para o problema apresentado. Acreditamos muito nesse tipo de atividade prática em nossas aulas, pois isso os prepara para o mercado de trabalho”, finaliza. 

Por Evelin Ramos da Rosa, bolsista de Popularização da Ciência da Unijuí.


Arquiteto e professor amazonense palestra para alunos da Unijuí

Talles Mattos debateu ‘O processo criativo no desenho ilustrativo’

Pensando em um dos desafios do desenho ilustrativo, que é o processo de criação e amadurecimento dos conceitos empregados na proposta gráfica, o curso de Design da Unijuí promoveu, no último mês, uma palestra com o tema ‘O processo criativo no desenho ilustrativo’. Realizado de forma online, o evento foi organizado pelo professor Matheus Cargnelutti, responsável pela disciplina de Desenho Ilustrativo.

A palestra foi ministrada direto de Manaus – Amazonas, pelo arquiteto, urbanista, professor universitário e artista Talles Mattos, que tem ampla participação em palestras voltadas ao ensino de técnicas de desenho e processo criativo, compartilhando seu conhecimento sobre o uso da perspectiva em Arquitetura, Urbanismo e Design. Ele desenvolve trabalhos artísticos, como a produção de telas e murais de grandes proporções, expressando sua paixão e vivência na Amazônia, em uma busca constante pela valorização da cultura do lugar onde nasceu.

Atualmente, Talles também é professor de Arquitetura e Urbanismo em uma Instituição de Ensino Superior em Manaus e atua no mercado com projetos arquitetônicos e urbanísticos, com um olhar especial sobre o uso da arquitetura bioclimática e vernacular.

Além dos alunos da disciplina, o evento contou com outras turmas dos cursos de Design e de Arquitetura e Urbanismo, e também com admiradores do trabalho do palestrante.


Estudantes assistem a palestra Design de Interiores na prática

            

No dia 21 de setembro, o curso de Design realizou a palestra “Design de Interiores na prática", pela plataforma Google Meet. A discussão com os alunos teve como convidadas a arquiteta Mônica Martins Marques e a designer Bruna Reckziegel. Os assuntos abordados pelas palestrantes foram, desde a iluminação de interiores de residências até a importância de realizar entrevistas com o cliente para definir necessidades funcionais técnicas.   

Segundo o professor do curso, José Paulo Medeiros, a atividade foi muito importante para trazer um pouco da prática de projetos de interiores, demonstrando a importância da iluminação e do planejamento do processo para a proposição de soluções nessa área. “Na disciplina de Projeto de Mobiliário e Ambiente, por exemplo, os alunos estão desenvolvendo um apartamento de 50 m2 para uma família, tendo como principal delimitador a necessidade de acomodar diferentes tarefas e necessidades em um espaço reduzido”, avalia.