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Última etapa do estudo que está mapeando o avanço da covid-19 inicia nesta sexta-feira

          

Inicia hoje, em razão das chuvas, se estendendo ao fim de semana, a quarta e última etapa da Pesquisa que está mapeando o avanço do coronavírus no Rio Grande do Sul, denominado EPICOVID-19. Em Ijuí, novamente uma equipe de pesquisa, coordenada pela Unijuí, vai realizar visitas em domicílios da cidade para a aplicação de testes rápidos e questionário de saúde.

Nesta etapa deverão ser visitadas mais 500 residências em todas as áreas de Ijuí. “Pedimos, uma vez mais, a colaboração de toda a comunidade ijuiense para atender aos nossos voluntários e participar deste importante estudo”, observa a coordenadora na cidade, professora Evelise Berlezi. Além disso, todos os voluntários passaram por treinamento e foram testados, com os mesmos testes que serão aplicados na população, antes de irem a campo, atividade que ocorreu nesta sexta-feira, na Unijuí.

Em caso de dúvida, a comunidade poder entrar em contato com os órgãos de segurança do município para verificar a abordagem dos voluntários da pesquisa, pelo número: 3332-0150, que a Brigada Militar realiza esta verificação. Outros dois telefones foram disponibilizados: (55) 9 9182 6453 e (53) 9 8409 0884.

Encomendado pelo Governo do Estado e coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). O objetivo é estimar o percentual de gaúchos infectados pela Covid-19; avaliar a velocidade de expansão da infecção; fornecer indicadores precisos para cálculos da letalidade e determinar o percentual de infecções assintomáticas ou subclínicas. Ele ocorre em quatro etapas (este fim de semana será a última) e vai entrevistar 18 mil pessoas em todo o RS até o final.

Os resultados oficiais serão divulgados ao longo da próxima semana pelo Governo do Estado e a Universidade Federal de Pelotas. A Unijuí reforça que não comunica ou comenta casos específicos antes deste anúncio oficial.

              

Como funciona o teste?  

O teste utilizado (WONDFO SARS-CoV-2 Antibody Test) avalia anticorpos produzidos pelo organismo após a infecção e não identifica o vírus ativo logo após o contágio, ou seja, não é um diagnóstico de que a pessoa está, naquele momento, com o vírus ativo em seu corpo, mas que ele já teve contato com este vírus e desenvolveu anticorpos. O teste empregado na pesquisa apresenta a possibilidade de 15,2% de resultados falsos negativos (pessoas que foram contaminadas com o vírus não detectadas pelo exame) de 1,0% de falsos positivos (pessoas com exame positivo que não foram contaminadas) – ainda assim, foi recentemente avaliado como uns dos melhores no mercado.

Saiba mais

Tire todas as suas dúvidas sobre este estudo nesta seção de Perguntas e Respostas elaborada pela Universidade. Clique neste link e confira.

 Também preparamos um vídeo mostrando o processo de pesquisa. Confira:

              


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