
Referência no atendimento especializado a animais, o Centro de Saúde Animal (CSA) manteve o seu propósito durante todo o ano de 2025: oferecer serviços de alta qualidade, sempre associados ao cuidado ético, técnico e humanizado, onde o atendimento ao paciente envolve, igualmente, acolher o tutor, suas expectativas e suas preocupações, para fortalecer, assim, a relação de confiança com a Instituição .
No ano passado, o local passou a contar com novas parcerias de serviços especializados (oncologista com eletroquimioteria, oftalmologista e medicina integrativa). Além disso, tem em andamento o Projeto Castração (parceria entre a Instituição e a Prefeitura Municipal de Ijuí), que já castrou cerca de 1 mil cães e gatos dos 1,2 mil da meta definida. Até novembro de 2025, foram realizadas 2.619 consultas e 1.600 cirurgia, números que são superiores ao do ano passado.
“A participação dos estudantes é extremamente positiva neste processo. Sob supervisão dos médicos veterinários, os acadêmicos colaboram ativamente na rotina, contribuindo para a organização, o cuidado com os pacientes e o suporte aos atendimentos clínicos e cirúrgicos”, destaca a diretora clínica do CSA, professora Gabriele Callegaro Serafini.
Segundo a docente, o envolvimento proporciona uma formação prática qualificada, permitindo que os estudantes apliquem os conhecimentos teóricos, desenvolvam responsabilidade profissional e compreendam a importância do trabalho em equipe, ao mesmo tempo em que fortalecem a qualidade e a eficiência dos serviços prestados à comunidade.
Para este ano, além de manter e consolidar os serviços que são ofertados, haverá a renovação do projeto castração que tanto ajuda a comunidade de baixa renda e animais de rua. “A castração de cães e gatos é uma das estratégias mais eficazes e éticas para o controle populacional, pois atua diretamente na redução do número de nascimentos indesejados. Ao evitar a reprodução descontrolada, diminui-se o abandono, a superlotação de abrigos e a presença de animais errantes nas ruas”, pontua Gabriele.
Ela completa, afirmando que, do ponto de vista da saúde pública, a redução de animais soltos impacta positivamente no controle de zoonoses, como raiva, leptospirose, leishmaniose e esporotricose, além de reduzir acidentes envolvendo mordeduras e atropelamentos.