
Na última quinta-feira, 30 de abril, o Museu recebeu o evento Imersão Guarani, uma atividade construída de forma colaborativa e marcada por trocas, aprendizados e experiências significativas.
Organizado com dedicação pela APMI, o encontro reuniu os professores convidados em uma proposta que foi além de um formato tradicional.
Durante a abertura, a museóloga e diretora do Museu Antropológico, Karen Barros, destacou a importância de iniciativas como essa para fortalecer o papel do museu como um espaço vivo, de integração entre educação formal e não formal. Segundo ela, a presença da comunidade e de profissionais da educação contribui para dinamizar o ambiente e ampliar o alcance das ações desenvolvidas no local.
A proposta do evento, inicialmente pensada como um relato de atividades da Comissão dos 400 Anos das Missões, foi sendo transformada ao longo do processo, resultando em um encontro mais interativo e acolhedor. Apesar dos desafios na construção do formato, a organização ressaltou o aprendizado coletivo gerado durante toda a preparação. Também teve participação dos cursos de Nutrição e Gastronomia, que mobilizou estudantes para contribuir com a atividade.
Um dos destaques da noite foi a mesa temática preparada pelos acadêmicos, eles foram responsáveis pela elaboração de uma experiência gastronômica alinhada à proposta do evento.
No segundo momento da noite, o público participou de um bate-papo com convidadas especiais: a cineasta guarani Mbyá Patrícia Ferreira Pará Yxapy e a docente da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e coordenadora do NEABI – Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas do campus Cerro Largo, Edati Aparecida Finokiet.
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