
Três projetos da Universidade foram aprovados em edital de inovação do Programa Avançar na Inovação, do Governo do Estado
Na tarde desta segunda-feira, 10 de janeiro, no Plácio Piratini, o governador Eduardo Leite assinou convênios com universidades, fruto de editais do Programa Avançar na Inovação. O ato, transmitido pelos canais oficiais do governo do Estado, contou com a presença do secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia, Luís Lamb, e representantes das universidades selecionadas pelo edital.
O ecossistema de inovação do Governo do Estado, de acordo com o secretário Lamb, surgem para reconhecer o potencial que o Rio Grande do Sul tem no contexto de produção acadêmica. “Muitos dos editais hoje aqui assinados visam, justamente, transformar essa produção intelectual que o RS tem, que é entre 11 e 12% da produção científica nacional, para que ela acelere nosso processo de crescimento econômico”, destacou. O Programa prevê o investimento de R$ 12 milhões em editais de Projetos e R$ 2,6 milhões em edital de Gestores de Inovação.
A Unijuí está entre as Universidades com projetos aprovados e selecionados dentro do Avançar na Inovação RS, são eles: Rede de sensores inteligentes para o monitoramento de sistemas de irrigação por pivô central - integrante do Programa Inova RS e desenvolvido em parceria com a empresa Fockink; Smart LiveLab: Espaço Colaborativo de Inovação Tecnológica para fomentar o desenvolvimento econômico social da Macrorregião Noroeste e Missões - desenvolvido em parceria com as empresas Nuvoni Softwares e I-Convergence Soluções Computacionais; Produção de biogás e sua utilização em geração distribuída no conceito de smart grids: perspectivas e desafios para Região Noroeste e Missões do RS - integrante do Programa Inova RS, desenvolvido em parceria com a Faculdade de Horizontina e com as empresas Hidroenergia Engenharia e Automação LTDA.
A soma do valor repassado pelo Estado aos três projetos é de R$1.324.299,64. Inteirado ao valor de contrapartida da Unijuí e seus parceiros, a região Noroeste Missões recebe um aporte de R$1.731.009,46 para implementação destes três projetos que visam reposicionar e alavancar o desenvolvimento dentro dos ecossistemas de inovação para todo país.
Conforme o governador do Estado, Eduardo Leite, para que possamos consolidar essa liderança de produção de conhecimento científico do Rio Grande do Sul, era fundamental o posicionamento do Estado de maneira mais significativa para a garantia de políticas públicas para inovação. “Inovar exige riscos, porque inovar é exatamente sobre sair da caixa e arriscar-se a fazer de um jeito diferente e se envolve riscos fica mais difícil conseguir recursos (...) é aí que entra o Governo do Estado com a sua política de editais para dar suporte à estabelecer investimentos naquilo que eventualmente, pelo nível de risco ou por não ser consolidado, não tem a atração do setor privado suficientemente para alavancar algo que está sendo feito de novo”, finaliza, ressaltando que todos os projetos passaram por uma análise técnica rigorosa e com a confiança da produção de conhecimento por parte da academia.

É praticamente impossível imaginar o mercado de trabalho na atualidade sem o uso da tecnologia em seu dia a dia. Cada vez mais os processos de produção vêm sendo atualizados por meio de softwares e aplicativos, modificando as formas de trabalhar, mas também criando novas possibilidades. Para se ter uma ideia, a pesquisa Projetando 2030, encomendada pela Dell Technologies e realizada pelo Institute For The Future, aponta que 85% das profissões que farão parte do mercado de trabalho no futuro ainda não existem.
A vice-reitora de Graduação da Unijuí, professora Fabiana Fachinetto, ressalta que a Universidade está atenta às mudanças e transformações do mundo, aceleradas pela pandemia. “A tecnologia, a globalização e várias outras mudanças, sem dúvida, estão alterando as relações de trabalho que tínhamos até então. Isso exige que as atividades profissionais existentes se reinventem, como acontece com o Direito, por exemplo, que passa a ser quase totalmente digital, assim como o comércio, que migra para o e-commerce. Mas não é somente isso. Todos os dias vemos pesquisas que apontam para profissões do futuro, decorrentes de toda essa mudança que a sociedade global vive”, afirma Fabiana.
Uma das características da Graduação Mais, nova metodologia adotada para os cursos de graduação da Unijuí, é justamente fazer com o que o estudante tenha esse aprendizado voltado ao desenvolvimento de competência para construir uma carreira efetiva e transformadora no mercado de trabalho.
“Desde o início da pandemia, a Unijuí promoveu mudanças fundamentais nos currículos dos cursos de Graduação, passando a trabalhar com competências, ou seja, conhecimentos, habilidades e atitudes são desenvolvidas conjuntamente, ao longo do curso. Mais do que o conhecimento científico sobre determinada área, o profissional do futuro precisará ter habilidades para lidar com o novo, com o desconhecido. Ele precisará estar pronto para os desafios do amanhã”, finaliza a vice-reitora de Graduação da Unijuí.
A Unijuí está com inscrições abertas aos interessados em fazer parte desse processo de transformação. São mais de 40 cursos entre ofertas presencial e EaD. Saiba mais em www.unijui.edu.br/vestibular.

Em 2021 a Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica - Criatec foi selecionada para o Programa Ideiaz, executado pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) em parceria com o Sebrae. A partir dessa seleção, a Incubadora formatou um programa de apoio aos empreendedores na modalidade virtual, onde foram atendidos seis projetos na pré-incubação.
Na tarde de ontem, 05 de janeiro, ocorreu a apresentação de Picth pelas startups pré-incubadas para entrada efetiva como empresa incubada da Criatec. Foram aprovadas as seguintes empresas:
Participaram da banca de apresentações Janiel Foletto, ceo da empresa Infinitum e membro do conselho deliberativo da Criatec; Leonice Parnoff, consultora Ad Hoc da Criatec; e Maria Odete Palharini, coordenadora da Criatec.
Para 2022 estão previstas uma série de atividades para apoiar a jornada dos empreendedores que incluem: trilhas de conhecimento, eventos, rodadas de negócio e conexões, participação em eventos. Acesse o site criatecunijui.com.br e fique por dentro do cronograma das atividades.

(Foto ilustrativa)
A tecnologia está cada vez mais presente na vida das pessoas. Com a pandemia de covid-19, o uso de smartphones e computadores tornou-se ainda maior entre crianças e adolescentes, que acabaram utilizando-os como um meio de estudos, comunicação e diversão. Mas quais os efeitos que esta exposição tecnológica excessiva pode trazer para o desenvolvimento infantil?
Segundo a professora do curso de Psicologia da Unijuí, Amanda Schöffel Sehn, o uso traz desdobramentos para o desenvolvimento das crianças. “Muitos estudos apontam que há, sim, efeitos na constituição psíquica das crianças, que podem gerar dificuldades de lidar com as próprias emoções. E isto não está relacionado apenas pelo uso que a criança faz das telas. Está também interligado com o uso que os adultos, que têm relação com estas crianças, fazem”, explicou.
De acordo a professora da EFA e do curso de Pedagogia da Unijuí, Elisabete Andrade, o impacto já pode ser sentido pela falta de paciência entre os estudantes. “Nós percebemos que as crianças estão ansiosas. Precisamos constantemente fazer uma conversa para que elas entendam a importância de transcrever ou de ler, por exemplo.”
Neste sentido, é preciso pensar de que forma se utilizam os aparelhos tanto por parte dos pais quanto das crianças. “Não podemos negar a presença da tecnologia nas nossas vidas, mas devemos pensar em um uso mais saudável. Por isso, é importante conhecermos os efeitos que o uso da tecnologia produz nas crianças, mas também sobre o uso que os pais fazem da tecnologia e como isso pode afetar o desenvolvimento dos seus filhos e as suas questões subjetivas, para a partir disto, pensarmos como poderemos fazer para minimizar os efeitos negativos”, frisou a professora do curso de Psicologia da Unijuí, Amanda Schöffel Sehn.
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A Internet acelerou e facilitou muitos processos, mas assim como age de maneira positiva na vida pessoal e profissional das pessoas, também favoreceu os crimes virtuais. Quem não teve um amigo ou familiar que já passou por alguma dificuldade em relação a isso? Difícil até mesmo mensurar esses números. E os crimes podem variar desde uso indevido de informações, tentativas de golpes ou invasão de sistemas e Redes Sociais.
Esse tipo de golpe se tornou tão frequente, que muitas pessoas acabam não tomando as devidas providências. Quando não há consequências negativas para os envolvidos, os números diminuem ainda mais. Imagine você, em uma roda de conversa com vários amigos, quantos já receberam tentativas de crimes virtuais e, destes, quantos procuraram os órgãos responsáveis? Quando geram consequências, mesmo assim, existem casos não registrados.
Esses crimes geralmente são adaptações de golpes já realizados fora do ambiente virtual, mas com modificações extremamente ágeis e até mesmo mais difíceis de serem rastreadas. Isso dificulta, até mesmo que o direito acompanhe tamanhos avanços. “O Direito pensa no passado para aplicar no presente, quando também se deveria pensar na alteração do presente para o futuro. Para isso são necessárias uma série de reformas e o tempo legislativo ainda é muito demorado”, destaca o professor da Unijuí, Mateus de Oliveira Fornasier.
Esse tipo de crime está tomando proporções tão grandes, que alguns estados já contam com delegacias especializadas, para que processos possam ser agilizados. Nos municípios de atuação da Unijuí, delegados precisam ter conhecimento generalista e cuidar de todos os tipos de casos e crimes.
Importante que a população não descuide neste período de férias e procure ajuda junto à Delegacia mais próxima ou órgãos responsáveis. Quanto mais informações disponíveis às áreas do Direito, maiores as chances de resolução de problemas, pois o desafio dos crimes virtuais ainda é saber de onde partiu a conduta que causou o dano.
Atendimentos acontecem nos campi de Ijuí e Santa Rosa

O Laboratório de Atividade Física e Promoção à Saúde (LAFPS), da Unijuí, tem atividades nos campi de Ijuí e Santa Rosa. Atualmente o espaço atende professores, funcionários, estudantes e a comunidade em geral. O Laboratório disponibiliza para os pacientes que recebem orientação médica para a prática de exercícios físicos, atividades físicas com foco na promoção da saúde.
Durante o período de férias letivas da Universidade, tanto o LAFPS de Ijuí, como o de Santa Rosa, têm alterações nos atendimentos, conforme segue:
Ijuí: Rua São Francisco, 501, Bairro São Geraldo
Janeiro: recesso, não haverá atendimento;
Fevereiro: retorno no atendimento no dia 1º. Para a comunidade em geral, de segunda a sexta-feira, das 16h às 18h; professores e funcionários, nas terças e quintas-feiras, das 17h30 às 19h30; para a terceira idade o atendimento é realizado nas segundas e quartas-feiras pela manhã, das 8h às 11h e de segunda a quinta-feira, das 14h às 16h.
Santa Rosa: sala A 114, no campus da Unijuí
Janeiro: atendimento de segunda a sexta-feira para usuários já inscritos, das 13h30 às 17h30, até o dia 18. A partir do dia 19, recesso por 30 dias;
Fevereiro: retorno dos atendimentos no dia 21, de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 17h30.

A comunidade da região dos quatro campi da Unijuí já pode inscrever desafios para os Projetos Integradores que contemplam o currículo do primeiro semestre de 2022 da Graduação Mais. As demandas cadastradas pela comunidade deverão ser enquadradas em áreas temáticas de acordo com a atividade que será desenvolvida e o curso que prestará o atendimento.
Para o cadastro do desafio é necessário acessar a plataforma Sou Mais,
através do endereço www.unijui.edu.br/soumais, fazer o cadastro e enviar o desafio
até o dia 1º de fevereiro de 2022. As demandas cadastradas serão analisadas pelos docentes que ministrarão os Projetos Integradores. O Resultado do edital será publicado no dia 28 de fevereiro, no site da plataforma.
As demandas que forem selecionadas serão atendidas pelos Projetos Integradores no primeiro semestre letivo de 2022, de forma totalmente gratuita, pelos professores e estudantes dos eixos aos quais elas estarão vinculadas. Por se tratar de uma atividade com finalidade educativa haverá o compromisso da instituição, curso de graduação e grupos de estudantes quanto à seriedade do trabalho que será desenvolvido, entretanto, não é possível estabelecer garantias quanto ao resultado final do Projeto Integrador.
Já os desafios que não forem selecionados para atendimento neste semestre em virtude da disponibilidade de grupos de estudantes, ficarão armazenadas no banco de demandas, podendo ser atendidas por outros componentes curriculares. Os demandantes que se enquadrarem nessa condição serão comunicados através dos contatos fornecidos no momento do cadastro da demanda.
Confira o edital completo clicando aqui.
Conheça os cursos e temas geradores disponíveis para o primeiro semestre de 2022.


A Cadê Moto é uma das empresas mais recentes a ingressarem na Criatec, a Incubadora de Empresas da Unijuí. A empresa oferece serviços de entrega rápida e eficiente, especialmente para produtos comercializados por empresas do ramo alimentício. Fundada em setembro de 2021, no dia 1º de novembro já ingressou na Criatec e utiliza o espaço físico da Incubadora e suas mentorias para o desenvolvimento do negócio.
Os idealizadores da empresa são Luis Roque do Carmo dos Santos, Elton Henrique dos Santos Bittencourt e Everton Fagundes Riger. Atualmente, com atuação somente no município de Ijuí, com 10 entregadores. Para 2022, os empreendedores buscam expandir a empresa para outros municípios e chegar a 60 entregadores em Ijuí. A empresa também está trabalhando no desenvolvimento de um site e aplicativo.
A ideia de empreender nesta área, segundo Luis Roque, surgiu pela carência na oferta desse serviço em Ijuí e, por meio da indicação de outras empresas, perceberam a Criatec como uma oportunidade de desenvolvimento. “Com a Criatec, hoje temos um espaço físico para realizar treinamentos, receber colaboradores e nos reunir com parceiros em geral. Também recebemos orientações e suporte necessários para a empresa. Queremos fazer a diferença tanto para nossos clientes produtores, como para nossos clientes consumidores” afirma o empreendedor.
Se você também possui uma ideia de negócio e precisa de um apoio para planejar, validar, prototipar e testar seu modelo de negócio, conheça a pré-incubação da Criatec: http://www.criatecunijui.com.br/programas. O ingresso no programa de pré-incubação é contínuo, portanto, em qualquer período do ano é possível realizar a inscrição. A Incubadora está presente nos campi da Unijuí em Ijuí e Santa Rosa, mas à disposição de toda a comunidade regional.

A Central Analítica vem se constituindo como laboratório prestador de serviços à comunidade há aproximadamente 20 anos, buscando no decorrer deste tempo se consolidar como espaço de excelência nos serviços prestados, bem como, contribuir na formação de profissionais. A Central é responsável pela realização de análises físico-químicas e microbiológicas em água, efluentes líquidos e combustíveis.
“A Central Analítica é um espaço de excelência que a Unijuí oferece a seus estudantes e à comunidade. É um laboratório que opera sob um sistema internacional de qualidade, a ISO:IEC 17025/2017 e, além disso, é cadastrado junto à Fundação de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam) e junto à Rede Metrológica do Rio Grande do Sul, o que permite atender a várias demandas em análises de águas e efluentes líquidos com padrões internacionais de qualidade”, explicou.o coordenador da Central Analítica, professor Alessandro Hermann.
Ao longo de 2021, em virtude da pandemia, o laboratório precisou se reorganizar para manter o atendimento. “A pandemia trouxe muitos desafios e necessidade de reorganização e adaptações, mas durante todo este período o atendimento à comunidade externa se manteve constante. É possível olhar para nossas atividades desenvolvidas ao longo deste ano e sentir satisfação por tudo o que foi feito em um momento de ajustes constantes e de muita incerteza”, contou
Apesar da pandemia, o ano foi produtivo no laboratório, onde foi constatado um aumento no número de análises realizadas em comparação com o ano anterior. Somente em 2021, até o mês de novembro, 7.475 análises foram realizadas. “A Central Analítica exerce um papel relevante na região. Muitos clientes necessitam dos laudos e relatórios para a manutenção de suas atividades e também para atender as demandas dos órgãos de fiscalização”.
Além de ser um espaço importante para a prestação de serviços à comunidade, a Central contribui para a formação de estudantes. “Os acadêmicos desempenham um papel primordial dentro do laboratório, onde são disponibilizadas vagas de estágios remunerados, voluntários e também obrigatórios. A Central Analítica compreende um espaço riquíssimo para nossos estudantes, os colocando em contato com atividades práticas e solução de problemas”, destacou o coordenador.
O Ensino Superior permanece forte para amenizar e reverter os índices de desigualdade
Imagem Ilustrativa
Não é necessário que se façam grandes pesquisas para perceber que sim, a desigualdade ainda é forte em todo o planeta. Mas dados e pesquisas concretas mostram informações reais, para que se possa ter uma dimensão da situação e buscar mudanças, para vidas com mais dignidade. No final de 2021, o Relatório sobre as Desigualdades Mundiais apontou o Brasil, entre os mais de 100 países pesquisados, como um dos mais desiguais do mundo.
A desigualdade econômica e financeira leva a tantas outras diferenças no país, como a moradia, a alimentação, a saúde, a educação e a segurança. Não seriam esses Direitos Humanos essenciais e que deveriam ser oferecidos com qualidade pelos Governos? A má distribuição de renda acaba elevando essas desigualdades. Os dados do relatório apontam que, do total da renda do país, os 10% mais ricos ganham quase 59% do valor. Já a metade mais pobre da população brasileira, fica com apenas 10% do total da renda nacional.
A própria Constituição Federal prevê a erradicação da pobreza e da marginalização, além de diminuir desigualdades sociais e regionais. Além de melhorias e tributações que precisam ser revistas pelos Governos, cada pessoa pode pensar em suas contribuições para que, de fato, haja mudanças. O acesso ao Ensino Superior também se apresenta como uma maneira de reduzir tamanha desigualdade. Estudar, certamente, se consolida como uma das maneiras de aumentar a renda e, consequentemente, diminuir a desigualdade.
Dados do IBGE/PNAD mostram que cada ano de estudo do brasileiro pode significar, em média, um aumento de 15% no salário. Outra pesquisa, realizada pelo Insper - Instituto de Ensino e Pesquisa, aponta que o trabalhador com Ensino Superior completo pode receber 5,7 vezes o rendimento de um brasileiro com poucos anos de estudo.
A Unijuí conta com diversas facilidades para ingresso no Ensino Superior, como: bolsas de estudo próprias, bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni), FIES - Financiamento Estudantil, financiamentos, descontos, entre outras opções de benefícios. A Universidade também oferece algumas opções de descontos que podem chegar a 50%, conheça neste link.
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