
Na última quarta-feira, dia 7 de abril, a Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica (Criatec) da Unijuí e a Incubadora de Negócios de Liepaja – Letônia (Kurzemes) estiveram reunidas para troca de informações e discussão de ações de cooperação conjuntas. A Unijuí firmou no mês de março um acordo de cooperação com a Universidade de Liepaja, a qual está ligada à Incubadora Kurzemes, tendo parte se seus estudantes como membros empreendedores.
Participaram da reunião online, por parte da Letônia, Aigars Strauss, organizador do encontro; Salvis Roga, diretor da Kurzemes; e Edijs Brauners, coordenador de projetos da incubadora. Pela Criatec, que é coordenada por Maria Odete dos Santos Palharini, participaram representantes e empreendedores, cuja apresentação ficou a cargo do empreendedor Cesar Augusto Fensterseifer. Também participaram o professor Peterson Cleyton Avi, a assessora de relações internacionais, Vanderléia de Andrade Haiski, e demais interessados.
Na ocasião, além da apresentação das incubadoras de ambos os países, foram discutidas áreas de comum interesse, como economia ecológica, desenvolvimento digital, tecnologias ecológicas/limpas (green tecnologies), cidades inteligentes, energias renováveis, políticas de desenvolvimento para cidades, inteligência artificial e cooperação entre as empresas existentes.
Há interesse das empresas incubadas na Kurzemes em expandir seus negócios para o Brasil, através da cooperação com a Criatec. Eles também se mostraram abertos para receber e promover as empresas incubadas brasileiras na Letônia.
A Criatec é o primeiro contato dos empreendedores da Letônia no Brasil e os diretores de ambas as incubadoras veem como uma boa oportunidade de cooperação. Um ponto de destaque na reunião foi a possibilidade de criação de uma incubadora virtual para ambos os países, onde vai ser possível a realização de atividades conjuntas para os empreendedores de ambas instituições.
Um novo encontro entre a Criatec e a Kurzemes ficou agendado para o mês de maio.
Projeto Alquimia II envolve a Unijuí e o Ministério Público do Estado

A Unijuí recebeu nesta quinta-feira, dia 8 de abril, os primeiros celulares encaminhados pelo Ministério Público do Estado (MP-RS), que foram apreendidos em casas prisionais e, agora, serão recondicionados para uso de estudantes da rede pública de Ijuí e região.
A entrega foi realizada pela promotora de Justiça da Comarca de Ijuí, Rosélia Brusamarelo, ao professor coordenador do projeto na Unijuí, Edson Luiz Padoin, e ao técnico Cleomar Lizot.
A parceria entre o Ministério Público e a Universidade - por meio do Escritório de Relações Universidade – Comunidade, vinculado à Agência de Inovação e Tecnologia (Agit), ligada à Vice-reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, para realização do projeto Alquimia II, aconteceu no final do mês de março, com a assinatura simbólica do termo de cooperação.
De acordo com o professor Edson Padoin, um estudante bolsista do curso de Ciência da Computação e um técnico já passam a trabalhar nos 21 celulares que chegaram, de forma que eles sejam restaurados e fiquem com suas configurações de fábrica. Segundo ele, é difícil precisar o tempo que levará para que estes aparelhos estejam aptos para entrega aos alunos, já que o trabalho depende do estado em que os celulares estão e do modelo de cada um.
A iniciativa vai ajudar os estudantes que, neste momento de pandemia, estão com aulas remotas e com dificuldades de acesso.


Nesta sexta-feira, dia 9 de abril, terá início em Ijuí a 10ª rodada do estudo de Evolução da Prevalência de Infecção por Covid-19 no Rio Grande do Sul (Epicovid19-RS). A pesquisa, coordenada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) em parceria com o governo do Estado, conta com o apoio da Unijuí e será realizada até o domingo, dia 11.
Conforme explica a coordenadora da pesquisa pela Unijuí, professora Evelise Berlezi, 34 voluntários irão a campo já na tarde desta sexta-feira, após participarem de treinamento no Centro de Eventos da Universidade. Todos os entrevistadores foram testados. Os voluntários também participaram de um encontro online de preparação para uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).
Assim como nas rodadas anteriores, a meta é visitar 500 domicílios, definidos por sorteio, e realizar a aplicação de um questionário e de um teste para detecção de anticorpos contra a covid-19. “A novidade, nesta rodada, é que não vamos utilizar o teste rápido. Somente será utilizado o teste Elisa, já aplicado na fase anterior. Trata-se de um teste de maior sensibilidade e especificidade”, explicou a professora. Para o exame, o entrevistador coletará uma amostra de sangue (gotas) do dedo do participante.
A Epicovid19-RS é uma pesquisa populacional em série que levanta o número de casos de coronavírus na população gaúcha, incluindo pessoas sem sintomas. A série de coleta de dado teve início em abril de 2020, menos de 20 dias após o registro da primeira morte pela doença em solo gaúcho. Com isso, o estudo se torna o único no mundo a realizar 10 etapas de acompanhamento da prevalência de coronavírus na população das mesmas cidades, proporcionando um registro histórico com base em evidências científicas desde o início da pandemia no Estado.
Ao todo, 4,5 mil pessoas serão entrevistadas e testadas em Ijuí, Pelotas, Uruguaiana, Santa Maria, Porto Alegre, Canoas, Caxias do Sul, Passo Fundo e Santa Cruz do Sul.
Os dados mais recentes, divulgados no final de fevereiro, estimam que mais de 1,13 milhão de pessoas já tenham sido infectadas – o que equivale a um a cada dez habitantes do Rio Grande do Sul.

A Unijuí, por meio da Vice-reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, é uma das parceiras da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo na revitalização da Trilha do Rio Potiribu. A comissão, encarregada de pensar, planejar e desenvolver as ações no local, esteve reunida na última semana, em um encontro que aconteceu de forma online.
Localizada no Parque de Exposições Wanderley Burmann, a Trilha do Rio Potiribu foi criada no ano 2000, a partir de uma iniciativa do ecologista Delmar Amorim que, na época, era administrador do Parque. Com 1.800 metros, a trilha é a mais longa da cidade, oferece um trajeto estruturado, com pelo menos 10 pontos de interesse, mas, devido à ausência de manutenção, acabou deteriorada.
A partir da mobilização entre as Secretarias Municipais de Cultura, Esporte e Turismo (SMCET) e Meio Ambiente (SMMA), com o Grupo de Escoteiros Farrapos Carijós, iniciou-se uma articulação junto a outros possíveis interessados em revitalizar a trilha. O principal objetivo é transformar o espaço em uma trilha ecológica ativa e acessível para as comunidades de Ijuí e região. A ideia é que ela ofereça a possibilidade de visitação de forma guiada e autoguiada, seja pelo público caminhante, ciclistas ou pessoas com deficiências.
O projeto prevê, para além de ações de diagnóstico, planejamento e execução de intervenções estruturais, atividades que possam sensibilizar a comunidade para criação de vínculo, cuidado e pertencimento com o local.
O trabalho seguirá um cronograma de ações pensadas de forma conjunta, que acontecerá de acordo com as condições do momento da pandemia. A dedicação do grupo está voltada para que as atividades propostas resultem em um trabalho com efeitos duradouros.
Para além das pastas citadas, estão engajadas na iniciativa as Secretarias Municipais de Educação e Desenvolvimento Econômico, a Associação Ijuiense de Proteção ao Ambiente Natural (Aipan) e a Associação de Ciclismo Las Monaretas. Na Unijuí, também fazem parte do trabalho os Programas de Educação Tutorial (PET) de Ciências Biológicas e Engenharia Civil.
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Pouco se fala em acidentes com animais peçonhentos, mas eles existem, em significativo número, e preocupam quando acontecem. Afinal, o que devemos fazer quando somos vítimas ou quando acompanhamos um caso?
Para esclarecer estas dúvidas, o Rizoma Temático desta quinta-feira, dia 8 de abril, abordou o tema “Animais Peçonhentos: como agir e prevenir acidentes”. À frente do bate-papo, estiveram a professora Juliana Maria Fachinetto, tutora do Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Ciências Biológicas da Unijuí; a estudante e bolsista PET, Caroline Thérese Aygadoux Martins; e a ambientalista e professora no curso de Ciências Biológicas, Francesca Werner Ferreira.
“O primeiro ponto que devemos destacar é que os animais peçonhentos não são do ‘mal’. São mais do bem do que do mal, na verdade. Outro ponto a ser destacado é que há uma diferença entre os animais venenosos, que produzem veneno, e os animais peçonhentos, que produzem substâncias que são tóxicas para outros animais - e eventualmente essa toxicidade também afeta os seres humanos, e possuem a capacidade de inocular o veneno. Essa inoculação acontece através de picadas, por exemplo, caso de abelhas, aranhas, escorpiões e parte das serpentes”, explicou a professora Francesca, lembrando que os seres humanos não são presas destes animais. O ataque é uma reação de defesa.
De acordo com a professora Juliana Maria Fachinetto, conforme registros, são mais comuns acidentes com serpentes, em áreas rurais, e com aranhas e escorpiões, em áreas urbanas. Os dados constam no Sistema Nacional de Informações Toxicológicas (Renaciat).
Segundo a acadêmica Caroline Martins, bolsista PET, os estudantes do curso de Ciências Biológicas têm contato com os animais peçonhentos dentro da disciplina de Zoologia e, junto ao Programa, ocorre um estudo mais aprofundado sobre o tema. “Inclusive trabalhamos em um guia, que será disponibilizado nos canais da Unijuí, onde mostramos a distribuição destes animais pelo Rio Grande do Sul, quais as espécies mais comuns, onde estão localizadas e qual o tipo de veneno que possuem. Também falamos sobre como evitar acidentes e a forma correta de prestar os primeiros socorros. Há diversos mitos, como sugar o veneno da cobra, colocar açúcar ou pó de café, que acabam por agravar o estado da vítima”, destacou a estudante.
Confira o Rizoma Temático na íntegra:
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A pandemia de covid-19 mudou radicalmente o cenário no País e no mundo. O desemprego em alta, a perda de renda e a necessidade de ingressar no mercado de trabalho deixaram ainda mais evidente a necessidade de qualificação, de se manter, mesmo que em casa, estudando.
Pensando em todo este cenário, a Unijuí oferece 15 cursos de graduação na modalidade Ensino a Distância (EaD), voltados a quem busca uma profissão e àqueles que querem mudar de área ou dar um ‘plus’ no currículo. Todos se adaptam à rotina, já que as aulas podem ser assistidas em qualquer horário e local, e ao bolso.
Todos os candidatos que se inscreverem para o Vestibular EaD, utilizando a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e forem classificados, ganharão 50% de desconto no primeiro módulo do curso. É importante observar que, para utilizar a prova, de 2010 até agora, é necessário não ter zerado a redação. Também vale lembrar que o desconto não é cumulativo a outros benefícios.
Cursos com excelência
A Unijuí conta com três cursos de bacharelado – Administração, Ciências Contábeis e Educação Física; quatro de licenciatura – Educação Física, História, Letras: Português e Pedagogia; e oito cursos de tecnologia – Gestão Comercial, Gestão de Qualidade, Gestão de Micro e Pequenas Empresas, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Financeira, Logística, Marketing e Processos Gerenciais.
A Unijuí também oferece ao candidato a possibilidade de realizar a prova do vestibular online, no dia e horário que o candidato preferir, ou utilizar a nota de um vestibular realizado a partir de 2005.
Inscrições podem ser realizadas em unijui.edu.br/ead.

Na última quinta-feira, dia 1º de abril, foi realizada uma reunião online para tratar da adaptação dos novos estudantes senegaleses, que ingressaram na Unijuí nos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu.
O encontro contou com a presença dos novos alunos, Babá Kanté, do Mestrado em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade, e Abdoulaye Souare, do Mestrado em Educação nas Ciências; do professor Mamadou Boye Diallo, diretor do Instituto Superior de Ensino Tecnológico Aplicado (Iseta) de Tambacounda, Senegal; do professor Roberto Carbonera e do estudante senegalês Mamadou Boye Diallo, ambos do Mestrado em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade; e da coordenadora do Escritório de Relações Internacionais da Unijuí, Vanderléia de Andrade Haiski.
Os estudantes Babá Kanté e Abdoulaye Souare iniciaram suas aulas no mês de março, de forma online, e a reunião tratou de como facilitar este processo de adaptação e aprendizado da língua portuguesa e dos conteúdos tratados nos cursos.
Os alunos estão estudando Português, com apoio de um professor do Iseta, e iniciarão um curso ofertado pela Unijuí. A língua oficial do Senegal é o francês, o que exige uma importante adaptação.
Ao final da reunião, foi sugerido que os conteúdos sejam disponibilizados com antecedência para que eles possam traduzir e estudar antes da realização das aulas. Na reunião, tratou-se, também, do encaminhamento de um projeto de pesquisa para realizar o estudo comparado da agricultura de Tambacounda - Senegal e de um município da região Noroeste do Rio Grande do Sul. Nesta ocasião, o diretor do Iseta, Mamadou Boye Diallo, comunicou que celebrou um importante convênio com o governo senegalês para financiar ações para o Desenvolvimento do Turismo e Empreendimentos em sua região.
O Instituto também acaba de inaugurar rádio e televisão, chamados Weli Media (rádio 90.3 FM e welitv no youtube), e propôs uma cooperação entre a rádio Weli FM e a Unijuí, além de outros setores que atuam na imprensa e na cultura, com vista a estabelecer intercâmbios culturais entre as nossas estruturas, reportagens, documentários e até filmes.
A Unijuí conta atualmente com cinco estudantes do Iseta em seus cursos de graduação e pós-graduação.

Os recentes avanços no diagnóstico e acompanhamento de diversas patologias hematológicas tornam essencial que os profissionais estejam atualizados em relação a novos métodos de diagnóstico, correlação clínica e, principalmente, interpretação dos resultados laboratoriais. É pensando nisso que a Unijuí oferece, em sua quinta edição, o curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Hematologia Laboratorial.
Segundo o coordenador, professor doutor Matias Nunes Frizzo, o curso já se tornou uma referência no Estado pela qualidade na formação dos estudantes. “Nossa especialização está completa em todas as suas disciplinas, práticas ou teóricas. Um curso de pós-graduação lato sensu tem o grande objetivo de qualificar o fazer profissional. E o nosso aluno, ao longo dos finais de semana, tem contato com as atualizações da área e, já na semana subsequente, consegue levar essa experiência para o seu laboratório”, destacou o educador, lembrando que o curso também conta com um corpo docente qualificado, sendo que muitos professores são referências nacionais em hematologia laboratorial.
Contando com 360 horas, o curso oferece aulas teóricas e práticas, que buscam instrumentalizar os alunos para atuarem profissionalmente com um diferencial na qualidade de suas análises hematológicas, bem como em áreas associadas. “Um dos diferenciais do curso é que os estudantes podem usufruir de mais de 20 laboratórios, além do Laboratório de Análises Clínicas (Unilab), que em breve ganhará um novo espaço”, reforça Matias.
Interessados podem se inscrever em unijui.edu.br/pos. As aulas estão previstas para começar no mês de maio.
A Unijuí também está com inscrições abertas, no campus Ijuí, para os cursos de pós-graduação em Saúde Mental; Finanças e Mercado de Capitais; Urgência, Emergência e Trauma; Fisioterapia Neurofuncional; Direito do Trabalho, Processo do Trabalho e Previdenciário; Auditoria e Planejamento Tributário; e Psicologia Clínica: Práticas Clínicas nas Instituições.
No campus Três Passos, para as especializações em Coaching e Gerenciamento de Pessoas e Direito do Trabalho, Processo do Trabalho e Previdênciário.
Para quem prefere a modalidade Ensino a Distância (EaD), há as opções em Marketing, Gestão Bancária e Negócios e Engenharia de Avaliações e Perícias.
Para mais informações, o telefone é 3332-0553 e o e-mail educacaocontinuada@unijui.edu.br.

A 2ª turma da Especialização em Enfermagem Obstétrica da Unijuí promove, nos dias 9 e 10 de abril, uma aula aberta, com o tema “Atenção Obstétrica e Neonatal no Brasil”.
O evento contará com a presença de Maria Esther de Albuquerque Vilela, que é médica, especialista em Ginecologia e Obstetrícia e mestre em Saúde da Mulher e da Criança. Atualmente, compõe a equipe de coordenação do projeto Aprimoramento e Inovação no Cuidado e Ensino em Obstetrícia e Neonatologia (Apiceon).
Com transmissão pelo canal da Unijuí no Youtube, a aula aberta acontece na sexta-feira das 18h às 22h, com transmissão neste link; e no sábado das 8h às 12h, neste endereço, e das 13h às 16h, neste link.
Em razão da pandemia, estudantes iniciaram o ano letivo de forma online, mas, quando as condições sanitárias permitirem, passarão a desenvolver suas atividades na Instituição

Foto: Jonathan Andrés Mosquera
Ao longo de sua trajetória, a Unijuí sempre manteve a característica de estar aberta ao mundo, recebendo e formando estudantes de diversos países. E neste ano não é diferente. No mês de março, a Instituição recebeu alunos da Angola, Argentina, Benin, Colômbia, Equador, Peru e Senegal, que passam a integrar os Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu.
O ingresso dos novos mestrandos e doutorandos aconteceu por meio dos editais da Vice-reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão (VRPGPE), publicados em 2020, para seleção de estrangeiros como estudantes regulares. O edital tem por objetivo ampliar o intercâmbio de estudantes de países com os quais a Unijuí mantém relações de cooperação, a fim de estimular a formação de redes de pesquisa internacionais e apoiar a formação de recursos humanos de alto nível. O processo de seleção e acolhimento dos estudantes estrangeiros é um processo conjunto da VRPGE, Escritório de Relações Internacionais (ERI), coordenadores e docentes dos cursos de Mestrado e Doutorado da Unijuí.
Além dos estudantes selecionados por meio do edital, a Unijuí também recebeu, através das suas relações de cooperação, um estudante colombiano que realizará estudos doutorais no primeiro semestre de 2021.
“A UNIJUÍ, historicamente, tem acolhido estudantes estrangeiros. Há décadas, alunos de diversos países passam pelos bancos da Universidade. No entanto, desde o ano de 2018, em que o Conselho Universitário (Consu) instituiu uma política de internacionalização com estratégias mais claras para sua efetivação, temos procurado que um maior número de estudantes estrangeiros frequentem nossos programas de pós-graduação stricto sensu. Este ano, apesar de tudo que o mundo está vivendo, temos tido bastante sucesso em atrair novos estudantes à nossa instituição. Estamos convencidos de que a presença de colegas estrangeiros nas turmas de mestrado e doutorado é muito enriquecedor para todos e que, potencialmente, é um caminho para o fortalecimento de nossas mais diversas atividades acadêmicas”, explicou o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí, professor Fernando Jaime González.
Na Unijuí, os estudantes estrangeiros recebem suporte do ERI e dos professores da Unijuí durante todo o processo de ingresso nos cursos, bem como no decorrer da sua trajetória acadêmica. Além da gratuidade nos estudos, os alunos recebem um curso de português para estrangeiros, a fim de aprimorar o idioma de estudos, visto que muitos vêm de países não lusófonos.
“A Unijuí é uma referência em educação e formação profissional em diversos países e é uma satisfação acolher os estudantes estrangeiros e apoiá-los no desenvolvimento científico e profissional. Os perfis culturais distintos, a multiplicidade de olhares sobre diferentes assuntos e a troca de experiências através da interação enriquecem significativamente o ambiente acadêmico”, destacou a assessora de Relações Internacionais, Vanderléia de Andrade Haiski.
Devido à pandemia do novo coronavírus e, consequentemente, às limitações de mobilidade, os estudantes começaram o ano letivo de forma online e, futuramente, desenvolverão as atividades de forma presencial na Unijuí, se as condições sanitárias permitirem.
Expectativa dos novos estudantes
Assim como a equipe da Unijuí está ansiosa para proporcionar a melhor experiência aos novos estudantes, eles também estão na expectativa por tudo que está por vir. Jonathan Andrés Mosquera, da Colômbia, doutorando da Universidade de Antioquia e docente da Universidade Surcolombiana, fará na Unijuí seu estágio doutoral junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação nas Ciências. “Ser estudante da Unijuí é, para mim, uma oportunidade de formação acadêmica de alta qualidade, que vai fornecer aprendizagem complementar aos meus estudos doutorais. A Unijuí é uma casa de estudos que traz saberes, práticas e métodos atuais e oportunos à pesquisa doutoral e tece parcerias entre Colômbia e Brasil. Ser Unijuí, como estudante estrangeiro, é fazer academia e pesquisa com amizade e ter um equipe de professores e técnicos sempre com os braços abertos para compartilhar experiências”, disse.
Docente na Universidade Politécnica Estatal de Carchi (UPEC), Luis Adolfo Patiño Hernández, do Equador, agora é doutorando em Modelagem Matemática e Computacional na Unijuí. Ele agradece a oportunidade de estudar na Universidade e diz que quer compartilhar o conhecimento e as experiências adquiridas com alunos da UPEC, com pessoas da sua província e país, em um futuro próximo, desenvolvendo projetos acadêmicos entre ambas as instituições.
Um agradecimento especial também foi feito por Baba Kante, do Senegal, que agora faz parte do mestrado em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade da Unijuí. O agradecimento vai não só à assessora de Relações Internacionais, Vanderléia de Andrade Haiski, mas ao corpo docente pelo acolhimento e disponibilidade. “Estou muito feliz por estar entre vocês, como aluno da Unijuí, para um mestrado que é de suma importância para meus estudos, cujo tema rima perfeitamente com as aspirações do governo de meu país.”
Integrante do mestrado em Educação nas Ciências, Abdoulaye Souare, do Senegal, diz que é uma honra frequentar a Unijuí e que o mestrado é de grande valia para sua carreira. “O meu desejo é seguir o doutorado depois de defender o mestrado”, completou. Também estudante do Programa de Educação nas Ciências, Gaston Achaval, da Argentina, reforçou que a Unijuí, nesta pandemia, encurtou distâncias e ingressou em suas casas. “O mestrado em Educação nas Ciências é um desafio muito grande e uma possibilidade de crescimento, tanto em nível pessoal como profissional. O acompanhamento dos professores aumenta o desejo de fazer o trajeto da melhor maneira possível. Eu realmente aprecio a oportunidade”, disse.
Gabaki Rony Presnel Orou Dama, de Benin, que agora integra o mestrado em Desenvolvimento Regional, avalia a Unijuí como uma ótima Universidade, que dá oportunidades e melhores condições aos estudantes. “A Instituição disponibiliza as aulas de português aos estudantes estrangeiros que ainda não dominam muito bem a língua portuguesa. Fazer parte dos discentes da Unijuí é um privilégio e uma honra para mim.” Da Angola, Zinaida Ruth Maindo, que integra o mestrado em Atenção Integral à Saúde, disse que esta é uma oportunidade única de poder fazer parte do elenco da Unijuí. “Agradeço a todos da área de relações internacionais, professores e à reitoria. Espero que, após terminar o curso, possa contribuir de forma positiva no desenvolvimento da ciência”, afirmou.
Agora aluna do mestrado em Direitos Humanos da Unijuí, Carla Estefania Larrea Sánchez, do Equador, disse que essa é uma grande oportunidade para sua formação acadêmica e profissional. “A Unijuí e o mestrado em Direitos Humanos me dão a possibilidade de fazer um cinema com mais consciência e profundidade. Além disso, permite cursar uma disciplina que adoro e considero necessária, que não tem fronteiras e é fundamental na construção de sociedades mais justas e equitativas. Espero poder contribuir com a construção acadêmica realizada pela Unijuí e me alimentar do conhecimento dos professores e colegas”, disse, referindo-se, também, ao Projeto de Extensão Cinema e Direitos Humanos da Unijuí.
Do Peru, Erikson Enrique Gutierrez Marquez faz parte do curso de doutorado em Desenvolvimento Regional. Ele afirma que a Unijuí é uma porta para os seus sonhos e objetivos pessoais. “Na Universidade, estou aprendendo para além do lado acadêmico. Existe o fator humano, a autonomia que se deve ter para pensar além do que se imagina e contribuir com conhecimentos. Agradeço a oportunidade e afirmo: se eu pudesse repetir toda a experiência com a Unijuí, faria um milhão de vezes. Por enquanto, do Peru, mas assim que a pandemia acabar, estarei aí.”
Aluna do mestrado em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade, Gabriela del Mar Perez Villota, da Colômbia, disse que a Unijuí está lhe permitindo continuar o seu sonho de estudar. Opinião compartilhada por Domingos João Pedro Bernardo, da Angola, estudante do mestrado em Atenção Integral à Saúde. “A Unijuí é, para mim, mais uma porta que se abre. Uma oportunidade de partilhar conhecimentos e aprender a olhar os assuntos com outros olhos.”
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