A 13ª edição do Pedalando, Patinando e Caminhando e o 10° Vencendo o Diabetes acontecem neste sábado, 26 de agosto, a partir das 14h30 em frente à Escola Estadual de Ensino Fundamental Rui Barbosa (Ruizinho).
O tradicional evento consiste em um passeio pelas ruas do centro da cidade, percorrido a pé, de bicicleta, skate, patins, patinete ou qualquer outro meio não motorizado, tendo como objetivo estimular a prática saudável de atividades físicas, conscientizar a população sobre a prevenção e tratamento do diabetes, e também busca despertar atitudes solidárias.
Durante o evento haverá apresentações artísticas com o Grupo de Dança Lustige Tiroler do Centro Cultural Austríaco de Ijuí e Dança Urbana com os bailarinos solistas do Studio Alessandra Azambuja. Haverá também venda de lanches, disponibilização de erva mate e água quente para chimarrão, além da verificação de índice glicêmico e orientações de saúde.
O evento conta ainda com o sorteio de prêmios, dentre eles um Micro System doado pelo Ponto do Diabético, e uma bicicleta doada pelo JK Bicicletas e Fitness, que estará marcando presença no local com oficina de pequenos reparos para bicicletas. As inscrições podem ser realizadas no dia/local do evento até às 14h30, ou antecipadamente no Núcleo de Eventos do Curso de Educação Física e nas escolas credenciadas mediante a doação de um quilo de alimento não perecível que será destinado a instituições assistenciais do município.
O evento é uma promoção do Curso de Educação Física da Unijuí, organizado e executado pelo seu Núcleo de Eventos, Escola de Ensino Fundamental Rui Barbosa (Ruizinho), Associação dos Diabéticos de Ijuí e Região (ADIR) e Ponto do Diabético tendo como apoiadores JK Bicicletas e Fitness, Sicredi, Parceiros Voluntários Ijuí, Ervateira Seiva Pura, Unimed e Prefeitura Municipal de Ijuí.
Mais informações através do e-mail eventosedf@unijui.edu.br, fanpage Núcleo de Eventos EDF ou pelo telefone 3332-0210.
Durante esta semana, os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Unijuí realizam Semana Acadêmica com o objetivo integrar os estudantes e professores dos cursos, promover a troca de experiências e conhecimento entre profissionais atuantes no mercado e estudantes de cada área da Comunicação.
A primeira noite de evento, realizada na segunda-feira, dia 21, contou com a presença do egresso do curso de Publicidade e Propaganda da Unijuí, Rafael Meinecke, que falou sobre Planejamento e Gestão em Mídias Sociais. A palestra teve como mediadora a coordenadora dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda Rúbia Schwanke.
Segundo Rafael uma boa gestão de mídias sociais inicia com a migração da empresa para a mídia correta. No entanto, para que isso aconteça, é necessário que a empresa conheça seu público e onde ele está. “Construir relacionamentos fortes e significativos é um grande benefício oferecido pelas mídias sociais, mas isso só se dá a partir de uma gestão qualificada das mídias realizada pelo profissional (ou profissionais) de social media”, destaca.
A programação teve continuidade na noite desta terça-feira, com a palestra sobre “Jornalismo e as novas narrativas: o caso Mídias Ninja”, realizada pela jornalista Eloisa Klein, também egressa da Universidade, atualmente professora na Unipampa, em São Borja.
Já a terceira noite, na quarta-feira, 23 de agosto, será de oficinas com o “Workshop: Criação de marca e portfólios”, com Tiago Oliveira, designer e diretor de criação na empresa GH Branding e Gustavo Hansel, designer, empreendedor e CEO da Gh Branding e ainda “Mesa Redonda: Jornalismo Esportivo no Interior”, com a jornalista Maria Angélica Varaschini, o jornalista Thomás Silvestre e o radialista Alex Frantz.
O dia 24 de agosto, quinta-feira, será uma noite comemorativa aos 20 anos da Agência Experimental Usina de Ideias, com apresentação do vídeo institucional produzido pelos alunos, bem como uma palestra sobre “Vinte anos de Usina de Ideias: desafio e importância do exercício da Comunicação Integrada”, com Anderson Zarth, publicitário na Unimed e “Mesa redonda com egressos e ex-estagiários da Agência Experimental Usina de Ideias”. E, encerrando a semana, na sexta-feira, 25 de agosto, acontece a premiação dos trabalhos vencedores do Festicom.
Instrumento de gestão prevê remuneração para quem cumpre além das normas exigidas por lei
O Brasil vive hoje momentos de crise legislativa, institucional e ambiental apontando para o retrocesso de boa parte das leis ambientais, para o enfraquecimento das instituições estatais e para a falta de efetividade dos instrumentos de gestão ambiental. Frente a este cenário, a UNIJUÍ e Rádio UNIJUÍ FM promovem nesta quinta-feira, 24 de agosto, palestra que tem como tema o Pagamento por Serviços Ambientais, instrumento econômico de tutela ambiental que tem como objetivo induzir bons comportamentos.
O promotor de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul e coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Dr. Daniel Martini, explica que o Estado, enquanto Poder Público, realiza a proteção do meio ambiente através de instrumentos chamados de comando e controle, isto é, lei e pena. Porém, ao se tornar ineficaz no cumprimento das leis e na aplicação das penalidades, o Estado passa a trabalhar com os chamados instrumentos econômicos de tutela ambiental. “O Estado passa a premiar aqueles comportamentos que são socialmente benéficos e desejados em prol do meio ambiente”, explica o promotor, que é um dos palestrantes da noite.
Na prática, se um proprietário rural opta por manter em pé uma floresta que podia suprimir para silvicultura ou plantio de soja, por exemplo, o que resulta na manutenção dos serviços ecossistêmicos, oxigênio, reprodução de animais, água de melhor qualidade, entre outros fatores, pode ser aplicado a ele o instrumento ambiental em questão, conforme explica Martini. “Ele pode vir a ser beneficiário de uma remuneração por esse serviço ambiental que ele presta a toda coletividade. Essa é a logica do instrumento econômico, do pagamento por serviços ambientais e são essas questões que quero provocar à comunidade para discutir”, convida.
Além do Dr. Daniel Martini, também aborda a mesma temática a professora do DCVida/Unijuí e presidente da Aipan, Francesca Werner Ferreira. Na mesma noite serão realizados relatos de projetos com a temática ambiental em que participam a Unijuí, Unimed Noroeste RS, Medianeira Transporte e a ONG Bandeirantes do Verde. Será no Salão de Atos, a partir das 19h.
Ouça a entrevista na íntegra com o Dr. Daniel Martini sobre o tema:
Relatos de projetos:
1) Unijuí: A coleta seletiva nos espaços institucionais. Com: João Lucas Pereira dos Santos, graduado em Ciências Contábeis, pós-graduado em Contabilidade Gerencial, com MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria, e Chefe do Núcleo de Gestão Ambiental e Biossegurança da UNIJUÍ.
2) Unimed Noroeste RS: Gestão Ambiental na Unimed Noroeste/RS. Com: Rosane Kinalski,
graduada em Administração de Empresas, pós-graduada em Administração Estratégica com ênfase na Qualidade e em Gestão de Cooperativas de Saúde, Coordenadora do Serviço de Hotelaria do Hospital Unimed Noroeste/RS e Responsável pelo Gerenciamento de Resíduos e Estação de Tratamento de Efluentes.
3) Medianeira Transporte
4) ONG Bandeirantes do Verde
Os palestrantes
Dr. Daniel Martini: Promotor de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul; Coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente; Mestre em Direito Ambiental Internacional pelo Consiglio Nazionale delle Ricerche (Roma/Itália); Doutor em Direito Ambiental pela Scuola Dottorale Internazionale Tullio Ascarelli/Università degli Studi Roma Tre (Roma/Itália); Membro Colaborador do Conselho Nacional do Ministério Público; Membro da Comissão Permanente de Meio Ambiente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais; Membro do Fórum Nacional de Recursos Hídricos; Membro da Associação Brasileira de Ministério Público de Meio Ambiente; Coordenador Adjunto do Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos.
Profª Dra. Francesca Werner Ferreira: graduada em Ciências Biológicas; Mestre em Zootecnia; Doutora em Zootecnia pela Universidade Federal de Santa Maria; professora da UNIJUÍ/DCVida; presidente da ONG Socioambiental - Associação Ijuiense de Proteção ao Ambiente Natural; membro atuante do Fórum da Agenda 21/Ijuí, do Fórum Gaúcho Contra os Impactos do Agrotóxicos, dos Conselhos Municipais de Meio Ambiente e de Saneamento Básico e do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Ijuí.
Na correria do dia a dia não prestamos atenção às diversidades a nossa volta. Vivemos no caos da rotina e poucas vezes paramos para pensar no que a nossa cidade nos proporciona, contribuindo para o nosso bem-estar. O projeto de Pesquisa “Direito à Cidade Sustentável”, coordenado pela professora Elenise Felzke Schonardie, tem como principal objetivo investigar as funções da cidade para a efetivação dos Direitos Humanos.
De acordo com a coordenadora, o projeto já está no final. A pesquisa é basicamente teórica e a coleta de dados se dá em fontes indiretas. Para chegar aos resultados, a pesquisa abordou, primeiramente, em materiais, os aspectos teóricos sobre a cidade: como se deu a sua formação, teorias a respeito e o que é o direito à cidade hoje, no contexto brasileiro. “A partir desses dados procuramos olhar o local, pensando de que maneira as pessoas podem perceber a cidade, não como algo cansativo e tumultuado, mas sim como um local onde desenvolvem suas vidas buscando nele uma melhor qualidade de vida sem pensar em uma mudança territorial”, destaca.
O acesso à moradia é uma das funções da cidade. Então, em um segundo momento, a pesquisa focou neste ponto. “Escolhemos a faixa de financiamento do programa Nacional “Minha Casa, Minha Vida”, prevista para a população economicamente carente”.
Os pesquisadores procuraram informações junto à Secretaria Municipal de Habitação e também na Agência Financiadora Federal, para saber quantos projetos foram desenvolvidos para esse público e quantas pessoas puderam ser alocadas, ou estão em vias de alocação, dentro do território de Ijuí. “Acredito que podemos ter dados surpreendentes a respeito dessa questão. Se existir esse déficit habitacional na região, ele foi suprido ou não? Ainda falta moradia para a população de baixa renda? Precisamos ainda desenvolver infraestrutura urbana nos bairros da cidade?”, questiona a professora.
Após finalização do texto conclusivo da pesquisa, será feita sua publicação, porém, segundo Elenise, algumas constatações parciais já podem ser apontadas.
Existe uma quantidade muito grande de indivíduos no meio urbano, não só em grandes cidades, mas também nas cidades de porte médio, como Ijuí. “Observamos uma acentuação nos últimos tempos da migração campo – cidade, e de municípios pequenos para cidades de porte médio ou regiões metropolitanas” frisa a professora.
Conforme ela, acredita-se que essa busca pelo espaço urbano se dá, em um primeiro momento, pela falta de condições de sobrevivência no campo. Visto que, na perspectiva do indivíduo, a cidade oferece mais oportunidades. “É um local onde ele pode alcançar melhores condições de vida, desde o acesso ao trabalho, à moradia, prestação de serviços à saúde e a comodidade do comércio, encontrando um ponto para desenvolver alguma atividade economicamente ativa”.
Outro ponto levantado pela pesquisa trata sobre a acentuação da exclusão social, já que nem todos os indivíduos que acessam hoje a cidade, têm seus postos de trabalhos garantidos. “Temos um grande contingente populacional nas cidades, não só em função da crise econômica brasileira que enfrentamos, mas também pela dificuldade das cidades em receber essa população, porque isso necessita de um certo planejamento e nem todas fizeram essa previsão de expansão da população urbana. Em Ijuí, por exemplo, tivemos alguns crescimentos de bairros, com projetos desenvolvidos pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”, em convênio com o município, na tentativa de melhorar a moradia da população de baixa renda”.
O projeto deve seguir ainda para uma segunda fase, que é a de tentar identificar os principais problemas da estrutura urbana brasileira. “Das demais funções da cidade como acesso à água potável e saneamento básico, moradia, trabalho, lazer e transporte, nós só trabalhamos com um aspecto, que é a moradia. Temos ainda mais quatro para serem desenvolvidos”.
O projeto está vinculado à linha de pesquisa do mestrado ‘Direitos Humanos - novos direitos e meio ambiente’. “Nós temos estudantes do mestrado que estão desenvolvendo sua dissertação com foco em uma das funções da cidade”.
De acordo com Elenise, o projeto incentiva o despertar do acadêmico, para que ele perceba a cidade como um objeto de estudo jurídico, um local de efetivação dos direitos humanos, de como esse ambiente pode ser melhorado.
Com relação à população, o projeto busca despertar a participação da comunidade nos contextos de decisões sobre a cidade. Através de consultas populares e audiências públicas, ouvir a população sobre o que pensam a respeito das instalações, da inexistência ou da necessidade de equipamentos urbanos em locais próximos da sua moradia ou trabalho. “A lei do estatuto da cidade prevê a gestão democrática, mas de que maneira ela pode acontecer? Vamos pensar na necessidade do município, por exemplo, ampliar o perímetro urbano ou incentivar a criação de um novo loteamento. Que tipo de loteamento vai ser esse? Para que extrato social será direcionado? Quais equipamentos urbanos serão disponibilizados a essa população? Será que ela quer uma praça bem grande, com brinquedos para crianças, ou prefere uma unidade de saúde?”, indaga a professora.
A inclusão requer um processo de aprendizado e adaptação por parte de toda a sociedade. Há ainda um longo caminho a ser percorrido para permitir que todos possam viver com igualdade, levando em conta as diferenças que constituem a vivência de cada um. Na Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, vamos abordar, em uma série de reportagens, um aspecto em especial referente à inclusão: o acesso à educação e ao mercado de trabalho. Fomos em busca de histórias e de informações para entender como é a Universidade para quem não consegue enxergar, falar, caminhar ou escutar.
A imagem acima mostra a equipe do Núcleo de Acompanhamento e Acessibilidade Institucional (NAAI) e também Fernanda, Laura e Cristian, que têm as suas histórias contadas no texto abaixo.
"Vocês usam as pernas para se locomover, eu uso a cadeira de rodas, essa é a única diferença entre nós", disse Laura Mensch Pereira, para os colegas de trabalho que lotavam o auditório para assistir à palestra “A inclusão na Universidade: Experiências e práticas”. Laura é egressa do curso de Ciências Biológicas da Unijuí e atualmente atua como técnica-administrativa na Universidade. Em sua fala, ela explicou que utiliza a cadeira de rodas devido à uma doença chamada osteogenese imperfeita, que causa deficiência na produção de colágeno do tipo 1 (principal constituinte dos ossos), gerando quadros graves de osteoporose. Ela também contou sobre as adaptações necessárias para que possa ser o mais independente possível na sua rotina e as adaptações necessárias quando era estudante: “Foram adaptadas as bancadas dos laboratórios”, exemplificou.
Fernanda Santos, estudante de Psicologia, que trabalha no Núcleo de Acompanhamento e Acessibilidade Institucional (NAAI) da Unijuí, falou logo em seguida. Fernanda nasceu sem o sentido da visão. Em sua fala, mais de uma vez, abordou a questão do tratamento diferenciado que muitas vezes recebe: “A maioria das pessoas trata um cego levando em conta as diferenças e não precisamos de tratamento diferente, sinto que alguns sentem até medo de conversar e isso não é necessário”, destacou. Ela diz entender que ainda há muito o que fazer pela inclusão e que é preciso ter paciência até que o mundo se adapte. Por outro lado, ressaltou que há sempre alguém disposto a ajudá-la: “fico poucos minutos na parada após descer do ônibus no campus, porque logo vem alguém me auxiliar”.
Com o auxílio da intérprete, Cristian Rafael de Paula, que é surdo, também se manifestou durante a palestra. Ele é estudante de Design, trabalha na Biblioteca Universitária Mario Osorio Marques e é também professor no curso de Libras da Unijuí. Assim como Fernanda, ele também ressaltou a importância da comunicação: “Podem se comunicar comigo por bilhete, por celular, existem meios além da libras, mas quando vim trabalhar aqui meus colegas buscaram aprender a linguagem, eles procuraram formas para se comunicar comigo e, para mim, isso é inclusão”.
O compartilhamento dessas experiências permitiu entender um pouco sobre a vivência, mas o fato é que ainda é necessário muito diálogo e muito trabalho para que exista a inclusão. “Ela não se dá por decreto e não é uma tentativa de igualar: a inclusão significa reconhecer as diferenças e respeitar as singularidades”, defende Marta Estela Borgmann, professora e coordenadora do Núcleo de Acompanhamento e Acessibilidade Institucional (NAAI). Ela diz ainda que, quando se trata de educação, a missão deve ser romper as barreiras que dificultam o aprendizado. E, quando o assunto é mercado de trabalho, é preciso equiparar as oportunidades e abandonar qualquer visão de pena que possa existir em relação às pessoas com deficiência.
A galeria de fotos abaixo mostra a equipe do Núcleo de Acompanhamento e Acessibilidade Institucional (NAAI) e Fernanda, Laura e Cristian durante o evento “A inclusão na Universidade: Experiências e práticas”





Inclusão na Unijuí - Segundo o gerente da Coordenadoria de Recursos Humanos da Unijuí, José Luis Bressam, 50 pessoas que atuam na Instituição, entre professores e técnicos-administrativos, possuem alguma deficiência. “Possuímos um edital permanente aberto para a contratação de pessoas com deficiência, para cadastro de currículo”, explica. Além disso, o gerente ressalta que a Universidade busca sempre fazer a adaptação dos espaços físicos, com instalação de rampas, elevadores e sinalização para facilitar a vida dos estudantes, funcionários e também visitantes. "Investimos também em cursos de formação como o de Libras, para melhorar a comunicação entre todos que convivem neste espaço", afirma.
Para auxiliar no processo de inclusão, a Instituição possui o NAAI. O Núcleo existe desde 2006, inicialmente atuou como um programa de atendimento ao estudante com deficiência. No ano de 2015 ele foi ampliado com a contratação de uma psicóloga e de uma assistente social. De acordo com Marta Borgmann, os relatórios da Instituição demonstram que há muitos avanços, mas ainda são necessários ajustes na estrutura física para proporcionar cada vez mais acessibilidade para as pessoas com deficiência, principalmente cegos e cadeirantes. Ela ressalta também que é preciso sempre trabalhar a educação continuada para que os professores conheçam e estejam preparados para lidar com questões que são específicas das deficiências, mas destaca que a Universidade está cada vez mais preparada para receber e já formou pessoas com deficiência.
O Coral da UNIJUÍ está comemorando 25 anos de trajetória e para celebrar essa data estará realizando um recital comemorativo no dia 27 de agosto, domingo, às 18h30, no Auditório do Campus Santa Rosa.
A programação também contempla as comemorações do Aniversário do Município de Santa Rosa. Na oportunidade estarão participando: Orquestra de Violões Santa Rosa, Orquestra Jovem Santa Rosa e Coral Ecumênico 24 de Julho.
Os interessados em participar do evento poderão doar 1kg de alimento não perecível. Mais informações através cultura@unijui.edu.br ou pelos fones: (55) 3332-0334 ou 3511-5293.
O evento conta com o apoio da empresa VDR & Petry Agência de Viagens e Lufer Lancheria.
Sobre o Coral Unijuí
O Coral Unijuí é um projeto cultural que atualmente possui 60 integrantes, dentre eles professores, acadêmicos, funcionários e pessoas da comunidade. Fundado em 11 de março de 1992, objetiva promover a cultura, em especial a música, divulgando a Universidade na região. Apresentando-se em diversas oportunidades o Coral tornou-se um espaço de integração do meio universitário com a comunidade.
O repertório é eclético, contemplando música sacra e secular, nacional e em língua estrangeira, de vários períodos da história da música, incluindo canto a cappella e com acompanhamento instrumental.
Desde setembro de 2015, está sob a coordenação da regente Helena Sala, Licenciada em Música pela Universidade Federal de Santa Maria e Mestre em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Com objetivo de proporcionar o contato com ferramentas para auxiliar na criação de novos negócios e no desenvolvimento de produtos inovadores, além de agilizar na tomada de decisão na solução de problemas de negócios, a Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológicas da Unijuí – Criatec, está oferecendo uma Oficina de Modelagem Canvas. Será no dia 23 de agosto, quarta-feira, na sala de capacitação da Criatec, das 19h às 22h.
O Business Model Canvas, mais conhecido como Canvas, é uma ferramenta de planejamento estratégico, que permite desenvolver e esboçar modelos de negócios novos ou já existentes. Para isso, a oficina estará dividida em introdução e apresentação ao Business Model Canvas, direcionamento ao cliente, inovando e validando o modelo de negócio e aplicação do Canvas.
O palestrante será o economista e consultor do Projeto Extensão Produtiva e Inovação na Unijuí, Esiom Getúlio Pereira, com experiência em mais de 70 empresas em ações de Planejamento Estratégico, Inovação e Melhorias de Processo.
A inscrição para participação no evento é gratuita e deve ser confirmada pelo e-mail criatec@unijui.edu.br até o dia 22 de agosto.
Despertar o empreendedorismo por meio da criatividade e da capacidade de resolver problemas, esse é o principal objetivo do Desafio Inovador da Saúde, que teve início na sexta-feira, 18, na Criatec da Unijuí.
O Desafio começou com dois dias de palestras de capacitação em forma de preparação às equipes para desenvolver um projeto no período de 20 dias. Após esse intervalo, as equipes devem apresentar o seu projeto final. A proposta do projeto deverá estar relacionada a temática do desafio, ou seja, saúde. Cada equipe recebeu uma verba de R$ 200,00 para o desenvolvimento de protótipos relacionados ao projeto.
Os projetos serão apresentados, avaliados e premiados no dia 16 de setembro. Será avaliada a originalidade do projeto, impacto econômico, adequação ao mercado, clareza da proposta, impacto sócio ambiental, e participação das equipes nas demais atividades propostas no desafio.
O 1º lugar será premiado com a pré-incubação na Criatec, troféu e 40 horas de consultoria para elaboração de projetos para captação de recursos em editais de fomento. O 2º lugar ganhará a pré-incubação mais troféu. E por fim, o 3º lugar receberá troféu.




















Na tarde de quarta-feira, 16, o Ciclo de Formação para a Pesquisa e Extensão realizou no Salão Azul, Campus Ijuí, atividade com a temática “Conexão Brasil – Refugiados” que envolveu bolsistas e acadêmicos da universidade.
A palestra ministrada pela fotógrafa e radialista, Lucineia Santos de Oliveira, formada pelo Seminário de Missiologia- JOCUM Maringa/PR, teve como objetivo mostrar o desenvolvimento de ações sociais, ajuda humanitária, trabalho em campos de refugiados Sírios, Afegãos, Iraquianos e Iranianos, os Direitos Humanos frente a realidade atual e a atuação dos profissionais das diferentes áreas nas situações de risco.
Conforme Lucineia nos campos de refugiados há assistência médica e psicológica continua. Além disso, o grupo luta para reivindicar melhorias para os refugiados, principalmente mulheres e órfãos. “Nós desenvolvemos trabalhos em todas as áreas de necessidade, desde receber e organizar os botes nas praias até a questão ambiental. Somos representantes, nos disponibilizamos a ficar e a ter equipes sempre presentes para que eles não fiquem sem assistência” comenta.
De acordo com ela, o Brasil não está longe de ter este choque cultural devido à grande migração de refugiados, pois é um país onde eles podem trabalhar. “Quando começamos a contar nos grandes centros urbanos, as pessoas já entendem e acreditam porque já estão convivendo. Já nas cidades que ainda não há uma grande migração de refugiados essa realidade parece distante, mas na verdade não está”.
Na segunda parte do evento, a analista de Relações Internacionais, Vanderléia Haiski, falou sobre a importância de realizar intercâmbio e as vantagens para a carreira científica e profissional.
O intercâmbio acadêmico agrega valor ao currículo e também proporciona aos alunos experiências profissionais e culturais. “Os estudantes têm a oportunidade de fazer um estágio internacional remunerado em algumas empresas, especialmente na Alemanha e na Austrália, em áreas específicas de estudos como engenharias, agronomia e veterinária” salienta.
Além disso, permite aos acadêmicos uma melhor fluência em uma língua estrangeira e maior competitividade no mercado de trabalho, oportunizando uma rede de contatos, pesquisa e cooperação internacional. A Unijuí possui convênios com universidades na Europa e América Latina, abrangendo todas as áreas de estudo.
Além de ser uma porta de entrada para o mercado de trabalho, o estágio é o momento de aprimorar os conhecimentos adquiridos em sala de aula. Nesta sexta-feira, 18 de agosto, é comemorado o dia do estagiário.
Na Unijuí, e em suas mantidas, a colaboração desses estudantes reforça a Universidade como um espaço de ensino e de aprendizagem. Carolina Pizzutti está entre os 70 estagiários contratados pela da Fidene/Unijuí. Ela, em especial, divide-se entre dois setores, a Coordenadoria de Marketing e a Rádio Unijuí FM.
“O estágio com certeza acrescenta muito para a minha formação, tanto pessoal, quanto profissional, já me fazendo conhecer como é o mercado de trabalho, quais são as necessidades e também desafios da comunicação” comenta Carolina.
Em 2015, no Brasil, eram cerca de um milhão de estagiários, segundo dados da Associação Brasileira de Estagiários. Assim como Carolina, estudante de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda na Unijuí, outras dezenas de estudantes têm a oportunidade de estender o seu ambiente de aprendizado.
A Lisiane Catieli Mazzurana é freira, estudante de Pedagogia e também estagiária da Ludoteca do Campus Santa Rosa. A religiosidade e a educação sempre fizeram parte da sua vida e hoje ela não se imagina fazendo outra coisa. Para Lisiane o estágio é também uma sala de aula.
“Este estágio me proporciona muita aprendizagem, pelo fato de trabalhar com o lúdico e com crianças de diversas idades, facilitando a compreensão dos conteúdos em aula” comenta. A jovem realiza contação de histórias, brincadeiras, pintura de rosto, criação de brinquedos recicláveis nas visitas das escolas de Educação Infantil e Fundamental à Ludoteca.
Outra estudante que tem a possibilidade de colocar em prática os estudos de sala de aula é a acadêmica de Ciências Biológicas, Anabel Leal. Ela é estagiária no Laboratório de Herbário da Unijuí e realiza atividades como o preparo e conservação das exsicatas (amostra de planta prensada), organização de dados das exsicatas em planilhas, auxilia na coleta de espécimes e preparação das aulas práticas, entre outras atividades.
"É uma experiência nova na minha vida acadêmica e profissional, pois estou sempre aprendendo coisas novas. É muito bom estar envolvida em algo durante a graduação, pois isso poderá futuramente me abrir portas” salienta.
A Eduarda Joner também é estagiária. Divide seu tempo entre a sua graduação em Pedagogia e seu estágio na EFA - Centro de Educação Básica Francisco de Assis.
A estudante precisou se adaptar ao desafio e aos novos aprendizados “a experiência de estar em contato com os alunos antes mesmo da formação é extremamente importante, pois possibilita um aprendizado além daquele que é oferecido pelos professores da Universidade” comenta Eduarda.
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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