I SIDTI debate a importância da mobilidade urbana e o desenvolvimento das cidades - Unijuí

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A Unijuí promoveu, a partir dos cursos de graduação em Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, Design e Design Digital, em conjunto com o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Desenvolvimento Regional da Unijuí (PPGDR), a primeira edição do I Simpósio sobre Desenvolvimento, Território e Inovação (I SIDTI). O evento foi realizado no Centro de Eventos nesta terça-feira, 26 de maio, e reuniu estudantes, professores, pesquisadores e membros da comunidade. 

O I SIDTI teve o objetivo de fortalecer a articulação entre produção científica, políticas públicas e práticas territoriais, a partir de um espaço qualificado de diálogo entre academia, gestores públicos, setor produtivo e sociedade civil. O seminário buscou, também, contribuir para a construção de territórios mais dinâmicos, inteligentes e humanizados, além de possibilitar a troca de experiências, a difusão de boas práticas e a reflexão crítica sobre os desafios do desenvolvimento regional e da sustentabilidade.

O tema abordado nesta edição foi “Mobilidade Urbana: Inteligência, Humanização e Resiliência nas cidades”, o qual propôs uma reflexão sobre soluções inovadoras, acessíveis e sustentáveis, ao enfatizar a integração entre tecnologia, planejamento e inclusão social, visando qualificar os deslocamentos urbanos, reduzir desigualdades e fortalecer cidades mais adaptáveis, eficientes e centradas nas pessoas.

Conforme o coordenador dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design da Unijuí, professor Igor Norbert Soares, o evento é relevante para integrar os estudantes da temática. “Este evento foi planejado para que pudéssemos debater sobre o desenvolvimento das cidades, o que é bem relevante para toda a sociedade”, ressalta. 

Já o coordenador do curso de Engenharia Civil, professor Diorges Carlos Lopes, o Simpósio vem de encontro a uma série de questões que envolvem a profissão. “Enquanto engenheiros civis, este evento é importante para entendermos como é a estrutura de funcionamento que estamos conectados e entender como as prefeituras e sociedade precisa que nós atuemos na nossa profissão. Além disso, participar nos torna profissionais melhor preparados para estes desafios”, relata. 

Coordenador da linha de pesquisa em Políticas Públicas, Planejamento Urbano e Gestão do Território do PPGDR, o professor Tarcísio Dorn de Oliveira detalha que debater estes temas é aproximar a comunidade acadêmica de assuntos pertinentes às cidades inteligentes. 

O vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Daniel Knebel Baggio, comenta que abordar temas como território e desenvolvimento urbano no Simpósio traz consigo um olhar voltado à inovação. “Se queremos um território desenvolvido, temos que fazer com que entendam que isso acontece a partir da inovação. O desenvolvimento acontece a partir dessa estratégia e com muito planejamento e união de profissionais e áreas que possam fazer pensar qual a cidade que nós queremos.”

Entre os debates realizados durante o dia, foram abordados os temas em palestras:  “Mobilidade Urbana em Pequenos e Médios Municípios: Desafios e Oportunidades”, ministrada pelo mestre em Desenvolvimento Regional, Ubiratan Machado Erthal; e “ A mobilidade, o trânsito e a cidade pensada para as pessoas: a importância da municipalização do trânsito na visão do Cetran-RS”, com a participação do diretor técnico do Cetran/RS, Carlos Alberto de Assis Tatsch. 

Destaque também para as palestras e painéis: “A cidade pensada para todos”, conduzida pelo geógrafo, Claudinei Pereira dos Santos;  “A Inteligência Artificial na Gestão da Mobilidade Urbana”, ministrada pela mestranda do PPGDR, Thais de Souza; “O município e o planejamento da mobilidade urbana com foco no transporte coletivo resiliente às mudanças climáticas”, com o  secretário executivo da ANTP e ex-dirigente da CBTU-BH, Alexandre Rocha Resende; e, por fim, “Como construir cidades humanas, inteligentes, criativas, resilientes e sustentáveis – exemplos de São Paulo e São José dos Campos”, conduzida pelo consultor em cidades inteligentes e inovação, Carlos Frees.


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