
O Museu Antropológico Diretor Pestana (Madp), em conjunto com o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação nas Ciências (PPGEC), deu início nesta terça-feira, 3 de outubro, ao Seminário “História e Imagem: preservação, pesquisa e difusão de acervos documentais e museológicos”. A iniciativa tem a proposta de trazer reflexões sobre fotografia, cultura visual, memória, documentação, políticas públicas de preservação e acesso aos acervos.
O evento conta com a participação de pesquisadores e profissionais renomados de diferentes instituições, com a proposta de fortalecer o diálogo entre universidade, museus, arquivos e centros de memória. O seminário reúne conferências, minicurso, oficinas, debates e visita técnica
A conferência de abertura contou com a participação da pesquisadora Flávia Helena Conrado Rossato, que abordou o tema “História, memória e políticas públicas para preservação de acervos no Brasil”.
Conforme a diretora do Madp, Karen Barros, o seminário busca reunir pesquisadores de grande peso para pensar como os museus podem ser mais provocativos no tratamento dos seus acervos e inclusão dessa memória. “Temos que discutir a realidades das nossas instituições, os nossos acervos e questões que precisam ser acompanhadas no trabalho museológico. Temos que ampliar o acesso, mas o que isso envolve?”, ressalta.
O professor e pesquisador, Ivo dos Santos Canabarro, destaca toda a importância da pesquisa e que este seminário é um grande agregador para a história regional. “É importante nos deixa muito felizes poder discutir um pouco nesses três dias a importância das imagens e, não só no sentido documental, mas no sentido de se constituir como testemunhas do processo de construção aqui da região”, comenta.
Já o coordenador do PPGEC, professor Sidinei Pithan da Silva, lembra a importância dos pesquisadores que já passaram pela instituição e ajudaram a construir a Universidade e o Museu. Segundo ele, eventos como este auxiliam na valorização da formação de pesquisadores, professores de história, e todos responsáveis por guardar as memórias a partir da pesquisa. “Todos são capazes de recontar a história, reimaginar os futuros, seja pela histórica cultural, social, política, e compreender um pouco o que fomos e o que podemos ser”, completa.
O seminário “História e Imagem: preservação, pesquisa e difusão de acervos documentais e museológicos” teve sequência nesta quarta-feira, 4 de novembro, e segue com ampla programação nesta quinta-feira, 5 de novembro, com mesa-redonda, oficina, debates, minicurso, entre outras ações. Confira mais detalhes em unijui.edu.br/eventos.





