
No dia 13 de março, a Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica (Criatec) da Unijuí, em parceria com o curso de Nutrição e a empresa Cisbra Agroindustrial, realizou o lançamento de um novo desafio ao Projeto Integrador “Tecnologia e Desenvolvimento de Produtos”. Ministrado pela professora Eilamaria Libardoni, o projeto tem como objetivo aproximar os estudantes do ambiente real de inovação e do desenvolvimento de soluções para o mercado.
Durante o encontro, foram apresentados três desafios de inovação, nos quais os estudantes deverão desenvolver novos produtos alimentícios utilizando uma matéria-prima presente no portfólio da empresa parceira. A proposta estimula a aplicação prática do conhecimento acadêmico, conectando ensino, empreendedorismo e demandas do setor produtivo.
Ao longo do processo, a Criatec apoiará os acadêmicos por meio de workshops de ideação, que auxiliam na construção e no amadurecimento das propostas, além de uma oficina de pitch voltada à preparação das equipes para a apresentação final dos projetos.
Os trabalhos desenvolvidos serão avaliados com base em critérios como inovação, aplicabilidade, potencial de mercado e sustentabilidade. A equipe que apresentar o produto com melhor desempenho nesses aspectos receberá um prêmio de R$ 1.000,00.
A iniciativa reforça a importância da colaboração entre universidade, empresas e ambientes de inovação, criando oportunidades para que os estudantes desenvolvam soluções com potencial de impacto no mercado e na sociedade.

A Unijuí promoveu, como parte da programação da 3ª edição do Let’s Rock, uma oficina voltada aos cuidados com a voz. A atividade ocorreu no campus Santa Rosa, nesta terça-feira, 24 de março, e reuniu integrantes de escolas de música, corais e interessados.
A oficina, denominada “Check-up vocal: guia de cuidados para o cantor!”, foi conduzida pela fonoaudióloga Beatriz dos Santos Carvalho, que compartilhou orientações práticas para cantores, estudantes e apaixonados por música que querem preservar e potencializar sua voz.
Ao todo, 58 pessoas participaram da ação. Conforme a coordenadora do campus Santa Rosa, professora Taciana Paula Enderle, a oficina buscou democratizar o acesso a técnicas vocais. “A voz é muito mais que um meio de comunicação. Para muitos, ela é a principal ferramenta de trabalho. Ao oferecer essa oficina, é possível democratizar o acesso a técnicas que muitas vezes ficam restritas a círculos profissionais, garantindo que esses agentes culturais e trabalhadores possam exercer suas funções com saúde, longevidade e consciência”, salienta.
Nesta quarta-feira, 25 de março, foi feita a entrega dos alimentos não perecíveis e itens de higiene pessoal ao Banco de Alimentos de Santa Rosa, os quais foram arrecadados com o público que prestigiou o espetáculo do último domingo, no Centro Cívico. Ao todo, foram arrecadados 327 kg de alimentos durante o evento
O Let’s Rock - 3ª edição foi viabilizado por meio da aprovação no edital de chamamento público nº 03/2024 do município de Santa Rosa, com apoio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura e recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Lei nº 14.399/2022).

A Unijuí campus Santa Rosa, em parceria com a Associação dos Deficientes Físicos de Santa Rosa (Adefisa), desenvolve o projeto “Vidas em Movimento”, uma iniciativa que une promoção da saúde, inclusão e integração social através da prática de atividades físicas.
Realizado por meio do Laboratório de Atividade Física e Promoção da Saúde da Universidade, o projeto acontece quinzenalmente, nas segundas-feiras, quando o grupo de pessoas com deficiência atendido pela Adefisa participa de encontros no campus. As atividades são conduzidas pela técnica responsável pelo laboratório, Vanessa Nascimento Santos, que organiza dinâmicas voltadas ao movimento, ao bem-estar e à convivência.
A proposta vai além da prática esportiva: busca fortalecer vínculos, estimular a autoestima e ampliar as possibilidades de participação social dos envolvidos. A atividade física, nesse contexto, se apresenta como uma importante aliada na promoção da saúde integral, contribuindo não apenas para o fortalecimento muscular e a melhoria da coordenação motora, mas também para aspectos psíquicos e sociais, como a autoconfiança e o sentimento de pertencimento. O projeto também se destaca por promover a aproximação entre a universidade e a comunidade, criando um ambiente acolhedor e democrático, onde todos têm espaço para se desenvolver e participar ativamente da vida coletiva.
De acordo com a técnica Vanessa Nascimento Santos, a iniciativa representa um espaço de transformação e troca. “O ‘Vidas em Movimento’ nasce com o propósito de acolher e valorizar cada participante, respeitando suas individualidades. Aqui, trabalhamos o movimento como ferramenta de inclusão, mas também de alegria, autonomia e convivência. É muito gratificante perceber a evolução de cada um, não só nos aspectos físicos, mas principalmente na confiança, na interação e no sentimento de pertencimento ao grupo”, destaca.
A assistente social da Adefisa, Daiani Cancian Uecker, ressalta que muitos usuários relatam melhora na qualidade de vida. “A prática de atividade física é muito importante para os PCDs, trazendo benefícios físicos, psicológicos e sociais. Ela fortalece os músculos, melhora a mobilidade, aumenta a autoestima e promove a socialização. Com certeza esse é um projeto de grande valia, pois possibilita aos usuários a sua melhor locomoção e mobilidade”.
Para a coordenadora do campus Santa Rosa, Taciana Paula Enderle, a parceria com a Adefisa contribui diretamente com o fortalecimento dos laços com a comunidade. “É muito significativo ver a universidade se tornando um espaço de acolhimento, de encontros e de transformação. Construir ações em conjunto com entidades como a Adefisa contribui diretamente para a promoção da inclusão e gera impacto real na vida das pessoas, fortalecendo nossa relação com a comunidade”, ressalta.

O Criatec da Unijuí promoveu, no dia 20 de março, a palestra “Liderança Sustentável: Inteligência Emocional e Estratégias Práticas para o Equilíbrio entre Múltiplos Papéis”, reunindo participantes interessados em qualificar suas práticas de liderança e gestão no ambiente profissional.
O encontro teve como proposta principal estimular a reflexão sobre a importância do desenvolvimento da inteligência emocional como ferramenta essencial para uma liderança mais equilibrada, além de apresentar estratégias práticas para lidar com os desafios e as múltiplas responsabilidades do dia a dia.
A programação contou com a participação de dois profissionais convidados. A médica veterinária Denize da Rosa compartilhou sua experiência profissional e os desafios da sua rotina. Já o administrador Jonas Graffunder abordou temas relacionados à liderança e gestão de pessoas, com foco no desenvolvimento de líderes, cultura organizacional e bem-estar no trabalho, área em que atua há mais de 15 anos.
Realizado no espaço da Criatec, o evento proporcionou um momento de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento de competências fundamentais para o contexto atual das organizações.

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A Unijuí, a partir dos avanços do uso da Inteligência Artificial, elaborou um documento que apresenta os referenciais para a utilização dessas ferramentas no âmbito institucional. Chamado de “Referenciais para o Uso da Inteligência Artificial no Ensino, Pesquisa e Extensão na Unijuí”, o documento tem o propósito de estabelecer orientações e referências institucionais para o uso responsável, ético, crítico e pedagógico da IA.
O documento é destinado aos educadores, estudantes, pesquisadores e gestores acadêmicos, configurando-se como instrumento de apoio à tomada de decisões e à construção de práticas alinhadas à missão da Universidade. Ele foi elaborado a partir de uma demanda identificada pelos docentes da instituição, relacionada à necessidade de orientar o planejamento pedagógico e as práticas de sala de aula diante da ampliação do uso de ferramentas de IA.
A partir desta demanda, foi feita uma pesquisa institucional, com a participação de professores e técnicos. Considerando que este tema impactava toda a instituição, buscou-se, com a pesquisa, as percepções quanto ao uso de IAs nos processos de trabalho.
Nesta pesquisa, alguns dados chamaram a atenção: entre os professores participantes, 76,6% já utilizavam a IA para planejamento de aulas, e 71% já a tinham usado em sala de aula como parte da metodologia. Ao mesmo tempo, 86,3% dos docentes expressaram preocupação de que o uso da IA pelos estudantes pudesse prejudicar o aprendizado, destacando plágio e dependência tecnológica como principais riscos, além da necessidade de habilidades éticas e de pesquisa para seu uso adequado.
A elaboração do documento teve papel fundamental do Núcleo de Apoio Pedagógico e Experiência de Educadores (NAPEE), que ofereceu suporte técnico-pedagógico aos docentes na consolidação das propostas, sistematizando contribuições, articulando referenciais teóricos e garantindo a coerência com as políticas institucionais. Também foi instituído um grupo de trabalho docente responsável pela elaboração do documento, a partir de estrutura previamente validada coletivamente.
Nesta segunda-feira, 23 de março, a reitoria da Universidade esteve na Rádio Unijuí FM para apresentar a proposta. Conforme o reitor, professor Dieter Rugard Siedenberg, as Inteligências Artificiais vão impactar diversos setores, mas o ensino superior mais ainda. “Aqui é onde lidamos com produção de conhecimento e a IA vem para contribuir, mas apresenta oportunidades e riscos, por isso temos que analisar os critérios étnicos e tudo que se faz, pois impacta no fazer da Universidade, na produção do conhecimento e na sistematização deste conhecimento”, ressalta
A vice-reitora de Graduação, professora Bruna Comparsi, comenta que foram implementadas estratégias para que os professores se adequassem a essa realidade. “Nossa preocupação foi sempre incorporar uma inovação, mas com ética, crítica e intencionalidade pedagógica. O documento foi organizado com a formação e experiência dos professores. Ele está pautado na nossa realidade, trazendo referenciais que vão nortear o nosso 2026, com a proposta de fazermos mais formações e trazer impacto para todos os professores e equipe técnica”, declara.
Já o vice-reitor de Administração, professor Edson Padoin, detalha que a tendência é que a IA seja ainda mais utilizada, por isso são importantes as formações para que todos os docentes e técnicos possam conhecer as plataformas. “É preciso saber como usar isso para melhorar o nosso fazer. Por mais que as pessoas tenham receio, é necessário entender que esta é uma nova tecnologia e temos que olhar para o horizonte, onde será possível criar agentes que possam nos auxiliar a criar rotinas que ajudem nas atividades do dia a dia”, relata.
Vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Daniel Knebel Baggio argumenta que a pesquisa é uma das principais áreas a serem impactadas, pois enquanto vem para facilitar, é preciso, também, ter cuidados. “Quem não usa essas ferramentas, tem um trabalho mais árduo, como existia anteriormente. Contudo, não podemos trazer as IAs como nossa análise, temos que coletar os dados a partir dela e fazermos a análise desses dados. A IA vem para facilitar e para utilizarmos sim, mas com cuidados e atenção”, detalha.
Desta forma, o documento não se limita a oferecer orientações operacionais sobre o uso da IA. Ele estrutura um posicionamento institucional que articula inovação, responsabilidade acadêmica, integridade científica e compromisso social, reafirmando o papel da Unijuí como universidade comprometida com a formação humana integral e com o desenvolvimento regional.
A construção representa a pluralidade e a maturidade da comunidade acadêmica, demonstrando que a incorporação da IA não é um movimento isolado, mas parte de um processo institucional planejado, avaliado e continuamente aprimorado.

Investir na saúde e no bem-estar das pessoas é um dos pilares que orientam a atuação da Fidene e de suas mantidas, conforme afirma o vice-reitor da Unijuí e diretor-executivo da Fundação, professor Edson Luiz Padoin. Alinhada a esse compromisso, a Instituição vem promovendo uma série de melhorias em sua infraestrutura e em seus espaços institucionais, como a construção de uma sala de convivência no Prédio 18 da Unijuí, na até então conhecida como “sala das chaves”, destinada a receber técnicos e professores em seus momentos de descanso e intervalo.
De acordo com a analista de Recursos Humanos, Solange Andréa Bohn, o espaço climatizado contará com sofás, cozinha equipada com forno e micro-ondas, facilitando o dia a dia dos colaboradores que precisam realizar suas refeições na Universidade. A sala estará aberta nos três turnos — manhã, tarde e noite — para todos que desejarem utilizá-la.
Mais do que uma nova estrutura física, a criação do espaço de convivência configura-se, como aponta a professora Marta Borgmann, coordenadora do Núcleo de Acompanhamento e Acessibilidade Institucional (NAAI), como uma ação estratégica de valorização do trabalho e de fortalecimento da cultura institucional. “Trata-se de uma sala especialmente concebida para acolher os profissionais nos momentos de chegada à universidade e nos intervalos entre as atividades acadêmicas, reconhecendo a importância do tempo de pausa, do encontro e da convivência como dimensões constitutivas da vida universitária”.
Segundo a professora, o espaço tem como finalidade favorecer o bem-estar, a socialização e a troca informal de experiências, contribuindo para a construção de vínculos profissionais e para o fortalecimento do sentimento de pertencimento à Instituição. “Ao oferecer um ambiente adequado para descanso, conversas e acolhimento, a universidade sinaliza o reconhecimento das demandas emocionais e relacionais que atravessam o exercício da docência no ensino superior. Ao investir em um ambiente de convivência, a universidade reafirma seu compromisso com condições mais humanas de trabalho e com a promoção de uma cultura institucional pautada no cuidado e na integração”, destaca.
A ideia é complementada pela professora Solange Schorn, Psicóloga Educacional da Instituição, que afirma que a nova sala de convivência representa um importante espaço de acolhimento, um lugar de encontro entre professores e técnicos, possibilitando a troca de experiências e o fortalecimento dos laços interpessoais, essenciais em um ambiente de alta demanda como o universitário.
“Esse espaço foi pensado como um lugar de cuidado. Cumpre um papel de acolhimento ao mesmo tempo em que permite pausas, pois convida ao descanso, funcionando como um refúgio de bem-estar durante os intervalos, e à interação, no sentido de incentivar o diálogo, a socialização, a escuta e a troca de ideias e experiências entre os colegas (professores e técnicos) membros da comunidade acadêmica”.
Para a professora, uma sala de convivência compartilhada contribui para transformar o ambiente de trabalho em um espaço mais humano e colaborativo, ampliando o bem-estar emocional e reduzindo o estresse, o que resulta em um clima mais acolhedor e produtivo, além de fortalecer o sentimento de pertencimento à instituição.
Segundo o vice-reitor de Administração, professor Edson Luiz Padoin, este novo espaço está sendo construído com a colaboração de muitas pessoas, de diferentes setores. “Nos próximos dias, estaremos avançando para finalizar e termos um local idêntico nos quatro campus da instituição”, finalizou.

Na última semana, o Programa Startup Lab, em parceria com o Inova RS, realizou o workshop “Conectar para Inovar: Inovação Aberta, Desafios e Desenvolvimento” no espaço coworking da Criatec Unijuí, em Santa Rosa. A atividade reuniu empresas participantes do Ciclo 5 e integrou o projeto Ecossistema Corporativo de Inovação Aberta – Fase II Região Noroeste e Missões, com apoio da Unijuí, da Criatec Unijuí de Santa Rosa e do Semear Agro Hub.
Com foco nas empresas de Santa Rosa e localidades, o ciclo também conta com o apoio da Prefeitura Municipal e da Acisap, reforçando o protagonismo do município no ecossistema de inovação local e regional. A escolha se justifica pela forte atuação das empresas locais nas edições anteriores do programa e pela capacidade de articulação do território. Segundo a coordenadora regional do Startup Lab, Maria Odete Palharini, “a iniciativa evidencia o compromisso coletivo com o desenvolvimento baseado em inovação, tecnologia e cooperação, consolidando Santa Rosa como um polo estratégico no cenário regional e estadual”.
A programação iniciou com a participação do especialista em inovação da Cotrirosa, Nelinho Graef, que compartilhou experiências práticas e apresentou iniciativas de inovação aberta desenvolvidas pela cooperativa, destacando aprendizados e resultados alcançados. Na sequência, a gestora de Inovação e Tecnologia do Startup Lab Noroeste e Missões, Juliana Capssa Sausen, conduziu a apresentação das etapas do programa e da metodologia de mapeamento de desafios, ferramenta que orienta as empresas na identificação e estruturação de demandas reais de inovação.
Atualmente, o Ciclo 5 reúne as empresas Camera, Cotrirosa, Fratelli, Politecno e Tchê Bom Sorvetes. Nos próximos dias, os desafios identificados serão divulgados, juntamente com a abertura das inscrições para solucionadoras — startups e pesquisadores interessados em propor soluções — por meio dos canais da Criatec Unijuí Santa Rosa e da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado do Rio Grande do Sul.
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Saber como agir ou responder em situações de urgência e emergência é uma habilidade que pode salvar vidas e evitar sequelas graves. Por isso, a Unijuí está com inscrições abertas para o curso de qualificação profissional em Pronto Atendimento no Suporte Básico de Vida no Trauma, pensado para desenvolver habilidades técnicas de salvamento.
A formação é voltada a um público diversificado, incluindo professores, estudantes, profissionais de saúde e atuantes na área do esporte. O objetivo principal é prevenir condições que resultem em incapacidade física ou óbito, por meio do desenvolvimento de habilidades cognitivas, psicomotoras e atitudinais. Essas competências são necessárias para reconhecer, avaliar e tratar emergências com ações de primeiros socorros, que possuem eficácia comprovada na redução das taxas de mortalidade e morbidade.
Todo o curso foi estruturado para treinar o participante em habilidades de salvamento necessárias para se tornar um membro ou líder de equipe de ressuscitação em ambiente extra-hospitalar. Com carga horária total de 12 horas, o curso é presencial e dividido em sessões teóricas, com aulas expositivas dialogadas, e sessões práticas com estações de aprendizado e simulações de casos. Além disso, segue rigorosamente os protocolos e diretrizes nacionais e internacionais de cardiologia e atendimento pré-hospitalar ao traumatizado.
A qualificação terá duas ofertas presenciais neste semestre: a primeira no campus Ijuí, no mês de maio, e a segunda no campus Santa Rosa, em junho. Mais informações sobre inscrições e cronograma podem ser obtidas na página unijui.edu.br/qualificacao-profissional, pelo e-mail educacaocontinuada@unijui.edu.br ou pelo WhatsApp (55) 99180-6755.
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O Centro Cívico de Santa Rosa ficou lotado neste domingo, 22 de março, para a apresentação da 3ª edição do espetáculo Let’s Rock, do Coral Unijuí. A comunidade local prestigiou o evento, que teve entrada gratuita e caráter solidário, com a arrecadação de alimentos não perecíveis e itens de higiene pessoal destinados ao Banco de Alimentos de Santa Rosa.
Já consolidado em Ijuí, o espetáculo escreve um novo capítulo em sua trajetória ao ser realizado, pela primeira vez, em Santa Rosa. A apresentação foi viabilizada por meio da aprovação no edital de chamamento público nº 03/2024 do município, com apoio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura e recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Lei nº 14.399/2022).
Conforme explica a regente do Coral Unijuí, Lizandra Rodrigues, o Let’s Rock possui uma estrutura já consolidada, unindo o coro a uma banda de rock. Nesta edição, o público acompanhou clássicos do rock nacional e internacional, além de uma participação especial da Orquestra Jovem de Santa Rosa, ampliando ainda mais a experiência musical.
Segundo Lizandra, um dos propósitos do grupo é exatamente o de fortalecer o intercâmbio cultural. “Um dos objetivos do Coral Unijuí é promover a integração com grupos da cidade, da região, do estado e de outras localidades, participando de recitais e encontros de coros. Também buscamos fortalecer e disseminar a cultura do canto coral, proporcionando ao público espetáculos de qualidade, que contribuam socialmente por meio da música, estimulando a convivência e as relações entre as pessoas”, destacou.

A trajetória do estudante Lucas Forgiarini de Matos é marcada por dedicação e muitas conquistas junto à Fidene/Unijuí. Sua história com a Instituição começou ainda na infância, aos 4 anos de idade, quando iniciou sua caminhada escolar no Centro de Educação Básica Francisco de Assis (EFA). Anos depois, deu mais um passo importante ao ingressar no curso de Educação Física da Unijuí.
Agora, Lucas comemora um marco histórico: torna-se o primeiro estudante com síndrome de Down a se formar na Universidade. Uma conquista que vai além do diploma e representa inclusão, oportunidade e a força de quem acredita no próprio potencial.
E o momento não poderia ser mais simbólico. A formatura aconteceu justamente na data em que se celebra o Dia Internacional da Síndrome de Down, tornando essa conquista ainda mais significativa e emocionante para toda a comunidade acadêmica.
A escolha pelo curso de Educação Física reflete a afinidade de Lucas com o movimento, o esporte e a interação com as pessoas, características que sempre fizeram parte de sua trajetória. Ao longo da graduação, construiu vínculos, superou desafios e mostrou, na prática, que a educação inclusiva transforma vidas.
A caminhada, no entanto, também foi marcada por desafios importantes, como relembra o pai de Lucas, Agostinho Alves de Matos: “Ele tinha a convicção de que iria fazer esse curso, o que elegeu como um sonho a ser alcançado, e nós apoiamos. Foi uma trajetória muito desafiadora, pois o Lucas iniciou o curso em plena pandemia, com todas as aulas online, inclusive as disciplinas da área da saúde, consideradas as mais complexas”, destaca.
O apoio da família foi fundamental em todo o processo, assim como o da mãe, Lenir Forgiarini de Matos. “A mãe do Lucas foi professora, o que facilitou acompanhá-lo nos estudos e ajudá-lo nos agendamentos dos compromissos acadêmicos”, completa o pai.
Lucas também destaca o acolhimento recebido ao longo da sua formação. “Como estudante, me senti muito bem acolhido na Unijuí, especialmente pelo Setor de Acompanhamento e Acessibilidade Institucional (SAI), que me apoiou, orientou e promoveu ações de permanência e desenvolvimento acadêmico e pessoal, com acompanhamento pedagógico. Os professores também foram muito receptivos e sensíveis, auxiliando-me sempre que necessitava de atendimento e acompanhamento mais individualizado”, ressalta.
A história de Lucas não é apenas uma conquista individual, mas um exemplo que inspira colegas, professores e toda a sociedade. Ela reforça o compromisso da Unijuí com a inclusão, o respeito às diferenças e a construção de um ambiente educacional cada vez mais acessível e acolhedor.
Lucas segue construindo sua trajetória dentro da própria Universidade, também como profissional. “Estou me sentindo muito abençoado por estar trabalhando como funcionário da Unijuí, atuando junto ao Laboratório de Atividades Físicas e também realizando ginástica laboral com os colegas do campus. Desempenhando essas atividades com muita dedicação, responsabilidade e entusiasmo, estou me realizando pessoal e profissionalmente”.
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