O Salão de Atos Argemiro Jacob Brum, no campus Ijuí, sediou na noite desta quinta-feira, 24, o Ações Sustentáveis: Debatendo o Meio Ambiente. Promovido pela Unijuí e Unijuí FM, o evento contou com palestras e relatos de projetos com a temática ambiental.
Em um primeiro momento, subiram ao palco os representantes das entidades convidadas a prestar seu relato. Entre elas, a Unijuí participou com o tema A Coleta Seletiva nos Espaços Institucionais, ministrado pelo chefe do Núcleo de Gestão Ambiental e Biossegurança, João Lucas Pereira dos Santos. Na sequência, apresentaram seus projetos a Unimed Noroeste RS, com a Gestão Ambiental na fala de Rosane Kinalski; e a ONG Bandeirantes do Verde, com o relato de Obiraja Gehm.
Ouça abaixo um trecho sobre cada projeto:
Na segunda parte da noite, a professora do DCVida na Unijuí e presidente da Associação Ijuiense de Proteção ao Ambiente Natural (AIPAN), Francesca Ferreira, abordou o tema Serviços ambientais ou Serviços ecossistêmicos. Logo depois, o promotor de Justiça do Estado do RS e Coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Dr. Daniel Martini, falou sobre Gestão Ambiental - Instrumentos Econômicos de Tutela Ambiental: Pagamento por serviços ambientais.






A Vice-Reitoria de Graduação e a Vice-Reitoria de Pós-Graduação Pesquisa e Extensão realizam Formação Continuada Docente - Sub Programa Formação Geral, na próxima segunda-feira, dia 28 de agosto de 2017, às 13h45min, no Salão de Atos Argemiro Jacob Brum.
O tema “Complexidade, Educação e Civilização Planetária” será desenvolvido pelo professor Doutor Edgard de Assis Carvalho da PUC/SP. A mediação deste debate será realizada pelo professor Dr. Celso José Martinazzo e professor Dr. Sidinei Pithan da Silva.
A formação será transmitida simultaneamente para os Campi Santa Rosa, Três Passos e Panambi.

Professor Doutor Edgard de Assis Carvalho. Foto: Sombradaoiticica
Na Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, estamos abordando, em uma série de reportagens, o processo de inclusão na Unijuí. Nesta terceira publicação, acompanhamos um pouco da rotina de Fernanda dos Santos Pereira e a inclusão para cegos na Unijuí.
“A gente precisa ter paciência, conversando tudo se resolve”. A frase, dita com a voz calma, soa como um conselho. Fernanda dos Santos Pereira, estudante de Psicologia da Unijuí, mostra como o mundo mais inclusivo faz toda a diferença. Ela é cega e, além dos estudos na Universidade, dedica parte do seu dia a auxiliar a instituição na melhoria dos processos de inclusão, atuando no Núcleo de Acompanhamento e Acessibilidade Institucional (NAAI).

Acima está a imagem em que aparece Fernanda dos Santos Pereira em sala de aula.
Ela enxerga o mundo pelos sons, pelo tato, pelos cheiros. E, com estes sentidos, sai todos os dias de casa em busca de formação, para aprender e também ensinar. Por isso ela evoca a paciência e o diálogo, é assim que ela supera obstáculos que surgem no caminho. “A Unijuí está iniciando uma jornada, que é longa. Mas isso é muito bom, pois nem todos estão aptos e dispostos nessa jornada rumo à acessibilidade. Nosso papel é entender e dar o nosso melhor em relação a isso. Me sinto orgulhosa de poder fazer parte disso e, no futuro, quero poder olhar para trás e dizer: conseguimos!”.
Acompanhamos um pouco da rotina da estudante. Pedimos licença para frequentar uma aula com ela e com a agente educacional que lhe acompanha na trajetória acadêmica, Joceane Severo. Preocupada, Fernanda, ainda na tarde, pediu para avisar que poderia chegar um pouco atrasada, que iria direto para a sala de aula, pois havia firmado compromisso com a Medianeira Transportes. Estava mostrando aos cobradores e motoristas, na prática, como usa o transporte coletivo pela cidade e o que pode melhorar para a acessibilidade. Chegou por volta das 19h15, com a aula já iniciando. Da porta da sala, foi possível ver os funcionários da empresa indo embora em um dos coletivos que levam e trazem Fernanda e os demais estudantes com vendas, dialogando.
Antes de Fernanda entrar na sala de aula, a professora chegou até a porta para questionar como deveria proceder na organização da prova, que será realizada na última semana de agosto. E, com um breve diálogo, tudo ficou acertado. Tais arranjos são necessários para a organização da professora, de Fernanda e Joceane. Já arrumada em sua classe, ela liga um gravador de voz e abre seu notebook. São seus instrumentos de estudo. Escreve o que a professora dita para a turma. Durante as discussões sobre as teorias de Freud, ela se posiciona no debate, sob os olhos atentos de Joceane, preparada para o auxílio em sala de aula.
Para além dessas combinações prévias antes de eventos importantes do semestre, como uma prova, por exemplo, é necessário adaptar as metodologias de ensino, garantindo o acesso para Fernanda e outros estudantes cegos da Universidade. Por exemplo, quando se passa um filme em sala de aula, o ideal é que ele seja dublado, facilitando a compreensão do conteúdo.
Acima está a imagem em que aparece Fernanda, a agente educacional Joceane e a professora dialogando na porta da sala de aula.
“O que diferencia a Universidade é a vontade de crescer, porque tem gente disposta a fazer, a tentar. Isso é uma coisa muito boa e rara. Aqui em Ijuí nunca tinha visto isso, pois não é uma cidade acessível. É só olhar para as nossas ruas, para as nossas calçadas. Além disso, vejo uma vontade muito grande dos professores, dos vigilantes e profissionais de diversos setores em ajudar, em tentar fazer com que tudo possa ser acessível”, complementa.
Na organização institucional, a agente educacional está ali para conduzi-la na realização do sonho do curso superior, auxiliando na organização dos materiais de estudo, na rotina acadêmica, acompanhando os deslocamentos pelo campus, trabalho que também coloca muitos desafios no caminho. “O que não podemos é criar dependência, o caminho quem faz são os alunos, a gente conduz, auxilia. Não podemos interferir na construção de conhecimento deles, e sim estimular a independência. Esse é o maior desafio”, salienta Joceane.
- Dirija-se diretamente para a pessoa cega, se ela estiver acompanhada;
- Não tenha receio de conversar, pergunte se é preciso ajudar;
- Para conduzir, o cego segura no cotovelo de quem guia, que estará um pouco na frente. Verbalize se existem obstáculos no caminho.
Com o objetivo de discutir os efeitos da violência de estado sobre os sujeitos, teve início, na manhã desta quinta-feira, no auditório da Sede Acadêmica da Unijuí, o Simpósio "O Sujeito Diante da Violência".
A programação engloba palestras e atividades para discutir temas sobre a violência e os Direitos Humanos. De acordo com a professora Íris Campos (DHE), uma das organizadoras do evento, é necessária uma reflexão sobre o tema, sobretudo por estarmos vivenciando um momento de polarização no país. "O sujeito que conhece a história, não a repete", observa.
Após a abertura oficial, que contou com apresentação da Cia. Cadagy, foi realizada a palestra “História da Violência de Estado na Contemporaneidade: o caso do Brasil (1937-1945 e 1964-1985)”, pelo professor Dinarte Belato, da Unijuí, com mediação do professor Walter Frantz, também da Unijuí.
“O surgimento das Ditaduras não são fenômenos isolados, estão dentro de um contexto social. Por exemplo, na década de 1950, tivemos o fim do sistema colonial no mundo, esse fenômeno produziu uma dimensão nova, um ativismo político, inclusive na América Latina. Nesse momento as ditaduras apareceram. Hoje está se preparando, novamente, um ambiente prévio de desencadeamento de uma ditadura no Brasil”, observa Dinarte Belato.
Confira uma entrevista completa com o professor Dinarte
No turno da tarde, ocorreu a defesa de dissertação do Mestrado em Direitos Humanos “Democracia, Direitos Humanos e a Ditadura Militar no Brasil: a capilarização da Vanguarda Popular Revolucionária no interior do Rio Grande do Sul por meio da Sociedade Pesqueira Alto Uruguai e a trajetória de Roberto Antonio Fortini como exemplos de (micro) resistência ao regime ditatorial“, da mestranda Clarissa Metz. A banca foi composta pelo Dr. Maiquel A. D. Wermuth (Orientador/UNIJUÍ), Dr. Ivo Canabarro/UNIJUÍ e o Dr. Solon E. Annes Viola/UNISINOS.
No turno da noite o Dr. Solon Eduardo Annes Viola, da UNISINOS, retornou ao evento e fez uma fala com o tema: “A Educação em Direitos Humanos”, mediada pelo professor Dr. Paulo Fensterseifer (Educação Física/Filosofia/UNIJUI/PPGED).





Sexta-feira
Nesta sexta-feira, 25, o evento segue com diversas atividades. No turno da manhã, a discussão Memória Social e Subterrânea na Obra de Michael Pollack, com Dr. Ivo Canabarro/História/Mestrado em Direitos Humanos/UNIJUI. E também a discussão “As (im)possibilidades do Testemunho na Visão de Giorgio Agambem”, com o Dr. Maiquel Wermuth/Direito/Mestrado em Direitos Humanos/UIJUI/UNISINOS
E, no turno da tarde, será realizada a exibição do filme “500 bebês roubados pela ditadura argentina”. Logo após, às 15h30, o público terá o testemunho da Sra. Ana Caracoche (madre da Plaza de Mayo), movimento que denuncia a violência da Ditadura Militar da Argentina.
Para encerrar a programação do evento, no turno da noite, haverá uma apresentação do Coral Unijuí e a fala “Clínicas do Testemunho: psicanálise e política”, com o Dr. Alexei Conte Indursky/Psicólogo, membro da Clínica do Testemunho/Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA). A debatedora será a MS Normandia Cristian Gilles/Psicologia/UNIJUI.
Clínicas do Testemunho
Os dois dias de evento são uma preparação para a Conversa Pública, que será realizada no dia 23 de setembro, momento em que a comunidade poderá ouvir e contribuir com testemunhos sobre o tema. Essa atividade é organizada pelo grupo Clínicas do Testemunho, da Comissão Nacional de Anistia.
São realizadores do evento: o Curso de Psicologia, Curso de História e demais licenciaturas do DHE, Programa de Pós Graduação em Educação nas Ciências e o Mestrado em Direitos Humanos, com o apoio do Sinpro/Noroeste, Cia Cadagy Unijuí, Coral Unijuí, Unijuí FM e Coletivo Textura.
Depois de um trimestre de estudos envolvendo as atividades de aventura na natureza e a construção de uma jangada apenas com materiais recicláveis, os alunos do terceiro ano do Ensino Médio da EFA puderam, de fato, colocar a mão na massa e testar a sua invenção, pensada e idealiza por eles nas aulas de Educação Física, de Física e Matemática, sob orientação da professora Eduarda Burckardt, Juliana Aozani e Carla Dal Molin , relacionando, assim, teoria e prática.
Para o teste da Jangada construída pela turma, os estudantes se deslocaram, na última quarta-feira, 24/08, até a AREA (Associação dos Remadores e Esportes de Aventura de Ijuí), onde foram recebidos pelo presidente da associação, Evandro Luis Schvindt Bittencourt, e alguns integrantes que fizeram o treinamento com os alunos e acompanharam as atividades aquáticas.
Segundo a professora Eduarda, o momento foi de aprendizagem, diversão e integração entre os alunos e as diferentes disciplinas. Para o aluno da turma Gabriel Brizolin Fontana, a atividade foi excelente, pela possibilidade de testar e apreciar os resultados obtidos com a jangada e a relação do ser humano e a natureza.
A tarde foi marcada também pela prática da Canoagem, Stand up Paddle e big prancha.
A afirmação é de Eduardo de Lima Melo, leitor de Fortaleza, no Ceará, que recentemente adquiriu alguns títulos da Editora Unijuí pelo novo site. Ele conheceu a editora pela internet e em eventos acadêmicos e, apesar da distância, ficou mais fácil para ele adquirir obras publicadas. O novo site tem levado as obras da Editora para outros locais - além da região Sul e Sudeste do País (principais compradoras) -, como o Rio Grande do Norte, por exemplo.
E é de lá outra leitora de obras publicadas pela Editora Unijuí: Diane Sena, Mestre em Educação - PPGEd / UFRN, professora do curso de Educação Física - Centro Universitário do RN - UNI-RN e assessora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Natal/RN. “Tive acesso à Editora pelo Facebook. Vi uma promoção de livros e por lá acessei o site. A motivação na compra dos livros, primeiramente, foi o preço, já que estavam todos com 50% de desconto, mas houve também o interesse nas temáticas, já que meu campo de estudo é educação física, escola, mídia e formação profissional”, observa.
Confira a lista dos mais vendidos desde que o site entrou no ar, em junho de 2017
Recentemente, também, a Editora inaugurou um novo espaço: agora possui uma loja na Biblioteca do campus Ijuí. Com isso, ela se aproxima ainda mais do dia a dia da Universidade, dos seus autores e leitores.
A Editora
A Editora Unijuí foi fundada em 1985 e integra a Universidade em sua dimensão de construção/reconstrução do saber gerado nos campos da pesquisa, do ensino e da extensão, que ela coloca efetivamente ao alcance de um público mais vasto, ampliando o próprio debate universitário, prolongando-o, antecipando/preparando-o e, ao dar forma mais esmerada a textos e exposições, enriquecendo-o no cultivo de perspectivas menos circunstanciais.
A Editora tem por objetivo principal incentivar e estimular a produção intelectual dos professores da Unijuí e de outras Instituições de Ensino Superior por meio da publicação de livros e revistas em variadas áreas. Possui também como atribuição a divulgação e distribuição de seus livros.
Conta com 22 coleções em diversas áreas do conhecimento, algumas de referência nacional. Cada coleção mantém um Conselho interinstitucional, que, por intermédio de seus pareceres, garante a qualidade editorial e cultural das publicações.
Com o objetivo de capacitar gestores acadêmicos e administrativos das Instituições Comunitárias de Ensino Superior (ICES), o Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), juntamente com a Universidade de Caxias do Sul (UCS), promoveu a terceira edição do MBA em Gestão de Instituições de Ensino Superior. Desenvolvendo habilidades de liderança, de empreendedorismo, de inovação e de gestão, qualificando os participantes para os desafios da “Universidade do Futuro”, o curso contou com a participação de 28 gestores de instituições, que iniciaram o MBA em agosto de 2015 e entre os dias 9 e 11 de agosto de 2017 apresentaram seus trabalhos de conclusão e encerraram as atividades letivas.
A apresentação dos trabalhos, realizada na Universidade de Caxias do Sul (UCS), foi prestigiada pelo reitor da Universidade de Passo Fundo (UPF) e presidente do Comung, professor José Carlos Carles de Souza. Para ele, o curso vem ao encontro das necessidades das Instituições Comunitárias. “A forma de participação, o envolvimento e a troca de experiências são extremamente valiosos. O sentimento de pertencimento na Instituição é uma motivação e o caminho do sucesso”, disse José Carlos, que participou da banca de cinco apresentações, dentre elas duas de participantes da UNIJUÍ, que esteve representada no Curso por Fabiana Simon (Coordenadora do NUAP/AGIT), Laura Scheren Dalpiaz (Chefe de Gabinete da Reitoria) e Magna Stela Cargnelutti Dalla Rosa (Coordenadora da CPA).
Gestão de IES
O MBA em Gestão de Instituições de Ensino Superior teve início em 2011 e nasceu da percepção das Instituições Comunitárias de Ensino Superior (ICES) quanto à necessidade de formação e qualificação dos seus gestores baseadas numa proposta que propiciasse uma visão ampla e integrada sobre a gestão universitária no contexto das transformações educacionais mundiais e que considerasse a natureza da universidade comunitária. Em três edições do curso, soma-se a participação de 88 gestores acadêmicos e administrativos das Instituições Comunitárias de Ensino Superior do Rio Grande do Sul e também de Santa Catarina. A iniciativa é coordenada pela professora Ana Lúcia Buogo, da Universidade de Caxias do Sul.
Conheça os trabalhos apresentados
Agenor Dias de Meira Junior (UPF) : Estratégias de gestão de Instituição de Ensino Superior Comunitária
Dinara Bortoli Tomasi (URI): Estratégias de gestão da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões -URI -São Luiz Gonzaga: olhares para o futuro
Laura Scheren Dalpiaz (UNIJUÍ): O planejamento estratégico em uma IES comunitárias: o desafio de garantir o alinhamento com flexibilidade
Fabiana Simon (UNIJUÍ): Gestão da demanda externa
Taize Lopes (UNIFRA): Organização institucional para a modalidade de educação a distância: contribuições ao modelo do Centro Universitário Franciscano
Viviane Born (COMUNG): A rede de cooperação do Comung: um olhar para as ações dos pró-reitores administrativos
Gabriel Grabowski (FEEVALE): Financiamento estudantil Ices/Comung/RS
Heitor Strogulski (UCS): Proposta de agência de eventos de extensão universitária
Daniele Bertagnolli (UNIFRA): Proposição de uma escola de negócios para o Centro Universitário Franciscano
Cristiane Pozzebon (UNILASALLE): Gestão do tempo na rotina do trabalho dos coordenadores de curso de graduação: um estudo de caso
Elisabeth Cristina Drumm (URCAMP): Inovação e desenvolvimento regional: perspectivas nas Ices
Rosani Sgari (UPF): Ação estratégica na formação de professores da UPF: o impacto institucional de um processo coletivo
Viviane Kanitz Gentil (URCAMP): Políticas públicas e expansão da educação superior
Lúcia Regina Lucas da Rosa (UNILASALLE): O impacto da gestão na graduação a partir da docência no Stricto Sensu
Roberto Godoy Nogueira (IPA): A centralização da gestão de compras: o caso do Centro Universitário Metodista - IPA
Sandro Rogério dos Santos (UCS): Projeto político pedagógico para implantação de um curso superior em Gerontologia
Fabiana Quatrin Piccinini (UNISC): Política institucional para o Stricto Sensu: o caso Unisc
Vivian Spellmeier Sulzbach (UNIVATES): A importância da língua inglesa no contexto da iniciação científica - case da Univates
Luís Antonio Schneiders (UNIVATES): Tecnologia educacional e rentabilidade: o impacto do programa Google Apps for Education na Univates
Sandro Nero Faleiro (UNIVATES): Ecossistema empreendedor
Ricardo Antônio De Marco (UNOESC): Responsabilidade social universitária: o compromisso social das instituições de ensino comunitárias
Enedina Maria Teixeira da Silva (UNICRUZ): Tecnologia social em instituições de ensino superior para fortalecer o processo de formação dos cidadãos em horizonte mais amplo, capazes de atuar em sociedades e empreendimentos complexos
Magna Stela Cargnelutti Dalla Rosa (UNIJUÍ): O programa de avaliação docente da Unijuí, com seus subprogramas (avaliação da ação docente, autoavaliação docente e avaliação pelos pares) como uma ferramenta de gestão para o planejamento, execução e avaliação do curso, de forma cíclica
Marcos Eduardo Casa (UCS): Avaliação institucional, autoavaliação na graduação e novas metodologias de aprendizagem
Patrícia Dall'Agnol Bianchi (UNICRUZ): Repercussão dos processos avaliativos no desenvolvimento e reestruturação da Universidade de Cruz Alta
Gunther Gehlen (FEEVALE): Metodologias ativas no ensino superior
O Encontro Nacional de Educação e Ciclo de Estudos da Pedagogia (Enaced) realizou a abertura oficial da primeira etapa do evento, na noite de quarta-feira, dia 23, no Auditório Central da UNIJUÍ Campus Santa Rosa. Com o auditório lotado, o evento contou com a participação especial do professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa (Portugal), Antônio Manuel Seixas Sampaio da Nóvoa.
Professor Antônio durante a palestra trouxe a temática “Formação de professores e de esperança”, onde originou várias reflexões sobre a revolução que a aprendizagem está perpassando nos dias atuais. “Os alunos aprendem muito mais uns com os outros, do que somente com os professores, através de aulas expositivas”, destacou Nóvoa.
Confira um pouquinho do que rolou na palestra:
A programação compreenderá mais duas etapas: Na segunda etapa, no período de 11 a 15 de setembro, será uma semana dedicada a palestras, painéis, oficinas e apresentações artísticas, na UNIJUÍ Campus Santa Rosa. Na última etapa do encontro, dia 21 de setembro, acontece a palestra “Ética e Sustentabilidade” com o palestrante Leonardo Boff, que será ministrada no Centro Cívico Cultural Antônio Carlos Borges, de Santa Rosa.
Na oportunidade também participaram da abertura a Vice-Reitora de Graduação, professora Cristina Eliza Pozzobon, Pró-Reitor do Campus Santa Rosa, professor Ariosto Sparemberger, Secretária Municipal da Educação, Lires Zimmermann Führ, Chefe substituta do Departamento de Humanidades e Educação, professora Célia Clarice Atkinson, Coordenadora do Mestrado e Doutorado em Educação nas Ciências, professora Eva Teresinha Oliveira Boff, Vice Diretor do 10º Núcleo do CPERS, José Albino Rohr, Coordenadora do curso de Pedagogia e do XX Enaced, professora Claudia Maria Seger e Coordenadora do XX Enaced, professora Hedi Maria Luft.
As inscrições e a programação completa do evento poderão ser conferidas no Portal.
Imagens do evento:




































Na Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, estamos abordando, em uma série de reportagens, o processo de inclusão na Unijuí. Nesta segunda publicação, confira alguns aspectos sobre a inclusão no trabalho dentro da Instituição.
Na Unijuí, cerca de 50 pessoas entre técnicos-administrativos e professores possuem alguma deficiência. Isso exige da Instituição constantes melhorias dos espaços físicos, além de investimento em capacitação para melhorar a comunicação e a inclusão dessas pessoas na Universidade. Nos últimos anos, foram realizadas adaptações como a instalação de rampas em acessos às salas de aula, laboratórios e ambientes institucionais, elevadores, sinalização indicativa, melhorias no trânsito, campanhas educativas e cursos de formação. O Núcleo de Acompanhamento e Acessibilidade Institucional – NAAI, responsável pelo assessoramento dessas pessoas, também foi reestruturado e passou a ter um ambiente com quatro salas destinadas ao atendimento dos estudantes.
Galeria com imagens de algumas melhorias feitas na Instituição, citadas no texto acima:








Segundo José Luis Bressam, gerente da Coordenadoria de Recursos Humanos da Unijuí, as mudanças na estrutura têm o objetivo de facilitar a vida dos técnicos-administrativos e também estudantes. “A Instituição faz esses dois movimentos: o de acolher a pessoa com deficiência e o de preparar os outros para recebê-la, além disso, busca ainda criar as condições para que ela possa se adaptar e realizar o seu trabalho da melhor forma possível”, salienta Bressam.
José Gabriel Deboni e Viviane Huppes estão entre essas 50 pessoas com deficiência que atuam nos espaços da Instituição. Atuando no campus de Ijuí e Santa Rosa, respectivamente, eles relatam as suas experiências no mercado de trabalho. Confira:

Acima está a imagem em que aparece José Gabriel Deboni, técnico-administrativo que atua no campus Ijuí.
José Gabriel Deboni tem a rotina parecida com a de milhares de brasileiros. Acorda cedo, toma café, se arruma e vai para a parada de ônibus. Após alguns minutos de espera, outros 15 no transporte, ele chega ao seu destino: o trabalho.
Desde o início do ano, José faz parte do setor responsável pela organização e distribuição da correspondência interna da Unijuí. Antes de chegar até o seu setor atual, trabalhava no Centro de Educação Básica Francisco de Assis – EFA, onde também estudou. Após ser transferido para o campus de Ijuí, os desafios aumentaram: “quando me falaram que eu iria trabalhar no malote eu pensei: será que eu vou ter que fazer tudo isso a pé?”. Não, o transporte das correspondências é feito com um carro, e José participa de todas as entregas em todos os espaços da Instituição.
José Gabriel possui deficiência cognitiva, déficit de atenção, ou seja, suas habilidades são menores para resolver problemas, compreender ideias abstratas, estabelecer relações sociais, compreender informações e argumentações, mas nada disso tira de José uma vida e um cotidiano igual ao dos demais.
Quando surgiu a oportunidade de trabalho a família toda apoiou, como ele mesmo diz “ficaram faceiros”. Depois de alguns meses na Unijuí ele se diz realizado: “Eu gosto de trabalhar aqui, me dou bem com todo mundo”, comenta.
Para Marcos Freitas, seu colega de setor, José além de ser uma ótima companhia é muito inteligente. “Pega super bem o trabalho. Não vejo muito do déficit dele pela qualidade do trabalho que ele faz”, diz o colega.
O turno da tarde é livre para o José, tempo que ele guarda para descansar. As sextas são para sair com os amigos e o domingo é dia de missa. Ele quer ser pastor, mas enquanto não realiza o desejo, ajuda na paróquia cuidando de confirmandos, batendo sino e faz “de um tudo” como o próprio diz.

Acima está a imagem de Viviane Huppes, técnica-administrativa que atua no campus Santa Rosa.
Viviane Huppes iniciou sua trajetória na Unijuí, campus Santa Rosa, no mês de abril de 2016. Realizada com a possibilidade de trabalhar como telefonista e recepcionista da Instituição, afirma que foi muito bem acolhida pelos colegas. “Sou muito feliz em trabalhar na Unijuí, apesar da minha dificuldade em alguns processos, sempre fui muito bem acolhida, jamais passei por algum processo de discriminação, pelo contrário, sempre entenderam minhas limitações e me auxiliaram no que eu precisei”, afirma a técnica-administrativa.
Sempre com um sorriso no rosto, Viviane afirma que o trabalho é muito importante, pois faz ela se sentir muito útil. “É o momento que eu esqueço que tenho essa limitação e me sinto realizada em poder contribuir com o meu trabalho para a Instituição”. Viviane possui distrofia hereditária da retina, segundo ela, existem apenas três casos no mundo.
Professores coordenadores e bolsistas do projeto ‘Desenvolvimento de Alimentos sem Glúten a partir de Grãos Cultivados na Região Noroeste do Rio Grande do Sul’, realizado em convênio com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, fizeram uma visita técnica na empresa Giroil, parceira do projeto, em Entre-Ijuís.
Participaram da visita os professores da Unijuí Raul Vicenzi, coordenador do projeto, e Eilamaria Libardoni Vieira do curso de Nutrição, Fernanda da Cunha Pereira professora do curso de Engenharia Química, professor José Antônio da Silva do curso de Agronomia, a bolsista Michele Nardes e a estagiária em Alimentação Institucional Samara Sagim, do curso de Nutrição.
Segundo os coordenadores do projeto foi importante observar a cadeia de produção dos grãos, farinhas e outros produtos e a troca de conhecimento entre a empresa e a equipe do projeto.
Giroil é uma empresa referência nacional no fornecimento de produtos saudáveis para lojas de produtos naturais, farmácias e supermercados em todos os estados brasileiros. A empresa é líder de mercado na maior parte dos segmentos da atuação.
A visão de futuro e o conhecimento em cultivo de grãos conduziram a empresa para a produção de um amplo portfólio de produtos. A mesma é pioneira no cultivo e processamento de grãos de Chia e Freekeh no Brasil.
Grande parte dos investimentos da empresa é direcionada à preparação e qualificação dos profissionais, atualização tecnológica de máquinas e de processos, pesquisa e desenvolvimento, além da constante ampliação da capacidade produtiva para atender as demandas de mercado.
Os sócios proprietários Vera Dalla Véchia e Vinícios Dalla Véchia apresentaram a empresa e os processos de produção e colaboraram para o delineamento das metodologias de trabalho do projeto.
A empresa tem um portifólio de produtos nacionais e importado, dentre eles: linhaça, chia, trigo sarraceno, teff, painço, psyllium, girassol, freekeh, óleos prensados a frio, suplementos alimentares e outros.
As professoras do curso de Agronomia da SETREM, colaboradores do projeto, Angélica Reolon da Costa e Ana Paula Ceccato também acompanharam a visita.
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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