Os resultados oficiais serão divulgados pelo Governo do Estado e pela Universidade Federal de Pelotas. A Unijuí reforça que não comunica ou comenta casos específicos antes deste anúncio oficial.
No fim de semana que passou foi realizada a quarta e última etapa da Pesquisa que está mapeando o avanço do coronavírus no Rio Grande do Sul, denominado EPICOVID-19. Em Ijuí, novamente uma equipe de pesquisa, coordenada pela Unijuí, realizou 500 visitas em domicílios da cidade para a aplicação de testes rápidos e questionário de saúde. Ao todo, foram aplicados 2 mil testes em Ijuí, divididos em quatro rodadas do estudo.
Encomendado pelo Governo do Estado e coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o objetivo foi estimar o percentual de gaúchos infectados pela Covid-19; avaliar a velocidade de expansão da infecção; fornecer indicadores precisos para cálculos da letalidade e determinar o percentual de infecções assintomáticas ou subclínicas. Ele ocorreu em quatro etapas e testou 18 mil pessoas em todo o RS no total.
A estudante do curso de Biomedicina da Unijuí, Laura Portela, foi uma das voluntárias que aplicou os testes na população. “Foi um momento único, embora seja um tema delicado. Marcou muito cada um que foi a campo. Foi muito importante fazer este trabalho para a população. Acho que contribuiu muito para a minha formação na área da saúde também”, avalia.
Para o estudante Alexander Rodrigues de Souza, que cursa Enfermagem, também voluntário, “a pesquisa fez o levantamento de muitas informações importantes para tomar as medidas de combate ao Coronavírus. Foi uma experiência única e bem marcante, pois participar de uma pesquisa deste porte exige muito empenho. Este estudo mostrou a importância da pesquisa na saúde e dos profissionais das diversas áreas”, complementa.
Os professores envolvidos neste estudo pela Unijuí são: Evelise Berlezi, coordenadora, Matias Frizzo, Lígia Franz, Thiago Heck, vinculados ao Mestrado em Atenção Integral à Saúde e Carlos François, do curso de Medicina.









Além da UFPel, a pesquisa mobilizou uma rede de 12 universidades federais e privadas: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana), Universidade de Caxias do Sul (UCS), Imed Passo Fundo, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), Universidade de Passo Fundo (UPF) e Universidade La Salle (Unilasalle-Canoas).
O estudo tem um custo estimado em R$ 1,5 milhão e tem o apoio da Unimed Porto Alegre, do Instituto Cultural Floresta, também da capital gaúcha, e do Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro.
Foto: José Carlos Santos da Silva - Assessor de Comunicação da Fumssar
O serviço de Teleatendimento Covid-19, disponível para a comunidade de Santa Rosa desde o mês de abril, agora é ampliado para a região da Fronteira Noroeste, abrangendo 22 municípios da 14ª Coordenadoria Regional de Saúde. Nesta segunda-feira, 25 de maio, ocorreu o lançamento oficial deste atendimento para a região.
O serviço é uma parceria entre a Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa - Fumssar e a Unijuí. A iniciativa tem o objetivo de desafogar o sistema de saúde e evitar que pessoas com sintomas do novo Coronavírus precisem se deslocar para receber informações. A estrutura, que conta com profissionais da área da saúde vinculados à Fumssar e residentes do Programa de Residência Multiprofissional e Médica da Unijuí, está montada no Campus da Universidade, onde os profissionais têm acesso a todos os equipamentos necessários para fazer o atendimento via telefone. Desde que foi lançado, no dia 16 de abril, já foram realizados mais de 200 atendimentos.
A linha telefônica 55 3511 5222 conta com dez canais de atendimento, de segunda a sexta, das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30. O primeiro contato com esses profissionais é para esclarecer dúvidas sobre a doença, sobre sintomas e sobre o comportamento dos pacientes. Caso os multiprofissionais avaliem que o paciente necessita de uma análise aprofundada, podem agendar um atendimento por videochamada com um médico especialista.
Participaram do ato, transmitido ao vivo pelo Facebook, o Pró-Reitor do Campus Santa Rosa, Marcos Paulo Scherer, o prefeito de Santa Rosa, Alcides Vicini, o presidente da AmuFron, Vilmar Horbach, o presidente da Fumssar, Délcio Stefan, o gestor de Planejamento da Fumssar, Ademir Rosa, Alcelmo Loureiro, coordenador regional de saúde (14ªCRS).
Confira na íntegra:
O Plenário do Senado aprovou na quarta-feira (20) o projeto de lei que cria o Certificado de Recebíveis da Educação (CRE), a ser lançado no mercado de capitais por instituições privadas de ensino. O PL 1.886/2020, do senador Jorginho Mello (PL-SC), recebeu parecer favorável do senador Dário Berger (MDB-SC), na forma de um substitutivo, e segue agora para a Câmara dos Deputados. Foram 77 votos favoráveis e nenhum contrário.
Certificado de recebíveis são títulos de crédito emitidos por companhias de securitização, lastreados em pagamento a ser recebido no futuro por uma empresa. Ao vender os títulos, a empresa recebe imediatamente uma parcela do valor a ser pago. No caso das escolas e universidades, os CREs serão lastreados nos contratos de matrículas. O objetivo da medida é possibilitar, ao sistema educacional privado e comunitário, enfrentar a crise econômica decorrente da paralisação das atividades presenciais. Em muitos casos, houve diminuição do pagamento de mensalidades e também cancelamento de cursos nos casos das universidades. Em troca, os investidores ganham uma rentabilidade sobre o dinheiro investido. Entre os certificados de recebíveis já existentes, estão o Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e o Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).
Segundo a Reitora da Unijuí, professora Cátia Nehring, “a Universidade está estudando esta possibilidade, que ainda depende de aprovação da Câmara dos Deputados. É uma possibilidade de adiantamento dos contrato realizado pelo estudante com a instituição e esta busca uma securitizadora. É uma possibilidade para instituição garantir os recebíveis. O que precisamos ter clareza é como vai funcionar a cobrança para nossos estudantes, que podem cancelar disciplinas e ainda trancar o curso no transcorrer do semestre.”
Segundo Dyogo Patriota, assessor jurídico da Associação Brasileira de Universidades Comunitárias, a ABRUC, entidade da qual a Unijuí faz parte, em entrevista para Unijuí FM, a ideia principal do certificado é criar uma alternativa de financiamento fora dos bancos. “Hoje vivemos um cenário de subfinanciamento, ocorrendo desde meados de 2015, com a diminuição das ofertas de novos contratos do FIES, por exemplo. Na prática, vai funcionar da seguinte forma: o estudante fecha um contrato com a instituição de ensino e ela vai ter uma análise de créditos pela securitizadora. Dessa forma, pensando que seja uma instituição do fator e cinco milhões por mês, vai ter uma análise de créditos em que vai poder securitizar até 50% desse valor”, salienta.
Quem também tratou do assunto na Rádio foi José Aguilera, secretário executivo ABRUC, que observou o trabalho das universidades para buscar soluções junto ao Senado Federal e à Câmara do Deputados. “Nasce de um movimento das reitorias, para que nenhum estudante fosse prejudicado em continuar os estudos por conta deste período de pandemia”, disse. Segundo ele, ainda, ao mesmo tempo, está tramitando o PL1886, que visa instituir um FIES Emergencial. “São possibilidades e oportunidades que os dirigentes e os reitores estão buscando para assegurar que essa permanência estudantil seja possível”, complementa.
O texto se aplica à instituições que oferecem desde a educação infantil até o ensino superior — neste último caso estão incluídas também as universidades comunitárias, que não têm fins lucrativos. A emissão de títulos estará condicionada à concessão de carência da mensalidade por três meses ao estudante cujo contrato lastreia cada papel.
Os créditos em cada título deverão ficar limitados ao equivalente a 12 meses do contrato assinado entre o estudante e a universidade. O lançamento dos CREs não poderá resultar em prejuízo às políticas de descontos e às bolsas de estudo concedidas pela instituição.
No caso das universidades, o valor dos recebíveis poderá ser antecipado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que poderá antecipar até R$ 30 milhões, por instituição, durante o período da pandemia. Os recursos virão do Programa Emergencial de Suporte a Empregos, instituído pela Medida Provisória 944/2020, que ainda está em análise no Congresso Nacional.
Fonte: Agência Senado e Unijuí FM
Inicia hoje, em razão das chuvas, se estendendo ao fim de semana, a quarta e última etapa da Pesquisa que está mapeando o avanço do coronavírus no Rio Grande do Sul, denominado EPICOVID-19. Em Ijuí, novamente uma equipe de pesquisa, coordenada pela Unijuí, vai realizar visitas em domicílios da cidade para a aplicação de testes rápidos e questionário de saúde.
Nesta etapa deverão ser visitadas mais 500 residências em todas as áreas de Ijuí. “Pedimos, uma vez mais, a colaboração de toda a comunidade ijuiense para atender aos nossos voluntários e participar deste importante estudo”, observa a coordenadora na cidade, professora Evelise Berlezi. Além disso, todos os voluntários passaram por treinamento e foram testados, com os mesmos testes que serão aplicados na população, antes de irem a campo, atividade que ocorreu nesta sexta-feira, na Unijuí.
Em caso de dúvida, a comunidade poder entrar em contato com os órgãos de segurança do município para verificar a abordagem dos voluntários da pesquisa, pelo número: 3332-0150, que a Brigada Militar realiza esta verificação. Outros dois telefones foram disponibilizados: (55) 9 9182 6453 e (53) 9 8409 0884.
Encomendado pelo Governo do Estado e coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). O objetivo é estimar o percentual de gaúchos infectados pela Covid-19; avaliar a velocidade de expansão da infecção; fornecer indicadores precisos para cálculos da letalidade e determinar o percentual de infecções assintomáticas ou subclínicas. Ele ocorre em quatro etapas (este fim de semana será a última) e vai entrevistar 18 mil pessoas em todo o RS até o final.
Os resultados oficiais serão divulgados ao longo da próxima semana pelo Governo do Estado e a Universidade Federal de Pelotas. A Unijuí reforça que não comunica ou comenta casos específicos antes deste anúncio oficial.
Como funciona o teste?
O teste utilizado (WONDFO SARS-CoV-2 Antibody Test) avalia anticorpos produzidos pelo organismo após a infecção e não identifica o vírus ativo logo após o contágio, ou seja, não é um diagnóstico de que a pessoa está, naquele momento, com o vírus ativo em seu corpo, mas que ele já teve contato com este vírus e desenvolveu anticorpos. O teste empregado na pesquisa apresenta a possibilidade de 15,2% de resultados falsos negativos (pessoas que foram contaminadas com o vírus não detectadas pelo exame) de 1,0% de falsos positivos (pessoas com exame positivo que não foram contaminadas) – ainda assim, foi recentemente avaliado como uns dos melhores no mercado.
Tire todas as suas dúvidas sobre este estudo nesta seção de Perguntas e Respostas elaborada pela Universidade. Clique neste link e confira.
Também preparamos um vídeo mostrando o processo de pesquisa. Confira:
Na manhã de quinta-feira, dia 21 de maio, aconteceu uma reunião entre a Unijuí e a empresa 3Tentos Agroindustrial. Realizado na Sala de Pesquisa do Mestrado em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade da Universidade, esta reunião teve o objetivo de discutir problemáticas na área de inovação e possibilidades de interação da universidade com a empresa.
Pela 3Tentos participaram Alan Araldi, Carlos Linassi, Fernando Bavaresco, Eduardo Gruhn, Gabriele Casarotto e Glaucia L. K. Timmermann. E, pela Unijuí, o Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Fernando Jaime González, o professor Osório Lucchese, chefe do Departamento de Estudos Agrários (DEAg), professor José Antonio Gonzalez, coordenador do Programa de Mestrado em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade, o professor Ivan Ricardo Carvalho, vinculado também ao DEAg e a seu programa de Pós-Graduação, o professor Gerson Battisti, vinculado ao Departamento de Ciências Exatas e Engenharias (DCEEng) e também o gerente da Agência de Inovação e Tecnologia da Universidade (Agit), Maiquel Kelm.
No encontro, a 3Tentos apresentou possibilidades de interação com a universidade, a partir das necessidades de inovação. Desta forma, também os professores da Unijuí mostraram as linhas de pesquisa do Mestrado em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade, bem como possibilidade de interação com a empresa. O professor Gerson Battisti, que atua na área da Ciência da Computação, observou também possibilidades de interação nesta área específica. “Esta aproximação está alinhada com o nosso Planejamento Estratégico, pois temos entendimento de que, para participar do processo de desenvolvimento, é preciso estreitar vínculos com o setor produtivo e a 3Tentos é uma das grandes empresas da nossa região, abrindo possibilidades para muitas ações, principalmente na questão da pesquisa e inovação”, observa o Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Fernando Jaime González.
De acordo com o chefe do DEAg, professor Osório Lucchese, “a aproximação com a empresa apresenta-se como uma importante relação para que as atividades de pesquisa e de extensão produzidas pela Universidade possam ser acessadas pela comunidade. As demandas da empresa, com a expertise e a potencialidade inovativa que podemos gerar na universidade, é o caminho para a resolução de problemas e a prospecção de novas oportunidades. E isto deve gerar ganhos significativos para a comunidade regional, produzindo desenvolvimento com sustentabilidade socioambiental”, observa.
O professor José Antonio Gonzalez, que coordena o Mestrado em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade, complementa que uma futura parceria entre a universidade e a empresa no desenvolvimento de pesquisas e inovação, podem acarretar em avanços na agricultura. “Procuramos desenvolver pesquisa para auxiliar as empresas em suas ações, buscando promover produtividade, qualidade biológica, segurança alimentar cuidado com o ambiente, desenvolvendo tecnologias que possam melhorar os processos de produção”, observa.
Complementando a discussão, o professor Gerson Battisti, que participou do encontro representando o Grupo de Pesquisa em Computação Aplicada (GCA), onde atua na linha de pesquisa de "Análise e Integração de Grandes Volumes de Dados", observa que, a partir desta conversa inicial, diversas possibilidades podem surgir. “O objetivo foi estabelecer um primeiro diálogo para identificar como, diante das necessidades da empresa, o grupo de pesquisa pode contribuir no desenvolvimento de soluções técnicas e científicas envolvendo as áreas de Data Warehouse, Data Mining (Mineração de Dados) e Big Data, com uso também de técnicas de Inteligência Artificial. O grupo entende que são pesquisas que podem impactar diretamente na inteligência do negócio (Business Intelligence)”, salienta.
Sobre a 3Tentos
A Três Tentos Agroindustrial S/A iniciou as suas atividades comerciais no ano de 1995. Atuando no mercado com o propósito de ser uma empresa de soluções e suporte no agronegócio, possui 36 unidades distribuídas em 32 cidades gaúchas. Ainda, atua no Mato Grosso através da 4Ventos Agroindustrial S/A na produção de grãos e na exploração sustentável de madeira. Produzindo sementes, que é sua atividade pioneira, através de uma parceria constante com o produtor rural, a 3Tentos cresceu e conquistou seu espaço no mercado do agronegócio brasileiro, incorporando às suas soluções atividades que completam os ciclo produtivo e industrial. A 3Tentos recebe, comercializa e industrializa grãos, revende defensivos e fertilizantes, oferecendo assessoria técnica e comercial com profissionais qualificados. O resultado deste esforço se dá na exportação de soja, milho, trigo, farelo e óleo de soja para países da América Latina, Europa e Ásia, bem como o reconhecimento dos nossos clientes produtores rurais no Brasil.
Recentemente a Unijuí recebeu o repasse de R$ 2 milhões de emenda parlamentar para desenvolver o projeto “Centro de Inovação e Criatividade para uma Cidade Inteligente”. Este grande projeto tem, dentro dele, seis objetivos específicos, com o intuito de implantar, modernizar e melhorar a infraestrutura de ambientes inovadores na Universidade. A partir desta semana, uma série de reportagens vai mostrar mais detalhes de cada um destes seis itens.
A Meta 1 do Projeto será a Estruturação do Laboratório de Desenvolvimento de Internet das Coisas (Iot). Segundo o professor Edson Luiz Padoin, coordenador do curso de Ciência da Computação da Unijuí, vinculado ao Departamento de Ciências Exatas e Engenharias, projeta-se a criação de uma rede de comunicação de Internet das Coisas (IoT) no município de Ijuí com acesso na maior parte da cidade. A criação do centro de treinamento de referência busca viabilizar um espaço para estudos de conceitos e práticas em IoT, propiciando, assim, a disponibilização de uma infraestrutura para pesquisa e desenvolvimento de soluções de Smart City para a comunidade.
“Os equipamentos também vão possibilitar recursos para testes, simulação e implementação de protótipos de soluções de Smart City envolvendo estudantes, profissionais e empresários do município e da região. A criação da rede de comunicação e do centro de treinamento propiciam a concepção de um ambiente de referência para a realização de projetos, a implementação e avaliação de soluções para as novas Smart Cities”, salienta.
Dentro do Laboratório de Desenvolvimento de IoT será possível realizar estudo de problemas da cidade e da comunidade com avaliação de possíveis soluções. “Nesta etapa estarão envolvidos os alunos de graduação da Universidade em trabalhos de conclusão de curso, estágio e projetos integrados, e os empresários de Ijuí e região. Ainda, dentro do laboratório, acontecerá o desenvolvimento e aprimoramento de processos para tornar as cidades centros smarts com aumento da qualidade de vida, envolvendo professores, poder público e autoridades”, complementa.
Além disso, a qualificação das tecnologias de interconexão de sensores e atuadores disponíveis no laboratório criado, a análise e implementação de soluções utilizando a rede de comunicação da cidade de Ijuí e os Kits de desenvolvimento do laboratório e testes utilizando dados reais da comunidade e em tempo real, serão realizados no laboratório. “Assim, com a concepção da rede de IoT e do laboratório de qualificação e testes das soluções demandadas pelos órgãos gestores e pela comunidade, busca-se atingir de forma direta 6 mil estudantes da universidade e 80 mil habitantes do município de Ijuí. O público será de estudantes, pesquisadores, empreendedores, empresários e gestores públicos. O público externo será entre crianças, jovens e adultos”.
Saiba mais sobre o Projeto “Centro de Inovação e Criatividade para uma Cidade Inteligente”
O Projeto Cidade Criativa e Inteligente é de grande importância, buscando a popularização da ciência, do empreendedorismo, da inovação, da criatividade e do uso intensivo de tecnologias de comunicação. O objetivo é o fomento à pesquisa e ao desenvolvimento voltados à inovação e ao processo produtivo. Será uma vitrine viva e um guia para os demandantes de tecnologias para as Cidades Inteligentes (municípios e parceiros), sendo um mecanismo de orientação para os demais projetos no RS, além de ser um espaço de ensino e estímulo ao desenvolvimento de soluções para “Cidades Inteligentes e Humanas”.
Pretende-se constituir, no prédio do DCEEng, (junto à Sede Acadêmica, local estratégico para a cidade, rodeado de área verde, hospital, escolas, concentração de pessoas, além de parte da estrutura da Universidade), um grande ambiente de demonstração de tecnologias, energia e internet das coisas. Estão projetados laboratório de internet das coisas e laboratório de eficiência energética, com espaços que a comunidade, escolas, e o meio empresarial possam utilizar. Simultaneamente, essa transformação trará também um novo espaço para a cidade, tendo o conhecimento, a tecnologia e a criatividade como elementos diferenciadores.
Confira todas as metas previstas:
- META 1: Estruturação do Laboratório de Desenvolvimento de Iot.
- META 2: Estruturação do Laboratório de Smart Grid.
- META 3: Estruturação do Espaço de Ideação.
- META 4: Estruturação do Espaço Coworking.
- META 5: Estruturação da Sala de realidade aumentada.
- META 6: Infraestrutura de apoio aos ambientes de inovação.
Neste mês de maio foi concluída a obra de asfaltamento da Rua Waldir Bussmann, que iniciou no ano de 2019, uma das vias de circulação que passa dentro do campus da Unijuí, em Ijuí, próxima ao Hospital Veterinário e ao futuro prédio do Complexo de Ciências da Saúde. A obra foi realizada pela empresa Bripav - Britagem e Pavimentação Ltda, projeto financiado, em sua maior parte, pelo Badesul, agência de fomento vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo do Estado, sendo que a Unijuí investiu um valor de R$ 204 mil e a prefeitura cerca de R$ 390 mil. Esta obra foi viabilizada a partir da doação do terreno por parte da Fidene e asfaltamento a partir do poder público, com objetivo de diminuir o fluxo na rua do Comércio.
A Reitora da Unijuí, professora Cátia Nehring, avalia que “esta obra vai ajudar muito a comunidade de Ijuí que acessa a cidade a partir da RS 342, sendo uma rota alternativa. Aproveitando esta obra, a Fidene também realizou, a partir de custeio próprio, o asfaltamento do acesso ao Hospital Veterinário, demanda antiga da comunidade que utiliza este espaço e também de nossos acadêmicos. Agradecemos todo empenho do prefeito, Valdir Heck, do vice-prefeito, Valdir Zardin, e do secretário de Desenvolvimento Urbano, Obras e Trânsito, Jair Antonio da Rosa, para o término desse acesso, um grande presente a nossa comunidade, quando retornarmos às atividades presenciais”.
Segundo o gerente da Coordenadoria Patrimonial e de Serviços da Unijuí, Jeferson Dalla Rosa, a partir de uma articulação da Direção da Fidene com a Prefeitura Municipal, foi realizado o contrato de asfaltamento dessa via pela Prefeitura Municipal e, em contrapartida, a Fidene/Unijui realizou o asfaltamento dos acessos de ligação ao Complexo de Ciências da Saúde (Medicina), Hospital Veterinário, Coordenadoria Patrimonial e de Serviços e Engenharia Civil. O investimento da Fidene/Unijuí foi de R$ 204 mil reais em asfalto e mais os passeios de piso intertravado, que serão realizados na sequência. “Estes investimentos realizados pela iniciativa pública-privada vem contribuir significativamente para a mobilidade em torno do Campus, desafogando o intenso fluxo de veículos nos horários de pico, no acesso pela rua do Comércio”, observa.
Esta via também é um dos acessos ao Campus e foi possibilitada a partir de doação do espaço de arruamento ao Poder Público pela Fidene/Unijuí. Após isso, a rua foi denominada rua professor Waldir Bussmann, em homenagem ao professor da área de contabilidade na Unijuí por mais de 30 anos, também com atuação na comunidade ijuiense em função pública de secretário em várias gestões municipais. O projeto de lei foi uma proposição dos vereadores Marcos Cesar Barriquello e Jeferson Maturana Dalla Rosa, ambos com formação em contabilidade.
Faça a sua inscrição no site do Ensino a Distância Unijuí.
Estudar de modo virtual já faz parte da nossa realidade, tendo em vista que, na modalidade de Ensino a Distância (EaD), o número de estudantes só cresce no Brasil nos últimos anos. Muitos dos novos estudantes dessa modalidade de ensino são pessoas em busca de uma segunda graduação. Seja por vontade de mudar de área e ampliar conhecimentos, ou então para melhorar a posição no mercado de trabalho e conquistar novas oportunidades, é cada vez mais comum optar por uma segunda formação universitária.
Esse é o caso de Dionato Marcos de Oliveira, formado em Gestão Pública pela Unijuí em 2016. Atualmente ele está cursando uma segunda graduação, o bacharelado em Administração EaD, também pela Unijuí. Dionato escolheu esta modalidade de ensino devido à flexibilidade e autonomia de horários. “Eu sou o primeiro da minha família que se formou no ensino superior, e serei o primeiro a realizar uma segunda graduação. Encontrei, na educação e no conhecimento, uma forma de conquistar meus objetivos pessoais e profissionais. O ensino a distância é apenas outra modalidade de ensino, não deixa nada a desejar em relação ao presencial. E poder realizar minha segunda graduação nessa modalidade é uma experiência incrível”, conta Dionato.
Ao realizar a sua segunda graduação, Dionato decidiu aprofundar seus conhecimentos na área de gestão, o que foi possível por meio do ambiente EaD disponibilizado pela Universidade. Segundo ele, “a Unijuí disponibiliza, para nós alunos, uma plataforma digital com uma gama de livros que é sensacional, além do acesso à estrutura física do meu polo, também posso participar de viagens de estudo organizadas pelos professores e receber orientação para contribuir com a minha comunidade”.
Para ele, outro ponto importante é a disponibilidade dos professores e tutores, que facilitam o acesso ao conhecimento. “Essas pessoas estão sempre dispostas a contribuir para o conhecimento, a tirar minhas dúvidas. Muitas vezes precisei do auxílio deles e estavam sempre dispostos a me ajudar, eu sinto a Universidade próxima da minha realidade dessa forma”, destaca o estudante.
O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e busca profissionais cada vez mais capacitados, com uma visão ampla dos processos de decisão das empresas e que busquem se desenvolver constantemente. Dionato enfatiza: “Essa graduação é um passo muito importante na minha carreira profissional, é a ampliação de um leque de oportunidades no mercado de trabalho e de conhecimento. Precisamos estar preparados para quando as oportunidades surgirem. Eu estou me preparando, me desenvolvendo, aprendendo e buscando crescer profissionalmente”.
Por fim, Dionato deixa algumas dicas para quem está interessado em começar sua segunda graduação a distância: “Se você quer se aprofundar ou ampliar seu leque de possibilidades, uma segunda graduação pode te possibilitar isso. Pode ser o diferencial nesse mercado de trabalho tão competitivo, que vai possibilitar o destaque no meio de tantas pessoas. Fazer uma segunda graduação a distância EaD, aqui na Unijuí, é poder usufruir de todas as possibilidades que o ensino superior te permite, é levar consigo para qualquer lugar a Universidade e seu universo de possibilidades. ”
Outro caso parecido é o de Jéssica Moreira da Cruz, que primeiro graduou-se no curso de Publicidade e Propaganda pela Unijuí e no momento está cursando Ciência Contábeis EaD, também na Unijuí. “A busca pela segunda graduação é uma possibilidade de ampliar o conhecimento e agregar ao currículo. Visto que o mercado está cada vez mais competitivo, é interessante ter um currículo, não apenas com formações, mas com formações de qualidade, como as que a Unijuí propõe a seus estudantes, tanto na modalidade presencial quanto na EaD", destaca.
Na modalidade de ensino a distância o estudante se organiza com autonomia, seja quanto aos seus horários de aula e de estudo ou então quanto à sua agenda e tarefas. Para Jéssica, tanto o currículo quanto a plataforma da Unijuí estimulam o estudante e facilitam a sua organização: “A Unijuí está com um currículo moderno e voltado para tudo que tem de novo no mercado, a plataforma é dinâmica e de fácil acesso, o que facilita a aprendizagem quando você está estudando sozinho”.
Jéssica oferece alguns apontamentos para quem considera investir na sua formação na Unijuí: “É importante sempre considerar qual o tipo de formação que você pretende ter. Dizer no mercado de trabalho que você é formado pela Unijuí, repleta de Mestres e Doutores, já coloca qualquer profissional um passo a frente dos demais, não apenas pelos professores, mas pela estrutura e educação que a Universidade dispõe aos alunos. Estou completamente satisfeita com os conteúdos, com os métodos e com a plataforma, gerencio meu tempo de acordo com as atividades e na dúvida sempre tem um tutor ou até mesmo um docente para me auxiliar”.
Diziane Lima é outra estudante da Unijuí que está fazendo sua segunda graduação. Diziane, em 2020, defendeu sua dissertação e finalizou seu Mestrado em Desenvolvimento Regional pela Unijuí, logo após sua banca de defesa, ela se matriculou no curso de Administração EaD. “Optei pelo ensino a distância em função de já possuir uma caminhada acadêmica e uma rotina de horas de estudo organizada, o que facilita a compreensão de diversos conteúdos. O ensino a distância requer do aluno organização e disciplina quanto aos seus estudos. Também pela comodidade de poder estudar sem abrir mão de estar com minha família e de assumir outros compromissos profissionais”, relata.
As áreas do conhecimento não são grandes blocos separados e desconexos. Existem diversas áreas que se complementam na formação de um profissional capaz de aplicar diferentes estratégias em sua profissão. Esse foi o caso dela: “Cursar Administração complementa minha caminhada de formação profissional e abre portas futuras, também percebi, ao longo do tempo, que minha atuação e perfil profissional está muito mais voltada à administração do que à contabilidade”.
Por fim, Diziane afirma que optou por continuar na Unijuí devido a sua familiaridade com a Instituição e os seus métodos de ensino: “O fato de já conhecer e ser da ‘casa’ facilitou a escolha. Continuar na Unijuí é continuar optando por um ensino de qualidade, com custo acessível, com profissionais prestativos e capacitados a atender o aluno, além de um corpo docente de alto nível”.
Por Giovanni Pasquali, estudante de Jornalismo e estagiário da Agência Experimental Usina de Ideias.
Entre os diversos efeitos da pandemia da Covid-19, um dos mais generalizados é o impacto na economia. Os primeiros dados de dois meses de pandemia apontam uma queda substancial na atividade econômica e o aumento do desemprego. Em reação a esta “segunda onda” da pandemia, tem surgido diversas iniciativas que procuram chamar a atenção sobre como é particularmente importante que o consumo seja orientado considerando outros critérios que não apenas a relação custo-benefício. Em especial, considerar quanto a escolha de comprar um produto num ou outro local pode ou não favorecer a economia local, particularmente, em cidades de menores.
A Assembleia Legislativa do Estado, por exemplo, já lançou a campanha Escolha de valor, compre produtos e serviços daqui. Cidades como Santa Maria e Caxias do Sul também possuem fortes movimentos com motes semelhantes. Neste contexto, cidades da nossa região como Santa Rosa e Ijuí também iniciaram movimentos similares e a própria Unijuí lançou uma campanha que está disponibilizando para os municípios da região.
Este foi o debate do Rizoma desta semana, que foi ao ar na Unijuí FM, e está disponível em podcast nas plataformas de streaming. O episódio analisou o impacto econômico da pandemia da Covid-19 nas cidades do noroeste de nosso Estado, o papel de empreendedores e consumidores locais neste cenário e a análise e repercussão dessas campanhas no comportamento de compra da população.
Para ajudar a explicar este cenário, os convidados foram: a professora e chefe do Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação, Euselia Paveglio Vieira, a professora coordenadora dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, Rubia Schwanke; a também professora dos curso de Publicidade e Jornalismo, Nilse Maldaner, coordenadora da Usina de Ideias, Agência Experimental destes dois cursos; e Maiquel Kelm, gerente da Agência de Inovação e Tecnologia da Unijuí, a Agit.
Confira o Programa na íntegra:
Nesta edição também contribuíram, de Santa Rosa, o empresário Douglas Marques, representante da Acisap, falando sobre a iniciativa “Aqui Dá”; o presidente da ACI, Nilo Leal da Silva, que falou sobre a campanha “O Movimento Gira”. Além do prefeito de Chiapetta, Eder Both; Aldir Mauro Huber, de Três Passos, presidente da Cacis e Rafael Jacques de Oliveira, secretário de Desenvolvimento Econômico de Panambi.
Durante o Rizoma também foi detalhada a Campanha construída pela Unijuí para estimular ações nos municípios da região, chamada “Sou Daqui”. Desenvolvida pela Usina de Ideias, Agência Experimental dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Universidade, que é coordenada pela professora Nilse Maldaner, a partir de demanda da Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, coordenada pelo Vice-Reitor, Fernando Jaime González. A ação também tem a participação da Agência de Inovação e Tecnologia da Unijuí, a Agit, que tem como gerente Maiquel Silva Kelm.
Para a Campanha “Sou Daqui” foram desenvolvidos um mote de comunicação, peças publicitárias e materiais para a publicação em redes sociais e diversas mídias. Esta campanha justamente veio para mostrar às comunidades a importância do fortalecimento dos negócios locais neste momento de crise. “A proposição é mostrar a importância da união, fortalecendo enormemente a ideia de que a Unijuí e as associações estão trabalhando em conjunto para o bem de todos”, salientou a professora Nilse Maldaner.
E como vai funcionar daqui para frente? A Unijuí reforça a possibilidade de mais municípios poderem receber a campanha “Sou Daqui” de forma gratuita e “customizada” para o poder público e/ou associações, para saber detalhes basta entrar em contato com o Escritório Universidade Comunidade da Agit, no e-mail: comunidade@unijui.edu.br. “Vamos passar todas as informações sobre a distribuição de peças publicitárias, as orientações referentes a postagens de toda a comunicação e de como as prefeituras ou entidades irão poder disseminar essas campanhas nas suas plataformas de comunicação, nas suas mídias digitais e fazer com que cada cidade tenha esse engajamento”, complementa, Maiquel Kelm, gerente da Agit.
Neste fim de semana, sábado e domingo, novamente equipes de pesquisadores vão realizar visitas em Ijuí, confira as principais questões sobre o estudo e participe! A Unijuí reafirma seu compromisso ético com a comunidade local e se coloca à disposição para eventuais esclarecimentos sobre esta importante pesquisa.
Qual o objetivo do estudo?
O EPICOVID19, nome oficial do estudo, é encomendado pelo Governo do Estado e coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). O objetivo é estimar o percentual de gaúchos infectados pela Covid-19; avaliar a velocidade de expansão da infecção; fornecer indicadores precisos para cálculos da letalidade e determinar o percentual de infecções assintomáticas ou subclínicas. Ele já está na oitava rodada, entrevistando 4,5 mil pessoas a cada etapa em todo o RS.
O estudo conta com financiamento do Banrisul, Instituto Serrapilheira, Unimed Porto Alegre e Instituto Cultural Floresta.
Qual a participação da Unijuí?
Ele é desenvolvido em diversas cidades gaúchas simultaneamente, entre elas, Ijuí. Nesta cidade, a Unijuí coordena o estudo, orientando e dando suporte às equipes de entrevistadores, que, no geral, são estudantes das áreas da saúde, Graduação e Mestrado, da própria Unijuí.
Como funciona, na prática, o estudo?
Os pesquisadores voluntários são responsáveis por circular pela cidade e, de forma aleatória, por sorteio, visitar residências, seguindo critérios de acordo com o Censo e informações do IBGE. Uma vez na residência, o pesquisador, vestido com equipamentos de segurança (jaleco, luvas, máscara e uma proteção de acrílico, conhecida como face shield, mais uma caixa térmica e uma caixa com material descartável) pede permissão para aplicar a pesquisa. Autorizado, ele entra e aplica um teste rápido e um questionário sobre os hábitos daquela residência. Apenas uma pessoa é escolhida, por forma de sorteio também, para se submeter ao teste. O resultado sai em alguns minutos e é informado diretamente para a UFPel e Governo do Estado, que serão os responsáveis por gerenciar e divulgar os dados.
Depois de concluída todas estas etapas, o pesquisador se despede e, antes de entrar no carro e ir até a próxima residência, higieniza todo o equipamento e descarta luvas e jaleco, para, na próxima casa, colocar novos equipamentos. Este ato de higienização é repetido antes e depois de cada visita, sem falta!
Além disso, todos os entrevistadores são submetidos também ao teste antes de irem a campo. Só participam se derem negativo.
Ainda tenho dúvidas sobre minha segurança, tem algum canal para me certificar?
Em caso de dúvida, a comunidade poder entrar em contato com os órgãos de segurança do município para verificar a abordagem dos voluntários da pesquisa, pelo número: 3332-0150, que a Brigada Militar realiza esta verificação. Outros dois telefones foram disponibilizados: (55) 9 9182 6453 e (53) 9 8409 0884.
Se der positivo, qual o protocolo?
Este ponto é muito importante. Se der positivo o teste rápido, todas as demais pessoas da casa são também testadas e recebem informações sobre como proceder a partir deste ponto. Além disso, a equipe de vigilância do Estado e do Município são avisadas para acompanhamento e monitoramento dos casos, bem como a coordenação da pesquisa, para fins estatísticos. A partir daí, a informação e as ações são de competência das autoridades em saúde. A Unijuí não divulga esses casos, muito menos nomes para qualquer órgão de imprensa local. A divulgação oficial é realizada pelo Governo do Estado e pela própria UFPel, em transmissões oficiais, geralmente às quartas-feiras após o fim de semana de coleta de dados.
Como funciona o teste?
O teste utilizado (WONDFO SARS-CoV-2 Antibody Test) avalia anticorpos produzidos pelo organismo após a infecção e não identifica o vírus ativo logo após o contágio, ou seja, não é um diagnóstico de que a pessoa está, naquele momento, com o vírus ativo em seu corpo, mas que ele já teve contato com este vírus e desenvolveu anticorpos.
O teste empregado na pesquisa apresenta a possibilidade de 15,2% de resultados falsos negativos (pessoas que foram contaminadas com o vírus não detectadas pelo exame) de 1,0% de falsos positivos (pessoas com exame positivo que não foram contaminadas) – ainda assim, foi recentemente avaliado como uns dos melhores no mercado.
A Unijuí já publicou uma série de matérias, detalhando cada uma das quatro etapas do estudo. Confira neste link algumas das matérias.
Também realizamos Lives e vídeos no Facebook, detalhando a pesquisa e respondendo a questionamentos da comunidade.
O Rizoma podcast já fez uma edição temática especial para a pesquisa com os professores coordenadores. Confira:
Confira também esta entrevista exclusiva do Reitor da UFPEl, Pedro Hallal, esclarecendo importantes questões das DUAS pesquisas em Ijuí:
O Governo Estadual preparou um vídeo sobre a pesquisa. Confira:
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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