Em alusão ao Dia Mundial da Água, celebrado anualmente em 22 de março, os estudantes das turmas B11 e B12 dos Anos Iniciais do Centro de Educação Básica Francisco de Assis (EFA) protagonizaram uma importante ação de conscientização ambiental nesta semana. O grupo realizou o lançamento do projeto de estudo intitulado "Sombra e Água Fresca", apresentando os objetivos da iniciativa para as demais turmas do turno da tarde dos Anos Iniciais.
O encontro foi uma oportunidade para que as crianças compartilhassem os conhecimentos adquiridos em sala de aula sobre a relevância vital da água para o ecossistema. De forma didática e engajada, as crianças evidenciaram os estudos realizados sobre o elemento, abordando desde o ciclo hidrológico até os cuidados práticos necessários para a preservação desta riqueza natural. A atividade buscou sensibilizar a comunidade escolar sobre a escassez de recursos hídricos e a responsabilidade coletiva em evitar o desperdício.
Como símbolo dessa aliança com o meio ambiente, os estudantes das turmas entregaram um chaveiro em formato de gota. O objeto foi entregue como um gesto para "selar" o compromisso individual e coletivo com a natureza, servindo como um lembrete diário da promessa de cuidar e proteger nossas fontes de água.
Com o projeto "Sombra e Água Fresca", a EFA reafirma seu papel na formação de cidadãos conscientes e ecologicamente responsáveis. Ao transformar a teoria em ações práticas e simbólicas, a escola incentiva os estudantes a se tornarem multiplicadores de boas práticas, garantindo que o aprendizado sobre a sustentabilidade transborde os muros da instituição e alcance suas famílias e a sociedade.
Nas manhãs dos últimos sábados, dias 14 e 21 de março, o Centro de Educação Básica Francisco de Assis (EFA) transformou-se em um cenário de convivência e memórias compartilhadas. O evento Café com Brincadeira reuniu crianças, familiares e educadores das turmas A11, A21, A31 e A41 da Educação Infantil para momentos dedicados a fortalecer os vínculos que sustentam o desenvolvimento escolar e emocional dos pequenos.
Mais do que um simples encontro social, a iniciativa foi planejada como um tempo de pausa, escuta e presença plena, reafirmando o compromisso da instituição com uma educação que valoriza a coletividade. A ambientação do evento carregava um simbolismo histórico da Escola, refletindo a filosofia pedagógica da EFA. Utilizando fios de lã e diferentes tecidos na decoração, a equipe buscou representar a construção dos vínculos humanos que, assim como o ato de tecer, exige cuidado e paciência.
"Aqui, neste espaço onde respiramos a infância, acreditamos que cada encontro é como um fio que vai sendo tecido ao longo do caminho", destacaram as professoras regentes Agnes, Liege, Cristiane e Sônia, reforçando que a jornada educativa é uma travessia composta por etapas, encantos e descobertas singulares.
Entre os detalhes que chamaram a atenção, estavam os corações de crochê espalhados pelo espaço. As peças simbolizavam a conexão vital entre a família e a escola — uma união que permite a criação de uma rede de cuidado e confiança. Esse entrelaçamento de esforços é o que possibilita às crianças vivenciarem uma infância feliz, repleta de aprendizagens significativas e memórias que extrapolam os livros didáticos.
Os encontros foram marcados pela simplicidade e pela potência do convívio. Através de um café compartilhado, conversas tranquilas e momentos de diversão na pracinha da EFA, as famílias puderam experimentar o cotidiano escolar sob uma nova perspectiva, transformando cada manhã em um "fio precioso" na história que comunidade e Escola tecem juntas.
Dando continuidade às ações do Projeto Conexões, os estudantes do 2º ano do Ensino Médio da EFA mergulharam, na tarde do dia 19 de março, em um debate sobre as Cidades Inteligentes e os desafios da mobilidade urbana. A atividade ocorreu no Espaço Mais Inovação da Unijuí, ambiente que serviu de laboratório para que os jovens pudessem conectar teoria acadêmica, tecnologia e o desejo de transformação social.
O encontro contou com a participação especial de Ana Marina Cavalheiro Fiuza Kelm, Maria Carolina Dalberto e Tamires dos Santos, acadêmicas do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unijuí e integrantes do GTEC. As palestrantes trouxeram reflexões valiosas sobre como os centros urbanos podem evoluir de forma sustentável, integrando soluções tecnológicas que melhorem a qualidade de vida dos cidadãos sem comprometer o meio ambiente. A abordagem instigou os estudantes a pensarem a cidade não apenas como um conjunto de prédios e ruas, mas como um ecossistema vivo e conectado.
Após a fundamentação teórica, os estudantes foram provocados a assumir o papel de protagonistas. Divididos em grupos, eles receberam o desafio de identificar problemas reais na infraestrutura e na logística da cidade e, a partir de então, desenvolver soluções inovadoras. A tarde encerrou-se com uma socialização empolgante, onde cada equipe apresentou propostas que revelaram um olhar atento e crítico sobre a realidade local, demonstrando que o futuro da mobilidade já começa a ser desenhado dentro do ambiente escolar.
Para a coordenação do projeto, momentos como este reafirmam o papel da escola como um espaço essencial de pensamento crítico. Ao unir a educação básica à pesquisa acadêmica e à prática de inovação, a instituição fortalece seu compromisso em formar cidadãos capazes de propor mudanças concretas para a sociedade.
No dia 12 de março, o Cine Globo de Ijuí tornou-se palco de uma importante atividade interdisciplinar promovida pelo Projeto Conexões da EFA, reunindo estudantes das turmas de primeiro ano do Ensino Médio e o corpo docente da instituição para uma tarde de imersão cultural e reflexiva, centrada na exibição do filme "Coach Carter: Treino para a Vida". A escolha da obra não foi casual: o longa-metragem serviu como fio condutor para debates profundos sobre o papel transformador da educação, a importância da disciplina e o valor do respeito mútuo no ambiente escolar.
A sessão de cinema foi muito além do entretenimento, servindo de base para a apresentação oficial das diretrizes que nortearão o Projeto Conexões ao longo deste ano. Inspirada na narrativa do filme — em que o treinador Carter exige excelência acadêmica e comportamento ético de seus atletas —, a atividade culminou no momento mais emblemático do encontro: a entrega e assinatura do Contrato de Compromisso Pessoal. Este instrumento pedagógico visa estreitar o senso de responsabilidade dos estudantes em relação às suas próprias metas de aprendizagem e de convivência social.
Ao transpor a sala de aula para o cinema, a EFA reforça seu compromisso com as chamadas metodologias ativas, que buscam conectar a teoria à prática e à cultura contemporânea. Segundo a coordenação do projeto, a iniciativa é fundamental para o desenvolvimento de competências socioemocionais, incentivando os jovens a serem protagonistas de suas trajetórias. Através desse pacto simbólico e prático, a escola e os estudantes iniciam o ciclo letivo com o foco renovado na construção de uma rede de cuidado, esforço e evolução coletiva.

Na EFA, a teoria ganha vida por meio de metodologias criativas que conectam o currículo acadêmico à realidade prática. Um exemplo claro dessa integração entre o "saber" e o "fazer" foi a atividade protagonizada pelas turmas B31 e B32 dos Anos Iniciais. Ao unir a Língua Portuguesa ao Pensamento Computacional, os estudantes transcenderam o papel e a cozinha, transformando o projeto "Livro de Receitas" em uma experiência de sistematização lógica e expressão textual.
Em sala de aula, os alunos exploraram as características do texto instrucional. Para elevar o nível do aprendizado, as professoras introduziram conceitos de Pensamento Computacional. "Ao montar o passo a passo de um sanduíche, os estudantes aprendem a escrever um texto e a estruturar algoritmos. As crianças precisam definir uma ordem lógica e uma sequência de ações para que o resultado final seja atingido corretamente", explicam as professoras regentes Juliana Faria e Deisi Boelter.
A atividade culminou em um momento prático, no qual cada estudante contribuiu com um ingrediente para a montagem dos sanduíches. Além do lanche coletivo, a ação foi uma oportunidade para abordar a alimentação saudável. Integrar a nutrição ao cotidiano escolar traz benefícios valiosos para a formação integral da criança, como o desenvolvimento cognitivo, a consciência alimentar e a socialização.
Para a EFA, ao transformar o aprendizado em uma experiência tangível, o aluno se torna protagonista da própria construção do saber. O projeto do "Livro de Receitas" segue em desenvolvimento, consolidando o entendimento de que a escrita e a lógica são ferramentas essenciais para a vida.
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