Fugindo das telas e mergulhando no raciocínio lógico, a turma C62 dos Anos Finais da EFA vivenciou uma experiência diferenciada durante a aula de Computação nesta semana. Sob a orientação da professora Ieda Zimmermann, os estudantes exercitam a chamada “Computação Desplugada”, uma metodologia que ensina conceitos de programação e lógica sem a necessidade de dispositivos eletrônicos.
A proposta consistiu em jogos físicos que desafiam os estudantes a resolverem problemas, criarem sequências de comandos e compreenderem o funcionamento dos algoritmos de forma tátil e colaborativa. Segundo a professora Ieda, essa abordagem é fundamental para que as crianças compreendam a lógica por trás da tecnologia antes mesmo de acessarem o código no computador.
A atividade faz parte do currículo inovador da EFA, que busca integrar o desenvolvimento do pensamento computacional desde a Educação Infantil. Ao estimular o raciocínio estratégico por meio do brincar, a escola prepara os estudantes não apenas para lidar com algoritmos, mas para enfrentar desafios complexos da vida cotidiana com criatividade e autonomia.
A EFA vem transformando as aulas de Educação Física em um importante suporte para o desenvolvimento intelectual dos estudantes dos primeiros anos do Ensino Fundamental. Sob a orientação da professora Silvana, alunos dos 1º e 2º anos dos Anos Iniciais estão sendo introduzidos ao universo do xadrez por meio de metodologias que conectam o esporte ao processo de alfabetização.
Diferente da abordagem técnica tradicional, a metodologia aplicada utiliza a contação de histórias como recurso lúdico. Através de narrativas, as crianças conseguem memorizar e identificar com maior facilidade o movimento de cada peça no tabuleiro, transformando símbolos abstratos em representações mentais com significado — um passo essencial que facilita a transição da linguagem falada para a escrita.
Para a EFA, o xadrez atua como uma ferramenta multidisciplinar. Além do ganho intelectual direto, como o aumento da concentração, do raciocínio lógico e da memória, a prática estimula a criatividade por meio da criação de estratégias lúdicas.
A atividade também cumpre um papel social fundamental. "No xadrez, é possível trabalhar as diferenças e estimular a cooperação", destaca a professora. No tabuleiro, os estudantes aprendem a lidar com regras e limites, desenvolvendo o respeito mútuo e a compreensão de que cada indivíduo possui ritmos e estímulos diferentes para o aprendizado.
Ao integrar o jogo à rotina escolar desde cedo, a EFA reforça seu compromisso com a formação de cidadãos críticos e preparados, unindo o desenvolvimento das habilidades cognitivas ao fortalecimento dos valores éticos e da cidadania.
No último dia 11 de abril, os estudantes do curso Técnico em Enfermagem da EFA vivenciaram uma intensa jornada de aprendizado prático nos laboratórios da Unijuí. A atividade foi planejada para proporcionar uma visão multidisciplinar da saúde, permitindo que os futuros profissionais conectassem os conteúdos teóricos da sala de aula com a prática.
A programação teve início pela manhã, com visitas exploratórias às áreas de Fonoaudiologia, Nutrição e Gastronomia. Durante o percurso, os estudantes puderam compreender como essas especialidades se integram ao cuidado do paciente, ampliando a percepção sobre a importância de uma assistência humanizada e colaborativa no ambiente hospitalar e clínico.
No turno da tarde, o foco voltou-se para a alta complexidade e a precisão técnica. No Complexo de Saúde (Medicina), os estudantes tiveram contato com a simulação realística, observando manobras e protocolos fundamentais para o cotidiano da enfermagem. A imersão seguiu para o Laboratório de Anatomia, onde a riqueza de detalhes das peças e a visualização da estrutura real do corpo humano consolidaram conhecimentos essenciais sobre a fisiologia e o funcionamento dos sistemas biológicos.
Para a coordenadora do curso, Sandra Furini, momentos como este são pilares fundamentais da formação. Ter a oportunidade de observar de perto a anatomia e as práticas de atendimento faz toda a diferença para quem está se preparando para a missão de cuidar vidas. Através dessa parceria com a Unijuí, a EFA reafirma seu compromisso em entregar ao mercado de trabalho profissionais técnicos seguros, capacitados e familiarizados com o que há de mais moderno na saúde.

No auditório da EFA, os líderes de turma dos Anos Finais e Ensino Médio da EFA participaram de uma formação especial focada em liderança ética e o papel transformador do exemplo. Sob a mentoria da orientadora pedagógica Eliana Biolchi, os estudantes mergulharam em reflexões sobre como a comunicação clara e a conduta ética são os pilares para uma gestão de turma que realmente faz a diferença.
O dia 07 de abril, marcado como o Dia de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, foi vivenciado com intensas reflexões no Centro de Educação Básica Francisco de Assis (EFA). Através de uma programação que envolveu desde os Anos Iniciais até o Ensino Médio, a instituição reafirmou seu papel na construção de um ambiente escolar seguro, pautado pela empatia e pelo diálogo.
Pela manhã, encaminhados pela orientação pedagógica, os estudantes dos Anos Finais e Ensino Médio receberam a advogada e mestranda em Direitos Humanos, Talita Rosa, para um diálogo essencial sobre as implicações jurídicas e sociais da violência escolar. O encontro utilizou o cinema como ferramenta pedagógica por meio da exibição do curta-metragem “Reprovados: a brincadeira continua sem graça”. A obra serviu de base para problematizar práticas cotidianas que ferem a dignidade humana, transformando a sessão em um espaço de escuta e construção coletiva de sentidos.
Essa ação integra o projeto “Cinema e Direitos Humanos”, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) da Unijuí. A iniciativa fortalece a integração entre escola e universidade, utilizando a extensão como um instrumento direto de transformação social. Para Talita, o encontro foi extremamente enriquecedor: "Os estudantes demonstraram-se atentos, participativos e abertos à reflexão, reforçando que o diálogo é o melhor caminho para ambientes mais respeitosos", destacou.
Conscientização desde a infância
Dando continuidade às atividades no turno da tarde, as turmas dos Anos Iniciais participaram de uma palestra educativa conduzida pela orientadora pedagógica Maiara Krupp Brendler. Com uma abordagem lúdica e acessível, a atividade buscou plantar as sementes da empatia e do respeito mútuo desde cedo, preparando as crianças para identificarem e combaterem comportamentos excludentes.
A realização dessas atividades em uma data tão simbólica reforça o compromisso contínuo da EFA com a formação integral de seus sujeitos. Ao unir cultura, direito e pedagogia, a escola demonstra que o combate ao bullying não se faz apenas com regras, mas com a promoção ativa da dignidade em todos os espaços de convivência.
Empatia se aprende cedo. Respeito se vive sempre.
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