
Na última semana, no dia 13 de junho, acadêmicos da disciplina de Fundamentos de Biotecnologia, do curso de Ciências Biológicas da Unijuí, realizaram uma visita à indústria de laticínios CCGL, em Cruz Alta. Eles estavam acompanhados da professora Juliana Bruinsma.
De acordo com a docente, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer os processos de industrialização dos diferentes produtos fabricados pela empresa, além da sua estação de tratamento de efluentes.

Todos os anos, o curso de Ciências Biológicas da Unijuí promove, no mês de junho, a exposição Conhecer para Preservar, no espaço de exposições temporárias do Museu Antropológico Diretor Pestana (Madp). E neste ano não será diferente. A 15ª edição da exposição já está sendo pensada e terá como tema o centenário da Usina Velha, localizada em Ijuí.
A fim de entender mais sobre a temática, o Programa de Educação Tutorial do curso de Ciências Biológicas - PET Biologia decidiu realizar uma visita ao local, a fim de conhecer a parte estrutural, o funcionamento da barragem e quais problemas socioambientais estiveram e estão vinculados ao local. “O grupo PET Engenharia Civil será parceiro da exposição e nos auxiliará em questões ligadas às construções, à transformação da energia”, explicou a tutora do grupo PET Biologia, professora do curso de Ciências Biológicas e do Mestrado em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade da Unijuí, Juliana Fachinetto.
A partir do reconhecimento realizado, serão trabalhados diversos temas, como a geração de energia, como se dá o funcionamento de uma usina, a biodiversidade e o impacto da construção de uma usina, além de questões específicas da Usina Velha, como a situação em que se encontra, problemas socioambientais relacionados e como a estrutura se encontra nos dias de hoje.
“Os grupos PET vão se reunir e organizar uma proposta de trabalho, pensando em tudo que pode ser mostrado durante o período em que a exposição é realizada. Novas reuniões também deverão ser realizadas, inclusive com a equipe do Museu, para o alinhamento das atividades”, completou a professora Juliana.
Em 2022, a Exposição Conhecer para Preservar abordou as “Crises Climáticas” e propôs um debate sobre as complicações e os problemas que o planeta terra acumula.

Neste primeiro trimestre de 2023, o grande número de casos de Dengue no Rio Grande do Sul tem gerado preocupação. Ijuí, por exemplo, é a segunda cidade com o maior índice da doença: até o momento, são 235 casos confirmados. Nos demais municípios onde a Unijuí possui campus, os registros são menores: oito casos em Panambi, sete em Santa Rosa e três em Três Passos.
Neste sentido, o curso de Ciências Biológicas da Unijuí faz um alerta quanto aos cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Zika vírus e Chikungunya. Para a professora doutora Vidica Bianchi, os cuidados educativos precisam ser permanentes.
“Não podemos baixar a guarda sobre a vigilância e os cuidados em relação ao ambiente. Os cuidados básicos são: verificar se a caixa d'água está bem tampada, deixar as lixeiras fechadas, colocar areia nos pratos de plantas, recolher e acondicionar os resíduos do quintal, da rua e dos terrenos baldios, limpar as calhas, cobrir piscinas, tapar os ralos e baixar as tampas dos vasos sanitários, bem como limpar a bandeja externa da geladeira. São cuidados que devem ser observados por cada indivíduo diariamente”, frisou.
A professora destacou, ainda, que qualquer recipiente que contenha água ou local que acumule-a é um ambiente propício para a proliferação do mosquito. Vidica alerta que o período de calor pode contribuir para o desenvolvimento do Aedes. “Os insetos em geral são favorecidos por condições de temperaturas elevadas. Atingem seu desenvolvimento em temperaturas médias entre 25 a 300C. Estas temperaturas fazem com que seu ciclo se complete mais rápido, emergindo os adultos num período mais curto. Chamamos de sobreposição de fases da metamorfose, assim, a população desses organismos se eleva. Estas temperaturas também favorecem sua mobilidade, o que facilita seu acasalamento e consequentemente sua proliferação”.
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O curso de Ciências Biológicas da Unijuí promoveu nesta terça-feira à noite, no Centro de Eventos, sua aula inaugural. O evento contou com a apresentação dos professores aos novos estudantes e com uma breve explanação da atuação do Centro Acadêmico de Biologia - Gaia.
Aberto oficialmente pela coordenadora do curso, professora Angélica Cristiane Moreira, o evento também contou com uma palestra sobre as “Áreas de atuação do profissional biólogo e o papel do CRBio-03". À frente da discussão esteve a bacharel em Ciências Biológicas, Daniella Randazzo de Azevedo Braga, especialista em Educação Ambiental e Gestão Pública, além de fiscal bióloga do CRBio-03.
Conforme apresentou a convidada, o Conselho Regional de Biologia (CRBio) do Estado foi o terceiro a surgir no Brasil, sendo que existem atualmente nove. Em todo o País, existem mais de 130 mil biólogos e, vinculados ao CRBio-03, são mais de 10 mil. Nem todos, como explicou, em atuação atualmente. “Uma das principais funções do Conselho é proteger a sociedade, para que todos tenham a certeza de que os trabalhos relacionados às ciências biológicas estão sendo executados por profissionais regulamentados e devidamente habilitados pelo Conselho”, explicou.

Será realizada, no dia 21 de março, a aula inaugural do curso de Ciências Biológicas da Unijuí. O evento terá início a partir das 19h10, junto ao Centro de Eventos da Universidade.
Durante a noite, será debatido o tema “Áreas de atuação do profissional biólogo e o papel do CRBio-03". Será palestrante a bacharel em Ciências Biológicas, Daniella Randazzo de Azevedo Braga, especialista em Educação Ambiental e Gestão Pública, além de fiscal bióloga do CRBio-03.

Na última segunda-feira, 5 de dezembro, acadêmicos do curso de Ciências Biológicas da Unijuí realizaram uma viagem ao Mantenedouro Conservacionista São Braz, de Santa Maria. A atividade foi organizada pelo Programa de Educação Tutorial (PET) Ciências Biológicas, dentro da agenda deste ano.
De acordo com a professora Juliana Fachinetto, o objetivo da viagem de estudos foi conhecer as atividades que o mantenedouro desenvolve no cuidado e reabilitação dos animais que chegam até o espaço por diferentes motivos, mas, especialmente, devido à ação humana.
“Com a visita, os estudantes puderam verificar como a ação humana interfere na sobrevivência dos animais, inviabilizando, na maioria das vezes, o seu retorno ao ambiente natural. O mantenedouro busca a reabilitação dos animais e seu retorno ao ambiente natural, mas, quando por algum motivo isso não é possível, é feito o enriquecimento ambiental dos espaços para que o animal tenha qualidade de vida”, explicou a professora.
O mantenedouro é privado, sendo mantido pelos visitantes e por doações da comunidade, que adota os custos parciais de cada espaço.
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