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Direito (Bacharelado)

Curso de Direito da Unijuí está entre os melhores do Brasil, segundo índice educacional

             

O curso de Direito da Unijuí - campus Ijuí, está classificado entre os melhores cursos da área no Brasil, segundo Índice Aguillar Education - IAE, recebendo 3 estrelas. O objetivo deste índice é dar visibilidade ao grande público a respeito da qualidade da educação jurídica no Brasil.

Segundo o coordenador do curso no campus Ijuí, professor Marcelo Loeblein dos Santos,  a conquista do Selo IAE representa o resultado do esforço de toda a equipe de professores e técnicos-administrativos do Curso, destacando também o empenho e a dedicação dos estudantes, responsáveis pelos bons índices no Exame de Ordem e no Enade. Salienta ainda que a conquista do selo de qualidade é reflexo do trabalho de excelência que vem sendo desenvolvido ao longo dos 34 anos de história do curso de Direito da Unijuí. 

O Selo IAE é composto pela média simples de desempenho de cada instituição nos dez últimos Exames da OAB e nos dois últimos Enade, com pesos iguais para cada critério.  As instituições com desempenho classificado entre os 5% superiores entre todos os cursos de Direito do país recebem um selo com 5 estrelas. As com desempenho entre as 8% superiores, imediatamente abaixo das de 5 estrelas, recebem um selo de 4 estrelas. O mesmo critério é aplicável para a outorga do selo com 3 estrelas, para as escolas entre as 10% superiores, imediatamente abaixo das de 4 estrelas. Confira mais detalhes no site do Índice Aguillar Education, clicando neste link

Mais sobre o curso

Prepara o profissional para a prática jurídica com domínio dos fundamentos, da evolução e do conteúdo do ordenamento jurídico vigente; para a compreensão do fenômeno jurídico e as transformações sociais, culturais, econômicas, éticas, morais, etc; para compreender os problemas de seu tempo e de seu espaço jurídico-social e seu envolvimento para construção efetiva da cidadania; para comprometer-se com o desenvolvimento de uma cultura jurídica crítica, capaz de construir um direito libertador e influir decisivamente na construção de uma nova ordem social. Confira detalhes no site.

 


Bolsistas do Projeto Conflitos Sociais e Direitos Humanos apresentam trabalhos em evento

              

O projeto de extensão “Conflitos Sociais e Direitos Humanos: alternativas adequadas de resolução e tratamento” participou, no dia 10 de setembro, do 4º Salão de Extensão da Fadisma – Direito Ciências Contábeis e Segurança Pública Municipal. O evento ocorreu nos dias 09 e 10 de setembro.

Na ocasião as estudantes do curso de Direito da Unijuí e bolsistas do projeto de extensão, Alana Maísa Machado - Campus Três Passos e Alexandra Mainardi - Campus Santa Rosa, apresentaram trabalhos acadêmicos que são resultados dos relatos das experiências vivenciadas ao longo do semestre. Os trabalhos selecionados para a mostra de trabalhos do GT de Projetos de Extensão em andamento, denominaram-se “Balcão do Consumidor da UNIJUÍ: Atividades desenvolvidas no período de Pandemia pelo Covid 19” e  “Mediação familiar e escolar: a atuação do projeto de extensão universitária "conflitos sociais e Direitos Humanos: alternativas adequadas de tratamento e resolução" da UNIJUÍ, RS”.

Segundo a coordenadora do projeto, professora Fernanda Serrer, "estes momentos de interação entre universidades e projetos de extensão universitária são de extrema importância para a revisão de nossas práticas extensionistas, bem como oportunizam um espaço de fala para as bolsistas do projeto, as quais assumem a condição de protagonistas dos objetivos e das ações desenvolvidas no âmbito da extensão. Ademais, a modalidade remota de exposição de trabalhos, embora nova e ainda desafiadora, nos permitiu estar presente no evento e compartilhar nossas experiências de trabalho".

O Projeto de Extensão “Confitos Sociais e Direitos Humanos”, desenvolvido no âmbito do  Curso de Graduação em Direito dos campus de Ijuí, Santa Rosa e Três Passos atua com práticas alternativas de solução de conflitos, dentre as quais, a mediação de conflitos familiares e escolares, a conciliação e a negociação em conflitos de consumo, buscando dar suporte aos sujeitos vulneráveis e difundir a cultura de paz nas relações interpessoais.

 


Editora Unijuí promove lançamento do livro “Direito Administrativo”

              

A Editora Unijuí realizou o lançamento do livro “Direito Administrativo”, do professor do curso de Direito da Unijuí,  Aldemir Berwig. A atividade ocorreu na tarde de quinta-feira, 3 de setembro, de forma online. 

O evento mediado pelo professor Daniel Rubens Cenci teve a participação do vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí e editor-chefe da Editora Unijuí, professor Fernando Jaime González, a Vice Reitora de Graduação,   professora Fabiana Fachinetto,  professores e alunos.

O professor Fernando agradeceu a presença de todos e a confiança do professor Aldemir em publicar o livro pela Editora Unijuí, em formato impresso e e-book, afirmando ser uma grande satisfação. Destacou também sobre o duplo formato do livro, que “tem permitido alcançar novos patamares”. Na sequência, Daniel fez uma fala agradecendo a presença de todos, seguido de uma breve apresentação do autor e destaca que o livro “é um grande instrumento que tem muito a nos enriquecer”.

O professor Aldemir Berwig, autor do livro, afirmou ser uma satisfação publicar um livro pela Editora Unijuí e destacando: “temos um legado a carregar e a fortalecer”. Aldemir também fez uma breve contextualização dos aspectos que foram trabalhados no livro, destacando: “se nós trabalharmos nessa perspectiva, pensando o Direito Administrativo como uma área do Direito que possibilite a inclusão social, o respeito à cidadania, o reforço/respeito à dignidade humana, eu penso que nós estaremos fazendo a nossa parte na condução da aprendizagem desses alunos”, explicando também que o Direito Administrativo se relaciona com quase todas as áreas do Direito.

 O livro está disponível para compra no site da Editora Unijuí, pelo endereço https://www.editoraunijui.com.br/produto/2247

           


Por Leticia Breunig, acadêmica de Jornalismo e estagiária da Agência Experimental Usina de Ideias


Desembargadora conta trajetória pessoal e profissional em aulas do curso de Direito

               

Os estudantes do curso de Direito, vinculado ao Departamento de Ciências Jurídicas e Sociais (DCJS) da Unijuí tiveram, nesta semana, em duas oportunidades, na terça e quinta-feira, uma aula especial com a desembargadora Tânia Regina Silva Reckziegel, integrante do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS), que foi indicada e está atuando no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no período 2019-2021. A participação ocorreu pelo Google Meet, em razão da pandemia de covid-19, na disciplina de Processo do Trabalho 1, ministrada pela Dra. Rosane Porto.

Na conversa com os estudantes a desembargadora contou a sua trajetória profissional e descreveu sobre a sua atuação no CNJ, instituição pública que visa aperfeiçoar o trabalho do sistema judiciário brasileiro, principalmente no que diz respeito ao controle e à transparência administrativa e processual. Segundo a professora Rosane Porto, a oportunidade de ouvir a experiência pessoal e profissional é muito importante aos estudantes, “no sentido de motivá-los e mostrar que a Justiça do Trabalho é a Justiça dos direitos sociais”, salienta.

               

Mais sobre a convidada

Nasceu no Rio de Janeiro, em 29 de Agosto de 1970. Formou-se na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), com mestrado em Direitos Sociais e Políticas Públicas pela UNISC. Especialista em Gestão Pública pela UFRGS. Doutoranda em Ciências Jurídicas pela Universidad del Museo Social Argentino. Foi Presidente da AGETRA e Diretora do Departamento de Direito do Trabalho do IARGS. Foi Vice-Presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem da OAB/RS e Diretora da Federação das Mulheres Gaúchas. Foi Conselheira Seccional da OAB/RS, Diretora da Escola Nacional da OAB, Secretária-Geral da Caixa de Assistência da OAB/RS e Secretária-Geral da OAB/Canoas. Autora de diversos artigos científicos publicados em obras jurídicas. Ingressou no Tribunal em outubro de 2012 pelo Quinto Constitucional, como representante dos advogados. Em agosto de 2015, recebeu a outorga da Medalha da Ordem ao Mérito Judiciário do Trabalho pelo Tribunal Superior do Trabalho. Em março de 2019, recebeu o Troféu Mulher Cidadã 2019, concedido anualmente pela Assembleia Legislativa às mulheres que se destacaram em suas áreas de atuação. Foi Presidente do IPEATRA - Instituto de Pesquisas e Estudos Avançados da Magistratura e do Ministério Público do Trabalho no período 2018/2019. Em 17 de fevereiro de 2020 foi empossada para atuar como Conselheira do Conselho Nacional de Justiça/CNJ.

 


Escritório Modelo de Três Passos avalia o ano de atividades

                

O Escritório Modelo de Práticas Jurídicas é o laboratório de práticas jurídicas do curso de direito, local onde os estudantes, por dois semestres, têm contato direto com os clientes e seus processos. Oportunidade em que teoria e prática são integradas por meio de experiências reais, com atuação nas mais diversas áreas do Direito.

Neste ano, relata a professora Marcia Oliveira, coordenadora do curso em Três Passos, foram atendidos 142 novos clientes, destes, 79 foram judicializados, ou seja, novas demandas ou defesas foram realizadas. Enquanto que 82 atendimentos foram arquivados, seja por conciliação, mediação ou extinção do processo.

O Escritório Modelo de Três Passos atende a comunidade regional em demandas cíveis, previdenciárias, trabalhistas e criminais. No âmbito da justiça estadual e federal, Judicial e extrajudicial. O atendimento é gratuito e direcionado aos hipossuficientes, sem condições de custear os honorários e custas do processo.

A professora ressalta que comemoram o encerramento do ano letivo com a publicação de uma decisão muito importante na esfera trabalhista, uma demanda ajuizada ainda no ano de 2016, buscando o reconhecimento à estabilidade de gestante que justificadamente recusou a reintegração ao trabalho. A ação foi proposta em Três Passos, onde todos os pedidos foram negados. Em recurso para o Tribunal do Trabalho da 4ª Região, o pedido referente as diferenças salariais e reflexos foram reconhecidos. Porém, destaca que o pedido principal, a estabilidade, este somente com o recebimento e julgamento do Recurso de Revista foi provido. O Tribunal Superior do Trabalho reformou o acórdão regional, e determinou o pagamento de indenização equivalente aos salários e demais direitos correspondentes ao período de estabilidade provisória da empregada gestante, a partir da dispensa até cinco meses após o parto. A decisão pode ser conferida na íntegra neste link

Segundo a professora, para o sucesso das demandas é necessário comprometimento dos alunos, técnicos e professores. E por esse motivo parabeniza a todos pelo profissionalismo.


Egressa do curso de Direito recebe Prêmio Ajuris de Direitos Humanos

                

A egressa do Curso de Graduação em Direito da UNIJUÍ Emanuele Dalabrida Mori foi premiada no Prêmio AJURIS de Direitos Humanos, edição 2019, com a monografia intitulada “A INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO E A GESTÃO PUNITIVA DA POBREZA NO BRASIL: UMA ANÁLISE BIOPOLÍTICA”. O trabalho, que foi produzido sob orientação do Prof. Dr. Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth, ficou em terceiro lugar na premiação que aconteceu no dia 12 de dezembro de 2019 na sede da AJURIS, em Porto Alegre.

Emanuele, atualmente, está matriculada no Curso de Mestrado em Direitos Humanos da UNIJUÍ – Turma 2020, e pretende seguir na pesquisa sobre o tema da violência e da violação de Direitos Humanos nas cidades brasileiras na contemporaneidade.

O Prêmio AJURIS Direitos humanos, é uma premiação bienal da Ajuris que visa incentivar ações concretas de implementação, difusão e educação de Direitos Humanos por entidades ou organizações da sociedade civil comprometidas com a defesa dos Direitos Humanos no Estado do Rio Grande do Sul, premiando e reconhecendo publicamente as Boas Práticas em Direitos Humanos, visando, também, difundir a cultura de Direitos Humanos na Magistratura e na Sociedade. O prêmio também visa fomentar a produção científica e o debate sobre Direitos Humanos entre os estudantes de graduação em Direito no Estado do Rio Grande do Sul, buscando a implementação de uma cultura de Direitos Humanos, premiando Monografias Acadêmicas nessa área do conhecimento. O Prêmio é uma iniciativa da AJURIS com o apoio da Escola Superior da Magistratura, da Revista da AJURIS e de entidades comprometidas com a defesa dos Direitos Humanos. A realização é do Departamento de Direitos Humanos da AJURIS.