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A Unijuí participou, na noite de quarta-feira, 14 de janeiro, do evento de encerramento da campanha Compre Aqui 2025, iniciativa que ao longo do ano mobilizou o comércio local e fortaleceu a economia regional. A Universidade é parceira da campanha pelo segundo ano consecutivo, atuando de forma ativa em apoio às ações promovidas pelo Sindilojas Fronteira Noroeste e pela Acisap.
Representando a Instituição, a coordenação do Campus Santa Rosa esteve presente no evento e recebeu uma homenagem em reconhecimento à parceria e ao apoio prestado durante toda a campanha. Para a coordenadora do Campus Santa Rosa, professora Taciana Paula Enderle, fazer parte do Compre Aqui é motivo de orgulho para a Universidade. “Para a nossa Unijuí é uma grande honra fazer parte desta campanha, pelo segundo ano de uma forma intensa, auxiliando o Sindilojas. Os parabéns vão a eles, que puxaram a frente da campanha, e, mais ainda, aos lojistas que toparam e fizeram com que ela acontecesse. Tenho certeza de que foi uma edição histórica”, destacou.
O evento de encerramento reuniu mais de 200 lojistas participantes da campanha e culminou com o sorteio de mais de 50 prêmios, celebrando o engajamento dos empresários, colaboradores e consumidores ao longo da edição 2025. A Unijuí reforça, por meio dessa parceria, seu compromisso com o desenvolvimento regional, atuando como agente de transformação social e econômica, e apoiando iniciativas que valorizam o comércio local e fortalecem a comunidade.

Diante do atual cenário da saúde, marcado pela evolução dos modelos de atenção, ampliação do acesso aos serviços e implementação de novas políticas públicas, torna-se cada vez mais necessária a atuação de gestores qualificados. Esses profissionais precisam estar preparados para analisar dados em saúde, planejar ações eficazes e assegurar a conformidade com regulamentações e padrões de qualidade. Nesse contexto, a auditoria em saúde também ganha destaque, apresentando uma demanda crescente por profissionais capacitados, devido ao seu papel essencial na promoção da eficiência, transparência e conformidade das organizações de saúde.
Atenta a essa realidade, a Unijuí oferece o MBA em Gestão e Auditoria em Saúde, desenvolvido com o objetivo de suprir a crescente demanda por profissionais especializados na área. O curso tem foco no desenvolvimento de competências que capacitam os participantes para atuar com excelência no gerenciamento de serviços de saúde, tanto no setor público quanto no privado.
O curso tem como principal objetivo oferecer uma formação abrangente, crítica, atualizada e aprofundada aos profissionais da saúde, preparando-os para a atuação qualificada na gestão e auditoria de serviços de saúde. Ao longo da formação, os estudantes desenvolvem habilidades estratégicas, analíticas e operacionais voltadas à otimização da qualidade, da eficiência e da sustentabilidade dos serviços. Ao final do curso, estarão aptos a tomar decisões, liderar equipes multidisciplinares e implementar processos de melhoria contínua, sempre com foco na excelência do cuidado ao paciente e na gestão responsável dos recursos.
O MBA é destinado a profissionais da área da saúde, como médicos, enfermeiros, biomédicos, nutricionistas, farmacêuticos, fisioterapeutas e demais profissionais que desejam atuar ou aprimorar sua atuação na Gestão e Auditoria em Saúde.
As inscrições estão abertas até o dia 12 de abril e podem ser realizadas pelo site unijui.edu.br/educacao-continuada. Na página, os interessados também encontram informações detalhadas sobre o curso, incluindo a estrutura curricular.

Cursar um doutorado sanduíche em instituições do exterior é uma oportunidade única para muitos estudantes, que podem criar relações, qualificar seus currículos e ter uma vivência fora do Brasil, onde encontram culturas diferentes, pessoas de diversas partes do mundo e aprendizados diversificados.
No último semestre, os doutorandos do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Desenvolvimento Regional (PPGDR), Daniel Hedlund Soares das Chagas, Ana Luisa Borsatto e Daniel Schiefelbein, e do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito (PPGD), Fernanda Marcolla, foram selecionados com as bolsas e estiveram na Espanha e em Portugal.
Conforme Ana Luisa, que está em Portugal, a experiência tem sido transformadora, tanto pessoal quanto academicamente. “Cada dia representa um novo desafio, uma nova descoberta e, sobretudo, uma oportunidade de crescimento. Sou profundamente grata pela chance de ampliar minha formação em um ambiente tão rico em história, pesquisa e diversidade”, comenta.
Ela destaca que vivenciar a universidade, dialogar com outros pesquisadores e participar de atividades acadêmicas internacionais tem ampliado sua visão sobre o papel da ciência e reforçado o compromisso com a pesquisa que desenvolve no Brasil. “Mais do que uma etapa acadêmica, este intercâmbio se tornou um momento de intensos aprendizados, trocas culturais e construção de novas perspectivas. Trata-se de uma oportunidade única, que certamente marcará minha trajetória profissional e pessoal. Tenho a certeza de que este percurso fortalecerá ainda mais minha atuação como pesquisadora e como profissional ao retornar ao Brasil.”
Já Fernanda Marcolla, que realiza seu doutorado sanduíche na Faculdade de Direito da Universidade de Sevilha, na Espanha, relata que a experiência acadêmica tem sido extremamente enriquecedora. “A Universidade de Sevilha oferece um ambiente de pesquisa estruturado e acolhedor, no qual doutorandos são reconhecidos como pesquisadores, contando, inclusive, com uma sala de investigação exclusiva destinada a professores e estudantes de doutorado.”
Outro detalhe, segundo ela, é o acesso a materiais que não são encontrados no Brasil, fundamentais para o desenvolvimento da sua pesquisa. “Meu foco tem sido a análise da finalidade da pena e os impactos do populismo penal, temática para a qual tenho encontrado, na Universidade de Sevilha, autores e obras que não estão facilmente disponíveis no Brasil. Esse acesso tem contribuído de maneira significativa para o aprofundamento teórico da pesquisa.”
Daniel Hedlund, que está em Lisboa, ressalta que o doutorado sanduíche é como abrir uma nova janela para a pesquisa e vida acadêmica. Ele conta que os benefícios ficam claros desde o primeiro mês, com acesso ampliado a grupos de pesquisa europeus, os quais ampliaram as suas perspectivas. “Aqui, as discussões são extremamente internacionais, e cada seminário reúne pessoas de vários países, trazendo abordagens que muitas vezes não encontramos no Brasil. Os orientadores e colegas são abertos à colaboração, e existe uma cultura forte de interdisciplinaridade que estimula a inovação”, comenta.
Ele ressalta que o maior ganho está no crescimento pessoal e afirma que fazer o doutorado sanduíche em Portugal fez perceber que a ciência é profundamente colaborativa “Expandir fronteiras, geográficas e intelectuais, transforma não só o trabalho acadêmico, mas também quem somos enquanto pesquisadores. Volto com a mala cheia de boas lembranças, artigos e dados, mas, sobretudo, com uma visão”, finaliza.
O Programa de Doutorado Sanduíche está com inscrições abertas. O prazo iniciou no dia 27 de outubro e se estende até o dia 28 de janeiro de 2026. As inscrições são feitas a partir do encaminhamento da documentação por meio digital para o endereço eletrônico eri@unijui.edu.br e os resultados serão divulgados no dia 11 de fevereiro de 2026.

Quatro dos seis programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Unijuí receberam nota 5 na Avaliação Quadrienal da Capes (2021-2024). Os programas em Desenvolvimento Regional (PPGDR) e de Educação nas Ciências (PPGEC) mantiveram a nota, enquanto que os programas de Atenção Integral à Saúde (PPGAIS) e Modelagem Computacional e Matemática (PPGMMC) tiveram elevação de nota 4 para nota 5. Direito segue com nota 4 e Sistemas Ambientais e Sustentabilidade, com nota 3.
Conforme o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Daniel Knebel Baggio, as notas destacadas nesta avaliação representam o compromisso da Unijuí em manter e evoluir a qualidade dos programas. “Passamos a ter quatro programas com nota 5, o que reforça o papel de ensino, pesquisa e extensão da Universidade. Demonstra como tratamos a pesquisa com seriedade e eficiência, além de evidenciar a qualidade dos nossos outros programas”, destaca.
Conforme a coordenadora do PPGAIS, professora Adriane Cristina Bernat Kolankiewicz, a avaliação positiva e a elevação da nota representa o reconhecimento de uma trajetória construída com rigor científico, compromisso social e trabalho coletivo. “Reafirma o PPGAIS como um espaço de formação avançada e produção de conhecimento capaz de transformar realidades em saúde e impulsionar o desenvolvimento regional”.
A professora completa destacando que o resultado reafirma o papel estratégico da pós-graduação stricto sensu no desenvolvimento regional, na produção de conhecimento interdisciplinar em saúde e na formação científica comprometida com a transformação da realidade social. “Nosso agradecimento a todos os docentes, discentes, egressos, técnicos, colaboradores e parceiros institucionais que contribuíram direta ou indiretamente para essa trajetória. Esta nota expressa o esforço contínuo na produção científica, na formação qualificada e no impacto social do Programa.”
Já o coordenador do PPGEC, professor Sidinei Pithan da Silva, comenta que a união de todos, auxiliou para que o programa fosse reconhecido. “Com essa nota o Programa repete pelo terceiro quadriênio consecutivo a nota 5. Este resultado é decorrente dos esforços de todos que fazem parte do PPGEC, nestes 30 anos, no qual já formamos mais de 700 mestres e 100 doutores. É um momento de comemorar o esforço e dedicação de todos que fazem parte da história”, ressalta.
Os programas que receberam nota 5 receberam conceito Muito Bom em todos os itens avaliados, que inclui os quesitos Formação e Impacto na Sociedade. Além disso, reconhece a produção científica e a participação de egressos em diferentes áreas.

Os fisioterapeutas contam com uma nova oportunidade de especialização na Unijuí: o curso de Pós-Graduação em Fisioterapia Neurofuncional, com carga horária de 360 horas/aula. A formação foi desenvolvida para atender às demandas atuais da área e qualificar os profissionais para uma atuação especializada.
As inscrições estão abertas até o dia 15 de março, com início das aulas previsto para 27 de março. O curso tem como objetivo promover o aperfeiçoamento teórico e prático dos participantes, contribuindo de forma significativa para a qualificação profissional e para uma atuação ética, integral e centrada no paciente.
A especialização apresenta uma organização curricular estruturada em módulos, compostos por diferentes componentes curriculares que asseguram uma formação sólida e especializada. Voltado à continuidade da formação e à qualificação profissional, o curso atende a uma demanda crescente na região, originada pela implementação dos Centros Especializados em Reabilitação, que tornam cada vez mais necessária a atuação de fisioterapeutas capacitados para trabalhar na área neurofuncional.
As aulas serão realizadas nas modalidades online e presencial, conforme a organização do cronograma. Mais informações, bem como inscrições e acesso à estrutura curricular, estão disponíveis no site unijui.edu.br/estude/educacao-continuada.

Uma nova etapa de fortalecimento do ecossistema de inovação regional foi marcada no dia 08 de janeiro de 2026, com a retomada da parceria entre a INOVACHI – Incubadora de Empresas de Chiapetta e a Criatec Unijuí, de Ijuí. A articulação foi viabilizada no âmbito do Programa INOVA RS, iniciativa do Governo do Estado do Rio Grande do Sul voltada ao desenvolvimento de ambientes e redes de inovação em todo o território gaúcho.
Na ocasião, a equipe da Criatec Unijuí esteve presente no município de Chiapetta juntamente com as gestoras do INOVA RS, Leonice Parnoff e Isabela Dahmer, para formalizar a parceria e alinhar estratégias conjuntas de atuação. O objetivo é ampliar o apoio a empreendedores, startups e iniciativas inovadoras, promovendo o desenvolvimento econômico sustentável e a interiorização da inovação.
A retomada da cooperação entre as duas incubadoras reforça a importância da atuação em rede, conectando instituições de ensino, pesquisa, setor produtivo e poder público. A partir dessa parceria, estão previstas ações integradas como programas de capacitação empreendedora, mentorias, apoio à incubação de novos negócios e compartilhamento de boas práticas em gestão da inovação.
Para os representantes envolvidos, a iniciativa simboliza o compromisso com a consolidação de ambientes de inovação no interior do estado, potencializando talentos locais e criando oportunidades para que ideias inovadoras se transformem em negócios competitivos. A articulação pelo INOVA RS evidencia, ainda, o papel estratégico do programa na conexão de atores regionais e no fortalecimento de uma cultura de inovação colaborativa.
Com essa parceria, Chiapetta e Ijuí avançam na construção de um ecossistema mais integrado, dinâmico e preparado para os desafios do desenvolvimento regional baseado no conhecimento e na inovação.
Com a chegada das férias de janeiro, nada melhor do que aproveitar o tempo livre para colocar a leitura em dia. Pensando nisso, a Biblioteca Mario Osorio Marques (Bumom) da Unijuí preparou uma seleção especial com cinco livros que são ótimas companhias para o período de descanso. As indicações contemplam diferentes estilos e interesses, convidando a comunidade acadêmica e o público em geral a explorar novas histórias, reflexões e conhecimentos. A proposta é incentivar o hábito da leitura também fora do período letivo, tornando as férias um momento de prazer, descoberta e aprendizado.
Para Onde Ela Foi
Para Onde Ela Foi (continuação de Se Eu Ficar) é narrado por Adam, o namorado de Mia, três anos após o acidente que matou a família dela. Agora um rockstar famoso, ele reencontra Mia, uma prodígio da música clássica em ascensão na Juilliard, em Nova York. A história explora o reencontro do casal, suas carreiras opostas, a dor da perda e a luta para compreender o passado e se reconectar, revelando como a vida e a música os levaram por caminhos diferentes, mesmo com o amor ainda persistindo.
Segredos do Passado
Ela era a vozinha doce que cantava velhas canções em russo para seus netos americanos e raramente mencionava seu passado. Quando morreu, deixou uma caixa embrulhada em papel, na qual estavam guardadas cartas e um par de sapatilhas de cetim. Era o seu legado: o segredo de seu passado, pronto para ser descoberto por sua neta. O ano era 1902, quando uma órfã de sete anos chegou a uma escola de dança em São Petersburgo. Dez anos mais tarde, Danina Petreskova havia se tornado uma grande bailarina, uma das favoritas do czar e da czarina, que a receberam no seio da família imperial. No entanto, grandes eventos que estavam por vir afetariam aquele cotidiano glamouroso. Quando a revolução se abateu sobre a Rússia, Danina viu-se forçada a fazer uma escolha que mudaria sua vida para sempre.
Divã
Divã conta a história de Mercedes — uma mulher com mais de 40 anos, casada e com filhos — que resolve fazer análise. O que começa como uma simples brincadeira acaba por se transformar em um ato de libertação: poético, divertido e devastador. Movida por uma angústia existencial que, se não é triste, tampouco é libertadora, a busca da protagonista é universal e atemporal: descobrir, entre todas as mulheres que ela é, quem é a chefe, quem manda dentro dela. Marinheira de primeira viagem em terapia, Mercedes encara o consultório como uma espécie de alfândega que lhe dará o visto para acessar o lado mais oculto de sua personalidade. O mundo inventado pela protagonista é abertamente inspirado na realidade capturada nas deliciosas crônicas da autora.
Um Menino em um Milhão
Quinn Porter é um guitarrista de meia-idade que nunca conseguiu deslanchar na carreira. Enquanto aguardava sua grande chance na música, foi um marido e pai ausente e jamais conseguiu estabelecer um vínculo afetivo com o filho, uma criança obcecada pelo Livro dos Recordes e por algumas coleções peculiares. Quando o menino morre inesperadamente, alguém precisa substituí-lo em sua tarefa de escoteiro: as visitas semanais à astuta Ona Vitkus, uma imigrante lituana centenária. Quinn assume o compromisso do filho durante os sete sábados seguintes e tenta ajudar Ona a obter o recorde de motorista habilitada mais velha. Por meio do convívio com a idosa, ele descobre aos poucos o filho que nunca conheceu — um menino generoso, sempre disposto a escutar e a transformar a vida de sua inusitada amiga. Juntos, os dois encontram na amizade uma nova razão para viver. Um Menino em um Milhão é um livro sensível, poético e bem-humorado, sobre corações partidos aparentemente sem cura, unidos por um elo de impressionante devoção.
Outono de Sonhos
Primeiro livro da série Foi Assim que Te Amei, Outono de Sonhos conta a história de Helen, uma jovem cheia de sonhos que ingressa no curso de Letras e é convidada a terminar um conto inacabado sobre um príncipe e uma plebeia, iniciado por Andrew Gamberini, um estudante de teatro que sofreu um acidente. Ao se envolver com a história, Helen se apaixona pelo autor e vive um romance intenso que atravessa as estações do ano, mergulhando em uma narrativa de amor emocionante e surpreendente.
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Ensinar matemática nem sempre começa pelos números. Às vezes, começa pelo olhar atento ao outro, pelas diferenças presentes em sala de aula e pela escuta das histórias que atravessam o processo de aprender. Foi a partir dessa compreensão que o Projeto Integrador: Educação, Diversidade e Movimento, do 2º módulo do curso de Matemática, se desenvolveu ao longo do semestre.
Com a orientação da professora Viviane Roncaglio Oizimas, o PI trouxe para o centro do debate temas sensíveis e indispensáveis à formação docente, como gênero, cultura, religião, classe social e inclusão. Como destaca Viviane, trata-se de pensar a inclusão de forma ampla, “não apenas considerando os alunos da educação especial, mas no sentido de incluir todos, independentemente de suas diferenças”. Essa reflexão ganhou sentido prático a partir da parceria com o Colégio Estadual Modelo, que apresentou a demanda de atender estudantes com dificuldades em matemática, muitos deles sem diagnósticos fechados ou fora do atendimento da sala de recursos.
Diante dessa realidade, os acadêmicos acompanharam turmas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, planejando e desenvolvendo sequências de ensino voltadas às necessidades reais dos alunos. Para a acadêmica Rafaela Guth Trevizan, a experiência aproximou a Universidade da escola e deu sentido à formação: “Nos colocou em contato direto com a realidade escolar, permitindo que a teoria estudada ganhasse sentido prático. O PI também evidenciou a importância de olhar os alunos na sua singularidade, respeitando seus ritmos e suas limitações”, relata, ao destacar também o engajamento e a dedicação da turma diante do desafio.
O envolvimento dos grupos resultou em práticas bem recebidas pela coordenação e pelos professores do colégio e provocou mudanças significativas na forma como os futuros docentes compreendem o ensino. “Eles entraram no PI com uma concepção do que é ensinar e saíram com outra completamente diferente, com um olhar mais humano em relação ao outro”, avalia a professora Viviane. Para ela, os estudantes entenderam que “o processo de ensino e aprendizagem não é linear” e que considerar as diferenças é parte essencial do fazer docente, um aprendizado que ultrapassa a matemática e marca profundamente a formação de quem estará à frente de uma sala de aula.

A Unijuí vem consolidando sua inserção acadêmica no cenário global por meio da internacionalização, fortalecendo parcerias com instituições de ensino e pesquisa de diferentes países e promovendo experiências formativas multiculturais para estudantes e professores.
Por meio de ações contínuas e articuladas, a Universidade amplia horizontes, qualifica a produção do conhecimento e reafirma seu compromisso com uma formação conectada aos desafios e às dinâmicas do mundo contemporâneo, com o auxílio do Escritório de Relações Internacionais (ERI), dos cursos de graduação e pós-graduação e de diferentes setores da Universidade, diversas ações aproximam a comunidade acadêmica de experiências globais.
Entre as iniciativas estão a mobilidade acadêmica internacional de estudantes e professores, a realização de pesquisas conjuntas, publicações internacionais, eventos acadêmicos e culturais, clubes de conversação em línguas estrangeiras, além do recebimento de professores visitantes e da formalização de novos convênios de cooperação.
Atualmente, todos os cursos de graduação da Unijuí oferecem oportunidades de intercâmbio, com mais de 60 instituições parceiras distribuídas em países como Alemanha, Argentina, Estados Unidos, França, Portugal, Itália, Espanha, Polônia, entre outros. As modalidades incluem experiências de curta duração, durante as férias, ou a realização de até dois semestres completos no exterior.
Somente em 2025, a Universidade firmou novos acordos com instituições como a University of Pittsburgh (EUA), a Universidad de la Amazonia e a Universidad Distrital Francisco José de Caldas (Colômbia), além do Consórcio ErasmusCentro, em Portugal, que reúne oito Institutos Politécnicos e amplia significativamente as possibilidades de mobilidade acadêmica.
A internacionalização também está presente na pós-graduação. Mestrandos e doutorandos têm acesso a oportunidades de pesquisa e estudo no exterior por meio de programas como o Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE/CAPES) e projetos Erasmus+.
Além do envio de estudantes, a Unijuí se destaca pelo acolhimento de estrangeiros. Atualmente, a Instituição conta com mais de 20 estudantes internacionais, que participam de intercâmbios, pesquisas, estágios ou realizam integralmente sua formação na graduação ou pós-graduação. A Universidade mantém ainda um edital anual para ingresso de estudantes estrangeiros e participa de programas do Governo Federal como Move La América e PEC-PG.
Ao promover a diversidade e a cooperação internacional, a universidade amplia as vivências acadêmicas e projeta seus estudantes e professores para o mundo.
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Prestes a encerrar o ano, a Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica (Criatec) da Unijuí conquistou a Certificação Cerne 4, o nível mais avançado do modelo de referência nacional para incubadoras de empresas. A certificação é concedida pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e tem como objetivo promover a melhoria contínua e expressiva dos resultados dos ambientes de inovação, como incubadoras, pré-incubadoras, aceleradoras e hubs de inovação, em diferentes setores de atuação.
O modelo Cerne foi estruturado como um sistema de maturidade que avalia a capacidade desses ambientes de gerar, de forma sistemática e sustentável, empreendimentos inovadores de sucesso. A conquista do nível máximo reforça o alinhamento da Criatec às melhores práticas nacionais de gestão, apoio e desenvolvimento de startups.
Este, no entanto, não foi o único marco da Incubadora em 2025. Ao longo do ano, a Criatec consolidou-se como referência regional em inovação e empreendedorismo universitário, ampliando suas atividades formativas, mentorias e desafios de inovação junto à comunidade acadêmica. Também fortaleceu o relacionamento com empresas incubadas, parceiros institucionais e agentes do ecossistema de inovação, além de promover eventos de grande impacto, como o Trajetórias que Inspiram, ações do programa Profissional do Futuro e a realização de um Hackathon em parceria com a HCI.
De acordo com a coordenadora da Criatec, Maria Odete Palharini, diversas ações estratégicas foram mantidas e ampliadas ao longo do ano. “Realizamos mentorias e consultorias especializadas com foco na validação de mercado, gestão financeira e inovação em modelos de negócio. Também promovemos o Programa de Aceleração em Vendas, lançamos a plataforma Criatec Connect, desenvolvemos atividades com escolas e jovens — como o Escape Room e oficinas do Profissional do Futuro — e ofertamos capacitações temáticas em Inteligência Artificial aplicada aos negócios, marketing digital, pitch e captação de recursos”, destacou.
Os resultados superaram as expectativas. Houve crescimento na participação das empresas incubadas nas atividades coletivas, aumento no número de mentorias realizadas e maior adesão de mentores voluntários. Mais de 730 estudantes da Unijuí participaram de ações práticas de empreendedorismo, e mais de 40 empreendimentos foram diretamente impactados. Também foi registrada uma evolução consistente dos negócios incubados em indicadores como validação de mercado, faturamento e estruturação de processos. Em 2025, o faturamento global das empresas alcançou R$ 1.139.582,69, mais que o dobro do registrado em 2024.
Entre os desafios enfrentados ao longo do ano, a coordenadora destaca a necessidade de equilibrar as demandas internas exigidas pelo Cerne com o atendimento personalizado às empresas e à interação com os atores do ecossistema de inovação. Outros pontos incluem o engajamento contínuo de empreendedores em fase inicial, a ampliação de recursos financeiros e técnicos para apoiar projetos mais avançados e a manutenção da participação ativa de parceiros externos nas ações estratégicas.
Para 2026, a Criatec projeta ampliar a conexão com o setor produtivo por meio de projetos de inovação aberta e estágios práticos; atrair novos empreendimentos com foco em soluções tecnológicas e impacto regional; expandir trilhas formativas em marketing, gestão, finanças e tecnologias emergentes, como inteligência artificial; consolidar processos internos para fortalecer ainda mais o atendimento no Cerne 4; intensificar ações com professores e estudantes, fortalecendo a cultura empreendedora na universidade; buscar recursos em editais para aprimorar a estrutura e os serviços da incubadora; e implementar um programa de apoio a deep techs.
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