A Unijuí realizará processo de licitação para selecionar um empreendedor e firmar Contrato de Cessão de Uso Remunerado de Bens Móveis e de Bem Imóvel, envolvendo a estrutura do Polo de Modernização Tecnológica de Santa Rosa/RS, de propriedade da FIDENE, referente ao Prédio 2. O local tem como finalidade a exploração industrial nas áreas de tecnologia, alimentos, saúde e agronegócio conforme condições e exigências estabelecidas no Edital.
A participação no processo licitatório será exclusivamente presencial, com o encaminhamento da habilitação e das propostas, conforme explicitado no Edital, no período de 04 a 12 de novembro de 2019. Poderão participar desta licitação as empresas e empreendedores brasileiros que satisfaçam as condições e disposições contidas no Edital e Anexos, que desenvolvam atividade compatível com o Plano Diretor do município de Santa Rosa para instalação naquele local e que possa ser ambientalmente licenciado pelo órgão competente, conforme sua classe de risco de potencial poluidor, tendo preferência empresas Pós-Incubadas e já Graduadas por alguma das Incubadoras de Empresas de Inovação Tecnológica das Instituições de Ensino Superior da região Fronteira Noroeste.
O Prédio 2 está situado na Avenida Benvenuto de Conti, 370, medindo 300m² - Bairro Glória, na cidade de Santa Rosa/RS. O edital completo poderá ser visualizado no Portal, ou obtido de forma impressa na Agência de Inovação e Tecnologia (AGIT) da Unijuí, situada no Campus Ijuí, bem como na Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica (CRIATEC), Unijuí Campus Santa Rosa, com pagamento de R$ 10. Confira o edital completo em https://www.unijui.edu.br/agit
As propostas poderão ser encaminhadas para a CRIATEC, Unijuí Campus Santa Rosa, mediante protocolo de recebimento, de segunda-feira a sexta-feira, no período da manhã, no horário das 8h às 11h30min, e no período da tarde das 13h30min às 17h.
O Laboratório de Análise de Solo, vinculado ao Curso de Agronomia, atua desde 1989 na prestação de serviços aos agricultores, cooperativas, prefeituras, associações e demais entidades da região, realizando análises de solo necessárias para a avaliação correta das necessidades de corretivos e fertilizantes. Integra a Rede Oficial de Laboratórios de Análise de Solo do Rio Grande do Sul e Santa Catarina (ROLAS), órgão que coordena o programa de controle de qualidade das análises de solo entre os laboratórios e confere o selo de qualidade.
Para ter acesso ao serviço, quem deseja realizar uma análise de solo deve trazer uma amostra até o Laboratório, que, desde o dia 15 de julho é coordenado por Fernanda San Martins Sanes.
Realiza as seguintes análises de solo:
Análise química do solo: teor de argila, pH em água, índice SMP, fósforo e potássio disponível, matéria orgânica, alumínio, cálcio e magnésio trocáveis, cobre, zinco, manganês, enxofre e sódio.
Análise granulométrica: teor de argila, teor de areia e teor de silte.
Tecido vegetal: Nitrogênio, fósforo e potássio.
Mais informações pelo telefone (55) 3332-0627 ramal 3327.
A equipe do Laboratório de Análises de Solos e Tecido Vegetal recebeu treinamento em novo equipamento analítico, o espectrofotômetro de absorção atômica, com o objetivo de qualificar ainda mais os serviços prestados ao ensino e à comunidade. Com o equipamento é possível fazer a leitura dos metais nos solos, como o cálcio, magnésio, cobre, zinco, manganês e potássio.
A Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí desenvolve o Projeto Popularização da Ciência, com o objetivo de divulgar a produção e ações dos professores e bolsistas de projetos de Pesquisa e Extensão da Universidade. Confira o trabalho do projeto “Espaço Construído e Inclusão Social: Levantamento e Análise da Acessibilidade da Área Urbana de Ijuí/RS, em texto da bolsista do curso de Jornalismo, Natália Langer.
A acessibilidade assegura que pessoas com alguma necessidade especial ou dificuldade de locomoção tenham garantido o seu direito de ir e vir. A busca pelo entendimento desse tema considera o respeito à dignidade da pessoa, além do cuidado que deve existir na abordagem da questão. O problema passa a ser considerado uma questão pública, que deve ser entendida para a construção de alternativas dignas para a vida dessas pessoas. Com isso, surge a importância de analisar a acessibilidade no município de Ijuí e as condições que a cidade oferece para aqueles que possuem uma mobilidade reduzida.
O projeto da Unijuí intitulado “Espaço Construído e Inclusão Social: Levantamento e Análise da Acessibilidade da Área Urbana de Ijuí/RS” visa tratar de assuntos referentes à mobilidade e acessibilidade na cidade, procurando saber como isso reflete e se manifesta em relação à qualidade de vida, à cidadania e à inclusão social da população. Por meio dos dados coletados será possível levantar, analisar e cruzar informações, além de mapear a situação real dos espaços físicos. Esse processo teve início no segundo semestre de 2018 e conta com a ajuda de um grupo cerca de 17 estudantes de diferentes áreas. Primeiramente foram estudadas as leis e estatutos relacionadas à acessibilidade e mobilidade e depois foi realizado um levantamento da situação da Praça do Imigrante até a Praça da República. Os estudantes envolvidos no projeto foram pessoalmente verificar e analisar a área.
Segundo o coordenador do Projeto, professor Tarcísio Dorn, pensando na perspectiva de uma sociedade inclusiva, se deve levar em conta a reflexão a respeito de como se apresenta a questão na realidade atual, no contexto arquitetônico e urbano, e em qual campo se insere o conjunto de tais discussões na busca de alternativas que se encaixam com o exercício da cidadania para todos. É de grande importância definir o grau de segurança e a autonomia dos espaços urbanos de Ijuí, por meio de um olhar mais amplo, entendendo que a acessibilidade representa a facilidade para a população, em especial para as pessoas com deficiência na utilização dos serviços, informações, mobilidade e espaços urbanos, sendo para o trabalho, educação, saúde ou até mesmo lazer.
Professores e estudantes integrantes do Projeto
O professor comenta a importância da pesquisa. “O nosso projeto tem a intenção de investigar e abordar a mobilidade por meio da acessibilidade no espaço urbano e repassar à municipalidade essas constatações para que o município consiga, por meio de normativas locais, organizar ou trazer um melhor planejamento para os espaços públicos, postos de saúdes ou escolas, porque a gente sabe que mesmo assim, às vezes os espaços municipais e espaços públicos não contemplam a acessibilidade como um todo” reforça.
Segundo informações do coordenador, até o momento já foram realizados os levantamentos entre a Praça da República e a Praça dos Imigrantes, na porção oeste da via. “Pretendemos, dessa forma, a cada um ou dois anos, fazer um compilado das pesquisas e apresentar à secretaria de planejamento ou de obras do município, para assim dar ciência da situação da acessibilidade da área urbana, por meio de diferentes perspectivas de análise”, afirma o orientador.
O projeto também visa auxiliar os bolsistas e estudantes voluntários do projeto a entenderem e compreenderem um pouco sobre a temática da acessibilidade. Outro objetivo é procurar servir como orientação para as políticas públicas, plano diretor, para uma cartilha de acessibilidade e no auxílio para as pessoas que estão construindo os seus passeios, de uma forma correta e organizada, pensando e garantindo o direito de ir e vir de todos.
Mostra de Matemática que ocorreu no ano de 2018 no Campus Santa Rosa
A Unijuí estará realizando no dia 30 de agosto a I Feira Regional de Matemática em Santa Rosa, no Campus da Unijuí. Poderão participar escolas e Instituições de Ensino Superior (IES) da área de atuação da 17ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE).
Para o coordenador da Feira, professor Peterson Cleyton Avi, as atividades aproximam a Universidade das escolas. “A universidade tem como princípio desenvolver pesquisa, as ações desenvolvidas permitem que projetos de pesquisa comecem a ser trabalhados desde a educação infantil passando por todos os níveis de ensino e possam ser compartilhados e socializados no dia da Feira”, ressalta.
A Unijuí esteve realizando várias atividades no ano de 2018 de divulgação e apresentação da proposta. E este ano esteve preparando as instituições de ensino interessadas por meio de formações para elaboração e desenvolvimento dos projetos de pesquisa.
“As escolas da região já vêm desenvolvendo feiras escolares, o que mostra todo um movimento em relação as Feiras de Matemática na Região de Santa Rosa”, afirma Peterson.
Sobre a Feira de Matemática
As Feiras de Matemática têm como finalidade incentivar, divulgar e socializar as experiências, pesquisas e atividades matemáticas, bem como se constituem numa experiência curricular ou extracurricular de relevância, para sistematizar e implementar os Projetos de Ensino e Aprendizagem de Matemática dos alunos e professores.
Além de auxiliar na gestão e organização das Feiras de Matemática no estado do Rio Grande do Sul, as feiras têm como princípio garantir a oportunidade que qualquer pessoa participe, portanto não tem taxa de inscrição e podem ser inscritos trabalhos dos diferentes níveis de ensino: Educação Infantil, Ensino Fundamental - Anos Iniciais e Finais, Ensino Médio, Ensino Superior, Professor, Educação Especial e Comunidade. Os interessados poderão realizar a inscrição no Portal da Unijuí até o dia 05 de agosto.
O evento é uma realização da Unijuí, juntamente com a Secretaria de Desenvolvimento Educacional de Santa Rosa (SDE), a 17ª CRE e o Instituto Federal Farroupilha (IFFar Campus Santa Rosa).
O Departamento de Estudos Agrários da Unijuí (DEAg) apresentou um conjunto de projetos ao Senador Paulo Paim e ao Senador Luiz Carlos Heinze. Os projetos tratam, em linhas gerais, do desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão nos Cursos de Medicina Veterinária e Agronomia, com ênfase na cadeia do leite, clínica de bovinos e equinos, produção de hortaliças de base agroecológica e fertilização e manejo de solos.
Ao Senador Paim, que esteve em Ijuí para audiência na Câmara de Vereadores a convite do vereador Beto Noronha, na sexta-feira, dia 26, realizaram a entrega os professores Fernando González, Vice-Reitor de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, Cleusa Bianchi, coordenadora do curso de Agronomia e Gabriele Serafini, professora e diretora Clínica do Hospital Veterinário da Universidade. O senador recebeu os projetos e irá articular junto a bancada a possibilidade de recursos via emenda parlamentar.
Já no dia 12 de julho, o senador Luiz Carlos Heinze esteve em Ijuí se encontrando com lideranças do Partido Progressista. E, a partir do contato articulado pelo vereador Andrei Cossetin, o Departamento também realizou a apresentação dos Projetos, representado pelo coordenador do Curso de Medicina Veterinária, Fernando Silvério Ferreira da Cruz. Na ocasião, o Senador acenou de forma positiva seu apoio às propostas apresentadas. Heinze ainda reiterou a importância da participação do Poder Público junto às Universidades e a iniciativa privada para a viabilização de projetos, ressaltando a importância do desenvolvimento de trabalhos de pesquisa e extensão no setor agropecuário, em especial no estado gaúcho.
Na manhã de quarta-feira, 31 de julho, os Projetos foram apresentados ao deputado federal Elvino Bohn Gass (PT), que esteve acompanhado do vereador ijuiense Adalberto Noronha (PT). O encontro ocorreu no Departamento de Estudos Agrários da Universidade. Uma das principais pautas discutidas foi o Projeto de ampliação do Centro de Inovação Tecnológica em Produção em Saúde Animal.



A Unijuí formalizou a entrega dos dados da pesquisa realizada durante a Indumóveis 2019, na manhã de quinta-feira, dia 25, para o Conselho Consultivo Permanente da feira. Os dados levantados durante os cinco dias com visitantes, expositores e participantes da gincana, evidenciaram um alto grau de satisfação entre os mais de 500 entrevistados.
Para o Pró-Reitor da Unijuí Santa Rosa, professor Marcos Paulo Scherer, a Unijuí participou expressivamente com diversas ações durante a Indumóveis 2019, atendendo seu propósito como Universidade comunitária contribuindo efetivamente com o desenvolvimento regional.
A pesquisa irá subsidiar a comissão central da feira com dados consistentes para realização de melhorias para as próximas edições. A coordenação da pesquisa foi realizada pelo Laboratório de Gestão, vinculado ao curso de Administração da Unijuí e contou com a participação de bolsistas do Campus Santa Rosa.
No sábado, dia 27, o público prestigiou o terceiro recital de música do Museu. O grupo musical “Vamos Cantar”, composto por Bete Borges, Jordiel Biniek, Lori Heuser e Ricardo Sensever apresentou no evento o “Projeto Resgate: uma homenagem aos compositores brasileiros - MPB até 1950.
Foram apresentadas canções como “Valsa Branca” de Zequinha de Abreu, “Malandrinha” de Freire Junior, “Trenzinho Caipira” de Heitor Villa-Lobos, entre outras músicas de compositores famosos que marcaram a música popular brasileira. Além disso, no dia do recital, Bete Borges, solista do grupo “Vamos Cantar”, contou ao público a história e o significado do Projeto Resgate.
Stela Zambiazi de Oliveira, diretora do Museu Antropológico Diretor Pestana, destaca sobre a importância do evento: “O objetivo é envolver a comunidade, descobrir e divulgar novos talentos de Ijuí, além de conseguir fazer com que mais pessoas apreciem a boa música, até porque a música proporciona prazer aos ouvidos, evoca sentimentos, além de ajudar, claro, no nosso desenvolvimento intelectual”, destaca.














No dia 19 de julho a equipe de técnicos do DEAg/IRDeR, na oportunidade representada pelos engenheiros agrônomos César Sartori e Cláudio Porazzi, participaram, como palestrantes, na Oficina de Plantio de Mudas de Espécies Florestais Nativas do Rio Grande do Sul. A atividade ocorreu no Campi da URI, em São Luiz Gonzaga, envolvendo técnicos da Emater e produtores, como parte do cronograma do projeto Sistemas Agrosilvipastoris na Região das Missões. O Viveiro Regional do IRDeR é o fornecedor das mudas adquiridas para a realização do projeto, pela sua experiência e qualidade de mais de 20 anos produzindo e atuando na educação ambiental.




Foto: ACLUPA/Divulgação
A cidade de Panambi sediará a 5ª edição do Rally Universitário no dia 24 de agosto, com largada às 9h na Praça Central. A competição terá o apoio da Unijuí e vai reunir estudantes de diversas cidades da região e de outras regiões do Estado. Os competidores que realizarem inscrição pelo site do Automóvel Clube Panambi – ACLUPA, organizadora da prova, até o dia 02 de agosto, ao valor de R$ 60, ganham uma camiseta.
Para deixar os competidores afiados, no dia 20 de agosto, às 19h, no campus Panambi, será realizado um curso de Navegação para a utilização de um aplicativo que auxiliará na prova. “Já temos parceria com o Automóvel Clube de Panambi, que conta com a participação de diversos estudantes e egressos do campus Panambi, na realização de outras edições. Será um encontro de confraternização, compartilhamento e amizade”, observa o Pró-Reitor do campus Panambi, professor Nelson Thesing.
O objetivo da equipe (piloto, navegador e “zequinha”) será seguir o trajeto determinado, observando as médias pré-estabelecidas, ou seja, não necessita de um carro preparado para participar. A equipe que conseguir ser mais precisa e manter a média será a vencedora. A responsabilidade social é um dos principais focos do Rally Universitário, pois o evento estimula a solidariedade, a cidadania e o respeito às regras de trânsito vigentes.
As ações da Operação João de Barro em Novo Oriente do Piauí encerraram nesta quinta-feira (25). Na sexta (26) os estudantes retornam à Teresina, onde ocorrerão os cerimoniais oficiais de encerramento.
Sem que se pudesse perceber, o tempo passou rápido e as atividades do Projeto Rondon – Operação João de Barro, chegaram ao fim. Com a passagem da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí) em Novo Oriente do Piauí, a rotina do município de pouco mais de 6 mil habitantes mudou em torno das inúmeras oficinas de capacitação que foram realizadas diariamente desde do dia 15 de julho.
Dezenas de pessoas dividiram-se entre as atividades que foram realizadas simultaneamente no perímetro urbano da cidade e nas comunidades interioranas. A coordenadora do grupo de universitários da Unijuí, Luciana Viero, avalia como positivas as atividades. “Observamos que os moradores e gestores estavam ansiosos a nossa espera. De forma positiva retribuímos a expectativa deles com as atividades que preparamos em Ijuí”, destaca. Ela ainda faz uma reflexão a respeito da imersão no cotidiano das comunidades. “Esse momento é muito importante para os estudantes. É a vivência do Brasil real, distanciado das telas das televisões. Esses jovens têm contato com uma realidade muito diferente e saem daqui transformados. Todas as nossas aspirações foram superadas”, enfatiza. Para a coordenadora adjunta, Maria Aparecida Zasso, o retorno que os moradores deram após cada oficina resultou em um sentimento de dever cumprido.
Foram diversos os momentos emocionantes pelos quais os rondonistas passaram. Um deles foi o relato de Maria do Espírito Santo, professora que contou ao grupo sobre as dificuldades pelas quais sua escola passava. “Passamos um período muito difícil. Várias vezes pensamos em desistir, mas a cada oficina, abraço ou conversa, nosso ânimo revigorava e nos sentíamos inspiradas a seguir nosso trabalho, nossa missão de educar”, comenta.
Para o representante do Ministério da Defesa e coordenador da operação realizada no Piauí, tenente-coronel Marcelo Martins Soares, foi um momento de exercício prático para os estudantes, que puderam exercer o que aprendem em suas Instituições de Ensino Superior (IES). Segundo ele, se inicia um processo de capacitação que fomenta o desenvolvimento sustentável em comunidades que necessitam desse trabalho, de modo que a troca de conhecimentos se alastra por todo o país.










































“A troca de conhecimentos científicos e culturais que ocorre entre esses grupos, tanto de universitários, quanto dos próprios moradores, resulta num processo de humanização e progresso pessoal de todos os envolvidos”, afirma. O coronel destaca que a avaliação das atividades do Rondon no Piauí é positiva. “As expectativas foram alcançadas. O planejamento foi atendido e de um modo geral observamos a satisfação e a alegria dos moradores que acolheram os rondonistas. Os comentários são de que todos aprenderam algo novo e de que foi proveitoso e transformador”, declara.
Em Novo Oriente do Piauí, a Unijuí trabalhou em conjunto com a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), as duas instituições foram responsáveis pelas ações no município. A coordenadora da equipe mineira, Sandra Pereira, afirma que com o findar da Operação João de Barro fica o sentimento de gratidão: "não há outra forma de expressar tudo o que vivemos nessas duas semanas de convivência com as comunidades", pontua.
Sobre as experiências marcantes Sandra explica que o acolhimento na comunidade de Caraíbas foi único. "Uma demonstração de carinho, bondade e respeito, num grande gesto de agradecimento das pessoas pelo que estávamos fazendo", conta. Ela também ressalta sobre a integração entre as universidades. "Pareciam que todos já se conheciam, houve um entrosamento satisfatório. Creio que isso se dá devido ao fato de todos terem colocado o bem comum e o interesse coletivo em ajudar o próximo em primeiro lugar", conclui.
Teatro, música, dança, arte. Expressões artísticas que revelam a essência de um povo. A UNIJUÍ, entendendo a importância da cultura na sociedade como forma de entretenimento, lazer e conhecimento, busca, através de projetos específicos, incentivar toda a forma de expressão artística.
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