
A equipe que representará a Unijuí na 100ª edição do Projeto Rondon, por meio da Operação Carimbó, deu início, nesta semana, às atividades preparatórias para a operação, que acontecerá em julho, em Palestina do Pará-PA. As ações foram promovidas no bairro Alvorada, em Ijuí, e contaram com oficinas sobre as mais diversas temáticas e para os diferentes públicos.
Entre as ações, foram feitas oficinas com estudantes do 9º Ano da Escola Deolinda Barufaldi, sobre o conceito das redes sociais e sobre futuro e carreira. Também com o grupo de idosos e mulheres do bairro Alvorada, foi promovida uma oficina culinária, que envolveu a produção de sopas e patês, e uma oficina de sabonetes, sabão e velas artesanais. Nesta atividade, também foi feita uma ação recreativa com as crianças, para que as mães pudessem participar das oficinas planejadas.
Além disso, foram feitas ações com as auxiliares da Escola Deolinda Barufaldi, e estudantes, onde foi trabalhado a temática sobre cidadania digital e uso consciente das redes sociais, saúde mental, neurodiversidade e inclusão, empreendedorismo, carreira e perspectivas para o futuro.
A próxima programação é na segunda-feira, 15 de junho, também com as mulheres. A atividade terá uma confraternização, e serão ministradas oficinas sobre saúde da mulher, direitos, empoderamento feminino e autocuidado. “Todo o trabalho tem sido muito positivo e feito integralmente em grupo, eles têm se dedicado muito para essas oficinas”, comenta a coordenadora da equipe da Unijuí no Projeto Rondon, professora Luciana Mori Viero.

A Unijuí participou, nesta quarta-feira, 10 de junho, de uma audiência pública para discutir o papel do esporte na inclusão de pessoas com síndrome de Down e pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). A atividade ocorreu em Brasília, foi proposta pelo deputado federal Danrlei de Deus Hinterholz e contou com a participação do egresso do curso de Educação Física da Universidade, Lucas Forgiarini de Matos, do reitor, professor Dieter Rugard Siedenberg, e do vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Daniel Knebel Baggio.
A audiência teve o objetivo de discutir o impacto do esporte no desenvolvimento integral dessas pessoas, sua contribuição para a inclusão escolar e formas de fortalecer políticas públicas na área.
Em sua participação, Lucas, que é pessoa com síndrome de Down, contou como o esporte teve papel central em sua trajetória escolar, acadêmica e profissional. Também destacou o papel e todo o suporte que a Unijuí deu para a sua trajetória, o apoio dos professores e toda a estrutura acadêmica por trás para garantir que sua formação fosse completada com excelência.
“Sou o primeiro estudante com síndrome de Down a se formar na Universidade e esta conquista vai além do diploma, pois representa inclusão, oportunidade e a força de quem acredita no próprio potencial, estou me realizando pessoal e profissionalmente”, relatou Lucas.
O reitor, professor Dieter Rugard Siedenberg, destacou a importância de proporcionar oportunidades e poder impulsionar trajetórias, como a de Lucas. “Creio que há poucas coisas tão gratificantes na vida como poder participar e ver a realização de sonhos e trajetórias de sucesso. Ficou claro para todos aqui que há dificuldades que se colocam a todos, e quando há apoio, isso se torna em uma mola propulsora.”
O reitor também agradeceu ao deputado Danrlei, por acreditar na Universidade para a realização da especialização em "Autismo e Educação: inclusão, aprendizado e desenvolvimento". A formação é financiada por emenda parlamentar de autoria do deputado, por meio da Secretaria Nacional do Paradesporto (SNPAR), do Ministério do Esporte, e tem o objetivo de qualificar profissionais da educação para a compreensão, o planejamento e a prática pedagógica inclusiva junto a estudantes com autismo, no contexto da educação inclusiva. “Podem ter certeza que vamos abraçar com muito carinho a oportunidade que nos foi dada”, complementa o professor Dieter.
Outro participante da audiência pública foi o professor Pedro Lucas Costa, pesquisador da Universidade de Brasília e que foi coordenador da especialização em autismo, também promovida pela Unijuí. Segundo ele, a inclusão acontece quando há participação real e transformação do ambiente.

O reitor da Unijuí, professor Dieter Rugard Siedenberg, e o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Daniel Knebel Baggio, tiveram uma agenda nesta quarta-feira, 10 de junho, com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin em Brasília/DF.
Conforme o reitor, nessa agenda foi tratada uma questão estratégica relativa à forma de cessão de uso da área do Instituto Regional de Desenvolvimento Rural - IRDeR, área esta utilizada principalmente pelos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Programas de Mestrado, os quais realizam ali pesquisas, atividades de extensão e qualificação.
Outra agenda de destaque foi a presença dos reitores na audiência pública organizada pelo deputado Danrlei de Deus Hinterholz sobre o papel da prática esportiva no desenvolvimento de pessoas com Síndrome de Down e pessoas com Transtorno do Espectro Autista, a qual também contou com a participação do egresso do curso de Educação Física, Lucas Forgiarini de Matos. “Foi possível constatar, com muita emoção, através do depoimento de várias pessoas presentes na audiência e oriundas de diversas partes do Brasil, sobre o papel e o protagonismo da Unijuí em projetos de desenvolvimento e inclusão social”, ressaltou o reitor, professor Dieter Rugard Siedenberg.
Além desta visita e da audiência pública, foram contatados mais de 20 deputados, senadores e técnicos, com o intuito de levar e encaminhar demandas da Unijuí. Essas visitas buscam recursos para projetos importantes, como por exemplo o “Programa Mulheres Empreendedoras”, o qual tem o objetivo de promover o desenvolvimento de habilidades estratégicas, comportamentais e de gestão, contribuindo para o protagonismo feminino nos ambientes de inovação, empreendedorismo e negócios, vinculado à Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica (Criatec).
Também foram apresentados projetos que buscam recursos por meio de emenda parlamentar para aquisição de equipamentos laboratoriais e para implantação de Centro Integrado de Pesquisa e Inovação em Sistemas Agroalimentares Sustentáveis. Outros projetos também são voltados à busca de recursos para o Laboratório de Solos, e articulação para o recebimento de emendas de bancada.
Outro pauta importante também foi a visita à Capes, onde foram feitas reuniões e discutidas questões sobre os programas de pós-graduação e cursos de mestrado e doutorado, e em relação ao Proef, que é o Mestrado Profissional em Educação Física em Rede Nacional.
“De modo geral, circular aqui em Brasília trazendo projetos e demandas que são importantes para a Unijuí é uma atividade que vamos fazer com mais frequência, pois a partir disso, conseguimos nos aproximar e também buscar recursos que são de grande valia para a Instituição, não somente agora, mas no futuro”, destacou o reitor.
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Na noite desta quarta-feira, 10 de junho, o Museu Antropológico Diretor Pestana realizou o lançamento da exposição “Futebol de Várzea: a história do futebol amador em Ijuí”. A abertura aconteceu às 18h30, um dia antes do início da Copa do Mundo, e reuniu público, convidados e representantes de times da cidade, em uma noite marcada pela memória esportiva, pela participação comunitária e pelo clima de celebração em torno do futebol.
A exposição propõe uma leitura histórica e social do futebol amador em Ijuí, destacando sua presença nos bairros, nas linhas do interior, nos clubes, nos campos, nas torcidas e nas lembranças de diferentes gerações. Mais do que apresentar uma sequência de equipes, campeonatos e resultados, a mostra evidencia o futebol como espaço de sociabilidade, pertencimento, rivalidade, lazer e construção da memória coletiva do município. A proposta também incorpora o futebol feminino como parte fundamental dessa trajetória, ampliando o olhar sobre a história esportiva local.
Durante a abertura, o público pôde percorrer a exposição e reconhecer fotografias, documentos e narrativas ligadas ao futebol ijuiense. A noite também contou com um elemento simbólico e afetivo: o tradicional pão com linguiça, conhecido popularmente como PL, que dialogou diretamente com a temática da mostra e com o ambiente característico dos jogos, encontros e domingos de futebol.
A diretora do MADP, Karen Barros, destacou a importância da participação do público no lançamento e a força do tema para a comunidade ijuiense. “Estamos muito felizes com o comparecimento e com a forma como as pessoas se reconheceram nesta exposição. O futebol de várzea faz parte da vida de muitas famílias, bairros e comunidades de Ijuí. É uma história muito presente, muito marcante e que merece ser preservada, compartilhada e ampliada pelo museu junto com a população”, afirmou.
A abertura contou ainda com falas da diretora Karen Barros e da educadora do MADP, Belair Stefanello, que ressaltou o caráter colaborativo da exposição. Belair destacou que a mostra permanece em construção e que ainda há tempo para que pessoas da comunidade contribuam com fotografias, objetos, documentos, relatos ou informações relacionadas ao futebol amador, aos clubes, aos campos, aos jogadores, às torcidas e às memórias do esporte em Ijuí.

No próximo sábado, dia 13 de junho, a comunidade de Santa Rosa terá a oportunidade de participar do evento “Viva Bem – Hipertensão e Diabetes”, uma feira de saúde voltada à educação, prevenção e promoção da qualidade de vida. Organizado por estudantes e professores dos cursos de Educação Física, Biomedicina, Fisioterapia e Farmácia da Unijuí, por meio de um Projeto Integrador, o evento tem como objetivo orientar a população sobre os cuidados relacionados à hipertensão e ao diabetes. A atividade é promovida por estudantes da Unijuí e acontece das 14h às 17h, no Parcão de Santa Rosa, ao lado do Mercado Público.
Durante a tarde, os participantes poderão acompanhar oficinas interativas e atividades educativas sobre alimentação saudável, prática de exercícios físicos, saúde mental e cuidados diários que contribuem para a prevenção e o controle dessas doenças. As ações serão conduzidas pelos acadêmicos e docentes dos cursos envolvidos, proporcionando momentos de aprendizado, orientação e troca de experiências com a comunidade.
Além das atividades de saúde, o evento contará com música ao vivo, pontos de alimentação e diversos atrativos para toda a família, tornando a programação ainda mais acolhedora e promovendo um espaço de convivência, lazer e bem-estar para os participantes. A iniciativa busca aproximar a universidade da comunidade, levando conhecimento científico de forma acessível e incentivando hábitos saudáveis que podem contribuir para uma melhor qualidade de vida. A participação é gratuita e aberta ao público de todas as idades.

Até o dia 5 de julho, estão abertas as inscrições para o curso Investigação Criminal e Direitos Humanos: Teoria, Prática e Perspectivas Críticas. Com carga horária de 36 horas/aula, a formação é destinada a estudantes dos cursos de graduação em Direito, Ciências Sociais e áreas afins, além de operadores do Direito em exercício, profissionais da área da segurança, pesquisadores e docentes interessados na temática.
O curso propõe um espaço interdisciplinar de formação voltado à compreensão crítica da investigação criminal contemporânea, articulando fundamentos jurídicos, técnicas investigativas e proteção dos direitos humanos. Promovido pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito e pelo curso de graduação em Direito da Unijuí, o curso busca aproximar universidade, sistema de justiça e instituições de segurança pública, fomentando reflexões qualificadas sobre os desafios éticos, tecnológicos e democráticos da atividade investigativa no Brasil.
Ao longo de 18 encontros, serão abordados temas como inquérito policial, seletividade penal, violência policial, perícia criminal, crimes cibernéticos, criminalidade organizada, investigação de crimes de ódio, violência de gênero, advocacia criminal defensiva e os impactos da mídia sobre o processo penal. A proposta combina formação teórica, estudos de caso, debates críticos e aproximação com experiências práticas, proporcionando aos participantes uma visão abrangente e contemporânea da investigação criminal.
Interessados podem se inscrever em unijui.edu.br/educacaocontinuada.

O reitor da Unijuí, professor Dieter Rugard Siedenberg, e o vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Daniel Knebel Baggio, estão em Brasília nesta semana numa extensa atividade de agendas com diversas autoridades. O objetivo é encaminhar projetos de interesse da Universidade, assim como buscar uma aproximação com os parlamentares.
Durante três dias, os professores estão se reunindo com deputados e senadores que têm alguma relação com a região e a Universidade, bem como realizando encontros com chefes de gabinete e outras autoridades.
Na Capes as pautas dizem respeito a reuniões com o diretor de Avaliação, Antônio Gomes de Souza Filho, com o coordenador-geral de Planejamento, Monitoramento e Avaliação de Programas e Supervisão de Resultados (CGSR) da Diretoria de Programas e Bolsas no País, Alexandre Marafon Favero, onde foram discutidas questões sobre os programas de pós-graduação e cursos de mestrado e doutorado, e com o coordenador-geral de Inovação e Redes de Formação, Bruno Teles Nunes, em relação ao Proef, que é o Mestrado Profissional em Educação Física em Rede Nacional.
Também ocorreu um encontro com o diretor executivo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Marco Aurelio Ferreira, que contribuiu na articulação do curso de Medicina pela Unijuí. Com ele foram discutidas perspectivas gerais para área da Saúde para Ijuí e região.
Outro destaque é a participação da Unijuí na audiência pública sobre o papel da prática esportiva no desenvolvimento de pessoas com Síndrome de Down e pessoas com Transtorno do Espectro Autista, na qual o egresso do curso de Educação Física, Lucas Forgiarini de Matos irá participar.
Finalmente, está prevista, ainda, uma agenda com o Vice Presidente da República, Geraldo Alckmin, relacionada a uma demanda estratégica que envolve o IRDeR.
“São três dias com dezenas de agendas. Estamos buscando plantar sementes de projetos relacionados com a defesa dos interesses da nossa Universidade e região de modo geral”, relata o reitor, professor Dieter.

O Museu Antropológico Diretor Pestana (Madp) e a Associação de Amigos do Museu Antropológico Diretor Pestana (AAMADP) tiveram o projeto “Narrativas em Revisão: Musealização, Participação Indígena e Perspectivas Decoloniais no Madp” aprovado em segundo lugar no Edital nº 26/2025 – PNAB RS Memória e Patrimônio, da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, na modalidade Ações Gerais. A proposta alcançou nota final 99, ficando entre os projetos selecionados pelo edital.
O resultado reconhece a relevância da iniciativa para o campo da memória, do patrimônio cultural e da museologia no Rio Grande do Sul. O projeto propõe a revisão crítica e participativa das narrativas museológicas associadas aos acervos indígenas em exposição de longa duração no Madp, com atenção especial aos processos de musealização, à participação indígena e às perspectivas decoloniais.
A iniciativa atuará sobre um conjunto aproximado de 149 objetos indígenas em exposição, relacionados aos grupos Guarani e Kaingang, e irá abranger acervos de natureza arqueológica, missioneira, etnográfica e contemporânea. Entre as ações previstas estão a análise técnica de fichas catalográficas, textos e legendas expositivas, encontros de escuta em territórios indígenas, visita técnica ao Museu com representantes Guarani, revisão da documentação museológica e reformulação de conteúdos apresentados ao público.
O projeto também prevê a incorporação, quando pertinente e pactuada com os participantes, de línguas indígenas nos textos expositivos, além do desenvolvimento de um audioguia da exposição reformulada. Como desdobramento, será realizada uma ação educativa em formato de palestra, conduzida por representantes Guarani e Kaingang, vinculada à exposição de longa duração.
A aprovação representa um passo importante no desenvolvimento de ações voltadas à preservação, pesquisa, documentação e difusão do acervo do Madp, especialmente em um momento simbólico para a instituição, que celebra seus 65 anos de atuação. “O projeto reforça a compreensão do patrimônio cultural não apenas como preservação de objetos e documentos, mas como um campo de reflexão sobre histórias, territórios, identidades e relações sociais”, destaca a diretora do Museu, Karen Barros.
A proposta será desenvolvida pela Associação de Amigos do Museu Antropológico Diretor Pestana, em parceria com o Madp, contribuindo para qualificar as ações institucionais e ampliar o debate sobre memória, participação indígena e responsabilidade museológica. As atividades terão como referência a sede do Museu, em Ijuí, e ações em territórios indígenas no Rio Grande do Sul.
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Muitos estudantes concluem o Ensino Médio questionando se a graduação ainda é um investimento que vale a pena. Essa percepção é influenciada por fatores como a valorização de trajetórias profissionais alternativas, a flexibilidade de algumas áreas do mercado de trabalho, a busca por resultados mais imediatos e as mudanças nas expectativas das novas gerações em relação à carreira. No entanto, o que muitas vezes passa despercebido é que o mercado continua altamente competitivo e exigente, tornando a qualificação profissional um diferencial cada vez mais relevante.
Nesse cenário, o Ensino Superior amplia as oportunidades de inserção e crescimento profissional, fortalece a construção de redes de relacionamento e contribui para o desenvolvimento de competências valorizadas pelas organizações. Mais do que a conquista de um diploma, a graduação representa a construção de uma base sólida de conhecimentos, experiências e habilidades para a vida profissional.
A formação universitária proporciona contato com metodologias, práticas e tecnologias da área de atuação, além de aproximar os estudantes de professores e profissionais que atuam como referências e mentores ao longo da trajetória. Durante o curso, o acadêmico desenvolve competências técnicas e comportamentais essenciais para enfrentar os desafios da profissão, preparando-se para atender às demandas do mercado e acompanhar as constantes transformações do mundo do trabalho.
A Graduação Mais da Unijuí foi pensada para formar profissionais preparados para atuar em um mundo dinâmico, que exige aprendizado contínuo, visão ampla e capacidade de adaptação. Por isso, a formação integra o desenvolvimento de competências técnicas e humanas ao longo de toda a jornada acadêmica.
O estudante é incentivado a analisar situações com senso crítico, tomar decisões de forma responsável, trabalhar em equipe, comunicar ideias com clareza e encontrar soluções para desafios reais. Além disso, desenvolve autonomia, criatividade, protagonismo e flexibilidade para atuar em diferentes contextos profissionais.
A experiência universitária também estimula a investigação, a participação ativa e a conexão entre diferentes áreas do conhecimento. Essa abordagem amplia a compreensão sobre os desafios contemporâneos e fortalece a capacidade de atuação em cenários cada vez mais complexos, colaborativos e interdisciplinares.
Outro diferencial da Graduação Mais é o incentivo à inovação, ao uso consciente das tecnologias, ao empreendedorismo e ao compromisso com o desenvolvimento social. Dessa forma, o estudante compreende que sua atuação profissional pode gerar impactos positivos nas organizações, nas comunidades e nas relações humanas.
Ao concluir sua formação, o egresso leva consigo muito mais do que conhecimento técnico: carrega experiência prática, visão crítica, capacidade de inovação e confiança para construir sua trajetória profissional com autonomia, iniciativa e propósito.
Para saber mais sobre a Graduação Mais da Unijuí, acesse unijui.edu.br/sejamais.

A Unijuí participou, nos dias 28 e 29 de abril, do Seminário Transição para Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis: qual o mapa do caminho?, realizado na Universidade Federal do Pampa (Unipampa), em Bagé. O evento reuniu mais de 120 participantes, entre pesquisadores, professores, estudantes e representantes de organizações ligadas à produção e ao desenvolvimento rural.
A Unijuí foi representada por uma comitiva de 20 pessoas, composta por docentes e estudantes dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade (PPGSAS) e em Desenvolvimento Regional (PPGDR), além de professores e acadêmicos do curso de Agronomia. Entre eles estavam o professor Osório Lucchese, que representou a Universidade durante a abertura do evento, e os professores Roberto Carbonera e José Antônio Gonzalez, que atuaram como moderadores e sistematizadores de dois painéis ao longo do seminário. Também integraram o grupo representantes da Rede Leite, reforçando a articulação com diferentes iniciativas voltadas ao desenvolvimento do setor agroalimentar.
A participação da Universidade esteve vinculada ao projeto SAFUNIJUÍ, financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Finep, que busca contribuir para o fortalecimento de sistemas agroalimentares sustentáveis a partir da pesquisa, da inovação e da integração com os territórios.
O evento teve como foco central a reflexão sobre o modelo atual de produção e consumo de alimentos e seus impactos nas dimensões ambiental, social, econômica e da saúde. A proposta foi promover o debate sobre caminhos possíveis para a transição a sistemas agroalimentares mais sustentáveis.
Entre os temas abordados estiveram o papel dos diferentes atores sociais nesse processo, as razões para a mudança do modelo atual de produção de alimentos e a relação entre sistemas alimentares, meio ambiente e saúde. Os participantes acompanharam discussões sobre a necessidade de construção de políticas públicas e mecanismos de governança, além da importância da agricultura familiar, da agroecologia e das tecnologias emergentes no contexto da produção de alimentos. Também foram debatidas as bases técnicas e os modelos de produção voltados à sustentabilidade, com destaque para práticas que envolvem a conservação do solo, da biodiversidade e dos recursos naturais, bem como a valorização dos agricultores e dos territórios como elementos centrais nesse processo.
Além dos debates, o evento teve como objetivo a construção coletiva de uma agenda voltada à promoção de sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis, articulando diferentes atores, conhecimentos e experiências. A iniciativa buscou fortalecer a cooperação científica, tecnológica e institucional entre universidades, centros de pesquisa e organizações sociais. A atuação em rede foi destacada como um elemento fundamental para ampliar o alcance das ações e potencializar os resultados, especialmente a partir da integração entre ensino, pesquisa e extensão.
A participação da Unijuí reforça o papel da Universidade na produção de conhecimento voltado ao desenvolvimento regional sustentável. Professores da instituição também estiveram envolvidos na organização e condução de atividades do evento, contribuindo diretamente para as discussões e para a construção das propostas apresentadas.
A presença de estudantes e pesquisadores evidencia, ainda, a importância da formação acadêmica articulada aos desafios reais da sociedade, promovendo a construção de soluções inovadoras no campo dos sistemas agroalimentares. A partir do encontro, a expectativa é de fortalecimento das parcerias institucionais e do desenvolvimento de novas ações e projetos que contribuam para a transição a sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e alinhados às demandas sociais e ambientais.
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