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Viver Empreendedor incentiva estudantes e egressos a abrirem seu próprio negócio

Ser dono do próprio negócio é um dos principais sonhos dos brasileiros, de acordo com os dados da pesquisa do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) de 2016, em parceria com o Sebrae. Fomentar esse sonho significa desenvolver o mercado de trabalho, movimentar a economia e, em consequência disso, desenvolver a região.

Na Universidade, o Programa Viver Empreendedor tem tudo a ver com isso. Ele foi lançado nesta terça-feira, 12, pelo professor Fernando Jaime González, Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Maiquel Silva Kelm, Gerente da Agência de Inovação e Tecnologia – AGIT – e Maria Odete Palharini, Chefe do Núcleo de Empreendedorismo da AGIT, em entrevista ao Programa Rizoma, da Unijuí FM.

O Programa possibilita que estudantes e egressos, de até três anos, com projetos e interesses em abrir seu próprio negócio, tenham a sua disposição 10 horas de consultoria gratuita. O futuro empreendedor irá encontrar consultoria na área da gestão, na área de comunicação e marketing e na área de contabilidade.

De acordo com Maiquel, essas horas possibilitarão que os primeiros passos possam ser dados com clareza para enfrentar os desafios do mundo empreendedor. “Não é tão simples ser um empreendedor, mas nós somos incentivadores do empreendedorismo. Acreditamos que o empreendedorismo é uma mola propulsora para o crescimento da economia”, comenta Maiquel.

O Programa conta com a parceria da Criatec, que irá compartilhar de sua estrutura física e tecnológica com os novos empreendedores. Maria Odete Palharini conta que serão realizadas diversas atividades como, por exemplo, palestras e capacitações. “Com isso a gente pode trabalhar melhor, de uma forma mais intensa, a cultura empreendedora”.

Para participar, estudantes e egressos podem acessar o site da Criatec e responder algumas questões para poder inscrever-se. As respostas servirão como base para entender quais as necessidades do negócio e como as consultorias deverão ser feitas para melhor atender o empreendedor.

Todo estudante pode participar, independentemente do tempo de curso. Conforme o professor Fernando, a Universidade tem, por natureza, um conjunto de atividades e ações que fazem com que o empreendedorismo e a inovação sejam elementos fundamentais. “Trabalhamos para colocar o empreendedorismo como uma marca dos profissionais dessa casa”, salienta.

 

 

 


“Ser Médico: do sonho à realidade” foi o tema da Aula Inaugural do curso de Medicina

                    

Com a palestra “Ser Médico: do sonho à realidade”, a Unijuí recepcionou oficialmente os estudantes e familiares da primeira turma de Medicina da Universidade. A Aula inaugural do curso foi ministrada pelo professor Dr. Mauro Czepielewski, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. No turno da manhã e tarde desta segunda-feira, já haviam sido realizadas as primeiras atividades em sala de aula do Curso.

O evento, realizado no Salão de Atos Argemiro Jacob Brum, na noite desta segunda-feira, 11 de março, também teve como atividade o ato de entrega dos jalecos, envolvendo pais e professores.

Para dar início às atividades da noite, o coordenador do curso, professor Jorge Brust fez uma saudação aos presentes, descrevendo as bases e propostas do curso da Unijuí. “Entre os diferencias, teremos módulos temáticos, integrando o ensino e a aprendizagem. Também serão abordadas metodologias ativas de ensino, o estudante vai buscar o conhecimento, vão ter uma Biblioteca grande para isto e toda a sociedade, a partir das estruturas de saúde”, observou.

Na sequência, falou o chefe do Departamento de Ciências da Vida, professor Márcio Strassburger, que contextualizou a estrutura em que o curso está alocado na Instituição. Logo após, a Vice-Reitora de Graduação, professora Cristina Pozzobon, realizou a sua fala. “Vocês estão agora em uma Universidade, a categoria mais completa entra as instituições de ensino superior, aqui certamente vocês terão uma formação mais completa, com experiências muito além da sala de aula, pelas possibilidades de pesquisa e extensão”, disse.

O prefeito de Ijuí, Valdir Heck, reiterou a importância da formação de novos médicos para a comunidade, salientando que a Aula Inaugural é um momento histórico. Coube à Reitora da Unijuí, professora Cátia Maria Nehring, finalizar os discursos da noite. “Quero salientar aos pais e estudantes: faremos o melhor para a formação de vocês. Este Projeto não é um voo solo de uma Instituição, pois temos uma história com a comunidade regional. Este curso materializa o objetivo e esforço desta comunidade”, reiterou.

Além da Aula Inaugural, a Universidade já havia realizado, na sexta-feira, dia 08, um Ato Público celebrando a conquista e o início das atividades do curso de Medicina. Entidades representativas, lideranças e integrantes do poder público, que se envolveram na luta pela conquista do Curso, participaram do evento.

A Palestra

A palestra “Ser Médico: do sonho à realidade”, proferida pelo professor Dr. Mauro Czepielewski, abordou desafios e cenários sobre a formação em medicina na atualidade. O palestrante, natural de Ijuí, é professor da Faculdade de Medicina da UFRGS e possui doutorado em Endocrinologia pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP). “O que será da nossa sociedade em seis anos, quando esta primeira turma se formar? Projetar este cenário é um desafio enorme, pela complexidade da medicina e foi isto que me propus a discutir. Além disso, é uma oportunidade enorme participar deste momento como ijuiense. Acredito que o curso é um grande avanço para a saúde regional”, salientou.

                    


Atos marcaram o Dia Internacional da Mulher na Instituição

           

Confira também uma reportagem especial sobre o tema, intitulada Onde elas estão? 

      

Com o objetivo de promover reflexão e marcar o Dia Internacional da Mulher, a FIDENE/Unijuí organizou diversas atividades nesta sexta-feira. No Campus Ijuí, um ato no Hall de entrada da Biblioteca Mario Osorio Marques, envolvendo bate-papo, música e performance artística reuniu estudantes, professores e técnicos-administrativos.

O ato iniciou com uma apresentação do Coral Unijuí. Em seguida, a Cia. Cadagy fez uma performance artísticas inspirada no musical “A Opera do Malandro”, de Chico Buarque de Holanda. Na sequência, Patrícia Prante Machado, representante do Sicredi, apoiador do evento, fez uma fala. Logo após, ocorreu o bate-papo com delegado Ricardo Miron, intitulada “Papo sobre elas – segurança da mulher é assuntos de todos”. Ele trouxe informações sobre leis, além de apresentar dados sobre violência contra a mulher. Para encerrar o ato, a Reitora da Unijuí fez uma fala: “Um dia de luta, não de comemoração”, frisou. Além do Sicredi, em Ijuí o evento teve o apoio do Sinpro Noroeste e do Sintep Noroeste. 

No Campus Santa Rosa, no turno da tarde, foi realizada a atividade “Mulher, Integração e práticas corporais”, com o objetivo de realizar uma integração entre as mulheres que atuam no Campus, através de práticas corporais alternativas, visando o autoconhecimento corporal e a importância deste para a qualidade de vida. A atividade foi desenvolvida pelo Laboratório de Atividade Física e Promoção à Saúde (AFPS) juntamente com o Núcleo de Eventos do curso de Educação Física.

A data também gerou atos na EFA, Escola mantida pela FIDENE. No início do dia, as turmas dos anos finais tiveram um momento com a professora de Literatura, Anamaria Moreira, e conversaram sobre a origem da luta das mulheres, principalmente sobre o empoderamento feminino, sobre conquistas e lutas. Para ilustrar esse debate a professora usou como exemplo a evolução dos personagens femininos, que antes apresentavam o estereotipo de “princesa delicada” e que agora vem se desvencilhando dessa imagem, mostrando evolução, com personagens independentes e sem estereótipos.

Já o grupo de alunos do Ensino Médio foi recebido e convidado para uma séria reflexão: foram colocados 140 pares de calçados no auditório da Escola, representando o número de mulheres assassinadas até esse momento em 2019 no país. Em seguida, foram convidados a refletirem sobre a violência contra a mulher, o machismo, o silenciamento das mulheres escritoras, bem como sobre o empoderamento feminino, tendo em vista a importância das ainda frágeis conquistas e do reconhecimento do fundamental papel da mulher na sociedade. A atividade foi organizada pelas professoras Anamaria Moreira, Sandra Nunes e Eliana Biolchi.

Fotos: Unijuí e Sicredi das Culturas


Ato Público celebra a conquista e o início do curso de Medicina na Unijuí

Entidades representativas, lideranças e integrantes do poder público, que integraram a luta pela conquista do Curso, participaram do ato.

                

Prestes a iniciar o primeiro semestre letivo do curso de Medicina, a Unijuí promoveu um ato público, com o objetivo de agradecer e marcar o empenho da comunidade regional em trazer um projeto para formação de médicos preparados e preocupados com a saúde. O evento, que contou com a participação de diversas entidades parceiras de mobilização em prol do curso na Unijuí, contextualizou toda a trajetória que marcou essa conquista regional.

Ex-Reitores da Universidade, lideranças regionais, presidentes e diretores de entidades de classe e membros do poder público, celebraram a conquista durante o ato. O primeiro a falar foi o ex-reitor Adelar Baggio, ele enumerou os desafios estratégicos que a região precisa encarar a partir do curso de Medicina e uma "necessidade urgente: formar médicos que busquem inovações para a saúde regional". Telmo Frantz, também ex-Reitor, falou sobre o contexto da criação do Projeto do Curso nos anos 90. Fez um resgate sobre o cenário da Universidade e das políticas públicas para a área, que culminou na conquista após tentativas mais recentes, contando com o apoio de lideranças. Martinho Kelm, outro ex-reitor empenhado na conquista, afirmou que vê o curso de Medicina como se fosse uma jornada épica: "pois foi uma longa jornada de conquista, envolta em diversas etapas".

Já o prefeito de Ijuí, Valdir Heck, falou sobre a importância da Fidene/Unijuí para a comunidade, citou a importância de formar novos médicos para a região e ressaltou que houve muita luta pela conquista do Curso de Medicina. A atual reitora da Unijuí, professora Cátia Nehring, encerrou os pronunciamentos do ato. Ela se emocionou ao agradecer a todos que participaram do ato e também destacou que ainda há muito a fazer para garantir mais políticas públicas que garantam acesso à educação e saúde. “Precisamos nos orgulhar desta vitória. E, a partir de agora, temos o grande desafio, compete a nós, Unijuí, hospitais, rede de atenção básica, a materializar este grande desafio: a formação de novos médicos a partir de uma política pública, que possa transformar e qualificar a saúde de uma população e de uma região”, complementou.

Entre as lideranças que discursaram ou que enviaram mensagens estão:

- Ana Amélia Lemos, secretária extraordinária de Relações Federativas e Internacionais do RS;

- Darcísio Perondi, deputado federal;

- Jerônimo Gorgen, deputado federal;

-  Pompeo de Matos, deputado federal;

- Luiz Carlos Heinze, senador da República;

- Elvino Bohn Gass, deputado federal;

- Gerson Burmann, deputado estadual;

- Fioravante Ballin, ex-prefeito de Ijuí;

- Cláudio Matte Martins, presidente do HCI;

- Luiz Antônio Benvegnú, vice-prefeito de Santa Rosa;

- Daniel Hinnah, prefeito de Panambi;

- Eleandro Lizot, secretário de Educação de Ijuí;

- Nilo Leal da Silva, presidente da Associação Comercial e Industrial de Ijuí;

- Bruno Hass, presidente do Sindilojas Noroeste;

- Antenor José Vione, presidente do Sicredi das Culturas;

-  Marco Aurélio Ferreira, diretor executivo da associação nacional dos hospitais privados;

- Jeferson Dalla Rosa, vereador, representando a presidente da Câmara de Vereadores de Ijuí, senhora Alexandra Lentz;

Confira o evento na íntegra acessando o canal da Unijuí no Youtube:

                            

 

Conheça o histórico até a conquista do curso

Em 1992, a Unijuí fez sua primeira tentativa para implantar o curso de Medicina na região Noroeste. No entanto, foi em 2012 que a Unijuí liderou uma mobilização regional, articulada junto à Prefeitura, Câmara de Vereadores, HCI, Bom Pastor, ACI, OAB, Sindicatos, Presidentes de bairros, empresários, médicos, deputados, representantes dos Rotarys Clubs da cidade, Lions, Coredes, secretários municipais, dentre outras instituições e personalidades. À época, essas entidades criaram o Comitê Comunitário Pró-Curso de Medicina em Ijuí. O projeto também teve o apoio de diversos políticos da bancada gaúcha em Brasília e da Assembleia Legislativa do Estado.

Em 2013, o comitê realizou uma série de mobilizações políticas que tiveram como objetivo apresentar o projeto do curso de Medicina e mobilizar entidades, instituições e deputados em favor da abertura de edital para o Rio Grande do Sul que, em outubro deste mesmo ano, foi divulgado pelo MEC. Em 2014, o Governo Federal autorizou a criação de 39 novos cursos de medicina em todo país, sendo quatro deles em municípios do Rio Grande do Sul: Erechim, Novo Hamburgo, São Leopoldo e Ijuí.

Em julho de 2015, no entanto, o MEC divulgou as universidades aptas a implantarem o curso de medicina. O resultado, anunciado em coletiva de imprensa pelo então ministro Renato Janine Ribeiro, chocou a comunidade regional. Sem sequer avaliar o projeto da Unijuí e baseada em critérios econômicos nunca antes divulgados no edital, o Ministério da Educação considerou outra instituição de educação superior apta a oferecer o curso de Medicina em Ijuí, em detrimento da Unijuí que havia construído um trabalho de 58 anos de luta pelo desenvolvimento da região Noroeste do Rio Grande do Sul.

Na busca por transparência, a Unijuí realizou uma mobilização política e comunitária para garantir a transparência do edital. No ano seguinte, a instituição ganhadora no certame, desistiu de realizar a implantação do curso no município, o que levou a realização de um novo edital em 2017. Neste mesmo ano a Unijuí foi escolhida pelo MEC como a instituição que implementaria o curso de Medicina no município de Ijuí, sendo fundamental na formação dos jovens médicos que irão qualificar, ainda mais, o quadro de profissionais de toda região Noroeste.

No ano, de 2018 novo revés, paralisando todo processo de autorização do curso, agora suspendendo a continuidade, nas três cidades contempladas com o curso, Tucuruí, Limeira e Ijuí. Novamente recorre-se, agora a justiça, com objetivo de solicitar o desmembramento da determinação, considerando o não questionamento da habilitação de Ijuí e o primeiro lugar da Unijuí.

Neste contexto, a Desembargadora responsável, segmenta o processo e a última etapa do Edital é realizada em dezembro de 2018, com a visita in loco do munícipio, hospitais e instituição, o que leva a publicação da Portaria de autorização do curso de Medicina, na Unijuí em 26 de dezembro de 2018. 

A realização do vestibular foi no dia 24 de fevereiro (linkar matéria). A primeira turma terá 30 integrantes, que irão iniciar as aulas na segunda-feira, dia 11 de março. O próximo vestibular irá ocorrer no dia 14 de julho, quando devem ingressar mais 20 estudantes.


Onde elas estão?

 Quantas mulheres em cargos de chefia você conhece? 


Em 2018 o IBGE divulgou os resultados da pesquisa Estatística de Gênero, que revelam que as mulheres ocupam 37,8% do topo da hierarquia do setor público e privado. No entanto, as mulheres são maioria entre os trabalhadores brasileiros, representam cerca de 51%.

As razões por diferenças tão significativas entre homens e mulheres podem ter várias explicações, a maioria são explicações culturais. A maneira como a sociedade impôs o papel da mulher, lá nos primeiros anos da vida em sociedade, se reflete até hoje.

Gradativamente, mulheres conquistaram muitos direitos a partir de sacrifícios, dores e lutas. Tudo isso para que outras mulheres pudessem ter o direito de poder simplesmente concordar ou não com essa luta. E essa luta precisa ser diária, constante.

Na FIDENE, Fundação de Integração, Desenvolvimento e Educação do Noroeste do Estado, mulheres coordenam e chefiam as quatro mantidas da Fundação: Unijuí, Rádio Unijuí FM, EFA e Museu Antropológico Diretor Pestana.

Cátia Maria Nehring, professora Presidente da FIDENE e Reitora da Unijuí, acredita que apesar das conquistas significativas, nós (sociedade) temos muito a avançar efetivamente em termos de igualdade, respeito e liberdade. “Ainda há muitas lutas a serem travadas e muitos ‘dias das mulheres’ a serem colocados em pauta, como um dia de reflexão, de discussão, de busca pelo respeito, pela igualdade, pela colaboração entre os diferentes”.

A professora comenta, ainda, que as lutas por igualdade, respeito e liberdade precisam ser também de negros, pobres, homossexuais. Minorias que em muitas situações são maiorias.

Também na reitoria da Universidade, a professora Cristina Eliza Pozzobon ocupa o cargo de Vice-Reitoria de Graduação. Esse caminho já foi percorrido por Eronita Barcelos, primeira presidente da FIDENE e primeira reitora da Unijuí nas gestões de 1999-2001 e de 2002-2004. “É preciso novas atitudes e posicionamento para demonstrar os efeitos positivos daquelas conquistas. Em síntese: novas lutas”, alerta Eronita.

No mercado de trabalho há outros desafios para as mulheres. De acordo com a mesma pesquisa, apresentada em 2018, uma mulher recebia 76,5% do rendimento dos homens em 2016, apesar de terem, em média, melhor formação: 16,9% delas têm ensino superior completo, frente a 13,5% dos homens.

Para que mudanças possam ser feitas nas relações trabalhistas, a representação política precisa ser efetiva. Entretanto, apenas 15% das vagas da Câmara dos Deputados foram preenchidas por mulheres na última eleição, em outubro de 2018. Houve um aumento em relação à última gestão que possuía 10%, mas longe de uma equidade se levarmos em consideração que mulheres representam cerca de 51% da população total.

Para Cláudia Cristina Bohrer, Diretora da Unijuí FM, as mudanças também precisam ser cotidianas. “A sociedade como um todo tem papel fundamental na igualdade de salários e de carga horária de trabalho, bem como na divisão da responsabilidade nas tarefas da casa e criação dos filhos”, comenta. Por falar em tarefas domésticas e filhos, esses são alguns dos motivos que fazem com que mulheres optem por jornadas de trabalho flexíveis e deixem de ingressar em algum curso de qualificação profissional, por exemplo.

Enquanto a representação política não é efetiva com relação à equidade de gênero, outras frentes se levantam. Grupos feministas ganham cada vez mais notoriedade. E a sociedade reage, seja para criticar, seja para apoiar.

Falar sobre mulheres e suas lutas é falar sobre pessoas. Maria do Carmo Pilissão, Diretora da EFA – Centro de Educação Básica Francisco de Assis – acredita que a sociedade precisa, constantemente, falar, discutir e refletir.  “Como educadora acredito que tudo o que se relaciona à cidadania, diversidade e direitos humanos precisa estar colocado nas práticas pedagógicas”, salienta.

O caminho para uma sociedade equiparada é longo e a construção é agora. “Só teremos resultados por meio de debates na área econômica, social e cultural, e por meio da participação nas decisões que influenciam a cidadania, de maneira humanitária”, comenta a Diretora do Museu Antropológico Diretor Pestana, Stela Zambiazi.

Então, vamos falar sobre mulheres, sobre seus projetos e, mais importante, vamos ouvi-las. Confira, na íntegra, a entrevista com cinco mulheres que fizeram e fazem parte do desenvolvimento regional por meio da educação: Cátia Maria Nehring, presidente da FIDENE e reitora da Unijuí; Cristina Eliza Pozzobon, Vice-Reitora de Graduação; Eronita Barcelos, primeira Presidente da FIDENE e primeira reitora da Unijuí; Cláudia Cristina Bohrer, Diretora da Unijuí FM; Maria do Carmo Pelissão, Diretora da EFA; e Stela Zambiazi, Diretora do Museu Antropológico Diretor Pestana. 

Cátia Maria Nehring, Presidente da FIDENE e Reitora da Unijuí

Entendo que tivemos muitos avanços desde que a data do dia internacional da mulher foi instituída a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York, no qual cerca de 130 operárias morreram carbonizas. A partir deste fato, muito triste, se marca uma trajetória das lutas feministas ao longo do século 20.

Conseguimos muitos avanços, tivemos o direito de votar, de frequentarmos uma escola, de termos uma profissão, de decidirmos ou não por casarmos, ou termos ou não filhos. Termos "controle" sobre nosso corpo e decidirmos nossas profissões, sem dependermos de um homem de nossas famílias.

Mas ainda, apesar dessas conquistas significativas, temos muito a avançar efetivamente em termos de igualdade, respeito e liberdade, não se resumindo somente às mulheres, mas também aos negros, aos pobres, aos homossexuais, às minorias que em muitas situações são maiorias.

Ainda há muitas lutas a serem travadas e muitos dias das mulheres a serem colocados em pauta, como um dia de reflexão, de discussão, de busca pelo respeito, pela igualdade, pela colaboração entre os diferentes. Não é um dia de darmos rosas, mas de nos colocarmos no enfrentamento de questões muitas vezes veladas.

Que este dia não seja entendido como um dia de comemorar, mas que ele seja de fato um dia utilizado para refletirmos, debatermos, conversamos sobre a necessidade do respeito, da solidariedade, da ética entre todos nós humanos. Que possamos entender que a diferença é constitutiva do ser humano. Somos diferentes como condição de sermos humanos e não somos a centralidade do planeta. O respeito e a necessidade de equidade social deveriam ser pontos inegociáveis.

 

Cristina Eliza Pozzobon, Vice-Reitora de Graduação da Unijuí

O Dia Internacional da Mulher deve ser lembrado pela luta que continua, pela garantia das condições humanas de igualdade e liberdade. Nesse sentido, é necessário reconhecer que houve bastante avanço em todos os campos, contudo ainda há bastante a ser feito, tanto na esfera social quanto profissional, para que mulheres e homens tenham as mesmas condições de trabalho, remuneração e reconhecimento.

Desejo que a data nos faça refletir sobre a condição de sermos todos humanos, independente de gênero e de opções. 


Eronita Barcelos, primeira Presidente da Fidene e Primeira Reitora da Unijuí

 Temos avançado muito, sem dúvidas, mas ainda há que fazer esses avanços serem reconhecidos não só como conquistas femininas, mas como uma nova compreensão da ética humana. Entendo que em se tratando de ética não é possível aceitar que gênero seja indicador de inferioridade dos seres humanos. 

O grande avanço, na minha visão, é o acesso à educação que humaniza, alarga horizontes, liberta e oportuniza autoria e protagonismo nas diversas esferas sociais. Portanto, todas as demais conquistas que vêm se construindo como novas possibilidades de presença da mulher no contexto social.

No entanto, é importante destacar que conquistas desorganizam o "status quo" e então há um conjunto de ações reativas. Novamente é preciso novas atitudes e posicionamento para demonstrar os efeitos positivos daquelas conquistas. Em síntese: novas lutas.

 

Claúdia Cristina Bohrer, Diretora da Unijuí FM

As conquistas são muitas, apesar de ainda serem insuficientes. Creio que o fato de as mulheres hoje poderem estar onde quiserem, no que diz respeito a trabalho, por exemplo, é o reflexo de que sempre tiveram condições de fazer qualquer coisa, porém não tinham a oportunidade para tal.

O resultado é hoje se ter mulheres a frente de cargos elevados, em qualquer profissão, a frente de empreendimentos de sucesso, do desenvolvimento de comunidades, de pesquisas de ponta, etc. O acesso à educação é o que alavancou isso tudo, oportunizando à mulher a independência financeira.

A universidade tem papel importante neste contexto, para além da formação profissional, mas também como espaço de diálogo e troca de experiências. É preciso cada vez mais diálogo para que a informação sobre o real conceito de feminismo chegue às pessoas para assim reduzir os tabus e até mudar o senso comum sobre o assunto.

É um trabalho de formiguinha em que cada sujeito deve fazer a sua parte no seu local para que a médio e longo prazos tenhamos novos avanços. A sociedade como um todo tem papel fundamental na igualdade de salários e de carga horária de trabalho, bem como na divisão da responsabilidade nas tarefas da casa e criação dos filhos.

Que falemos e nos preocupemos com essa temática não só no dia 8 de março. Que, individualmente, possamos agir com coerência buscando um mundo mais livre, mais justo, mais humano.


Maria do Carmo Pelissão, Diretora da EFA

É evidente que a luta das mulheres pelo fim da discriminação e pela igualdade de gênero vem transformando a realidade em muitos países e também no Brasil, conquistando assim novos direitos, equivalência de gênero, políticas públicas que contribuíram grandemente para a redução da discriminação e das desigualdades de gênero. Neste contexto de lutas destaco o crescimento da escolarização das mulheres em todos os níveis de ensino como um fator primordial para os avanços e conquistas nas lutas desbravadas pelas mulheres em todos estes anos.

A sociedade como um todo precisa constantemente debater, refletir e buscar caminhos para que a igualdade de gênero seja uma realidade. Como educadora acredito que tudo o que se relaciona à cidadania, diversidade e direitos humanos precisa estar colocado nas práticas pedagógicas. É necessário debate e diálogo para termos ações propositivas nas escolas desenvolvendo ações voltadas à humanização, respeito, solidariedade e empatia que contribuirá para que a igualdade de gênero se torne uma constante realidade.

O dia Internacional da Mulher deve ser comemorado com a certeza de grandes conquistas, mas não deixemos de estar atentas no intuito de germinar ações que garantam o respeito, a integridade e igualdade da mulher, na busca constante de uma sociedade mais justa e fraterna.


Stela Zambiazi, diretora do Museu Antropológico Diretor Pestana

As mulheres tiveram muitas conquistas até hoje alcançadas com passos lentos, que são resultados da mobilização e do engajamento nos diversos movimentos que se formaram ao longo dos tempos. As últimas décadas foram marcadas por profundas transformações que impactaram positivamente na vida das mulheres.

Apesar dessas conquistas, a mulher está muito longe de atingir sua autonomia. A luta pelos seus direitos é permanente. É uma longa caminhada que só terá resultados por meio de debates na área econômica, social e cultural, e por meio da participação nas decisões que influenciam a cidadania, de maneira humanitária.

Precisamos de políticas públicas relacionadas com todas as esferas da sociedade, destinadas à apoiar a promoção da igualdade entre homens e mulheres, que devem ter os mesmos direitos e obrigações, as mesmas oportunidades e a mesma qualidade de vida.

Não podemos desistir de nossos sonhos e de nossos ideais. Temos que lutar pelos nossos direitos e por um país mais justo e fraterno, onde todos somos irmãos independentemente de cor, raça ou gênero. Com pequenas mudanças vamos conquistando nossos espaços.

Merecemos respeito, reconhecimento e admiração todos os dias, pois somos guerreiras, buscamos nossos espaços, corremos atrás, temos objetivos, enfrentamos dificuldades, mas não desistimos, mesmo quando parece que estamos carregando o mundo nas costas. Parabéns a todas as MULHERES!

Mulheres admiráveis

Conheça algumas mulheres admiradas por nossas entrevistadas.

Cátia Maria Nehring – “Tenho várias mulheres que admiro por diferentes razões. Mulheres que fizeram parte de minha constituição de mulher, mãe, profissional. Início por duas pessoas mais próximas. A minha vó paterna, Vó Olguinha, pela sua alegria de vida.

Por nos ensinar que a alegria estava em pequenas coisas, que a música e a dança deveriam se fazer presentes sempre, apesar da dureza da vida. A minha mãe, que nos mostrou o valor do trabalho, do respeito com o outro e da solidariedade como condição necessária de convívio entre as pessoas. 

Profissionalmente destacaria a prof. Dra. Esther Grossi, como educadora matemática, pesquisadora, política, escritora, coloridade (sim Esther é reconhecida pelos seus cabelos coloridos e por sempre estar de salto alto), por me possibilitar conhecer teoricamente a didática francesa (principalmente a teoria dos campos conceituais) e o grande diferencial que um professor pode fazer na vida de uma pessoa, se permitir a ela aprender”.  

Stela Zambiazi – “Zilda Arns Neumann foi uma mulher guerreira, de força e coragem. Reconhecida como uma das maiores humanitárias do Brasil, foi sanitarista, missionária brasileira e uma pediatra importante para a redução da mortalidade infantil no país. Foi a fundadora da Pastoral da Criança, programa de ação social que se expandiu por diversos países”.

Cláudia Cristina Boehrer - "Admiro Malala Yousfzaa, paquistanesa, hoje com 21 anos, que desde os 15 anos luta pela defesa dos direitos das mulheres e acesso à educação. Sua trajetória pública começou quando foi baleada na cabeça por talibãs, ao sair da escola, quando tinha 15 anos. Muitas mulheres são destaque por fazerem a diferença na sua época, porém, destaco Malala, por ser um símbolo contemporâneo da luta pelos direitos das mulheres e do direito das meninas de ir à escola, tendo recebido o Nobel da Paz aos 17 anos”.

Cristina Eliza Pozzobon - "Admira Eronita, Cátia e Onilse. Admiro a todas que humana e constantemente se reinventam, "sacodem a poeira e dão a volta por cima", com garra e sem perder a ternura. Para citar nomes, na esfera profissional sou inspirada pelas duas mulheres que ocuparam/ocupam o cargo de Reitora da Unijuí, professoras Eronita e Cátia. Na esfera pessoal, faço referência à Onilse, minha mãe. Percebo que as três mencionadas, no seu tempo, sabiamente sempre zelaram e lutaram por avanços e condições de igualdade a todos”.

Maria do Carmo Pelissão - "Admiro Madre Teresa de Calcutá. O nome Teresa foi adotado em 1931, quando a madre foi para a Índia, dando início à sua vida de missão humanitária. Foi professora e onze anos após sua chegada, deixa o convento para fundar a congregação religiosa das Missionárias da Caridade. As primeiras a se juntarem a ela nesse trabalho foram suas antigas alunas. Assim, foi morar nas favelas indianas e a partir da década de 50 trabalha na construção de locais de acolhimento, hospitais e escolas. Dedicou sua vida aos pobres, crianças e doentes”.

Eronita BarcelosMulheres admiráveis temos muitas, mesmo no tempo em que precisavam superar a submissão como o grande "mérito" de terem nascido mulheres. Mas ser mulher sempre foi mais que isso. É ter a ousadia de mostrar seus talentos frutos de sua reflexão e criatividade, mesmo auridas nas vivências cotidianas, como fez Cora Coralina, por exemplo. Há escritoras, militantes sociais, religiosas, professoras, pesquisadoras, médicas e de outras tantas áreas que eu poderia dizer que admiro muito. Hoje, porém, quero registrar duas mulheres admiráveis que me inspiraram: minha mãe Othilia e a primeira professora com quem tive contato, Gessi Bueno, ambas já falecidas”.


Reitoria da Unijuí recepciona professoras e estudante de intercâmbio

                 

A reitoria da Unijuí, juntamente com a coordenação do curso de Letras- Português/Inglês e o Escritório de Relações Internacionais, deu boas-vindas às professoras americanas Laura Gilbert e Marykate Melanson, participantes do projeto English Teaching Assistant - Fulbright/Capes e a estudante paraguaia Débora Myrian Casco Ledesma, da Universidade Autônoma de Encarnación – UNAE, como parte do processo de internacionalização do ensino superior.

Na ocasião, a Reitora da Universidade, professora Cátia Nehring, e o Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Fernando González, reforçaram o compromisso da Unijuí com a internacionalização e em tornar as línguas estrangeiras cada vez mais presentes no cotidiano dos acadêmicos, sendo esse um diferencial formativo requisitado pelo mercado de trabalho.

O Programa Fulbright/Capes de Assistente de Ensino de Língua Inglesa (English Teaching Assistant - ETA) para Projetos Institucionais busca selecionar projetos de instituições de ensino superior (IES) brasileiras. As IES recebem assistentes de ensino de língua inglesa (cidadão estadunidense – falante nativo), com intuito de contribuir para a elevação da qualidade dos cursos de bacharelado e/ou licenciatura em Letras - Língua Inglesa, na perspectiva de valorizar a formação e a relevância social dos profissionais do magistério.

Já a UNAE, de Encarnación, Paraguai, tem um acordo de cooperação com a Unijuí, firmado no segundo semestre de 2018. O acordo prevê vários benefícios para os estudantes de ambas instituições que desejam realizar intercâmbio acadêmico, tais como: isenção de taxas e mensalidades nos estudos, alojamento gratuito e bolsa mensal que auxilia no pagamento de despesas, como a de alimentação. Para o próximo semestre, a Unijuí selecionará dois estudantes para realizarem intercâmbio na UNAE.

Dentre as atividades de fomento à internacionalização, a Unijuí disponibiliza aos acadêmicos e egressos o curso de Inglês no Campus, ofertado pelo Laboratório de Ensino de Línguas da Unijuí (LELU), além de grupos de conversação. Por meio do Escritório de Relações Internacionais, a Unijuí viabiliza convênios para intercâmbios com universidades de diversos países, aproximando fronteiras e ampliando conhecimentos. 

                     

Para obter mais informações sobre cursos de Inglês acesse este link

Lelu - Laboratório de Ensino de Línguas da Unijuí: Sala C2, campus Ijuí, fone (55)3332-0200 ramal 3019, ou https://www.facebook.com/lelu.unijui

Para informações sobre intercâmbio.

https://www.unijui.edu.br/institucional/mundo

ERI - Escritório de Relações Internacionais: Hall da biblioteca Mário Osório Marques, campus Ijuí, fone: (55)3332-0329 ou eri@unijui.edu.br.


Eventos vão celebrar o início do curso de Medicina da Unijuí

                 

O início do curso de Medicina na Unijuí está próximo. A Universidade já matriculou os 30 estudantes da primeira turma e está com as atividades do primeiro semestre organizadas e programadas. Para celebrar esta conquista da comunidade regional, uma série de eventos vai marcar oficialmente o início do curso.

Nesta sexta-feira, dia 8, dando início, será realizado um Ato Público, com a presença de lideranças e autoridades regionais, que de um modo ou outro participaram do processo até esta conquista. O ato vai ocorrer a partir das 14h, no Centro de Eventos do Campus Ijuí.

E na segunda-feira, no turno da manhã, os estudantes terão a primeira aula do curso. Além disso, também na segunda-feira, os estudantes e familiares participarão da Aula Inaugural, que acontecerá às 19h, no Salão de Atos Argemiro Jacob Brum, no Campus Ijuí. Para marcar o início das atividades, o professor Dr. Mauro Czepielewski, UFRGS, Porto Alegre vai fazer a palestra “Ser Médico: do sonho à realidade”. Na continuidade das atividades será feito o ato de entrega dos jalecos, envolvendo pais e professores.

Segundo a Reitora da Unijuí, professora Cátia Nehring, a conquista do curso de Medicina é um projeto estratégico para região e para instituição em termos de formação e atuação no campo da saúde. "Conquista que materializa um desejo de uma comunidade, que acredita no desenvolvimento de uma região pela educação", avalia.


Central Analítica é um dos únicos laboratórios do Estado a possuir Alvará Sanitário

                 

A Unijuí possui, dentre os diversos serviços prestados à comunidade, a Central Analítica - Laboratório de Análises Ambientais. Responsável pela análise da água de rios, lagos, poços artesianos, piscinas, efluentes e também de combustíveis, o laboratório está entre os únicos do Estado a possuir Alvará Sanitário, o que também o credencia ao atendimento de estabelecimentos em saúde, realizando análises em água purificada e de abastecimento.

Dessa forma, a Central Analítica tem sido demandada para prestar serviços não só na região Noroeste, mas para todo o território gaúcho. Os serviços são prestados para um amplo conjunto de pessoas, entre eles, hospitais, farmácias, laboratórios de análises clinicas, agroindústrias que precisam apresentar os resultados a órgãos fiscalizadores, pessoas que possuem poços artesianos em suas propriedades, além de empresas que geram efluentes, como postos de combustíveis, empresas de laticínios, lavanderias e até outras universidades.

“O cliente recebe informações padronizadas sobre o processo de coleta de água e efluentes e encaminha para o laboratório da Central Analítica, que conta com uma equipe multidisciplinar qualificada e treinada, visando otimizar tempo de análise e a qualidade, o que se comprova por meio da participação no ‘Programa de Ensaio de Proficiência em Analises Ambientais 2018’, desenvolvido pela Rede Metrológica RS com nível “Excelente” para as análises do escopo”, observa Lediane Czyzeski, responsável técnica da Central Analítica.

Segundo o Laboratório, os valores dos serviços dependem da análise realizada. “Assim que o cliente define os parâmetros para análise emitimos o orçamento”, observa Lediane. Para quem precisar acessar o serviço do Laboratório, o contato é (55) 3332-0442.  Amostras podem ser encaminhadas por meio dos Campi Santa Rosa, Panambi e Três Passos.

Gestão de Qualidade

O laboratório da Central Analítica conta com Acreditação segundo a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005, cadastro junto a FEPAM, e Alvará Sanitário. 


Aulas do curso de Medicina da Unijuí serão iniciadas no dia 11 de março

Matrículas encerram nesta semana.

Na próxima segunda-feira, dia 11, o curso de Medicina dará início ao seu primeiro semestre letivo. Nesta semana, as últimas vagas restantes devem ser preenchidas, fechando a turma com 30 matriculados no total. “O processo de matrícula está ocorrendo de acordo com o estabelecido, já temos 23 matriculados no curso e o limite é 30, talvez a turma esteja completa já nesta segunda-feira, dia 04, pelo chamado que está sendo feito aos classificados em uma sequência correta, prevista pelo edital do vestibular. Estamos recebendo muitas ligações de interessados em fazer a matrícula, mas precisamos seguir a ordem de classificação definida pelo vestibular, realizado no dia 24 de fevereiro”, explica o coordenador do curso, professor Jorge Brust.

As aulas no dia 11 iniciarão logo pela manhã, com uma acolhida aos alunos e logo depois os estudantes já serão introduzidos aos conteúdos do Curso. Na parte da noite haverá uma aula inaugural para os pais e estudantes com uma programação especial e também com a cerimônia de entrega dos jalecos. O coordenador do curso salienta ainda que está tudo pronto e organizado para o começo das atividades letivas: “a Unijuí possui grande experiência no ensino na área da saúde e a estrutura já disponível está sendo adaptada e também ampliada para o curso de Medicina”.


Unijuí receberá professor da Universidade de Valladolid (Espanha) para palestra sobre gestão empresarial e responsabilidade social

Palestra será realizada nesta semana nos campi Santa Rosa e Ijuí.

Na próxima quinta-feira, dia 07, e na sexta-feira, dia 08 de março, o campus Santa Rosa e o campus Ijuí, respectivamente, promovem a palestra "Responsabilidade social empresarial e a geração de valor para as empresas". O tema será abordado pelo professor da Universidade de Valladolid (Espanha), Diego Vázquez Villamediana. Em Santa Rosa o evento acontece a partir das das 19h10, no Espaço CoWorking do Campus, e em Ijuí na sede da Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica da Unijuí (Criatec).

O evento é fruto de uma parceria entre a Unijuí e a Unam (Universidade Nacional de Missiones) e conta com o apoio da Agência de Inovação Tecnológica da Unijuí (Agit), Criatec e European Region Action Scheme for the Mobility of University Students (Erasmus).  O evento é aberto à comunidade. As inscrições para o evento em Ijuí devem ser feitas pelo email: agit@unijui.edu.br, já as confirmações de presença para o evento em Santa Rosa, devem ser feitas pelo número (55) 3511-5200.